#Gay #Incesto #Teen

Papai me pegou usando lingerie da mamãe

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Luan

Virei a empregadinha do papai com aquela lingerie; ele perdeu o controle e me deu uma lição na bunda tão bruta que as marcas nunca vão sair da minha memória.

O relacionamento entre os meus pais estava por um fio, desgastado pelo tempo e pelo silêncio que agora habitava a casa. Ambos eram figuras de autoridade na igreja: meu pai, o pastor respeitado por todos; minha mãe, uma missionária dedicada que vivia para a “missão”. Antes, eles eram inseparáveis e viajavam juntos para pregar, mas a chama que os unia parecia ter se apagado. Agora, as discussões eram frequentes e amargas, e minha mãe passava cada vez mais tempo fora, viajando sozinha para outras cidades, deixando um vazio que nunca era preenchido.
Com a ausência dela, a dinâmica da casa mudou completamente. Meu pai, acostumado a ser servido, não movia um dedo para as tarefas domésticas. Sobrava tudo para mim: eu tinha que passar as camisas dele, cozinhar o jantar e manter cada canto do chão brilhando. Ele aproveitava a situação para me provocar, usando o apelido de “empregadinha” sempre que me via com o pano de prato na mão ou limpando os móveis. Ele ria, me zoando diante do meu esforço, e eu fingia odiar aquele nome com todas as minhas forças.
No entanto, lá no fundo, existia um sentimento contraditório que eu não confessava a ninguém. Ao mesmo tempo que a carga de trabalho me cansava, eu sentia um prazer estranho e profundo em servi-lo. Ver as camisas dele impecáveis ou a comida pronta na mesa me dava uma sensação de dever cumprido. Eu sentia, de uma forma quase sagrada, que ele merecia a minha servidão total. Era como se, ao cuidar da casa e dele, eu ocupasse um lugar especial na sua vida, um papel que era só meu enquanto minha mãe estava longe, pregando em algum lugar distante.
Eram cinco horas da tarde quando o susto me tirou do transe do videogame. O tempo tinha voado entre as fases do jogo e a tarefa que meu pai me deixara — arrumar o quarto dele — ainda estava por fazer. Corri pelo corredor, o coração já acelerado pela pressa, e entrei no cômodo mergulhado no silêncio da casa vazia.
O quarto estava uma bagunça. No chão, perto do pé da cama, vi a peça de roupa jogada de qualquer jeito. Era a cueca que ele tinha tirado antes de sair. Ao me abaixar para pegá-la, senti o tecido ainda conservando um calor residual, como se o corpo dele ainda estivesse ali, presente de alguma forma. A malha estava úmida, pesada, e quando meus dedos tocaram o tecido, percebi a textura diferente: um líquido espesso e transparente unia as dobras da peça, brilhando sob a luz que entrava pela fresta da cortina.
Não consegui evitar o impulso de aproximar a peça. Antes mesmo de chegar ao rosto, o cheiro já me atingia de forma avassaladora. Era uma mistura intensa de suor acumulado pelo esforço do dia, o rastro ácido da urina e aquele aroma característico, forte e cru, que eu sabia ser a essência mais profunda dele. Entre o visgo denso e esbranquiçado que colava o algodão, notei alguns fios de pentelhos curtos e grossos, marcas do pau dele que haviam ficado para trás.
A cueca não era apenas um pedaço de pano; ela guardava o formato exato do volume dele, moldada pelas horas de uso e pelo movimento do seu corpo. O perfume que emanava dali — uma combinação de limpeza e sujeira, de força e intimidade — fez um calafrio percorrer toda a minha espinha, despertando uma sensação elétrica que eu mal conseguia processar.
Meu coração martelava contra o peito, uma batida surda que ecoava nos meus ouvidos. O desejo subiu como uma onda quente, imediata e incontrolável, fazendo meu corpo reagir com uma força que eu nunca tinha experimentado. Ali, sozinho naquele quarto impregnado com o rastro dele, percebi que estava diante de algo proibido e fascinante, uma oportunidade que eu não teria coragem de deixar passar.
Aproximar o tecido dos lábios foi um movimento quase instintivo, como se eu fosse atraído por um imã. Quando minha língua finalmente tocou a malha úmida, o sabor me atingiu em cheio: era uma mistura complexa, salgada e levemente agridoce, carregada por aquele aroma que, de tão perto, parecia preencher todos os meus sentidos. Eu me entreguei àquela tarefa com um fervor silencioso, lambendo o melado denso e sugando o algodão com vontade, querendo extrair cada rastro daquela essência que ele havia deixado ali. Esfreguei o pano contra o meu rosto, deixando que o suor e o gozo dele me marcassem, até que a peça estivesse impecável, sem uma mancha ou um único fio de pelo sequer.
No entanto, assim que o silêncio do quarto retornou, o prazer deu lugar a um peso esmagador no peito. A culpa surgiu como uma sombra, trazendo a pergunta que eu não conseguia calar: como um filho poderia carregar um desejo tão avassalador pelo próprio pai?
