#Gay #Teen

Meu companheiro de quarto Vitor - FINAL

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Último capítulo, espero que tenham gostado!! Obrigado por acompanharem.

No outro dia Pietro acordou primeiro, Vítor ainda dormia de lado só com o lençol cobrindo a cintura, mostrando as costas largas. Pietro sentou na cama, pelado, e passou a mão devagar pela coluna dele, até chegar na bunda. Vítor acordou com um gemido baixinho.
— Levanta — Pietro falou, a voz calma, mas firme.
Vítor sentou, meio perdido, mas fez o que ele mandou. Pietro ficou de pé, na frente dele, sem roupa, o corpo pequeno perto do dele. Olhou pra baixo, com um olhar frio.
— De joelhos.
Vítor piscou, mas saiu da cama na hora, ajoelhando no chão gelado. Olhou pra cima, esperando, Pietro chegou mais perto, pegou no cabelo curto dele, puxou de leve pra trás, fazendo Vítor levantar o rosto.
— Você me chamou de bicha, falou que eu era uma pena. Que eu era ridículo, que nunca ia me assumir, que eu era só um brinquedo — A voz dele era baixa, controlada, mas cada palavra doía.
— Você me fez sentir um lixo. Me fez chorar na chuva, dormir na casa dos outros, sentir que eu não valia nada.
Vítor engoliu a seco, com os olhos cheios de culpa.
— Eu sei… eu fui um babaca. Desculpa não resolve. Eu…
Pietro apertou o cabelo dele com mais força, mandando ele calar a boca.
— Cala boca, agora você ouve. — Ele chegou perto, bem perto
— Eu voltei porque te amo, mas amar não some com a dor. Então essa semana, você vai aprender a ficar no meu pé, no meu pé mesmo.
Ele soltou o cabelo, sentou na beira da cama e abriu as pernas devagar.
— Beija meus pés.
Vítor ficou indeciso por um segundo. Aí pegou o pé direito de Pietro com as duas mãos grandes, beijou a sola devagar, depois os dedos, depois o tornozelo. Foi subindo, beijando a batata da perna, a coxa, até parar na virilha. Pietro deixou, olhando pra baixo com os olhos quase fechados.
— Agora, faz carinho na minha perna, bem devagar. Como se você tivesse pedindo desculpa com a boca.
Vítor fez o que ele mandou, ajoelhou entre as pernas dele, segurou as coxas finas com cuidado, passou a língua devagar nas coxas, enfiou a língua lá dentro do cuzinho dele. Pietro gemeu baixinho, botou a mão no cabelo dele, mostrando o ritmo.
— Isso… pede desculpa assim, pra mostrar que você sabe quem manda agora. Que você tá no meu pé, me servindo, me querendo.
Vítor gemia contra a pele dele, a língua fazendo tudo com amor, as mãos apertando as coxas com carinho.
— Desculpa… amor… te amo… me perdoa… — ele falava entre beijos.
Pietro gozou devagar, tremendo, apertando o rosto dele. Depois puxou ele pra cima, beijou a boca molhada dele.
— Tá aprendendo, mas ainda falta muito. Toda vez que eu lembrar do que você falou, você vai ajoelhar. Toda vez que eu quiser, você vai lamber, chupar, transar do jeito que eu mandar. Porque agora… você é meu, não o contrário.
Vítor balançou a cabeça, com os olhos cheios de lágrimas, e o pau duro pulsando.
— Eu sou seu, pra sempre. Me bota no seu pé quando quiser.
Pietro sorriu de verdade pela primeira vez na semana.
— Então começa agora, de joelhos de novo. E me faz gozar mais uma vez, pra eu não esquecer que você sabe pedir desculpa direito
Vítor fez o que ele mandou, ajoelhou e serviu. Pietro olhou pra ele de cima a baixo deu um sorrisinho malicioso e disse, voz fina e exagerada
— Ai, Vítor… olha esse corpão todo suado… cuidado pra não virar viadinho igual eu, hein?
Vítor parou, tirou sua cueca e jogou na cara dele.
— Cala a boca, sua vadia vingativa.
