Visitei a obra do pedreiro rafael
Conhecendo outras pessoas. Aumentei minhas experiências com novos amigos.
Uma das coisas que mais me admira nesse mundo homossexual, é que as diferenças são muito mais aceitáveis e entendidas do que acontece no mundo hétero. No mundo homossexual você só precisa ser quem é e do jeito que é. No mundo heterossexual você precisa cumprir várias regras pré definidas para ser aceito por outro alguém, e isso muitas vezes causa transtornos existenciais, dúvidas, tristeza etc.
Rafael me mostrou outro mundo, um mundo diferente de todos o que conheci e vivenciei. E do momento que comecei a viver nisso, minha vida mudou mesmo não sendo aceito pelos politicamente "Corretos" onde muitas vezes alguns destes faziam a mesma coisa que eu, só que de forma escondida.
Rafael mesmo não dizendo nada a respeito, quis que eu expandisse minhas experiências, me convidando para conhecer uma de suas obras, que estava quase terminando num condomínio de alto padrão de São Paulo. A princípio iríamos num sábado, que geralmente ninguém trabalhava devido às regras do lugar. De imediato aceitei e assim fomos.
Chegando lá, ele começa a me mostrar a casa, os cômodos que já estavam praticamente prontos e funcionando, faltando apenas alguns detalhes.
Conhecemos quase tudo, até chegarmos num dos quartos, que para a minha surpresa já tinha alguém lá. Ele me diz que teria uma surpresa pra mim, e abrindo a porta do quarto vejo um homem negro bem musculoso lá dentro. Ele me apresenta como sendo Sergio, o dono daquela casa.
Rafael era bem íntimo de Sergio, e havia contado a ele todas as nossas aventuras até então, o que levantou uma forte curiosidade em Sergio sobre mim, pedindo para Rafael dar um jeito de ele me conhecer melhor.
E assim cheguei até ele naquele dia. Sergio então me cumprimenta e diz estar feliz de estar ali comigo, e que Rafael fala muito bem de mim pra ele.
Fico sem jeito e agradeço, onde Rafael então diz que vai sair para que conversássemos mais tranquilamente, não entendo e vejo ele sair e fechar a porta. Sergio então diz que sabe tudo o que rola entre eu e Rafael, e o motivo de eu estar alí era para que eu mostrasse o que eu sabia e podia fazer com ele da mesma forma que eu fazia com Rafael. Digo que não entendo o que ele quer, e ele me diz diretamente que curte aventuras com outros homens, que é casado com mulher mas tem esses fetiches com homens. Que se eu aceitasse, ele estaria disposto a pagar por aquilo, e pagaria bem.
Na hora, eu retruco um pouco e vejo que não tenho nada a perder e sim a ganhar. Digo tudo bem e que poderia fazer o que quisesse. Sergio enquanto falava comigo, ele apalpava a rola por cima da calça social que usava. Aquilo já tinha me deixado acelerado mesmo antes de dizer sim para ele.
