#Corno #Traições #Voyeur

O corno que não sai do armário.

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Provocadora

Subúrbio Carioca, 9 e 40 de um sábado. Valdemar, branco, 44 anos, baixinho, gordinho por causa do desleixo consigo mesmo, meio careca... tomava seu café sentado à mesa da cozinha, sem pressa, ele não iria trabalhar, tava de folga. Cármen, sua jovem esposa de 27 anos estava no banho.

De repente Valdemar procura seu celular no bolso de sua bermuda, pois normalmente ele toma café olhando seu celular, só que ele não encontra... aí ele lembra que está no quarto. Valdemar se levanta e vai ao quarto. Ao entrar ele logo vê seu celular em cima da cômoda e o pega... mas quando vai saindo, percebe o celular da esposa logo ali na cama o tempo todo recebendo mensagens e tal.

Valdemar, nunca foi de pegar no celular da esposa, nunca foi de bisbilhotar e tal, mas como ela tava no banho e as mensagens iam chegando, ele então pegou, afinal, poderia ser sua mãe ou um parente querendo falar com ela com urgência, uma notícia ruim, sei lá... e ao abrir, na primeira mensagem que ele vê, Valdemar toma um susto que lhe deixa chocado.

É uma foto... a foto de uma rola preta sendo segura por uma mão. E abaixo uma mensagem:

“Tem alguém aqui morrendo de saudades de vc, meu amor.”

Valdemar mal consegue piscar, está estático, abismado, incrédulo... coração na garganta batendo a mil por hora, pele quente, respiração ofegante, tenso, o coitado chega até a ter labirintite e ver o quarto girar... olhando a foto explícita de uma rola preta endereçada a sua esposa. Mas de quem é essa rola preta afinal? O remetente se apresenta como Negrogato23.

As duas últimas mensagens são:

“Adoro te comer todo dia na tua cama.” E a outra diz: “Não vejo a hora de comer sua bunda de novo.”

Valdemar joga o celular da esposa na cama, sai do quarto como se carregasse uma tonelada lhe pesando a cabeça em forma de chifres. Vai direto pra sala e desaba sentando no sofá e permanece estático.

Cármen, sua esposa, enfim sai do banho enrolada numa toalha, passa cantarolando uma música sertaneja rumo ao quarto, toda faceira, alegre... Valdemar ainda estático olha pra TV desligada, pensando na rola preta da mensagem do celular da esposa. Ele olha rumo ao quarto e vê adiante da porta aberta ela se aprontando pra ir pra academia, pois ela vai todos os dias malhar, menos domingo. Pois além de gostosa e toda cheia de curvas, ela é bem vaidosa, adora cuidar da bunda, deixa-la bem redonda e empinada, diferente do esposo que não liga mais pra si mesmo.

Quando então Cármen sai do quarto toda moldada em sua roupa de malhar, gostosa como sempre, vai até a cozinha pegar sua garrafinha de água e depois vai passando pela sala rumo a porta e dá tchau pra Valdemar, falando:

- Não demoro não, tá, amor? Quanto voltar eu apronto nosso almoço.

Valdemar em seguida se levanta e começa a andar pela casa, aflito, se sentindo um trouxa, um nada, um total iludido. Se perguntando como que ela pôde fazer isso com ele? Tanto que ele deu a ela, uma casa, conforto, tudo... e agora ela dá isso em troca? Um par de chifres? Valdemar se pergunta onde que ele errou nessa relação.

Aí ele começa a pensar na cama, afinal, ele não é mais o mesmo do tempo de namoro, e seu corpo e saúde também mudaram, e quando ele consegue é só uma e olhe lá... mas o que mais intimida Valdemar, além de não estar comparecendo tanto na cama, é a diferença do seu pau pro pau preto que ele viu na foto. Pois aquilo não é normal, parecia um cacete de policial.

Duas horas depois Cármen está de volta, Valdemar ainda está diante da TV ligada, assisinto um jogo de futebol Europeu, sendo que nem presta a atenção no jogo, pois a sua cabeça não para de pensar na tal rola preta e em quem será o tal de negrogato23. Cármen, cantarolando uma música qualquer, segue toda suada e ofegante da sua rotineira malhação rumo ao quarto, minutos depois ela deixa o quarto de toalha em seu corpo e vai pro banheiro tomar seu banho.

Valdemar aproveita e vai até o quarto, pega o celular dela e volta a olhar a mensagem... aí ele tira a certeza de que ela realmente está o traindo, pois não existe mais a mensagem, ela deletou junto com a tal foto da rola preta.

