Despedida de solteira não planejada
Eu estava na casa dos pais do meu marido, quando ainda ele era meu noivo, havia uma festa em família acontecendo, era domingo de tarde, a casa estava lotada de irmãos, primos, tios e um monte de crianças fazendo barulho por todos os cantos, fora o falatório em alto tom de vozes, as risadas de todos os tipos e a bebedeira rolando solta... eu não bebo, já ele bebe e muito, tanto que aqui ele tinha passado do limite, e o limite dele é pouco, pois ele se embebeda fácil... estava todo alegre, falando bobagens e todo grudento me abraçando e fazendo brincadeirinhas idiotas pros parentes dele ver... e eu numa puta vontade de vir pra minha casa.
Quando então a mãe dele teve o bom senso e sabendo que o seu filho querido, meu noivo, não tinha a mínima condição de ir me deixar em casa de carro, pediu a um irmão dele, mais velho, casado e que não bebe, para fazer esse favor de vir me deixar... Bom, eu não suportava mais ficar nessa festa e aceitei ao convite da minha futura sogra e saí da casa rumo a garagem na companhia do meu futuro cunhado, irmão mais velho do meu noivo... O nome dele era André, 47 anos, casado, um homem sério, alto, grisalho, encorpado e um certo ar charmoso... Na garagem entramos no carro dele e enfim deixamos a casa da mãe do meu noivo rumo a minha casa que ficava em outro bairro em São João de Miriti, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Pois bem, ele era ótimo de conversa, conversamos sobre escola, trabalho, pessoas, lugares, família e sobre meu noivo, irmão dele... e nisso ri de algumas coisas que ele me disse com um certo ar irônico e sarcástico, e que combinou com o meu temperamento de momento, pois eu estava bem chateada com o meu noivo beberrão.
Sou carioca,tenho 26 anos, sou loira da pele rosada, 1 e 60 de altura, corpo esbelto com curvas acentuadas, seios volumosos, coxas torneadas e bunda mediana, empinada e redondinha... tenhos olhos verdes e cabelos loiros esbranquiçados.
Eu moro num apartamento com o meu noivo, mas aqui eu estava com tanta raiva dele, por ele ter bebido e se comportado de forma chata, que eu decidi ir pra casa da minha mãe e não pro nosso apartamento... Paramos então num posto de combustível, onde eu saí do carro e aproveitei para entrar numa lojinha de conveniências para comprar uma água pra mim, já meu futuro cunhado André ficou parado diante do carro, conversando com o frentista enquanto abastecia o carro dele... entrei na loja demorando uns minutinhos, onde comprei a água e algumas balinhas de menta e então fui voltando, quando então vi outra pessoa conversando com o meu cunhado André, um sujeito mais jovem, da minha idade, simpático de rosto, moreno claro, alto, usando jeans surrado e uma camiseta moldando seu físico esbelto... Me aproximei deles e esse sujeito me olhou dos pés ao rosto, rindo malicioso enquanto o André me apresentava a ele, que me estendeu a sua mão ao me cumprimentar e consequentemente a beijou as costas, me encarando penetrantemente nos olhos... fiquei até sem jeito, virando meu rosto para um lado, sendo que até o meu cunhado aqui diante de nós dois reparou que fiquei sem jeito com o tal sujeito amigo seu.
Bom... e pra piorar as coisas, esse tal sujeito morava no caminho e assim o meu futuro cunhado André ofereceu carona a ele, que entrou no carro, sentando no banco detrás e assim fomos avenida acima rumo a casa dele antes de ir para a casa da minha mãe... e nesse caminho eles dois conversavam muito, onde vez e outra eles me colocavam no meio da conversa com alguma pergunta a mim, principalmente por parte do amigo dele que me incitava meio que na intenção de criar uma intimidade comigo... e confesso, ri muito das coisas que ele falava, ele tinha um jeito leve e desinibido.
Então chegamos no apartamento do amigo do meu cunhado, que nos convidou para subir com ele, e nisso meu cunhado gostou do convite pelo fato de estar devendo uma visita a esse seu amigo, eu não queria, mas como eu aqui estava de carona, acabei subindo com eles dois... e já lá em cima, no apartamento do tal sujeito amigo do meu cunhado, sentei no sofá da sala enquanto ele e meu cunhado foram até a cozinha, sempre conversando num tom alto de voz e rindo, e eu aqui sentada de coxas cruzadas a me distrair olhando meu celular e esperando a hora de ir de vez pra casa da minha mãe... O certo é que minutos depois estava eu aqui bebendo um suco enquanto gargalhava numa conversa gostosa e descontraída com eles dois, bebendo cerveja, sentados ao redor de mim... sei lá, eu estava curtindo o momento, embora quisesse ir logo pra casa da minha mãe e descansar desse dia frustrante com o meu noivo, eles dois aqui eram respeitosos, embora o sujeito amigo do meu cunhado se mostrava sempre malicioso com seus olhares a mim, me espiando as loiras coxas cruzadas e sabe-se lá pensando o quê comigo.