Mas esse sentimento não vinha do nada; ele tinha crescido no vácuo que minha mãe deixou ao se afastar. A rotina mudou e, com o tempo, passamos a dividir a mesma cama. Nessas noites, a fronteira entre o afeto e o desejo se tornava perigosa. Às vezes, ele me puxava para perto e dormíamos agarrados; em outras, o peso do corpo dele cedia sobre o meu, me fazendo sumir sob sua força. No silêncio da madrugada, eu sentia o volume rígido dele roçando contra mim, a cueca invariavelmente marcada por aquele mesmo melado que eu acabara de provar.
Meu pai, Pedro, era a personificação de tudo o que me fascinava. Aos 37 anos, com sua pele clara, a barba sempre por fazer e os olhos castanhos profundos, ele exalava uma masculinidade rústica. Não tinha o abdômen definido de um atleta, mas seus braços eram largos e fortes, e seu sorriso tinha um encanto que desarmava qualquer resistência.
O que mais me vencia, porém, era o cheiro. Quando ele chegava do trabalho, exausto e suado, o odor das suas axilas era como um feitiço de virilidade. Na presença daquele aroma de macho bruto, qualquer tentativa minha de manter a postura desmoronava. Eu me sentia perder a força, como se minha própria masculinidade fugisse pela janela, transformando-me em algo frágil e submisso. Perto dele, eu não era mais o jovem que jogava videogame; eu me sentia uma presa indefesa diante de um predador soberano.
As nossas brincadeiras vinham de longe, rituais que começaram quando eu ainda era pequeno. Ele tinha o costume de me prender em um abraço de urso e esfregar meu rosto debaixo do braço dele, rindo enquanto eu protestava contra o cheiro forte. Por fora, eu reclamava e tentava me soltar, mas, por dentro, aquela proximidade me entorpecia. Ele forçava meu rosto contra suas axilas e, com as mãos grandes, passava o próprio suor debaixo dos meus braços, sentenciando com voz grossa que aquele era o cheiro que um homem de verdade deveria carregar. Era o jeito dele de me "ensinar a ser macho", um segredo compartilhado entre pai e filho que ficava tatuado na minha pele. Meu rosto saía dali marcado pelo odor dele, e logo em seguida seguíamos para o banheiro para tomarmos banho juntos, encerrando o ritual.
Dentro do box, entre o vapor quente e o som da água batendo nos azulejos, vivíamos uma conexão que eu sabia ser rara. Para o mundo lá fora, era apenas um banho entre pai e filho, mas para mim, era o momento em que o tempo parava. Ele cuidava de mim com a mesma dedicação de quando eu era uma criança pequena; eu sentia suas mãos grandes e ásperas percorrendo cada detalhe do meu corpo com um zelo absoluto, alcançando até aquelas partes que me faziam corar, mas que eu secretamente desejava que ele tocasse.
Em troca, eu me ocupava de cuidar dele. Adorava deslizar o sabonete pelo seu peito largo, sentindo a textura dos pelos grossos se perdendo no meio da espuma branca. Mas o ápice daquela intimidade era quando minhas mãos desciam para higienizar o seu mastro e aquelas bolas que pareciam carregar todo o peso da sua virilidade.
Sentir os pentelhos escuros e ásperos dele se misturando à cremosidade do sabonete sob meus dedos era uma sensação sem igual. Eu massageava aquela região com cuidado, sentindo a firmeza e a temperatura da sua pele. Naquele cubículo embaçado, rodeado pelo cheiro de limpeza misturado ao odor natural que a água não conseguia apagar por completo, eu me sentia o menino mais sortudo do mundo. Estar ali, cuidando do meu herói daquela forma tão crua e próxima, transformava o banho em um santuário onde a minha devoção por ele não conhecia limites.
Em casa, ele costumava usar uma calça de moletom cinza, tão fina e gasta que minha mãe a apelidara de "pano de chão". O tecido era impiedoso; não escondia nada. Parecia que ele estava nu sob a malha justa que desenhava cada curva de suas pernas e de sua bunda, que parecia esculpida à mão. O que mais prendia meu olhar, porém, era o volume frontal: o mastro se destacava com clareza, revelando o contorno da cabeça e o relevo de algumas veias, sustentado por um saco que parecia estar sempre farto e pesado.
Aquele desejo me corroía. Eu me sentia sujo, carregando um sentimento que eu acreditava ser um pecado imperdoável. Muitas noites passei de joelhos, orando fervorosamente a Deus para que tirasse aqueles pensamentos da minha cabeça, mas o esforço era em vão. Sempre que eu fechava os olhos, meus sonhos me traíam, levando-me de volta àquelas "brincadeiras" com papai, em que tudo era permitido.