Valdemar motivado por tal situação inédita na sua vida de casado, une forças pra tomar satisfação, em partir pra cima dela, xingar, bater, matar, sei lá... Valdemar precisa fazer alguma coisa, pois sua esposa está fodendo com outro homem, com uma rola que aparenta ser duas ou três vezes maior que a sua.

Contudo, assim que Cármen deixa o banho e vem vindo toda numa toalha enrolada em seu moreno corpo gostoso fresquinho, Valdemar simplesmente não faz nada. Olha pra ela sério e deixa passar batido, fica quieto, faz de conta que nada aconteceu. Cármen cantarola no quarto enquanto se veste.

Minutos depois, ele ali sentado numa cadeira à mesa da cozinha, fica olhando pra ela ali toda gostosa num shortinho em malha moldando sua bunda gostosa rebolando a cada passo que ela dá de um armário ao outro, da pia pro fogão, com seus peitos fartos balançando em sua blusinha decotada enquanto ela mexe com a colher de madeira na panela. Pois Cármen é gostosa de fato, e certamente alguns homens devem dar em cima dela. Sendo que existe um que tá metendo nela, um tal de negrogato23, e que aqui deixa Valdemar desconsertado de tanto pensar.

Logo mais à noite, no quarto. Cármen toda gostosa numa camisolinha vem pra cama... Valdemar não perdoa e vai pra cima dela, a pega de jeito, rasga ela toda, dá uns tapas na cara dela chamando ela de puta, tira seu pau pra fora do seu short de dormir e deita por sobre ela... e quando vai tentar comê-la, Cármen chama ele de estúpido, empurra ele de cima dela e manda ele parar... falando zangada que ele nunca foi assim, o que está havendo e tal.

Valdemar deixa a cama e vai pro banheiro, lá ele se controla, mas quando volta encontra a esposa deitada de um lado da cama, toda coberta e sem querer mais nada. Ele então pede desculpas a ela, apaga a luz, deita do lado dela, de costas pra ela e encerra a noite no silêncio total e sem sexo.

O domingo inteiro foi em casa com ela, como sempre é. Onde ela saiu duas vezes, uma pro supermercado pela manhã e outra foi pela tarde, pra casa da vizinha que vende lingeries pra ela e que mora ao lado, e nas duas vezes ele acompanhou contando as horas pra ver se dava tempo dela transar com o tal negão, caso ela estivesse num motel com ele. Ele ficou na sua rotina de sempre, assistindo seu futebol, bebendo sua cervejinha... e a rola preta do negão não saía da sua cabeça. Logo mais a noite não rolou sexo de novo, pois ela ainda estava meio chateada com o comportamento agressivo dele da noite anterior.

Na segunda-feira Valdemar acorda cedo e logo se apronta pra ir trabalhar. Cármen na cozinha apronta o café da manhã dele e tal... Isso é rotina. Só que neste dia aqui Valdemar acordou já pensando em fazer algo difente, tipo: flagrar a esposa, já que na mensagem o tal negão diz que comeu ela na cama de casado deles, ou seja, se ele tem o costume de vir na casa deles, então bem fácil sua esposa estar só esperando ele ir trabalhar pra receber o tal negão.

Valdemar sentado à mesa tomou seu café, Cármen ali da pia pra mesa, da mesa pro fogão, fazendo suas tarefas domésticas num shortinho colado mostrando toda a gostosura da sua bunda morena, com seus peitões fartos balançando em sua blusinha tope a cada movimento mais brusco... Ele só acompanhando os passos dela, encarando no semblante alegre dela toda a ansiedade dela em querer entrar naquela rola preta... tentando ler os pensamentos dela, imagiando as putarias que ela pensava em fazer com esse negão assim que ele saisse pra trabalhar. Quando eis que ela entra no banheiro e ele fala:

- Amor, tô saindo aqui, viu? Depois tu fecha o portão.

E ela de dentro do banheiro: - Tá, vai com Deus.

Valdemar então aproveita que a esposa está no banheiro e vai pro quarto, onde ele entra no imenso armário que eles tem e se esconde dentro e fica quietinho lá. Esperando as coisas acontecerem.

Curioso que em nenhum momento ela aparenta ir lá fora fechar o portão, pois ele fica escutando ela caminhando pela casa, cantarolando e tal, onde ela entra no quarto pra pegar seu celular... Valdemar consegue brechar a movimentação dela por uma fenda entre as portas do armário, e vê Cármen caminhando para um lado e outro, de olhar fixo no celular, onde ela parece rir.