Olho novamente e vejo a calça totalmente esticada e saliente. Pergunto o que ele queria que eu fizesse e ele apenas diz para eu tirar a calça dele e decidir. Sergio se deita na cama e eu então decido dar alguns momentos de prazer para aquele cara bombado de academia. Com ele deitado, subo nele e começo a beijar sua boca. Minha bunda começa a rebolar naquela tora de rola já totalmente rígida. Sinto que alí tem potência. Começo a desabotoar sua camisa. Beijo seu peito musculoso e desço até o tanquinho cheio de músculos. Que barriga era aquela??? Desabotoo a calça enquanto passo a mão por cima dela sentindo a dureza daquele taco de basebol que começo a desconfiar que era maior do que o pau de Rafael. Desço o zíper e me assusto com o que vejo. Aquela rola negra era um monstro. Tanto no comprimento quanto na grossura. Pergunto quanto media, e ele me diz que da última vez que mediu tinha 24cm x 16cm mas isso quanto tinha 20 anos, e ele já estava com 38. Tiro a calça por completo deixando ele nú. A rola dele estava deitada sobre a barriga enquanto o saco enorme repousava entre suas coxas quase tocando o colchão da cama em que estava. Minha boca saliva e por um momento de tesão esqueço tudo o que vivera com Rafael e sua também enorme ferramenta. Abro as pernas dele e vou chupando suas coxas, indo em direção àquele pau enorme e suculento. Beijo suas bolas e ele geme gostoso. Decido dar uma apimentada, e abrindo mais ainda as suas pernas, beijo e lambo seu cuzinho que pisca incontrolavelmente fazendo sua cintura subir e descer, ele geme mais gostoso ainda e diz que Rafael tinha razão sobre mim. Vou subindo e beijando as bolas novamente, subo mais e pegando sua rola com a mão, trago ela até minha boca puxando ela para baixo. Aquela ferramenta era enorme, bem mais do que a de Rafael. Vejo que teria um grande desafio ali. Minha boca envolve toda aquela cabeça mas não consigo descer muito mais. Acaricio suas bolas com uma mão enquanto brinco de esconder e mostrar a cabeça de sua rola com a pele de seu pau. Neste momento ele pede para eu pegar o que está dentro do bolso de sua calça. Coloco a mão num dos bolsos e sinto algo retangular e rígido, que só depois de retirá-lo, vejo que é um pacotinho halls preto, o famoso... Ele me pede para colocar na boca e voltar a chupá-lo, o que faço de imediato. Ele delira na minha boca agora com um acessório a mais. Depois da rola estar bem molhada, eu paro de chupar e assopro deixando ele em estado de transe, pois a pele sensível reagia com a minha baba e o halls, dando a sensação de frescor. Ele então me puxa e me beija na boca puxando o halls com a língua para a boca dele. Me deita de bruços na cama com dois travesseiros embaixo de minha cintura, deixando minha bunda empinada pra ele. Ele começa a beijar meu corpo, dando a entender o que ele iria fazer em breve. Com seu corpo sobre minhas costas, ele beija meu pescoço e esfrega sua rola no meio das minhas nádegas, separando elas com aquela cabeça carnuda. Segura minhas mãos sobre a cama, me imobilizando por completo, eu deixo... Começa a descer beijando minhas costas, chega na minha bunda e passa a língua molhada entre elas, cada vez mais fundo a língua começa a entrar mais e mais. Ele separa minhas nádegas com suas mãos fortes, e começa a lamber meu cuzinho com sua baba cheia da halls. Enfia a língua em mim, e da mesma forma que eu fiz com ele, ele assopra meu cuzinho refrescando ele imediatamente e me dando um tesão incontrolável. Neste momento sinto o dedo dele me invadir, que delícia. Como de costume, eu estava sempre limpo e cheiroso com minha chuca, e ele me elogia por isso. Então sinto algo diferente entrar em mim. Sergio estava colocando o halls dentro do meu cu. Apenas forçou e disse que eu iria adorar aquilo em instantes. Eu acredito nele e me rendo a tudo aquilo. Ele então coloca 3 balas halls que retirara de dentro da embalagem, dentro do meu cuzinho. Me lambe novamente e então, ainda de bruços, sinto ele encostar a rola na minha entrada. Aquilo era mais grosso, duro e mais comprido do que a rola de Rafael. Ele começa a forçar e eu grito de dor, ele com seu halls na boca, cospe em meu rabo e força novamente. Eu não