Pietro riu alto cheirando a cueca dele,
— Agora você sabe como dói, né, grandão?
Vítor se jogou na cama em cima dele, prendendo os pulsos finos.
— Eu mereci, mas agora cala essa boca antes que eu te foda pra lembrar quem manda aqui.
Pietro piscou, safado.
— Pode tentar… mas dessa vez quem pede perdão sou eu?.

O tempo voou, tipo o universo dando um help pra eles darem um jeito na vida. No dia seguinte Vítor acordou na disposição, fez café pros dois (igual antigamente), sentou na beira da cama de Pietro e mandou a real:
— Hoje falo pra minha mãe, aí pro meu pai. E depois pro pessoal da academia, se quiser a gente joga uma foto nossa no Insta.
Pietro arregalou os olhos, meio dormindo ainda, mas o coração disparou.
— Sério?
— Juro, promessa é dívida.
Primeiro foi a Dona Cida, Vítor ligou no viva-voz, com Pietro ali do lado, de mãos dadas. A voz dela saiu meio estranha no começo
— Filho, que foi? Aconteceu alguma coisa? Vítor respirou fundo
— Mãe… eu e o Pietro… estamos juntos. Namorando, pra valer, eu amo ele.
Silêncio de uns cinco segundos, a Dona Cida deu um suspiro daqueles.
— Ah, meu filho… já imaginava. Toda vez que ele aparecia aqui você ficava diferente. Só quero que você seja feliz, se ele te faz bem, tá tudo certo!Quando vocês vêm jantar?
Pietro já tava chorando ali, agarrado no celular como se fosse ela. Vítor deu uma risada aliviada, mas pai foi osso duro de roer.
Seu Jorge atendeu com a voz grossa de sempre.
— Que foi, garoto?
Vítor contou na lata. Ficou um silêncio pesado, depois um suspiro de quem tá puto.
— Quer dizer que você virou gay?
— Não virei nada, pai. Amo um cara, e isso não muda quem eu sou. Se não aceitar, problema seu mas não vou mais me esconder.
Seu Jorge ficou na miúda uns vinte segundos.
— Te criei pra ser homem de verdade. Homem não faz essas coisas, mas… se tá feliz… e se esse garoto te trata bem… não vou bancar o chato.
Vítor concordou, mesmo sabendo que o pai não via.
— Beleza, pai. Te dou um tempo!
No dia seguinte, Seu Jorge mandou uma mensagem.
“Traz ele aqui no feriado. Quero ver se come direitinho.”
Não era o ideal, mas já era alguma coisa. Os amigos super de boa, Maria gritou no grupo da facul:
“EU SABIA! Vocês dois são o casal mais top!”
Rian ficou quieto uns dias, depois chamou Vítor no privado:
“Se tá feliz, irmão, suave pra mim. Mas se magoar ele de novo, te quebro.”
Depois disso, voltou a zoar como sempre, só que agora chamava Pietro de “cunha”. Na academia, o pessoal da luta estranhou de cara. Rolou uma piadinha ou outra, mas Vítor fechava a cara
“Qual foi?” Ninguém ouso, um até falou:
“Se continuar ganhando luta, pode namorar quem quiser, mano.”
A família do Pietro foi show: amor à primeira vista. A mãe dele abraçou Vítor na porta de casa como se fosse filho perdido.
— Olha só quem veio fazer meu filho sorrir de novo! Entra, entra, fiz bolo de cenoura e come bastante, hein? Tá forte demais, tem que equilibrar.
O pai do Pietro deu um aperto de mão daqueles, e depois um abraço de lado.
— Cuida dele, hein rapaz. Ele merece tudo de bom.
Os irmãos mais novos do Pietro não paravam de zoar:
“Olha ele! Consegue levantar ele com um braço só?” Vítor entrava na onda e levantava o Pietro no colo só pra mostrar, enquanto Pietro ficava vermelho e dava uns tapas no peito dele.
Jogaram a primeira foto juntos no Insta: os dois na praia (num feriadinho), Vítor com o braço na cintura do Pietro, estiloso, sorriso meio de lado. Pietro de óculos de sol, rindo também.