De volta para aquele quarto. Olhei ao redor e vi o caos: a cama estava desfeita e o guarda-roupa, revirado, mostrava a pressa com que ele se trocara. Forcei meu corpo a se mover, dobrando as roupas e esticando os lençóis com uma agilidade mecânica.
Enquanto terminava de organizar o guarda-roupa, meus olhos foram atraídos por algo que destoava da bagunça habitual. No alto do móvel, esquecida sob uma fina camada de poeira, estava uma sacola vermelha vibrante. Ela parecia um presente que nunca chegou ao seu destino final. Movido pela curiosidade, subi em um banquinho, estiquei o braço e a trouxe para baixo.
Ao abrir o pacote, o conteúdo me deixou sem fôlego. Não era apenas uma roupa; era uma fantasia de empregada, mas de uma ousadia que eu nunca imaginaria encontrar ali. O tecido do vestido era curto e quase totalmente transparente, acompanhado por luvas brancas delicadas, laços acetinados para as costas e uma gargantilha que parecia uma coleira de seda. A parte de trás era um convite ao proibido, totalmente aberta, revelando uma calcinha fio dental mínima. No conjunto, ainda havia uma tiara clássica de servente e meia-calça fina.
No fundo da sacola, algo mais pesado e frio brilhou sob a luz do quarto: um plug anal prateado, ainda lacrado no plástico, ostentando uma pedra rosa cintilante na base. Ao lado do objeto, um pequeno bilhete escrito com a caligrafia firme do meu pai revelava a intenção por trás de tudo:
“Espero que isso faça reviver a chama do nosso casamento. Com amor, Pedro. Feliz Dia dos Namorados.”
O impacto daquelas palavras me atingiu como um soco. O Dia dos Namorados já tinha passado há meses. O fato de tudo ainda estar lacrado, escondido e intocado era a prova silenciosa de que o esforço dele tinha sido em vão. Minha mãe nem sequer se dera ao trabalho de tirar a lingerie do pacote. O presente que deveria reacender o fogo entre eles tinha se tornado um monumento ao desprezo dela, enquanto para mim, segurar aquelas peças significava descobrir um lado do meu pai que eu só ousava imaginar em meus sonhos mais profundos.
Fiquei parado por alguns minutos, com os olhos fixos naquela fantasia proibida. Um pensamento travesso e irresistível atravessou minha mente: "Por que não?". A ideia de vestir aqui fazia todo o sentido, especialmente lembrando do apelido de “empregadinha” que meu pai usava para me provocar nas nossas brincadeiras.
A curiosidade venceu o medo. Comecei a me vestir, sentindo a textura fina da meia-calça subir pelas minhas pernas, seguida pelo vestido curto que deslizava pelo meu corpo. Quando coloquei a tiara e a gargantilha, o look estava completo.
Ao me encarar no espelho, a imagem que vi me deixou sem fôlego. Eu me sentia como uma garotinha, uma boneca pronta para servir. A roupa coube perfeitamente; na frente, a calcinha quase não mostrava relevo, já que meu pauzinho ali era pequeno e discreto. Peguei o espanador que estava no canto e comecei a encenar, fingindo ser a empregadinha da casa. Ao me virar para olhar o reflexo das minhas costas, vi como o fio dental sumia entre as curvas da minha bunda, que era surpreendentemente grandinha e redondinha para um menino. Mas faltava um detalhe para completar aquela visão: o plugue.
Decidi ir até o fim. Peguei o objeto prateado e, buscando algo para facilitar, encontrei um frasco de óleo ungido sobre a Bíblia, na mesinha de cabeceira. O líquido tinha um perfume doce e suave. Untei bem a peça e, com um misto de ansiedade e dor, fiz força para que ela entrasse. Eu era virgem, e o incômodo inicial ardeu, mas logo o metal frio foi acolhido pelo meu corpo.
Olhei-me uma última vez, admirando como aquela pedra rosa brilhava contra a minha pele, ela quase sumindo no meio da minha bunda. Sentindo-me completo e entregue àquele papel, deitei-me na cama desarrumada dele. Segurei a cueca que havia limpado antes, levando-a novamente ao rosto para inalar aquele cheiro de macho que me dominava, enquanto, com movimentos lentos, sentia o plug preencher e brincar dentro de mim.
De repente, a porta do quarto se abriu num estrondo. Eu estava tão perdido naquele transe que não ouvi o som do carro na garagem, nem os passos dele pelo corredor. O choque foi imediato. Meu pai estava parado no batente, a silhueta alta e imponente contra a luz do corredor.
— Que porra é essa, Luan? — A voz dele saiu num tom grave, uma vibração que eu nunca tinha ouvido antes, carregada de uma autoridade que me fez congelar onde eu estava.
— Papai... não é nada, eu só estava brincando — respondi, a voz trêmula, o coração disparado contra as costelas enquanto eu tentava esconder a cueca dele atrás de mim.