Pedi então pra usar o banheiro, e ele me mostrou, aos fundos e passando da cozinha, eu me levantei e fui apartamento adentro, era um apartamento pequeno, porém muito bem decorado e confortável... Entrei no banheiro, encostei a porta, ergui minha saia, desci minha branca calcinha em renda, sentei no vaso de pernas abertas, colocando dedos da minha mão direita abrindo os beiços da minha rosada xota e deixei a urina sair quente, forte e sonora caindo dentro do vaso... mmmrr, que sensação de alívio.
Depois da urina eu aqui saindo do banheiro dei de cara com ele, com o amigo do meu cunhado, rindo pra mim enquanto abria uma garrafinha de cerveja de frente a pia e me oferecendo uma, eu disse que não bebia, mas pedi um copo de água, ele mandou eu mesma me servir... Assim caminhei até o armário pegando um copo, indo até a geladeira e pegando uma jarra de água dentro, colocando em meu copo e bebendo, tudo em meio a um silêncio na cozinha cortado apenas pela voz do meu cunhado lá na sala, falando ao celular com a esposa dele... De sede saciada eu fechei a geladeira e caminhei até a pia para colocar o copo, onde estava o sujeito a me olhar malicioso e a dar goles na sua cervejinha, e eis que de repente fui surpreendida com ele me pegando pela cintura e me virando de costas na pia, ficando em pé diante de mim, cara a cara, com ele mais alto que eu, claro, comigo sentindo o hálito dele de cerveja... me olhando dentro dos olhos como se me comesse por pensamento... me dominando... e o mais curioso neste momento é que eu não empurrei ele e tão pouco xinguei, apenas senti dentro de mim uma arrebatação de sentidos me deixando ouriçada, ofegante, pele loira arrepiada e estômago gelado, onde encarei o olhar dominador e safado dele, e assim lambi sutilmente meus rosados lábios finos, como se permitisse que ele me beijasse, e ele o fez, me pressionando de costas na pia com o seu corpo grudado ao meu num beijo possessivo e guloso, comigo abraçando ele ao redor do seu pescoço.
Logo mordi o peito dele por sobre a camiseta dele ao sentir a mão direita dele adentrando a minha calcinha por baixo da minha saia... apalpando a minha xana loira, de dedos esfregando no rachado e bolinando meu grelinho... nossa, gemi revirando meus olhos, ao mesmo tempo tinha o lado direito do meu pescoço de baixo até a orelha lambido, beijado e chupado... eu bambeava as pernas toda trêmula, arrepiada, gemendo ofegante... eu sabia que aqui não era o momento e nem o lugar, muito menos com ele, pois eu era comprometida com o irmão do cara que estava logo ali na sala... Ele me pegou por baixo das minhas coxas loiras e me ergueu, me sentando na beirada da pia, me arreganhando e de rosto entre as minhas pernas enfiando a boca na minha buceta de calcinha e tudo, gemi meio deitando na parede da pia, logo ele pegou na minha calcinha e a puxou para um lado da minha buceta e assim me chupando mais forte, remexendo seus lábios no rachado e mamando no meu grelo... e eu gemendo, revirando meus olhos e com as mãos na cabeça dele entre as minhas pernas.
Quando então o meu cunhado André aparece na entrada da cozinha, se assustando com o flagra e me chamando de puta... e eu sentada na pia olhando pra ele com meus olhos embriagados de tesão com a chupada que eu tomava na buceta entre pernas e assim ri de forma safada pra ele, e falei ofegante:
- Vem.
Logo o cenário de putaria estava armado com algo que eu nunca fiz e tão pouco pensei em fazer, estar com dois ao mesmo tempo e principalmente traindo meu noivo, onde aqui eu estava ajoelhada ao chão da cozinha, saia erguida, calcinha puxada para um lado expondo minha xoxota loira babada, camiseta erguida com meus peitos rosados para fora do meu sutiã, punhetando os dois caralhos para fora das calças deles e apontados pra minha cara, com cada qual em pé e de um lado de mim... e nossa, eram dois caralhos deliciosos de se ver e pegar, imensos e duros, o do meu cunhado era mais grosso e cabeçudo, o do amigo dele era maior em centímetros, porém mais fino, mas ambos me deixaram ofegando excitação... tanto que eu aqui mamava por minutos em um e depois mudava... mmmrr, delícia, que picas saborosas, dava vontade de mordê-las, e estavam tão endurecidas, pulsando nas minhas palmas e eu revirando meus olhinhos verdes ao abocanhar uma e depois outra, chegando a querer meter as duas juntas na minha boca, com os dois rindo aqui e ali e sempre gemendo e me chamando de vagabunda, puta, cachorra... inclusive o meu cunhado revelando:
- Caralho, sempre te achei uma gostosa, nossa, queria muito te comer, sabia?