Legenda: “Meu tudo. Sem neuras.”
Os comentários bombaram: corações, “até que enfim!”, “casalzão”.
Eles nem ligaram pros caras amargos. No dia a dia, o 417 voltou a ser o cantinho deles. Vítor continuava fazendo café, aliviando os ombros do Pietro depois das edições, levando ele pra academia pra ver o treino.
Pietro admirava o corpo dele suado, dizendo “você é tão forte… tão meu”. Os momentos a sós eram fogo como sempre, só que agora com mais mimo.
Vítor cochichava “eu te amo” enquanto ia com calma, Pietro respondia gemendo “te amo mais” enquanto se grudava nele. Quatro meses depois, numa noite qualquer de março, estavam deitados, Pietro no peito do Vítor, curtindo o coração dele.
— Sabe… — Pietro falou baixinho — achei que nunca ia rolar. Que você não ia querer nada sério.
Vítor beijou a testa dele.
— Quase te perdi por medo. Mas você valeu cada perrengue, cada papo difícil. Agora sou seu.
— E eu sou seu, pra sempre.

A academia tava quase às moscas. Só o barulho dos pesos e um ventilador zoando, fora uma playlist antiga de trap tocando baixinho. O Vítor terminou o supino, soltou a barra com estrondo e sentou no banco, a toalha no pescoço e suando.
Rian chegou, moído depois do agachamento, e se jogou do lado dele com a garrafa d’água.
— Puta merda, tá pegando pesado hoje, hein? Tá querendo esquecer alguma coisa?
Rian zoou, dando um tapa no ombro dele.
Vítor sorriu de canto, secando o rosto.
— Nada, só não quero que o Pietro encha o saco dizendo que tô ficando gordo.
Rian levantou uma sobrancelha, bebendo água.
— Ah, entendi, o namoradinho. — Ele riu baixo. — A parada é que não me acostumei ainda, tá ligado? Tipo, você, que pegou quase todas as minas da facul, agora de mão dada com o garotinho.
Me conta como é?
Vítor deu de ombros, pegando a garrafa dele.
— É bom, cara. Muito bom, ele me faz bem, me dá atenção, me faz rir e me deixa louco como nenhuma mina conseguiu. É diferente, mas é demais.
Rian sacudiu a cabeça, rindo mais alto.
— “Diferente” é pouco, irmão. Trocou mulher por homem e não é qualquer, né? É o Pietro. Imagino que metade do seu pau já seja suficiente pra esticar ele todo. — Ele fez uma cara feia, imitando uma voz fina. — Ai, Vítor, devagar, é muito grande pro meu bumbum...
Vítor revirou os olhos, mas riu.
— Para de ser idiota, Rian. Ele aguenta firme, bem mais que muita mina que eu já peguei.
O Rian bateu na coxa, rindo.
— Falando sério agora, não sente falta? Tipo, de uma mulher quente, dos peitões balançando? Da Luísa e da Bárbara? Agora você tá com um magrelo que mal consegue segurar seu pau, com uma bunda pequena. Não bate saudade de transar com alguém que saiba lidar com a situação?
Vítor ficou na dele por uns segundos, olhando pro chão. Depois olhou sério.
— Sinto falta às vezes, sim. Não vou mentir, mulher é diferente, tem curvas e um cheiro diferente. Mas… — Ele parou, a voz mais baixa. — Com o Pietro é outra coisa, ele me olha como se eu fosse tudo. Me chama de rei e me quer de um jeito que vai além do corpo.
- E o sexo… Rian, é doido ele me aperta como se quisesse me prender pra sempre. Goza tremendo, gemendo meu nome e depois fica grudado em mim, como se eu fosse o lugar mais seguro do mundo.
Rian riu de um jeito diferente, menos zombeteiro.
— Tá apaixonado mesmo, hein? O pegador virou romântico.
Vítor riu, dando um leve soco no braço dele.
— Apaixonado demais. E dane-se o que você pensa, se zoar ele de novo, te arrebento no tatame.
Rian levantou as mãos, se rendendo.