— Brincando de quê? De puta, só se for! — Ele deu um passo para dentro, os olhos castanhos percorrendo cada detalhe da fantasia, da transparência do vestido à tiara na minha cabeça.
— Não é isso, pai... — tentei balbuciar, mas as palavras morriam na minha garganta.
— E essa cueca na sua mão? É minha? Até o plug você teve a coragem de colocar... — Ele se aproximou, a presença dele ocupando todo o espaço do quarto.
— Me desculpa, papai, por favor.
— Você é viadinho, Luan? É isso, filho? — Ele passou a mão pelo rosto, num gesto de pura frustração. — Já não basta o meu casamento estar indo pro ralo, agora meu único filho homem vira um baitola.
— Não, pai... eu não sou — menti, desesperado para manter o que restava da minha dignidade diante dele.
— É claro que é! Olhe para você!
— Eu... eu vou tirar a roupa — eu disse, tentando me levantar da cama com as pernas bambas, querendo apenas desaparecer daquela situação.
Mas, antes que eu pudesse dar um passo, ele esticou a mão forte e me segurou pelo braço com uma firmeza inabalável. O puxão me trouxe de volta para perto dele num instante.
— Não! Aonde pensa que vai? Pode continuar com ela. Você não vai escapar de mim agora. Eu vou te dar uma surra, que é exatamente o que você merece para aprender a ser homem.
Ele se sentou pesadamente na beira da cama e, com um movimento brusco e decidido, me puxou para o seu colo. Ele me deitou de bruços, deixando minha bunda — adornada pela joia prateada e pelo fio dental — totalmente exposta para cima. Antes que eu pudesse processar o que estava acontecendo, senti o primeiro golpe. A mão dele era pesada, bruta, e o estalo seco do tapa ecoou pelo quarto, fazendo minha pele arder instantaneamente. Ele começou a espancar minha bunda com vontade, cada golpe vindo mais forte que o anterior, enquanto o peso do corpo dele me mantinha preso, sem saída.
O medo se misturava a uma sensação elétrica que eu não conseguia controlar. Meu pai, que sempre fora o porto seguro e o exemplo de carinho, tinha se transformado diante dos meus olhos. Ver aquele homem, que eu tanto admirava, possuído por um ódio tão cru e uma autoridade implacável, despertou em mim um tesão sombrio e diferente de tudo o que eu já sentira. Era como se a brutalidade dele finalmente estivesse tomando posse de mim.
— Onde já se viu filho de pastor ser viado? — ele rugia, cada palavra saindo como um trovão. — Isso é uma vergonha, filho! E eu vou te consertar é na pancada!
— Sua mão é muito pesada, pai... — eu consegui balbuciar entre soluços, sentindo as lágrimas escorrerem e molharem o lençol da cama. A dor era aguda, mas havia algo na força dele que me mantinha paralisado e submisso.
— Isso é tudo culpa da sua mãe! — ele continuou, a voz carregada de uma amargura acumulada por anos. — Ela nunca deixava eu levantar a mão para você. Eu devia ter sido mais bruto, devia ter te moldado com firmeza. Fui ser um pai carinhoso e olha no que você virou!
A mão dele desceu novamente, descarregando um tapa ainda mais violento que o anterior. Eu sentia o calor emanar da minha pele; minha bunda, que era branquinha, passou do rosa para o vermelho vivo em questão de segundos, e eu sabia que as marcas dos dedos dele ficariam gravadas ali por muito tempo. Ele não parecia disposto a parar; pelo contrário, a cada golpe, ele parecia mais decidido a me marcar.
— Vou deixar sua bunda roxa! — ele sentenciou, a respiração pesada soprando perto do meu pescoço. — E esse plug aqui... além de viado, é puta!
Sem qualquer aviso, ele fechou a mão grande em volta da base prateada da joia. Com um movimento brusco e impiedoso, ele arrancou o objeto de dentro de mim. O grito ficou preso na minha garganta e se transformou em um gemido longo e agudo. No vácuo que ficou, senti o óleo ungido, misturado à minha própria umidade, escorrer pelas minhas coxas, enquanto o corpo dele se pressionava ainda mais contra o meu, selando o meu destino naquela tarde de castigo.
— Olha só como ficou... — ele murmurou, a voz agora num tom mais baixo, mas carregada de uma perversidade que me arrepiou. — Lotou de óleo. Essa cuzinho rosadinho está parecendo uma bucetinha escorrendo mel. Você está igual a uma fêmea, Luan... uma menininha.
Sem qualquer delicadeza, senti a mão dele empurrar o plug de volta para dentro de mim. O metal frio entrou com facilidade por causa do óleo, mas o preenchimento me fez gemer alto. Foi nesse momento que percebi: o corpo dele também estava reagindo. Pressionado contra a minha barriga, eu sentia o mastro do papai, duro como uma pedra, pulsando através do tecido fino da calça.