Logo ela sai do quarto e não retorna, parece até que saiu de casa. Valdemar começa a suar dentro desse armário, começando a pensar que isso foi uma ideia de jumento, tentar flagrar a esposa assim, pois justo neste dia aqui no qual ele resolveu armar um flagrante a esposa parecia que não ia trair ele, não ia receber o tal negrogato23. Que merda. Imagina só ter que ficar a manhã toda nesse armário?

Valdemar, de tanto esperar algo acontecer estava prestes a deixar o armário e ir conversar de fato com a esposa sobre o que viu em seu celular, ao invés de querer flagrar... mas eis que de repente ele vê sua esposa entrando de uma vez no quarto aos beijos e amassos com um puta negão alto e sarado... é ele, o tal negrogato23.

Valdemar gela o estômago, se aguça, arregala os olhos brechando as portas entreabertas do armário do lado de dentro... e o tal negão, vestido com roupa de academia, dá pistas claras que é da mesma academia que a esposa malha, ou seja, o filho da puta ou é aluno ou instrutor.

Cármen gemendo feito uma louca tira sua roupa junto com o negão... que agarra ela corpo a corpo, mama nos peitos dela e ela com uma mão abaixada segurando na vara preta dele. Valdemar do armário se assusta com o tamanho da rola desse sujeito... nossa, não é normal o que ele vê sendo seguro pela delicada mão da esposa, parece um porrete, um cacetete, só que mais grosso.

E nisso Cármen cai de joelhos diante do seu negrogato23 e Valdemar se assusta com ela mamando na vara dele... a qual ela segura com as duas mãos enquanto masturba e move sua cabeça chupando descontrolada de tesão... gemendo o tempo todo... e o negão com uma mão na cabeça dela ainda mexia os quadris socando na boquinha dela e falando:

- aaiii caaraalho, que boca gostooosaa, hhhmmmrr...

Logo ela se levanta puxando o negão pelo pau e o leva pra cama, Valdemar atento acompanhando tudo, vai se movimentando lentamente dentro do armário a fim de não fazer barulho e vê a esposa se deitando de costas e o negão caindo de boca nela, mamando seus peitos grandes, descendo o rosto nela toda com lambidas, chupadas e tal... até agarrar ela pelas coxas e cair de boca na buceta dela... Cármen se contorce feito uma possuída na cama enquanto geme alto, manhosa, praticamente gozando na boca dos lábios grossos e pretos do negão... logo ele se ergue por entre as pernas arreganhadas dela e deita nela enquanto segurando seu pau vai metendo na buceta dela e ela gemendo e falando:

- Me dá esse pauzão, amor, veemm, veemmm, me coomeee...

Daqui em diante os olhos impressionados de Valdemar veem a bunda do negão se movendo pra cima e pra baixo conforme ele bomba forte no meio das pernas da esposa, que geme feito uma puta quicando junto com a cama a cada tapa de virilha que toma entre as pernas do avantajado negão lhe macetando, metendo, socando a vara em sua bucetinha... e que varada... de repente ele dá um tapa na cara dela, ela geme de dor, ele dá mais outro, mais outro... e outro... Valdemar reage:

“Olha isso, o filho da puta da batendo na cara da minha mulher... e ela deixa... ela... ela gosta disso? Eu não sabia que ela gostava de apanhar assim... Caralho, é cada tapa, é por isso que naquele dia que eu cheguei e ela tava com a boca cortada... e ainda disse que tinha sido uma espinha que ela espremeu.”

Quando mais Valdemar olhava a cena, mais ele se impressionava, era um sexo que ele mesmo definitivamente nunca iria dar pra ela, pois os minutos passam e o negão não para de macetar em cima da mulher, que geme sem voz, sem fôlego de tanto levar socada de rola na buceta... Valdemar chega a pensar:

“Caralho, ele não para de socar... ele não cansa... e ela aguenta... que coisa. Aquele pauzão dele deve tá arrebentando com a bucetinha dela... e ela gosta disso... olha o jeito que essa puta geme, ele nunca gemeu comigo assim... tá gozando a safada... olha ela arranhando as costas dele, puxando ele pra ela... ela quer rola, quer dar muito pra ele... puta, cachorra, piranha...”

Enfim o negão para e vai de quatro por sobre Cármen deitada de costas e fica por sobre o rosto dela onde ele mete a rola na boquinha dela... Valdemar assustando brechando entre portas do armário, diz por pensamento:

“Caralho, parece até que ela tá mamando num cavalo por baixo... olha isso... o filho da puta tá fodendo na boca da minha esposa... ei... ei, espera... eu não vi ele colocar camisinha... eu não vi ele colocar camisinha... que puta, tá dando sem se camisinha pra um estranho? Mas ela pede camisinha comigo... Será que é sempre assim com ele, sem camisinha?”