— Tá bom, tá bom. Sem piada com o bumbum do seu namorado, mas fala sério, não bate a falta de dividir uma mulher? Tipo nos velhos tempos? Eu, você e a Bárbara, revezando, todo mundo suado…
Vítor balançou a cabeça.
— Aquilo era só tesão sem sentido. Agora é real e não troco por nada.
Rian ficou quieto por um tempo, então deu um tapa mais leve no ombro dele.
— Beleza, irmão. Se ele te faz feliz, respeito. Mas se quiser relembrar os velhos tempos, é só chamar.
Vítor riu, levantando.
— Pode deixar, mas agora vou embora. Meu namorado tá esperando com um filme novo pra mostrar. E depois… — Ele piscou. — Vou transar com ele até ele esquecer o nome.
Rian riu alto, sacudindo a cabeça.
— Vai lá, cuida do seu garoto. E manda um abraço do cunhado.
Vítor saiu da academia sorrindo, a mochila no ombro.
Rian foi tomar banho no banheiro da academia escolheu um dos chuveiros no canto, se livrou do short e da cueca de uma vez, jogando tudo na divisória. A água quente aliviou o suor e o stress.
Rian fechou os olhos pra relaxar, mas quando abriu, viu um cara no chuveiro do lado. O moleque era pequeno tipo, 1,65m e olhe lá, bem branquinho, quase rosado, magrinho, ombros estreitos, bunda pequena e arrebitada, com pernas finas.
O cabelo castanho tava colado na testa por causa da água, e a pele brilhava no vapor. Dava pra ver os mamilos pequenos e rosados duros por causa da mudança de temperatura. Ele tava de costas, se ensaboando devagar, a água escorrendo pelas costas e descendo até a bunda.
Na hora, o pau de Rian ficou duro. Mas não era só tesão, lembrou na hora do Pietro. A mesma delicadeza, a pele que ficava vermelha fácil, a bunda que parecia que pedia umas boas palmadas.
O garoto virou de lado pra pegar o shampoo, e Rian viu. Tudo nele era suave e chamativo, o pau de Rian ficou bem duro, as veias saltando. Ele tentou ignorar, sem chance, desligou o chuveiro, pegou a toalha e foi pro chuveiro do lado, se encostando na parede.
— E aí, pequeno… tudo certo? — perguntou com a voz grave que usava pra paquerar.
O moleque virou rápido, os olhos arregalados. Ficou mais vermelho ainda.
— Ah… sim, tudo bem. — Ele olhou pra baixo, viu o volume na toalha de Rian e abriu mais os olhos. — Desculpa, não vi você chegar.
Rian sorriu de canto, chegou mais perto e deixou a toalha cair. O pau tava lá, duro, apontando pra cima, brilhando.
— Relaxa, não precisa pedir desculpa. Eu que não consegui não te ver. — Rian olhou o corpo do garoto de cima a baixo, da pele rosada dos ombros até a bunda, parando no negócio dele.
— Você é… muito bonitinho. Todo rosadinho, macio, com essa bunda que parece que nunca apanhou. Me dá vontade de cuidar de você…
— Eu… sou o Theo. Sou novo aqui.
Rian chegou mais perto, a água pingando dos dois.
— Rian. — Ele tocou de leve o ombro do garoto, o polegar quase na clavícula.
— Essa sua carinha… dá vontade de morder, imagino você gemendo baixinho. Aposto que você é bem apertado.
Theo engoliu seco, olhando pro pau de Rian e depois pro rosto dele.
— Eu… eu nunca… não dá pra ser aqui…
Rian riu baixo, passando a mão na barriga do garoto, parando perto do pau.
— Calma, pequeno. Não vou te pegar aqui, ainda não. — Ele apertou de leve, e Theo gemeu e se arrepiou.
— Mas pensa em mim depois. No meu pau te abrindo devagar, te preenchendo até você pedir pra parar. Porque eu tô pensando em você agora, na sua bunda arrebitada, na sua pele ficando toda vermelha enquanto eu te fodo.
Ele se afastou, pegou a toalha de novo e enrolou (o volume ainda dava pra ver).
— Se quiser… me encontra na academia qualquer dia. Ou no vestiário depois do treino, eu te mostro como tratar um garoto delicado como você.
