Pedreiro rafael me iniciou parte 2
Liberação de todas as vontades reprimidas
Rafael após me fazer sentir meu próprio gosto, me diz para continuarmos avançando em meu auto conhecimento. Eu ainda limpando parte do sêmen que escapara de meus lábios, pergunto pra ele o que iríamos fazer. Então ele me diz que eu deveria me acostumar a engolir o gozo dos machos que eu encontraria em minha trajetória. Então ele me levanta e se senta onde eu estava sentado. Abre suas pernas e pede que eu me ajoelhe na frente dele. A visão que eu tinha era maravilhosa. Aquele macho excitadíssimo com o pênis enorme batendo em seu umbigo era uma delícia de se ver. Ele então diz para eu cair de boca na rola dele sem por mão nela. Neste momento me liberto de todos os medos. Ponho pra fora todas as minhas fantasias e desejos reprimidos até então. Começo beijando suas coxas e vou subindo aos poucos. Chego em suas virilhas e beijo cada uma delas. Cada beijo que dou, seu pau mexe respondendo ao meu estímulo. Passo a língua naquele saco enorme indo até a base de seu pênis duro. Desço e agora vou até seu ânus e lambo ele também. Neste momento seu pênis dá vários espasmos inchando e voltando com o pulsar de sangue. Subo novamente pelo saco, vou seguindo o corpo daquele cacete de carne até chegar na cabeça brilhante. Abocanho ela com gosto e vontade. Começo a engolir aquela rola o máximo que dá, onde novamente sinto ela bater no fundo da garganta. Forço e consigo engolir um pouco mais, e Rafael me elogia pelo feito. Começo a subir e descer a boca naquela rola deliciosa e carnuda ao estilo desce molhando e sobe enxugando. Rafael geme gostoso e eu me deleito naquele corpo de macho viril. Rafael me diz que não avisará quando for gozar, ele quer que eu não desista de sentir o verdadeiro gosto de macho. Ele gozará na minha boca e eu terei que engolir tudo. Continuo chupando ele, e as vezes deixava o pau escapar só para esfregar minha cara naquela ferramenta de prazer.
Continuo chupando e decido colocar um dedo no ânus dele, neste momento Rafael solta um gemido alto. Chupo e dedilho seu rabinho depilado. Rafael não aguenta e sem avisar como prometera, enche minha boca de porra quente e grudenta. Como ainda era inexperiente, eu engasgo pois o primeiro jato foi diretamente no fundo de minha garganta. Veio o segundo jato que escapou caindo em meu rosto enquanto eu tossia. Veio o terceiro que caiu no olho, neste momento abocanho ele novamente onde o quarto quinto e sexto jato de porra ficam dentro de minha boca. Agora sim eu estava sentindo o verdadeiro gosto de um homem. Minha boca ficou inundada de tanto leite. Reluto em engolir por causa do gosto estranho, onde Rafael me força a engolir tudo. Eu obedeço e o leite desce por minha garganta ficando uma certa quantidade na boca pela viscosidade. Rafael coloca o pênis em minha boca e me pede para limpa-lo lambendo tudo. Eu faço com prazer.
Ele me olha e diz que o meu primeiro desejo já tinha sido realizado, que era o de chupar um pau.
Agora ele iria me preparar para a realização do segundo desejo, que era ser enrabado por um macho roludo, mas que não seria naquele dia, pois eu teria que realizar alguns procedimentos de limpeza interna do reto, a famosa chuca.