Daqui nos levantamos enquanto o amigo dele sentou numa cadeira da mesa, onde ele ficou olhando pra mim enquanto tocava uma punheta no seu pau erguido e me chamando pra sentar em cima, na mesma hora me despi toda e aqui nua fui montando de frente no colo dele, dando uma gostosa encaixada de buceta na cabeça da rola dele e sentando até entrar toda, nisso comecei a cavalgar, quicando, subindo e descendo ritmado, fudendo gostoso minha xoxota loira no pau erguido do puto que me segurava pelas minhas ancas, vendo de frente os meus rosados peitos de mamilos durinhos chacoalhando na cara dele... e atrás de mim o meu cunhado foi segurando minha bunda e tentando sem nem pedir a cabeça da sua rola grossa no meu cuzinho rosadinho, onde parei de quicar no amigo dele e disse:
- Não, porra, calma, assim não... vem aqui pro lado, anda.
Tudo bem que eu estava aqui sem controle e noção de nada, fudendo com dois, traindo meu noivo, mas aceitar as duas rolas de uma vez logo assim de cara, claro que não topei... Então o meu cunhado André ficou em pé ao meu lado esquerdo de pau enfiado na minha boca, o qual eu punhetava e chupava, ao mesmo tempo quicava montada no pau do amigo dele... nossa, que loucura gostosa.
Mudei então de rola, onde o meu cunhado se sentou e eu montei de frente no colo dele e na rola grossa e cabeçuda dele, na qual quiquei gostoso e fui gemendo toda manhosa, me tremendo toda de tesão e prazer, gozando forte e descontrolado nesse sobe e desce frenético de pau dentro da minha buceta, socando, socando, socando, e ele mamando nos meus dois peitos na cara dele... e o amigo dele alisando minha loira bunda, dando tapas, bolinando meu cuzinho com dedadas que me faziam vez e outra pedir:
- Para, safado, no cu não, saaiii...
Não era virgem no cu, porém eu nunca fui tão fã, e eles queriam muito me meter seus paus ao mesmo tempo, no cu e na buceta, e eu não estava ainda preparada para isso.
Num momento me levantei, completamente bêbada de espasmos pós orgasmos, com os dois me encoxando juntos, me beijando o rosto, a boca, chupando meu pescoço, mamando meus peitos e dedando minha buceta e meu cuzinho... nossa, estar entre os dois tão tarados e de paus duros pra mim, me abusando constante, foi uma loucura incontrolável, porém, eu precisava aqui de mais conforto e espaço para fuder com os dois, assim fomos pro quarto do amigo do meu cunhado e na cama dele mandamos ver, onde deitada de costas eu recebi ele deitado em cima de mim e por entre as minhas coxas, me bombando, batendo virilha na minha ao socar pau duro na minha buceta sem parar e aumentando mais e mais como se quisesse me esfolar, me fazendo gozar com força e não menos gostoso, comigo revirando meus olhos aos gemidos soluçados e ofegantes... Ele então saiu dando a vaga entre as minhas pernas pro meu cunhado, que deitado em mim e por entre as minhas coxas loiras, me sacudiu junto a cama conforme me socava a rola na minha xota rosada toda desbeiçada já de tomar surra de fincadas.
De quatro eu dei uma empinada de rabo loiro todo aberto pro amigo do meu cunhado ajoelhado na cama atrás de mim, enquanto chupava o pau do meu cunhado, e assim eu era sacudida para frente ao ser impulsionada pelas pancadas de virilha na minha bunda, sendo repuxada pelas minhas ancas pelo puto me socando ritmadamente o pau na minha xereca loira sem tirar de dentro, socando, socando e eu gemendo de boca no pauzão cabeçudo do irmão safado do meu noivo... caralho, é bom demais mamar numa rola e tomar varada de pica na buceta... e nisso ele aproveitava para estapear a minha bunda, alisar, apalpar minhas nádegas e também arreganhar para ficar espiando meu cuzinho rosado, até mesmo chegando a dedilhar minhas preguinhas com o seu polegar direito, com a sua mão apoiada na minha nádega direita, nossa, o filho da puta estava louco pra meter no meu cu.
Voltei a montar em um deles, no meu cunhado, deitado de costas na cama e eu cavalgando no pau dele na minha buceta... o amigo dele em pé ao lado e me socando pau na boca.
Bom, e nesse fogo todo, onde a safadeza nos estimulava a tudo, eis que o meu cunhado disse de forma moninadora:
- Anda. fica de quatro, quero comer tua bunda, vem.