Theo ficou parado, sem ar, a água escorrendo, os olhos brilhando de tesão e vergonha. Rian deu um sorriso malicioso, piscou e saiu do banheiro, o pau ainda duro.

Vitor abriu a porta do quarto no ombro, com a mochila pendurada, ainda sentindo o calor do treino. Um cheiro doce de perfume tipo morango misturado com flor bateu nele antes da luz. Ele parou na porta, só o abajur tava ligado, fazendo uma luz amarela fraca.
Pietro tava no meio do quarto, de costas, e virou quando ouviu a porta abrir. Ele tava com um baby doll preto, de renda fininha, que mal cobria a bunda, com umas alcinhas nos ombros. Dava pra ver os mamilos durinhos por baixo do tecido e usava uma calcinha de renda preta, quase sumindo.
As pernas tavam brilhando com óleo, e a pele clara ficou rosada na luz. O cabelo tava meio bagunçado, a boca com gloss, e os olhos brilhando, meio ansiosos, meio com vergonha.
Vitor jogou a mochila no chão. O pau dele já tava duro no short.
— Caralho… — ele falou, a voz grossa, olhando de cima a baixo. — Olha só pra você… minha princesinha toda linda pra mim.
Pietro ficou vermelho, cruzou os braços na frente, mas logo soltou, deixando o baby doll solto.
— Eu… queria te fazer uma surpresa. Faz tempo que a gente não… tem uma noite dessas. — Ele deu um passo pra frente, o bumbum balançando no baby doll. — Gostou?
Vitor atravessou o quarto rapidão, pegou na cintura dele e puxou pra perto. O pau já tava encostando na barriga de Pietro.
— Se eu gostei? Tô louco! Você tá parecendo uma bonequinha. Toda delicada, toda gostosa… esse baby doll ficou demais em você. — Ele passou a mão por baixo do tecido, apertando a bunda com vontade.
— Olha só como essa bunda fica… dá vontade de rasgar tudo e te foder agora.
Pietro gemeu baixinho, encostou a testa no peito dele e botou as mãos nos ombros fortes.
— Então rasga… comprei pra você rasgar mesmo.
Vitor deu um beijo na boca dele, mordendo o lábio de baixo, e puxou as alcinhas do baby doll até rasgar. O tecido caiu, mostrando o peito, os mamilos duros e a barriga. Ele puxou a calcinha pra baixo, até o pé de Pietro.
— De joelhos, sua vadia — ele mandou, a voz grossa. — Me mostra como você tava com saudade do meu pau.
Pietro ajoelhou no chão, olhando pra ele. Abaixou o short e a cueca de Vitor, e o pau saltou pra fora, duro, as veias saltando, a ponta brilhando. Ele lambeu a base, subiu até a ponta, e depois engoliu a metade, gemendo.
— Isso… chupa gostoso, princesa. Vai fundo, me mostra como você é minha boquinha.
Pietro fez o que ele mandou, a garganta apertando, os olhos lacrimejando. Vitor segurou no cabelo dele, guiando, comendo a boca dele devagar.
— Porra… que boca quente… toda molhada pra mim. Olha como você fica gostoso de joelhos, de baby doll rasgado, com o pauzinho duro pingando no chão.
Ele puxou Pietro pra cima e jogou na cama, de bruços. Abriu as pernas dele, separou a bunda, cuspiu no cuzinho e começou a lamber.
— Seu cu tava me chamando… todo rosadinho, apertadinho. Tava com saudade de lamber você assim. — Ele enfiou a língua fundo, comendo, e com a mão massageava o pauzinho
Pietro gemia alto, arqueando as costas, com o baby doll quase saindo.
- Vítor… me fode… vai….
Vítor se ajeitou atrás dele, colocou o pau na entrada e foi entrando devagar.
- Engole tudo, sua vadia gostosa. Sente ele te abrindo
Aí começou a socar com força, segurando a cintura dele e puxando mais pra perto a cada estocada.
