Meu Filho. Meu Amante. Meu Pai do Meu Bebê. Uma mãe tem o direito de provar o esperma do seu filho
Acordei com o corpo todo moído, a buceta latejando de dor a cada movimento, ardendo tanto que até mijar virou sofrimento. Sentei no vaso, tentando respirar fundo, e foi aí que caiu a ficha: a casa inteira agora girava em torno de uma única coisa — o pauzão do meu menino.
Uma semana antes, tudo começou de forma inocente. Saí do banho pingando, abri a porta do banheiro e dei de cara com a pilha de toalhas na máquina. Merda. O moleque ainda dormia, então resolvi arriscar: corri pelada pelo corredor até o quarto, os peitos balançando, os pelos pretos e cheios da xota à mostra sem pudor nenhum.
No meio do caminho, a porta dele abriu de supetão. Enzo, meu filho de 19 anos, ficou parado, olhos arregalados, boca entreaberta. Ele me devorou inteira: os mamilos endurecidos pelo ar fresco, a barriga levemente arredondada, o triângulo escuro entre as coxas. Congelei. “Filho… desculpa”, gaguejei, cobrindo a xoxota com as duas mãos enquanto tentava não rebolar a bunda saindo dali.
Ele não respondeu. Só ficou olhando, o volume na cueca boxer já denunciando tudo. Corri pro quarto, tranquei a porta e encostei na madeira, coração disparado. Minutos depois ouvi o chuveiro ligado por mais de uma hora. Eu sabia exatamente o que ele estava fazendo lá dentro: batendo uma pensando na mãe pelada que acabou de ver. E, puta merda, aquilo me deu um orgulho doentio.
Quando ele saiu, cabelo molhado, cheiro de sabonete, eu soltei: “Tá cheiroso demais, hein? Demorou pra caralho no banho.”
“Desculpa, mãe… tava pensando em umas coisas.”
“Eu sei no que você tava pensando”, respondi com um sorrisinho safado. Ele ficou vermelho e sumiu pro quarto.
Mais tarde, fui lavar roupa. Peguei minha calcinha preta de renda e senti o tecido grudento. Cheiro forte, viscoso. Ele tinha gozado ali dentro. Uma poça grossa ainda morna. Em vez de nojo, minha buceta pulsou. Fechei os olhos e imaginei: Enzo de pau duro, mão acelerada, pensando na mãe nua, na xota peluda, nos peitos balançando… até explodir tudo dentro da minha calcinha favorita.
Será que ele imaginou gozando dentro de mim? Enfiando aquele pau grosso na buceta que o pariu? A ideia me deixou tão molhada que escorreu mel pela coxa. A casa virou um campo minado de tesão. Cada olhar trocado na cozinha era fome pura. Desejo proibido pingando no ar.
No sábado, cheguei do supermercado no Boa Viagem e ouvi gemidos abafados vindo do quarto dele. Andei na ponta dos pés, coração na boca. Abri uma fresta e quase caí pra trás.
Enzo deitado, pauzão na mão, minha calcinha vermelha enrolada na rola, batendo punheta como louco. E a boca dele soltando as maiores baixarias:
“Ah, porra, mãe… chupa meu pau, engole até o talo… engole meu leitinho quente, sua puta… abre essa buceta pra mim… vou te arrombar toda… depois enfio no teu cu apertado… você vai gritar, vadia… vai lamber minha rola suja de bosta depois que eu gozar no teu rabo…”
Fiquei paralisada. Chocada. Ofendida. E molhada pra caralho. Nunca tinha feito anal na vida, mas ouvir ele fantasiando aquilo me fez tremer. O pau dele era impressionante: grosso, veiudo, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Minha calcinha servindo de punheta. Meu menino me usando como boneca sexual na cabeça dele.
Saí de fininho, bati a porta da frente de novo e entrei fazendo barulho. “Enzo! Cheguei, filho!”
“Oi, mãe… já terminei de estudar.”
“Estudou o quê? Anatomia feminina?”, provoquei. Ele corou até a orelha. “Vai se trocar, mãe. Tô com calor.”
“Calor, é? Então deixa eu ficar à vontade também.”
Fui pro quarto e peguei outra calcinha do cesto. Dentro, uma gosma grossa ainda quente. Ele achou que eu não ia notar? Lambi os lábios. Uma voz dentro de mim gritou: “Não faz isso, Selma, é errado!”
Mas outra voz, mais baixa e safada, respondeu: “Ele gozou pensando em você. Esse leitinho é seu por direito.”
Levei o tecido aos lábios e chupei. Salgado, amargo, pecaminoso. Engoli tudo imaginando o pau dele jorrando direto na minha boca, enchendo a garganta da mãe. Meu corpo inteiro tremeu de tesão.