Porra, justo o mais pauzudo, e eu aqui meio medrosa, rindo amarelo, mas não tive como negar, me coloquei de quatro e já fui levando tapas na minha bunda e em seguida levando uma cuspida no cu junto a uma dedilhada a fim de arreganhar mais:
- Relaxa, vou meter.
Toda de quatro e de bunda empinada eu gemi apertando meus olhos ao sentir a empurrada de rola cabeçuda arregaçando minhas pregas ao vir adentro domeu cu... segundinhos após ele aconchegar melhor o pau no meu cu, comecei a ser sacudida para frente enquanto era domada pelas minhas ancas, com ele socando, socando, metendo pau no meio da minha bunda loira de quatro, sendo sacudida para frente e gemendo chorado, apertando meus olhos diante da puta dor no meu cu sendo socado, fodido, empurrado:
- rraammrr, rraammrr, rraammrr, aaii, filho da puutaaa, meu cuuu, aaiimmrr, aaiimmrr, ai meu cu, aaaiimmrr.
O amigo dele, ao meu lado, deitado encostado no travesseiro na cabeceira, ficou tocando uma punheta no seu pau ao me assistir de quatro tomando na bunda pro meu cunhado... e ele já estava claramente esperando a vez dele de me comer a bunda também, já que eu tinha liberdado mesmo, quer dizer, liberado contra a minha vontade pelo meu cunhado tarado... e depois então de meia hora de socada de rola no meu cu, eis que o meu cunhado tirou e deitou de costas na cama, me chamando:
- Vem, sentada de buceta na minha rola, sua vagabunda, anda.
Nossa, eu já sabia até qual era a intenção disso, e mesmo assim fiz, arregaçando a minha xoxota loira ao sentar na rola do meu cunhado e inclinando meu corpo para frente, assim empinei minha bunda loira, deixando o amigo dele a vontade pra me meter no cu... e ele veio se ajeitando e já esfregando a cabeça da sua rola no rego da minha bunda, empurrando devagar até entrar... Caralho, revirei meus olhos num gemido alto de dor, tamanha a pressão de ter duas rolas duras dentro de mim, uma por baixo na buceta e a outra reta enfiada na minha bunda... as duas começando a serem socadas, fudendo, fudendo, socando... caralho, caralho, caralho, que sensação mais louca e indiscritível essa, duas dentro de mim, duas socando, socando, socando e eu louca sem fôlego a gemer de olhos apertados e boquiaberta... e as rolas se movimentavam constante, fudendo, fudendo, me currando e me embucetando.
A dor me anestesiou e eu acostumei... onde dei mais relaxada, com eles mandando ver sem tirar de dentro de mim, nos meus dois orifícios rosadinhos, onde em alguns momentos o amigo do meu cunhado parava atrás, sem tirar o pau do meu cu, enquanto o meu cunhado ficava me socando na buceta de baixo para cima... daí o meu cunhado parava e o amigo dele me domando as ancas me socava o pau dele no meu cu... em outro momento nós três juntos nos movimentávamos, eu remexendo meus quadris e eles me socando por baixo e por trás... caralho, caralho, caralho... que loucura... gozei, gozei primeiro na buceta, mas conforme o amigo dele me socava no cu sem parar enquanto eu gozava na buceta, acabei gozando também no meu cu.
A foda então foi diminuindo o seu ritmo, onde nós três estávamos já meio esgotados, aqui e ali rolava uma socadinha a mais em mim entre as pernas ou comigo de ladinho tomando no cu, mas num ritmo bem mais leve... ambos deitaram lado a lado e eu de quatro punhetando uma rola e mamando numa e noutra... onde o meu cunhado se ajoelhou diante de mim e me esporrou na cara, logo o amigo dele fez o mesmo, ficando ajoelhado, tocando uma punheta de pau apontado pra mim e gozou me melando toda a cara... nada que um bom banho depois não resolvesse.
Meu cunhado enfim me deixou na casa da minha querida mãe, onde depois de um banho caí na cama e desmaiei de tão cansada que estava de tanto me doar fisicamente para dois homens ao mesmo tempo.
Me casei, não voltei a trair meu esposo com o meu cunhado, com o amigo dele e com nenhum outro homem... não por falta de oportunidade, mas porque simplesmente me policiei mais, cheguei até a falar diretamente ao meu cunhado que não rolaria mais nada entre nós dois, contudo, guardo na memória e na pele, cada sensação e sabor dessa transa à três deliciosa que um dia provei e que não me arrependo de ter provado.
FIM!! E comentem, por favor!
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Comentários (1)
Aline: Nossa que delícia de contoo rsrs. T Linee198
Responder↴ • uid:1copf10ovgel