Era só pra provocar
Conto retrata história de como fui traido por culpa da amiga da minha mulher que não gosta de mim.
Olá leitores, gostaria primeiramente de desejar a todos uma excelente leitura, e que todos possam deleitar-se assim como eu!
Vou começar fazendo as apresentações, com nomes tanto de cidade quanto de pessoas alterados, é óbvio.
Então, meu nome é João tenho 23 anos, leio esse tipo de conto há uns 4 meses e desde a situação que vou narrar a vocês, tenho um fetiche em particular, mas nunca o esternalizei de forma alguma. Meu corpo é do tipo atlético por conta dos diversos exercícios que pratico, branco, cabelos do tipo falso liso e um rosto comum, não diria que tenho o pau pequeno, mas também não acho que seja dos maiores. Quanto a mim, o principal é isso.
Julia, minha esposa desde meados de 2022 mas namoramos desde 2020, tem 21 anos, é baixinha, branca, tem menos de 1,60; cabelo ondulado que quando tá definido fica lindo, seios médios ou "quase grandes", uma bunda redondinha que chama muita atenção onde passa, rosto delicado e muito bonito.
Desde que começamos a morar juntos passamos por algumas casas, parecíamos ciganos de tanto que nos mudamos até que nos estabilizamos em uma casa que alugamos no bairro em que eu fui criado. Lá, apesar de haver muitos policiais, é um local onde há muito furto à resistências. Por isso, decidi que seria necessário fazer um investimento em câmeras de segurança. A princípio, instalei 6 câmeras, umas normais e outras daquelas 360° que da pra monitorar em tempo real tudo que acontecia.
Por vezes, quando voltava do trabalho, notava o muro dos fundos sujos como se alguém tivesse posto o pé pra usar de apoio e pular pra sair do terreno. Mesmo que não tenha notado a falta de nada na minha casa, achei melhor se precaver, comprei mais três câmeras, dessa vez, aquelas mais difíceis de serem notadas, mas acabou sendo necessário somente duas pra cobrir todo o perímetro.
Dois dias depois flagrei o malandro através da câmera. Era um vagabundo que entrava lá pra fumar maconha desde que o terreno era vazio. Fui atrás dele e resolvi a situação, o como não vem ao caso, mas nunca mais ele pisou naquele quarteirão.
Contei essa história da câmera pois a existência delas é super importante para s história, sem elas seria muito difícil constatar o que aconteceu.
Agora vou entrar mais na história principal. Certa vez, na cidade que eu trabalhava era feriado, então só minha mulher foi trabalhar. Fui com ela até o portão, e fiquei a acompanhando com os olhos até ela virar a rua. Notei que havia uns moleques que não devem ter mais que 18 anos olhando ela sem parar, quando voltou, lá estavam eles novamente, secando minha esposa.
Bateu uma curiosidade pra saber se aquilo era rotineiro ou se foi apenas naquele dia, resolvi que conferiria nas câmeras pra passar essa história a limpo. Vi que um deles morava ali, e quase todos os duas estava ali no horário dela passar, na ida e na volta. Fiquei com um pouco de raiva, mas não fiz nada a respeito.
Tudo continuava da mesma forma, até que um dia, quando cheguei em casa, encontrei ela com arranhões no braço, joelho e cintura. Havia caído da bicicleta, e me contou como aconteceu, disse que estava um pouco rápido aí a corrente travou e ela caiu. Fiquei preocupado e perguntei onde que foi isso, e ela disse que aqui perto de casa, que um menino a ajudou a levantar e pegar as coisas. O sentimento que era de preocupação já virou raiva, pensei, era tudo que o garoto queria, uma chance de se aproximar.
Naquela situação eu estava vendido, não tinha como brigar com ela e tão pouco com ele, então só aceitei aquilo e segui a vida. Como já estava um tempo sem fazer isso, resolvi que iria conferir a câmera só pra ver se tinha alguém estranho circulando a casa nos últimos dias, a históriada bicicleta nem passou pela minha cabeça.
Nas câmeras, não encontrei nada de anormal, mas reparei que agora, sempre que ela passa, ele não só fica olhando pra ela como também manda tchauzinho, acredito que deva falar um bom dia ou algo do tipo também.
Me sentia passivo demais na situação, mas não podia bater em alguém por dar bom dia a minha mulher, e também não podia brigar com ela por retribuir o bom dia a alguém que a ajudou.