Abri a porta do quarto dele com tudo. Enzo no celular, volume na calça denunciando pornô.
“Filho, quando cheguei ouvi você gemendo meu nome… e falando umas sacanagens pesadas.”
“Mãe… que vergonha… me desculpa.”
“Vergonha? Você mandou a mãe chupar teu saco, engolir teu pau, abrir o cu pra você arrombar… e depois lamber tua rola suja. Foi isso mesmo?”
Ele baixou a cabeça. “Sim… eu queria você… de todo jeito.”
“Então por que goza nas minhas calcinhas em vez de vir aqui me dar direto?”
Ele arregalou os olhos. “Você… lambeu?”
“Lambei. E engoli. Agora tira essa roupa. Vamos resolver esse teu problema de uma vez.”
Ele hesitou, mas obedeceu. Camiseta, short, cueca no chão. O pau já meio duro, pesado, balançando. Maior que o do pai dele, sem dúvida. Sob meu olhar fixo, ele ficou completamente tesudo, latejando.
“Caralho, Enzo… onde você arrumou esse cacete?”
Ele riu, sem graça. “Mãe… você disse que tinha lugar melhor pra eu gozar…”
Abri a boca devagar. Ele chegou perto, encostou a cabeça melada nos meus lábios. “Chupa, mãe. Chupa como você imaginou.”
Ajoelhei. Beijei a glande, lambi o pré-gozo salgado. Depois engoli devagar, sentindo ele abrir minha boca, deslizar pela língua, bater no céu da boca. Enzo gemeu alto, segurou minha nuca e começou a foder meu rosto.
“Porra, mãe… tua boca é melhor que qualquer buceta…”
Eu chupei com vontade, lambi os ovos suados, enfiei a língua na uretra. Ele puxou meu cabelo e enfiou até o talo. Meu nariz afundou nos pelos pubianos dele, os colhões batendo no queixo. Quase engasguei, mas aguentei.
De repente ele tirou. “De joelhos, mãe. Quero gozar na tua cara.”
O primeiro jato veio forte, quente, acertou minha testa. O segundo no olho, o terceiro na boca. Ele jorrou como se não gozasse há dias. Fiquei coberta, melequenta, olhando pra ele com um fio escorrendo do nariz.
“Você tá linda assim, mãe… agora lambe tudo.”
“Da próxima vez goza na boca, seu safado. Não faz bagunça.”
Ele riu. “Ainda não acabou. De quatro. Rasteja.”
Arrastei pelo chão, bunda empinada, sentindo-me uma cadela no cio. Ele pegou uma garrafa de Brahma na mesinha e enfiou devagar no meu cu. “Ai, porra, vai devagar com o rabo da mãe!”
Ele riu e deixou a garrafa lá, balançando enquanto eu rastejava.
No quarto, tirou a garrafa com um “ploc” molhado. Me ergueu pela buceta, jogou na cama. Abri as pernas sem ele pedir. “Enfia, Enzo. A mãe tá pingando.”
Mas ele não enfiou. Caiu de boca. Língua grossa abrindo meus lábios, chupando o clitóris, enfiando dois dedos. “Caralho, filho… onde aprendeu isso?”
Ele mordeu de leve o grelo. Gritei. “Morde de novo! Morde o clitóris da mamãe!”
Ele obedeceu. Meu corpo convulsionou. Gozei forte na boca dele, esguichando, tremendo inteira.
Ele subiu, me beijou com gosto de mim na língua. Enfiou o pau de uma vez. Gritei na boca dele enquanto ele metia devagar, depois forte, batendo fundo. “Tua xota é apertada pra caralho, mãe…”
“E teu pau é enorme, filho… me fode mais…”
Ele agarrou meus peitos, meteu com força, os colhões batendo na minha bunda. Gozei de novo, apertando ele dentro de mim. Ele gozou junto, enchendo minha buceta de porra quente, escorrendo pelas coxas.
Depois deitou do meu lado, beijando meu pescoço. “Mãe… você toma pílula, né?”
Sorri safada. “Claro… mas se escapar um nadadorzinho, a culpa é tua.”
Dormimos abraçados. Uma hora depois ele me acordou com o pau duro de novo. Abri as pernas, deixei ele meter até gozar outra vez. Rebolei os quadris, ajudando a porra a descer.
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Quero saber nos comentários: o que você faria se fosse o Enzo? Ou se fosse eu? Me conta tudo, sem vergonha. Quem sabe na próxima aventura eu não coloco exatamente o que você pediu… 😈
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Comentários (1)
Futchamp122: Caralho que delícia de relato , já ouvi tanto sobre isso , falei com algumas assim , T futchamp122 , papais e pessoal com experiência
Responder↴ • uid:v6mn1hycbkv