— Essa bunda de moça, esse pintinho pequeno... eu já devia ter desconfiado — disse ele, descarregando mais um tapa estalado, que fez minha pele arder como brasa. — Aposto que esse cuzinho já foi usado.
— Não, pai! Eu juro, eu sou virgem! — exclamei, as lágrimas turvando minha visão enquanto eu sentia o peso do corpo dele me esmagando contra o colchão.
— Não minta para mim! — ele gritou, a voz vibrando nas minhas costas. — Eu sei bem como vocês, viadinhos, são. Vocês gostam é de receber leitada bem no fundo do cuzinho, não é? — Outro tapa, ainda mais forte, me fez perder o fôlego por um instante.
— Eu juro pelo que for sagrado, papai! — minha voz saiu num sussurro desesperado.
Ele parou por um segundo, a respiração pesada soprando no meu ouvido.
— Se isso chegar aos ouvidos dos irmãos da igreja, vai ser o meu fim. Ninguém pode saber que o filho do pastor é um viadinho, está me escutando bem?
— Sim, papai... eu entendi — respondi, sentindo a submissão tomar conta de cada fibra do meu ser.
— Eu vou te curar, Luan. Vou tirar essa sua frescura na força.
— Me curar? — perguntei, confuso e trêmulo.
— Eu vou te encher de testosterona, de vitamina de macho, até você deixar de ser essa menininha e virar homem de verdade. Você vai aprender o que é o peso de um homem.
— E onde o senhor vai achar isso, papai? — perguntei com a voz embargada, sentindo um calafrio que misturava pavor e uma expectativa pecaminosa.
Em resposta, ele segurou minha mão com firmeza e a guiou para baixo, forçando meus dedos a envolverem o volume entre suas pernas. Senti o peso impressionante de suas bolas, grandes e fartas sob o tecido fino da calça.
— Aqui — ele disse, a voz num rosnado baixo e possessivo. — Vou te encher de leite de macho, injetar essa essência em você até você esquecer que é viadinho. O leite paterno vai te transformar, vai te dar músculos e diminuir essa sua bunda de mulher. Você vai ser curado por dentro, vai virar homenzinho.
— Papai... — saindo como um suspiro de entrega.
Sem perder tempo, ele arrancou o plug anal de uma vez, me fazendo arquear as costas. No segundo seguinte, senti os dedos grossos e fortes dele invadindo o meu espaço, começando a me dedar com uma pressa autoritária. O óleo facilitava a entrada, mas a força dele era bruta, como se estivesse preparando o terreno.
— Se eu fizer isso com você, você promete que vai guardar esse seu jeito de puta só aqui dentro? — ele perguntou, aproximando o rosto do meu. — Lá fora, na igreja e na rua, você vai ser um machinho. Não vai envergonhar o nome do seu pai. Promete?
— Prometo, papai... eu prometo — respondi, completamente dominado pela presença dele.
— Enquanto eu não te curar, você será minha fêmea. Só minha. Entendeu bem? Nada de se entregar para outros homens. Eu sou o seu único dono.
— Sim, papai.
Com um movimento ágil, ele me jogou de volta no colchão, ficando entre as minhas pernas. Ele segurou minhas coxas com força e abriu as bandas da minha bunda, que já queimava pelos tapas. Senti a língua dele, quente e úmida, começar a explorar meu cuzinho. A barba rústica dele arranhava minha pele sensível, um contraste de dor e prazer que me fazia gemer sem controle. Ele não tinha delicadeza; mordia as minhas preguinhas, depois cravava os dentes na carne da minha bunda e subia até as minhas costas, deixando marcas de posse por onde passava. Eu estava sendo batizado pela sua virilidade, sentindo que, naquele momento, eu pertencia inteiramente a ele.
— O papai vai marcar território — ele murmurou, a voz rouca soprando contra a minha nuca enquanto seus dentes prendiam a pele do meu ombro. — Com a minha fêmea ninguém mexe. Fui eu que fiz, eu que criei, então é só meu.
— Eu sou sua, papai... — respondi num fio de voz, a mente totalmente nublada pela entrega. — Pode me usar.
— Ainda bem que eu não devolvi essa lingerie para a loja — ele disse, com uma risada curta e abafada. — Sabia que seria útil de algum jeito. Coube perfeitamente em você... você puxou até a bunda da sua mãe.
Senti o peso esmagador do corpo dele se acomodar sobre o meu. Ele era maciço, uma montanha de músculos e autoridade que me fazia sentir minúsculo sob sua guarda. Com uma das mãos, ele prendeu meus pulsos contra as minhas costas, imobilizando qualquer tentativa de reação, enquanto eu sentia a cabeçona daquele mastro pulsando, procurando a entrada que ele mesmo havia preparado.
— O papai vai entrar agora — ele sentenciou, a respiração pesada e quente. — Vou carimbar sua bunda igual se carimba gado com ferro quente. Para você nunca esquecer a quem pertence.