Peço mais detalhes e ele me explica que para não sujar o parceiro na hora da penetração, deve-se realizar a limpeza do reto ou com um aparelho específica para isso (enema) ou então introduzindo a mangueirinha do chuveiro no ânus deixando encher o reto de água e depois jogar fora no vaso até a água sair limpa e sem cheiro. Fico curioso e peço para ele me ensinar, onde vamos para o banheiro dele. Ele liga o chuveiro, prepara a temperatura da água deixando ela morna. Retira o chuveirinho da mangueira do chuveiro e coloca a mangueira no meu ânus. Sinto a água morna entrar em mim, e aquilo era prazeroso demais. Ele me diz que quando eu sentir uma certa pressão interna, era hora de parar e jogar a água fora. Assim eu fiz. Fui para a segunda vez, e agora fiz sozinho. Repeti umas 4 vezes e vi a água sair limpa. Mas pedi para não fazer nada naquele dia, eu tinha que me preparar psicologicamente para aquilo. Nos beijamos, tomamos banho juntos onde ele aproveitando meu corpo molhado, começou a forçar meu ânus com o dedo. Passou um creme corporal em meu ânus e começou a forçar novamente, me dizendo que eu deveria treinar daquela maneira para posteriormente receber o pênis dele. Ele tenta novamente, e com o creme auxiliando, o dedo de Rafael invade meu buraquinho virgem até então. Eu deliro com o dedo dele em mim, e seu pau novamente duro roçando entre minhas pernas. Peço para ele colocar mais fundo e ele obedece. Fica entrando e saindo de meu ânus e num determinado momento, retira seu dedo de mim, e passa em meu nariz dizendo que era daquele jeito que gostaria que eu ficasse, ou seja, bem cheiroso. O dedo estava perfumado, sinal que realmente eu estava limpo e cheiroso por dentro. Então Rafael enfia o dedo em minha boca e diz que aquele era meu outro gosto, que em breve ele também sentiria. Ele me vira de costas pra ele, e coloca seu pau em minha bunda alinhando a cabeça em meu ânus. Ele diz que daria uma prévia do que eu sentiria no próximo encontro, e então força a entrada da cabeça em meu ânus. Eu grito, pois doeu. Ele então para e diz que não faria nada, era apenas para eu sentir o que aconteceria em breve, e pede para eu treinar penetrações em casa, para quando chegar a hora, eu estivesse mais acostumado. Terminamos o banho e fui embora atordoado com tudo aquilo que aconteceu ali. Chego em casa e vou dormir. No outro dia ao chegar do trabalho, vejo Rafael no portão de sua casa me esperando com um embrulho nas mãos. Vou até ele, o cumprimento e ele me entrega o pacote. Pergunto o que era, e ele me diz para abrir somente na minha casa, era algo para me ajudar a cumprir os desafios do nosso próximo encontro. Fico curioso e vou para minha casa ver o que era. Chegando lá, abro o pacote e vejo três tipos de consolo. Um mais fino com 12cm de comprimento por 12 de circunferência, outro com 16 cm de comprimento por 13,5 cm de circunferência e o último e mais grosso e comprido com 20 cm de comprimento por 15,8 cm de circunferência. Fico abismado, e neste momento o celular toca. Era Rafael.
Me pergunta se gostei do presente e me explica como deveria usar. Como eu era virgem, ele pediu para iniciar a penetração com o menor. Deveria ficar usando até meu corpo de acostumar com ele. Depois deveria passar para o segundo e repetir o processo até chegar no último, que era exatamente o tamanho do pênis dele. Fiquei excitado, agradeci e disse que iniciaria naquele momento. Desliguei, fui para o banheiro tomar banho, fazer a chuca e depois ir para o quarto brincar com meus brinquedos.
Deito na cama e começo a passar em meu ânus, o lubrificante que veio com os brinquedos. Era gelado e segundo a embalagem, deixava a região relaxada e meio anestesiada. Pego o pequenino (apelido que dei para o consolo menor) e começo a introduzir em meu ânus. Era difícil de entrar e estava doendo. Pensei naquele momento, como eu daria conta da penetração dos demais, se nem mesmo estava aguentando o menor deles. Mas sem desistir continuo forçando, tiro e coloco de novo forçando um pouco mais. A dor era prazerosa e me instigava a continuar. A cabeça entra e eu gemo de prazer. Continuo empurrando e meu ânus agora relaxado, engole o brinquedo por completo. Retiro ele e levo até o nariz, e sinto o cheiro de tutifrut do gel, nenhum outro cheiro desagradável aparece, e aquilo me excita pois eu acertei na chuca. Fico umas duas horas com ele enfiado no meu ânus, e repito essa brincadeira por mais uns 4 dias.
Decido mudar para o próximo, e da mesma forma começo a brincadeira solitária. Este era mais difícil e doía mais que o seu antecessor. Por vezes tive que passar mais gel, e naquele dia consegui introduzir só a cabeça. No segundo dia consegui introduzir tudo, deixando ele prezo em meu rabo o resto da tarde. A minha intenção era deixar ele alargando meu ânus, e assim fiz, usei ele como um plug, andando pela casa e fazendo meus afazeres domésticos. Chegou uma hora que não sentia mais desconforto, e por incrível que pareça acabei dormindo com ele enfiado no rabo. No outro dia acordei e lembrei da mancada. Retirei ele com facilidade do ânus que ficou aberto. Aquilo me preocupou, pois fui me olhar no espelho, e meu ânus não fechava. Me vesti e naquele dia não fui trabalhar com medo de vazar alguma coisa de minhas entranhas. Mas voltou ao normal no mesmo dia. Chega o tão esperado momento. Iria usar o bigtoy. Eu já não estava tão preocupado, mas ansioso. Seguro ele na mão e fico imaginado o pênis de Rafael, já que ele disse que seu pênis era exatamente igual àquele consolo. Me lubrifico e também lubrifico o meu brinquedo. Deito-me de bruços na cama e começo a tentar introduzir aquilo em mim. Era mais difícil ao ponto de eu desistir várias vezes, não tinha como aquilo me alargar mais que o último. Tentei, gritei de dor em todas as tentativas, nem mesmo a cabeça conseguia me invadir. Acabei com o lubrificante tentando e nada. Mas a vontade de ser invadido era maior, onde fui até a cozinha buscar alguma coisa que pudesse me ajudar, e então vejo o pote de manteiga e não penso duas vezes. Lambuzo meu ânus por dentro e por fora com manteiga e o consolo também. Vou para mais um round forçando com força a entrada de meu rabo. A cabeça entra e me arregaça, sinto minhas pregas tipo estourando, a dor é insuportável mas eu não desisto. O resto do consolo era mais grosso que a cabeça, e mesmo chorando de dor eu continuo empurrando e aquele cone de borracha começa a entrar e me rasgar. Depois de horas de tortura eu consigo colocar metade. Deixo ele dentro de mim me alargando, onde depois de algum tempo consigo ser invadido por completo. Repeti este processo por mais 4 dias antes de ir até Rafael.