- Isso… levanta essa bunda. Deixa eu te comer gostoso, olha como você me aperta… caralho, você nasceu pra isso
Pietro chorava baixinho, agarrado no lençol, a bunda batendo na coxa de Vítor, ele foi mais rápido, suando, e começou a mastubar o pauzinho de Pietro.
- Goza pra mim, princesa. Goza enquanto eu te como, aperta forte… isso…
Pietro gozou primeiro, tremendo todo, com jatos quentes no lençol, o cuzinho apertando. Vítor socou com mais vontade, gemendo fundo, e gozou forte dentro dele, enchendo tudo, com leite branco escorrendo pelas coxas.
Eles caíram juntos na cama, respirando fundo. Vítor abraçou Pietro, beijando a testa dele, passando a mão nas costas.
- Você é perfeita… minha princesinha. Nunca mais vou te largar.”
Pietro sorriu, todo aconchegado, com o baby doll quase caindo.
Eu não quero que me largue, sou todinho seu
Pietro acordou com o braço forte de Vítor na sua cintura, sentindo o peito dele subir e descer nas suas costas. Virou com cuidado e beijou o nariz de Vítor, depois a boca. Vítor abriu os olhos, com um sorriso preguiçoso no bigode.
- Bom dia, minha princesa... — Vítor disse, com a voz ainda grossa de sono, e apertou a bunda de Pietro. — Dormiu bem depois da surra de ontem?
Pietro riu, meio vermelho, mas com um brilho diferente no olhar.
- Ótimo... mas acordei pensando numa parada. — Ele se levantou um pouco, olhando nos olhos de Vítor.
- Quero fazer a transição, sério mesmo. Hormônio, talvez cirurgia... tudo. Sempre quis ser mulher, não só usar baby doll pra você. Quero ser mulher pra mim e pra você também, se você topar.
Vítor piscou, tentando entender. Aí, abriu um sorriso enorme, com os olhos brilhando de tesão e alegria, ele sentou na cama e puxou Pietro pro colo.
— Caralho, princesa... — Vítor riu, emocionado. — Que demais! É você sendo você de verdade, tô dentro!
Pietro arregalou os olhos, surpreso.
— Você... não tá puto? Nem com medo? Tipo... eu vou mudar. Meu corpo vai mudar, peito, voz, talvez mais bunda... você ainda vai me querer?
Vítor segurou o rosto dele com as mãos.
— Te quero agora, te quero amanhã, daqui um ano, dez anos. Quer peito? Vai ter peitão pra eu chupar toda noite, quer mais bunda? Vou apertar e falar que tá perfeita. Quer voz mais fina? Vou adorar ouvir você gemendo meu nome. — Ele beijou a boca dele e continuou:
— Você sempre foi minha princesa, agora vai ser minha mulher. E eu vou te bancar em tudo. Hormônio? Já vejo um médico bom. Cirurgia? Eu pago, cuido de você depois, levo e busco. Qualquer coisa, tô aqui. Sempre.
Pietro ficou com os olhos cheios de lágrimas, mas sorriu e abraçou Vítor.
— Você é maluco... mas é meu maluco. Te amo demais...
Vítor riu e jogou Pietro na cama, ficando por cima. Beijou o pescoço, o peito e desceu.
— Eu também te amo, minha futura mulher. E agora... — Ele abriu as pernas de Pietro, com o pau já duro na entrada dele. — Vamos comemorar direito. Quero te foder pensando que tô comendo minha namorada de verdade.
Pietro gemeu, levantando a bunda.
— Então me come... me faz sentir que sou sua mulher.
Eles foram mais rápido, com Vítor falando no ouvido de Pietro:
— Imagina quando tiver peitinho... vou chupar enquanto te fodo... vai ser bom demais.

Quatro anos se passaram eles se formaram juntos. Vítor concluiu Educação Física com ênfase em treinamento funcional e jiu-jítsu; abriu uma escola de luta própria no bairro, pequena mas lotada, com foco em luta e condicionamento. Ganhou respeito na cena esportiva local e começou a dar aulas particulares pra atletas amadores.
Pietro terminou letras com louvor, dirigia salas de aulas, trabalhou como assistente de direção em duas séries no último ano. O dinheiro não era farto ainda, mas era suficiente pra alugar a casa, pagar as contas e guardar um pouco.