— Papai... é muito grande... e cabeçudo — eu disse, a voz subindo de tom num misto de pavor e fascinação, quase um grito contido.
— Eu não te criei para ser fraco, filho. Relaxa esse cuzinho para o seu pai.
Senti a pressão inicial. A dor foi aguda, como se o tecido estivesse sendo esticado ao limite, mas o uso prévio do plug e o excesso de óleo ajudaram a abrir caminho. Mesmo assim, a sensação era de um ferro em brasa, de tão rígido e quente que ele estava. Comecei a gemer alto, o som ecoando pelo quarto vazio, mas meu pai agiu rápido: ele afundou minha cara contra o travesseiro, abafando meus gritos enquanto empurrava com força bruta, vencendo a resistência do meu corpo.
— Pronto... entrou tudo — ele suspirou, um som de triunfo e alívio. — Seu cuzinho rosadinho está abraçando o meu pau por completo. Agora você vai sentir o que é ser homem de verdade.
— Sua cabeça está tão fundo em mim, papai... — eu sussurrava contra o travesseiro, sentindo cada centímetro dele me preenchendo, como se ele estivesse tocando partes de mim que eu nem sabia que existiam.
— Eu tenho que injetar meu leite bem fundinho no seu cuzinho — ele respondeu, a voz carregada de uma possessividade bruta. — Nada melhor do que o leite grosso e forte de um macho viril, vindo direto de onde você nasceu. É a única forma de te consertar.
— Mas tem que ser tão fundo assim? — gemi, sentindo a pressão interna aumentar a cada movimento que ele esboçava. — Daqui a pouco você atravessa minha barriguinha, pai...
— Tem que ser, se não, não faz efeito — ele rosnou, apertando meus quadris com tanta força que seus dedos se enterravam na minha pele. — A gente sempre começa a encher um depósito pelo fundo, Luan. É assim que funciona.
— É isso que eu sou agora, papai? — perguntei, sentindo uma submissão deliciosa me dominar por completo. — O seu depósito?
— Sim! Vou te lotar de leite até o seu cuzinho vazar pelas beiradas. Vou te encher com a minha testosterona até você virar macho na marra, nem que eu tenha que fazer isso todo santo dia.
Ouvir aquelas palavras, ditas com tanta convicção e autoridade, fez um calor insuportável subir pelas minhas costas. O medo e a dor foram varridos por uma onda de prazer proibido. Naquele momento, eu só conseguia pensar que queria ser dele, queria ser preenchido por aquela força. Meus quadris começaram a se mover por conta própria; comecei a rebolar, trazendo-o ainda mais para dentro de mim, querendo absorver cada gota daquela promessa de masculinidade. Eu queria ser como ele, queria que aquele corpo forte se fundisse ao meu.
— Já acostumou com o caralho, né, puta? — Ele soltou uma risada rústica, percebendo o meu movimento. — Tá até rebolando para o papai agora!
Ele não parou. Enquanto eu me oferecia, ele descarregava tapas pesados na minha bunda, que já estava marcada e quente. O som dos estalos se misturava aos meus gemidos, criando um ritmo frenético de castigo e desejo dentro daquele quarto que agora cheirava inteiramente a ele.
No meio daquela confusão de sentidos, o olhar dele caiu sobre a cueca que eu segurava. Ele a pegou da minha mão, analisando o tecido que antes estava manchado e agora parecia impecável sob a luz do abajur.
— Que porra é essa, Luan? — ele perguntou, a voz num tom de descoberta chocada. — Você lambeu minha cueca toda? Estava suja de porra e você limpou... até os pentelhos você engoliu?
Eu o encarei com os olhos marejados, sentindo o peso do corpo dele sobre o meu.
— Eu... você não me chama de empregadinha? — respondi, a voz saindo num sussurro de submissão. — Só estava fazendo meu trabalho, cuidando do que é seu.
Minha resposta pareceu disparar um gatilho nele. O que era autoridade virou um ódio pulsante, uma necessidade de me domar ainda mais. Ele não disse nada no início, mas o ritmo mudou drasticamente. Ele começou a bombar em mim com uma força brutal, como se cada estocada fosse um golpe de castigo. Sua pica entrava e saía com uma rapidez que me deixava sem fôlego; a sensação era a de estar sendo empalado vivo. Eu gemia alto, com o rosto enterrado nas cobertas, sentindo que aquele prazer era inseparável da dor que ele me causava.
— É isso, filho? Agora aceitou ser a empregadinha da casa? — ele rosnou, o suor do seu peito pingando nas minhas costas. — Pois saiba que o seu salário de empregada vai ser pica a partir de agora, sua puta. Eu quero que, todo dia, você já me espere exatamente assim: de quatro na minha cama, pronto para me servir.
— Sim, senhor... — respondi, entregue ao destino que ele traçava para mim.