estava aguentando aquela tortura. Com uma certa brutalidade, ele me pega pela cintura e me puxa de encontro a ele e força com brutalidade a penetração, que de forma inevitável acontece. A rola dele entra me abrindo, e mesmo doendo eu rebolo naquela vara. Ele cospe mais um pouco e o vai e vem começa freneticamente. Sinto suas bolas baterem em mim, e o gozo vem. Jatos de leite acontecem incontrolavelmente dentro de minhas entranhas. Ele começa a retirar o pau e diz para eu empinar mais ainda a bunda para que a porra não saia de dentro, que em breve eu iria entender o porque daquilo. Conforme o pau vai saindo, eu coloco a mão no meu cu e percebo o arregaço que ficou. O pau sai com um pouco de sêmen, e eu tampo minha abertura com a mão. Dentro de uns 2 minutos começo a sentir algo estranho dentro de mim e ao redor do meu ânus, Algo meio gelado que me causava um certo frescor, algo meio gelado dentro e fora. O grande volume de sêmen dentro de mim, derreteu um pouco os halls, causando toda aquela sensação deliciosa. Mesmo tampando meu ânus com a mão, um pouco daquele manjar saia e escorria pelas bordas de meu cuzinho. Sergio então abre minha bunda ao máximo, abrindo também meu ânus ao ponto dele poder ver a parte interna, pois ainda estava totalmente alargado pelo seu pau. Sergio assopra dentro do meu rabo e uma sensação inexplicável toma conta de mim. Pareceu que jogaram uma pedra de gelo dentro de mim. Que sensação deliciosa era aquela. Meu rabo agora estava todo babado com um pouco de sêmen misturado com halls derretido. Sergio com a rola dura novamente, começa a pincelar a cabeça em tudo aquilo, tipo lubrificando para mais uma penetração. Ele enfia tudo de uma só vez, mas agora não doeu mais como antes. O halls ajudou a adormecer e o sêmen agiu como lubrificante de fato. Várias bombada e um novo gozo volumoso. Sergio se deita sobre minhas costas deixando sua tora ainda dura dentro de meu cuzinho dormente e alargado. Após se recuperar, ele se vira para o lado retirando sua rola agora mole de dentro do meu rabo. Ela sai com tudo, vindo a bater a cabeça na coxa de Sergio e repousar por cima de seu saco volumoso. Neste momento sinto todo aquele creme acumulado escorrer de meu cuzinho e cair sobre a cama. Eu contraio o ânus um pouco e mais leite sai de dentro de mim. Vejo a porta se abrir, e Rafael vendo a minha situação, tira o pau mole de dentro da calça, e vem por cima de mim, enfiando sua rola mole dentro do meu cuzinho ainda aberto. Ele começa a se esfregar em minha bunda, e sua rola já começa a ficar dura dentro de meu rabo. Sergio pede para ele judiar de mim, mas aquilo era impossível depois de Sergio me alargar. Rafael começa a bombar com força, eu apenas deliro sem sofrimento. Rafael sem saber dos halls, diz que está sentindo sua rola meia dormente e refrescante. Aquilo lhe causou um gozo mais rápido que de costume. Ele goza dentro de mim me enchendo de leite. Ele diz que tem algo diferente ali e quer saber o que é. Sergio pega o pau de Rafael, retira de mim e assopra a cabeça. Rafael delira de tesão, onde então Sergio conta todo o segredo. Ficamos deitados na cama, eu ainda de bruços sinto mais leite escorrer. Decido levantar e tomar um banho, e ao ficar de pé, vejo as balas agora pequenas de halls caírem no chão junto com o resto de sêmen que ainda estava dentro de mim. Na hora de irmos embora, Sergio diz que foi uma delícia a transa que tivemos. Me entrega R$ 1.500,00 e diz que aquilo poderia se repetir caso eu quisesse. Eu respondo que adoraria e nos despedimos até a próxima aventura que aconteceu pouco tempo depois.
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Comentários (5)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkRoberto: Puta merda que delícia e que inveja. Nem faria questão da grana. Só o prazer me bastava. Ainda mais transando com dois que sempre quis e nunca consegui
Responder↴ • uid:jvyicknqk76Mato Grosso 7: Adorei Eu também sou negão de 1.92m tenho um pau preto 22cm versátil amo gordinho branquinho
Responder↴ • uid:fuor96t09Mato-grossense: Quero teu pau
• uid:40vpqpcft0aCARLOS: Cara estou adorando ler os seus contos, são bem excitantes.
Responder↴ • uid:b98xbqnqzow