Paola nasceu oficialmente, o processo foi lento, mas Vítor esteve em cada etapa.
Hormônios começaram em logo após a decisão, Vítor ia junto nas consultas com a endocrinologista, segurava a mão dela quando o estômago embrulhava com os efeitos colaterais, levava água e biscoito na bolsa toda vez. Ele se encantava a cada mudança: a pele ficando mais macia, os quadris arredondando devagar, os seios crescendo até um tamanho que ela amava (e ele também), com um cabelo enorme como de uma índia. Toda vez que Paola saía do banho e passava creme no corpo, Vítor parava o que estava fazendo só pra olhar.
— Caralho, amor… olha como você tá linda — ele dizia, voz rouca, olhos brilhando. — Esses peitinhos… essa cintura… você tá virando a mulher mais gostosa que eu já vi na vida.
Paola ria, corando, mas se sentia vista. De verdade.
A cirurgia de redesignação genital foi após dois anos de hormônios e terapia. Vítor tirou uma semana inteira de folga na academia, ficou com ela no hospital, dormiu na cadeira ao lado da cama, segurou a mão dela quando a anestesia baixou e a dor veio. Nas primeiras semanas de recuperação, ele cuidava de tudo: trocava curativos com cuidado extremo, preparava comida leve, ajudava no banho, massageava as pernas quando inchavam.
Nunca reclamou. Quando Paola chorava de dor ou de medo de “não ser mais desejável”, ele beijava a testa dela e dizia:
— Você é minha mulher com ou sem cirurgia. Mas agora… agora você tem a bucetinha que sempre quis. E eu mal posso esperar pra te provar inteira.
Vítor chegava da academia por volta das 20h, corpo suado, cheiro de esforço misturado com perfume amadeirado. Paola já estava na cozinha, de vestido leve de algodão, cabelo solto, maquiagem leve, preparando um risoto de limão siciliano. Ele entrava pela porta dos fundos, largava a bolsa, ia até ela por trás, abraçava pela cintura, beijava o pescoço.
— Boa noite, minha mulher linda — murmurava, mão subindo pro peito dela por cima do vestido. — Saudade o dia inteiro.
Paola virava o rosto, beijava ele devagar.
— Saudade também, meu amor. O jantar tá quase pronto…

Era um sábado Vítor destrancou a porta, jogou a mochila de ginástica no canto e chamou
- Amor? Cheguei!.
Nada, só o cheiro da vela de baunilha e a luz do abajur.
Tirou os tênis e foi até o quarto. A porta estava um pouco aberta, com uma luzinha escapando.
Empurrou e lá estava ela, Paola deitada na cama, sem roupa nenhuma, pernas meio abertas na luz do abajur. Os peitos dela (resultado dos hormônios e da cirurgia do ano anterior) mexiam com a respiração. A barriga lisa, os quadris redondos, e a pele toda brilhando com óleo. Entre as pernas, tudo depilado, lisinho, com a parte íntima rosada e molhada.
Os olhos dela brilhavam, e tinha um sorriso meio tímido, meio safado.
Vítor congelou na porta, o pau dele endureceu instantaneamente dentro da calça de moletom.
— Porra… Paola… — A voz saiu rouca, quase quebrada. Ele deu um passo pra dentro, fechando a porta atrás de si.
— Olha pra você… minha mulher… toda peladinha, toda molhadinha, esperando eu tirar sua virgindade de verdade. Caralho, amor… você tá linda pra cacete.
Essa bucetinha rosada… esses peitinhos durinhos… você virou a mulher mais gostosa do mundo.
Paola corou forte, mas abriu mais as pernas devagar, mostrando tudo.
— É a primeira vez… depois da cirurgia. Quero que seja com você, quero que você me coma devagar no começo… depois forte… como sempre.
Vítor tirou a camiseta num movimento rápido, revelando o peito largo, barriga sarada, braços grossos. Desceu o moletom e a cueca junto, pau grosso saltando livre, reto, veias pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo.