Depois de um tempo naquele ritmo frenético, ele mudou a posição. Deitou-me de lado e me puxou contra o seu peito, me abraçando por trás enquanto continuava a me possuir com movimentos mais lentos e profundos. O calor do corpo dele me envolvia, e naquele instante de falsa ternura, eu me senti amado. Tomado por uma carência profunda, inclinei a cabeça para trás, fechando os olhos e buscando os lábios dele para um beijo que selasse nossa união.
O estalo foi imediato e seco. Ele me deu um tapa forte na cara, fazendo minha cabeça virar para o lado e minha bochecha arder instantaneamente. O gesto me lembrou brutalmente de que, para ele, eu não era um parceiro, mas sim um objeto de cura e castigo.
— Puta não se beija na boca — ele rosnou, a voz cortante como uma lâmina. — Aprenda a se colocar no seu devido lugar.
— Desculpa, papai — respondi prontamente, sentindo o rosto latejar pelo tapa, mas aceitando a humilhação como parte do meu castigo.
Ele não parou por ali. Com a mão grossa, ele forçou meus lábios, abrindo minha boca com os dedos e cuspiu dentro, um gesto de puro domínio que me deixou ainda mais entregue. Em seguida, ele mudou nossa posição novamente. Ele se deitou de costas no colchão e me puxou para cima dele, de costas para o seu rosto. Ele acomodou meus pés sobre suas pernas, me mantendo preso em um ângulo em que ele podia me possuir com total liberdade. Ele começou a empurrar a pica em mim com uma velocidade absurda, subindo e descendo o meu corpo com força. O som das bolas dele, grandes e pesadas, estalando contra a minha bunda a cada batida, preenchia o silêncio do quarto.
De repente, senti o corpo dele retesar por completo. O pau dele começou a pulsar dentro de mim com uma força que parecia que ia explodir. Ele travou a pica bem no fundo, alcançando o ponto mais profundo do meu ser, e eu senti a primeira jatada. Foram umas cinco jorradas grossas e ferventes, um calor que se espalhava por dentro de mim como fogo líquido.
— Toma minha porra, vagabunda! — ele exclamou, descarregando toda a sua porra no seu depósito.
Depois de terminar, ele me jogou de lado no colchão sem qualquer delicadeza. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ele trouxe a pica, ainda suja e pulsante, até a altura da minha boca.
— Limpa tudo. Faça o seu trabalho de empregadinha — ordenou, os olhos fixos nos meus. — Não vai desperdiçar nenhuma gota. Quero ver o meu filhote bem fortinho com a minha vitamina.
— Sim, senhor... — respondi, obedecendo imediatamente. O sabor era intenso, uma mistura de sal e vida. — É tão quente e grossa... o leite de macho é muito gostoso, papai.
Ele soltou um riso baixo, vitorioso, enquanto passava a mão pelos meus cabelos.
— É bom você gostar mesmo, porque vai tomar muito disso ainda. Minha mamadeira está sempre cheia agora que a sua mãe não para mais em casa. Você vai ser o meu alívio.
Eu lambi cada centímetro, garantindo que não sobrasse nenhum rastro, tratando aquilo como o tesouro que ele dizia ser. Ele me olhou de cima, satisfeito com a minha servidão.
— De agora em diante, sua função vai ser essa. Além de cozinhar, passar e limpar, você vai ser a minha esposinha. E o seu salário, Luan... o seu salário vai ser leite de pica todo santo dia.
A partir daquele dia, a atmosfera dentro de nossa casa mudou de forma definitiva. O silêncio que antes era pesado e melancólico agora vibrava com uma tensão elétrica e secreta. Com a partida de minha mãe para mais uma de suas missões intermináveis, o cenário estava montado. Eu assumi meu papel com uma dedicação que beirava o sagrado; cada camisa que eu passava, cada prato que eu cozinhava, era feito sob a sombra daquele novo contrato que havíamos selado entre quatro paredes.
Eu andava pela casa sentindo o peso do leite dele ainda dentro de mim, uma presença constante que me lembrava a cada passo a quem eu pertencia. O apelido de “empregadinha” não era mais uma zombaria que me irritava; tinha se tornado um título de posse. Eu limpava o chão de joelhos, imaginando o momento em que ele chegaria do trabalho, exausto e carregado daquela virilidade ácida que só ele tinha, pronto para cobrar o meu “salário” diário.
Quando a noite caía e as luzes da rua começavam a piscar, meu coração disparava ao ouvir o som do portão da garagem. Eu corria para o quarto, vestindo a lingerie preta que agora vivia escondida debaixo do meu travesseiro, e me colocava na posição que ele havia ordenado, de quatro empinado com a bunda empinando para a porta, o rosto afundado no colchão e as mãos juntas nas costas. O medo de ser descoberto pelos irmãos da igreja ou pela minha mãe era real, mas o desejo de ser “curado” por ele era infinitamente mais forte.