Chega o grande dia, aviso Rafael que naquela noite eu estaria preparado. Do dia anterior para o dia do encontro, eu decido não comer nada sólido, apenas alimentos pastosos e líquidos, pois não queira correr o risco de passar vergonha sujando meu amigo.
Tomo meu banho, faço minha chuca caprichada, passo creme no ânus e vou para o abate. Chegando na casa de Rafael, ele abre a porta e me beija na boca assim que entro. Não tivemos tempo pra nada, apenas para saciar a vontade reservada há semanas. Seu pau já estava duro só por me tocar. Tiramos nossas camisas e Rafael loucamente me debruça em sua mesa de jantar. Começa a beijar minhas costas, abaixa minha calça e vem subindo me beijando do tornozelo até chegar em minha bunda. Abre ela completamente com as mãos exibindo meu cuzinho depilado e cheiroso. Ele encosta o nariz nele e dá uma cafungada forte ao ponto de eu ouvir sua respiração. Passa a língua em meu ânus e eu vou ao delírio. Começa a enfiar ela em mim, e depois seus dedos... Começa com um, dois dedos e eu gemo baixo. Diz que eu treinei bem, e que agora ele iria me fazer sua putinha. Olho para trás e vejo ele passando lubrificante em sua rola empinada. Ele me segura pela cintura, aponta a rola em meu ânus e força sem dó, me perguntando se era aquilo que eu sonhei por anos. Eu aos gritos digo que sim, e peço para ele colocar até o talo. Ele realiza meu desejo e soca com força. As bolas batem em minha bunda fazendo barulho. Ele segura minhas mãos sobre as costas me prendendo ali, talvez com medo que eu fugisse. Continua metendo forte, e naquele momento mentalmente agradeço ele pelos brinquedos, pois sem eles eu não aguentaria aquela rola enorme, grossa e dura. Começo a gozar só de sentir aquele estímulo interno em minha próstata. Rafael fica variando os movimentos de vai e vem, hora rápido hora devagar e aquilo me excita cada vez mais. Sinto algo quente cair dentro de mim. Eram jatos abundantes de sêmen do meu macho. Jorrou umas seis vezes, onde depois disso ele cai sobre minhas costas ainda me puxando para o encontro de seu pênis. Ficamos parados por alguns minutos com ele dentro de meu rabo. Ele se levanta e começa a puxar seu pau amolecido mais ainda carnudo de dentro de mim. Ao sair por completo, sinto escorrer por minhas pernas, o leite dele. Era muito leite saindo com facilidade, pois agora meu ânus estava totalmente aberto ao ponto de caberem quase 4 dedos. Eu tento piscar meu ânus mas não consigo sentir ele fechar. Não me preocupo pois sei que voltará ao normal. Rafael me puxa e me pede para chupar seu pênis todo babado com seu leite. Me aproximo e sinto o cheiro do creme que passei junto com lubrificante. Chupo ele todinho. Rafael insaciavelmente depois de alguns minutos, me leva para o sofá e me obriga a sentar em sua rola novamente dura. Desta vez o peso de meu corpo faz eu descer ao máximo enterrando aquele cacete em meu rabo guloso. Rafael me enche de leite novamente e ao levantar, deixo cair sobre ele seu próprio néctar de prazer. Agora fico em pé no sofá, e de costa para ele que está sentado, abro minha bunda e peço para ele chupar e lamber meu cu alargado. Ele obedece. Ele abre minha bunda com foça, enfia a língua lá dentro do meu cuzinho e fica movimentando ela em círculos. Gozo novamente. Rafael por baixo de mim, chupa meu pau ainda gotejando de prazer. Esfalecemos sobre o sofá. Daquele dia em diante, estes encontros passaram a fazer parte de nossas vidas, e dura até hoje.
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Comentários (1)
carlos: Estava esperando ansiosamente por esta parte 2. Que delícia de conto. mais uma vez fiquei excitado em ler vc
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