De repente o negão se vira deitando de costas e Cármen jogando seus cabelos pra um lado vem montando por cima dele, onde com uma mão por baixo segura no pau dele e vai aconchegando a inchada cabeça marrom na sua buceta e rebola pra encaixar melhor, e aí ela vai sentando e fazendo escorregar pra dentro todos os centímentros, da cabeça ao tronco... e nisso ela geme louca, jogando a cabeça para trás... e Valdemar reaje, pensando:

“Olha o jeito que ela senta na rola dele... ela tá muito louca... a mulher se treme toda... tá gozando só de sentar... não sei como que ela consegue colocar tudo aquilo pra dentro dela... olha isso, olha... caralho, ela reclama de dor com o meu pau que é pequeno e fica maluca com o desse negão? Nunca pensei em ver isso, minha mulher sentada na vara de um negão...”

Cármen começa um galope sutil, mexendo sua bela bunda morena pra cima e pra baixo quase que em câmera lenta, pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo... mas logo vai aumentando o ritmo e já está galopando desenfreada, louca, descontrolada, batendo a bunda nas coxas do negão fazendo ecoar no quarto o som de TAP TAP TAP TAP enquanto fode o pau dele com força, gemendo alto, jogando os cabelos, delirando, e os peitões dela chacoalhando por sobre a cara do negão, enquanto ela fala delirando:

- aaaiii caraaalho, que pau gostooosoo, que pau gostooosooo, rraahhhhrr, rraaahhhrr... vô gooOOOZAAAAAHHHHHRRR...

... até que ela goza e para se tremendo toda... onde ela sentada na virilha dele rebola, ainda tremendo, apertando a rola dele com a sua buceta... E Valdemar no armário, incrédulo com tudo isso. Pensando:

“Ela grita muito alto... ela não se preocupa com os vizinhos? Que vagabunda... será que todo mundo nessa rua sabe que ela me bota chifre com esse negão? Caralho, eu fui o último a saber?”

Ela desaba de cima dele e cai deitada de bruços na cama ao lado dele... O negão beija as costas dela todinha, até chegar na bunda morena dela toda suada e a beija muito, agarrando, dando uns tapas, chamando ela de gostosa, e beijando, chupando, lambendo cada nádega e metendo seu rosto no meio... e Cármen de bruços, abraçada ao travesseiro de Valdemar, gemendo, e pedindo:

- aaiii, iissoo... chupa meu cuuu, chuuupaaa... aaiii delíciaaaa...

Valdemar: “Nossa... o filho da puta tá literalmente comendo o rabo da minha mulher... olha ele com a cara no meio da bunda dela... nossa, ele mete mesmo a cara e ela adora... ele deve tá enfiando a língua no cuzinho dela...”

O negão se ergue ajoelhado ao tempo em que puxa Cármen pelas ancas que automaticamente fica de quatro... e ainda rebola enquanto recebe umas palmadas na bunda... ela geme e diz:

- aaiii, baateee, baateee, bate mais, baaatee... issoo, assim, bate, amor, baaateee... Você sabe que adoro apanhar... baaate poorraa, baaateee...

Logo o negão a pega por trás enfiando a rola preta nela que geme arrebitando pra ele, toda cachorra de quatro, onde é segura pelas ancas e puxada com força, e assim ela começa a tomar um sacode dele enquanto ele bate com força a virilha malhada na bunda dela... jogando ela pra frente e puxando pra bater, bater, bater virilha e meter forte a rola nela... que pede:

- Não paaraaa, não paaraaa, iissoo, aaiii caraalho, me dá roolaa, me dá roolaaa, eu quero roolaaaa...

Valdemar: “Caralho, olha o que ela tá falando? Parece uma puta de filme pornô. Ela nunca falou essas coisas comigo... E esse cara não é normal, olha o jeito que ele fode ela por trás... nossa... ele soca forte demais nela... olha esse barulho todo... os vizinhos tão escutando essa porra... eles sabem que a minha esposa tá dando pra outro aqui... Nossa, ele domina ela fácil por trás... o pau dele tá arrebentando com a buceta dela... tá socando rápido e forte demais... eu não acredito que ela tá sentindo prazer com isso...”