— Vem cá, minha putinha linda — murmurou, subindo na cama de joelhos. Ele se deitou por cima dela devagar, corpo grande cobrindo o dela, pau roçando a entrada molhada. Beijou a boca dela fundo, língua invadindo, depois desceu pros seios, chupando um mamilo com força enquanto a mão descia entre as pernas.
— Olha como você tá molhada… caralho, amor… sua bucetinha tá pingando pra mim. Tô sentindo o cheiro dela… doce pra porra.
Ele abriu os lábios dela com os dedos grossos, polegar circulando o clitóris devagar. Paola gemeu alto, quadril subindo sozinho.
— Isso… geme pra mim, minha vadia. Mostra como quer meu pau grosso dentro dessa bucetinha nova.
Ele posicionou a cabeça na entrada, esfregou devagar, lubrificando com o molhado dela.
— Relaxa, princesa… vou entrar devagar. Primeira vez de verdade… quero que você sinta cada centímetro me abrindo.
Empurrou devagar, a cabeça grossa abriu os lábios rosados, entrando centímetro por centímetro. Paola arqueou as costas, gemendo rouco, unhas cravando nas costas dele.
— Ai… Vítor… tá grande… tá me abrindo… caralho…
— Isso… toma tudo, sua safada. Sente meu pau te rasgando devagar… te enchendo inteira. Porra, como você é apertadinha… quentinha… molhadinha… minha bucetinha perfeita.
Ele parou na metade, beijando a boca dela, depois empurrou mais fundo, até as bolas baterem na bundinha.
Paola choramingou de prazer, pernas tremendo em volta da cintura dele.
— Tudo dentro… amor… me fode… tira minha virgindade de mulher…
Vítor começou a se mover: estocadas lentas no começo, sentindo cada textura nova, cada contração. Depois acelerou, socando mais forte, mãos apertando os seios dela.
— Toma, caralho… toma meu pau na sua bucetinha virgem. Isso… aperta assim, vadia… me ordenha.
Paola gemia sem controle, quadril subindo pra encontrar cada estocada, clitóris roçando na base do pau dele.
— Me fode mais forte… me arromba… tô quase… Vítor… amor…
Vítor acelerou, suor pingando nos seios dela, uma mão descendo pra esfregar o clitóris rápido.
— Goza pra mim, minha mulher… goza na rola do seu macho. Aperta forte… porra, isso… tô gozando também… toma tudo dentro da sua bucetinha nova… caralho…
Paola gozou primeiro: corpo convulsionando, bucetinha apertando em espasmos, gemendo alto o nome dele. Vítor socou fundo mais três vezes e gozou forte, enchendo-a até transbordar, leite branco escorrendo pelos lábios rosados.
Eles caíram juntos, ofegantes.
Vítor saiu devagar, olhando a bucetinha vermelha, aberta, cheia de porra dele.
— Olha o que eu fiz… tirei sua virgindade… minha mulher toda marcada, toda gozada. Ele beijou a boca dela devagar, depois desceu, lambendo a mistura de gozo e molhado dela, limpando com a língua.
Paola gemeu baixo, mão no cabelo dele.
— Você é louco… mas é meu louco. Eu te amo.
Vítor subiu de novo, abraçou forte, corpos colados, suor misturado.
— Eu te amo mais, Paola. Minha mulher, minha vida, pra sempre.
Eles ficaram assim, abraçados, respirando juntos. A primeira vez dela como mulher completa.
Com o homem que acompanhou cada passo, cada lágrima, cada vitória e que agora a olhava como se ela fosse o universo inteiro.

Obrigado, meus leitores safados e punheteiros incansáveis!
Vocês que leem escondido no banheiro, que batem uma punheta lenta enquanto imaginam cada cena, cada gemido, que gozam forte no final do capítulo e voltam pedindo mais. Valeu pra caralho por estarem aqui, acompanhando essa putaria toda comigo.
Essa punheta é pra vocês, seus tarados maravilhosos. Continuem batendo, continuem lendo, continuem gozando.
Já querem mais uma história? Até a próxima gozada. (Vou deixar uma imagem para vocês verem como Vitor e Pietro são)

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