Ele entrava no quarto sem dizer uma palavra, apenas soltando o cinto com aquele estalo característico que me fazia estremecer. Pedro não era mais apenas meu pai ou o pastor da congregação; ele era o meu senhor, o predador que me moldava conforme sua vontade. Ele me olhava de cima, verificando se a casa estava limpa e se sua “esposinha” estava pronta para servi-lo. A cada noite, a “vitamina” era administrada com mais vigor, e eu me sentia cada vez mais preenchido, cada vez mais transformado por aquela rotina de servidão e prazer bruto, mergulhado num abismo onde a culpa já não conseguia mais me alcançar.
Mas além de tudo isso existia uma dualidade que me confundia e, ao mesmo tempo, era o que mais me prendia a ele. Era como se vivêssemos em dois mundos paralelos que nunca se cruzavam, separados apenas por alguns metros de tecido de renda e transparência. Assim que eu tirava aquela fantasia de empregadinha e lavava o corpo, o interruptor mudava. A figura do predador implacável se dissipava junto com o vapor do chuveiro, e o meu pai voltava a ser o homem que eu conheci a vida inteira.
Sentávamos no sofá para jogar videogame como se nada tivesse acontecido. Ele comemorava os gols nas nossas peladas de domingo, me ensinava novos acordes no violão com uma paciência infinita e conversávamos sobre as coisas triviais do dia a dia. Nesses momentos, ele era o pai amoroso, o pastor respeitado, o meu herói que me dava beijos carinhosos na testa antes de dormir e me apertava em abraços que transmitiam uma segurança absoluta. Era um amor puro, protetor, que não deixava rastros da violência de minutos antes.
Mas tudo se transformava no instante em que eu vestia aquela lingerie preta. Bastava o toque da meia-calça na minha pele para que o filho desse lugar à "puta", e o pai se tornasse o "macho" dominante. Naquela roupa, eu sabia que não tinha direito ao seu afeto ou à sua doçura; ali, eu não era digno de carinho, apenas de tapas, de ordens latidas e da brutalidade necessária para a minha "cura".
Era um jogo de máscaras perfeito. O contraste entre a mão que me acariciava o cabelo durante a aula de violão e a mesma mão que estalava na minha bunda com ódio e tesão era o que mantinha o equilíbrio da nossa casa. Eu aprendi a amar os dois homens: o pai que me protegia do mundo e o mestre que me possuía no segredo do quarto. Eu era a sua criação em todos os sentidos, e essa vida dupla, por mais pecaminosa que fosse, parecia ser a única forma de manter nossa família de pé enquanto o mundo lá fora não fazia ideia do que acontecia quando a porta do quarto do pastor se fechava.
Essa percepção de poder era o que tornava tudo ainda mais viciante. No início, eu me sentia apenas como uma vítima das circunstâncias ou um objeto de sua vontade, mas logo entendi que havia uma via de mão dupla naquela dinâmica. Eu descobri que possuía o código secreto para desarmar o pastor e libertar o homem bruto que vivia escondido sob o terno e a Bíblia.
Essa percepção de poder era o que tornava tudo ainda mais viciante. No início, eu me sentia apenas como uma vítima ou um objeto da vontade dele, mas logo entendi que havia uma via de mão dupla naquela dinâmica. Eu descobri que possuía o código secreto para desarmar o pastor e libertar o homem bruto que vivia escondido sob o terno e a Bíblia.
Bastava eu entrar no quarto e começar a vestir aquela lingerie para que a hierarquia mudasse instantaneamente. Eu não precisava dizer uma única palavra; o som do elástico da meia-calça esticando contra a minha pele ou o brilho da pedra rosa no plug anal eram comandos silenciosos que ele não conseguia ignorar. Eu via o momento exato em que os olhos dele mudavam, perdendo o brilho calmo e protetor do pai para ganhar o fogo faminto e sombrio do predador. Ao me ajustar naquele tecido transparente e apertado, eu me tornava o mestre da situação, o provocador que decidia quando a fera deveria sair da jaula.
Era um jogo perigoso de controle. Eu o atraía para aquele abismo, oferecendo o que ele mais tentava reprimir. Quando eu terminava de amarrar os laços da fantasia e me colocava de quatro, esperando o primeiro tapa, eu sabia que tinha o domínio total sobre os instintos dele. Ele podia ser o líder da igreja, mas dentro daquele quarto, o meu corpo era a única lei que ele seguia.
Essa troca de papéis me dava um frio na barriga constante. Eu adorava saber que, com um simples laço de fita preta em volta do meu pescoço e o ajuste daquela calcinha mínima, eu podia transformar o meu herói em um animal sedento. Era um poder silencioso, escondido sob a aparência de submissão total. Eu era a presa que escolhia o momento de ser caçada, deliciando-me com a certeza de que aquele macho viril estava completamente preso na teia que eu, sua "empregadinha", tecia com cada peça de roupa que vestia.

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Comentários (2)

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  • Lotar: Excelente.

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  • Rutrib: Incesto é muito bom, excelente conto. T Rutrib

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