Aí o negão para, volta a cair de boca na bunda de Cármen, que ainda se treme toda do orgasmo bruto que teve à instantes enquanto era socada de quatro... e aqui ela geme de tesão sentindo a língua dele lhe socando o cu... com ele agarrando sua bunda e empurrando o rosto no meio, chupando intenso seu cuzinho. Nisso ele se ergue de novo, se ajeitando melhor de joelhos por trás dela e com a sua rola preta na mão ele começa a esfregar o cabeção no rego lambido da bunda morena gostosa dela e vai empurrando... e ela gemendo de dor:

- aaaiimmmrr, cachoorrroo... Tava demorando, né? Tu tava louco pra meter no meu cu, né, seu taraadooo? Toda vez que vem aqui em casa come meu rabinho, né, seu cachoorroooo...

Valdemar: “Filha da puta. Cachorra, pilantra, vadia... quantas vezes ela deu pra ele na nossa cama? E eu pensava que ela não gostava de dar o cu... Não dá pra mim e dá justo pra um pé de mesa que nem esse? Olha o jeito que ela empina a bunda pra ele meter... e ainda geme que nem uma cachorra... Deve tá gostando de sentir a rola dele entrando no cuzinho dela... Caralho, ela já deve ter dado muito o cuzinho pra ele... e ele tá adorando meter no rabo da minha mulher... que coisa, que cena... nossa... nossa...”

Valdemar não aguenta... ele acompanhou tudo isso até então, mas chegou a hora de agir... de tomar uma atitude de homem, de macho, de marido ferido, traído... pois um marido sendo traído com certeza já teria acabado com essa brincadeira de uma vez, entrando no quarto no primeiro instante e metido bala nos dois.

... Mas Valdemar não tinha arma com ele neste momento, na verdade nunca teve. O jeito foi abrir a calça, puxar seu pau pra fora... onde de dentro do armário começou a bater uma punheta enquanto assistia a esposa sendo enrabada pelo negão na cama deles.

Sim. Isso mesmo. De alguma forma Valdemar se excitou em ver a esposa sendo fodida por esse negão. Na verdade, desde que ele viu a foto da rola dele no celular dela, que ele imagina esse negão comendo a sua esposa... e imaginar isso lhe fez ficar de pau duro em casa em vários momentos. Só que ele não confessou pra si mesmo que estava de fato sentindo prazer. E se esconder no armário e flagrar o ato em si foi para ele o ápice desse prazer.

E aqui, enquanto a esposa gemia feito uma puta levando varada na bunda do negão, Valdemar tocava uma bela punheta dentro do armário em homenagem a ela... ou melhor, aos dois, pois o negão puxava Cármen pelas ancas e mandava ver com força o pau no cuzinho dela, fazendo a safada gemer alto, agoniada, por vezes chorando de dor, dor e prazer em dar o cu pra ele... tanto que ela pedia:

- Come meu cuuuu, coomee, come negão, coomeee, come meu cuuu, aaahhhrr, aaahhhrr, aaiiimmmrr... adoro teu pau no meu cuuuu, adooorooo, adoro quando tu vem aqui comer o meu raaaboooo, aahhhrr, aahhhrr, não paaraa, não paaraaa.. enfia tuuudo nesse cuu, enfiiiaaaahhhhhrr, aaaahhhrr, aaahhhhrr... aaaaaaaiimmmmrr...

Valdemar jorrava muita porra do seu pau duro diante da sua mãos agitada se punhetando dentro do armário. Na verdade nunca sentiu seu pau tão duro, nunca gozou tão forte, e nunca pensou em sentir tanto prazer assim com a sua esposa... e justo vendo ela sendo enrabada por outro... e enquanto gozava se descuidou, se desequilibrou e foi com tudo porta afora do armário.

A currada é interrompida, o negão salta da cama e Cármen incrédula, ambos olhando pra Valdemar ali se levantando do chão depois de cair de dentro do armário... onde ao invés dela falar a famosa frase: “Calma, amor, eu posso explicar.”

Foi Valdemar quem disse, todo desconsertado:

- Calma, amor... desculpa, eu posso explicar.

O restante do dia foi de conversa entre Valdemar e Cármen sobre tudo, desde a descoberta da foto do pau do negão no celular dela e tal, até o momento desse flagra, onde ela estava bem assustada, parece mais que ela é quem tinha flagrado o marido a traindo, pois ela se suspreendeu com a cena do marido pra fora do armário, caído no chão de calça arriada e pau duro.

O certo é que ao invés de pedir o divórcio, Valdemar disse pra ela... que ela poderia foder com o homem que quisesse... contanto que ela deixasse ele assistir... de dentro do armário.

FIM!!

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Comentários (2)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Mary novinha: Que delícia de conto, amo essas histórias proibidas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
    • Marce: Delícia demais mesmo

      • uid:1csb2mnj5ltm