Bom, como mencionei a vocês na introdução, eu jogo futebol, sou o camisa 8 do time de várzea aquido bairro. Domingo, era dia de jogo em casa e minha mulher quis me ver jogar. Ela não ligava muito pra futebol, mas como umas amigas dela iam também, era uma desculpa pra sair e beber.
Quando subi pro campo, logo a vi com uma crackudinha de Brahma ao lado das amigas. Não muito distante delas, estava o moleque, que eu ainda nem sabia o nome, mas aqui vou chamá-lo de Pablo. Ele estava bem animado, cantando com a torcida... nem ligava pra existência da Julia naquele momento.
O jogo começou, eu jogando como meia atacante pois o 10 do time estava lesionado, em uma jogada, por volta dos 20 minutos, carreguei a bola com o pé esquerdo perto da área e chutei colocado, buscando o ângulo, mas ela desviou no zagueiro e saiu à esquerdado gol. Era uma partida difícil, marcação forte e por isso poucas chances de gol. No final do primeiro tempo, já nos 43 minutos, depois de um escanteio, a bola sobra pra mim na entrada da área, eu ajeito e chapo de esquerda. O goleiro espalmou pra dentro da área e Carlão, meu zagueiro chegou mais rápido que o defensor dos caras e fez o gol. 1 a 0 pra nós, assim acabou o primeiro tempo. Fui na direção da Julia, antes de voltar ao vestiário, dei um beijo nela e perguntei o que estava achando do jogo. Ela disse que estava gostando e que eu estava jogando muito bem, depois disso o treinador me chamou para o vestiário.
Quando voltamos do intervalo, notei que Pablo e alguns outros meninos estavam perto de onde Julia estava com suas amigas. Tentei não dar atenção a isso e focar no jogo. No entanto, vez ou outra eu voltava o meu olhar pra lá, e reparava que ela estava com mais atenção na conversa deles do que no jogo. O ciúme foi aumentando, acabei cometendo uma falta mais dura e levei um cartão amarelo.
Após quase sofrermos o gol nessa falta, meu time saiu em contra ataque e conseguimos fazer mais um. O jogo terminou assim, mas não consegui jogar nada o segundo tempo todo. Ficava passando na minha mente o que eles estariam conversando, isso tava me consumindo tanto que nem consegui comemorar a vitória direito.
Como o time aqui tem uma estrutura legal, é um club mesmo, após o jogo, ficamos na piscina bebendo e petiscando alguma coisa. Mas como estava com aquilo fixo na minha cabeça, resolvi dar uma incerta na Julia.
- Julia, quem é aquele cara que você tava conversando na hora do jogo?
- Ah é o menino que me ajudou quando eu caí de bicicleta, amor... relaxa. Ele só tava perguntando se eu já estou melhor do tombo e ficou lá perto com os amigos pra ver o jogo.
Deixei esse assunto morrer, mas não engoli tão fácil essa resposta não. Por volta das 15, Julia já estava cansada, então começoua me perturbar pra ir pra casa. Concordei, e assim fomos... mesmo pensando no que havia acontecido eu queria o que viria quando chegássemos em casa...
Conhecendo ela, sei que quando bebe ela fica muito assanhada, mal fechei o portão e ela já estava me agarrando, pulando no meu colo... segurei ela pela coxa, sarrando meu pau contra o short jeans dela, ao entrar em casa joguei ela no sofá e puxei o jeans junto do biquíni. Nem pensei duas vezes, comecei a chupar ela. Julia se contorcia no sofá enquanto eu a chupava, cheio de tesão. Virei ela de costas, tirei meu pau pra fora e soquei nela sem muita enrolação, coloquei tudo, ela gemia sem parar e sem pensar se alguém poderia ouvir. Quando eu estava quase gozando, ela disse: Não goza agora, por favor! Eu vou gozar...
Eu segurei o máximo que pude, então, gozamos juntos. Deixei meu corpo cair sobre o dela e ficamos nos beijando ali por alguns minutos, até levantarmos e irmos tomar banho juntos. No chuveiro veio o round dois, a água ia toda embora enquanto eu metia firme dentro dela. Meti até depois de gozar, mas dessa vez ela não conseguiu.
A noite, chegando na hora de dormir, ela já veio me beijando e passando a mão pelo meu corpo. Nesse dia ela estava muito safada, faziam anos que não a via com todo esse fogo. Mas dessa vez, pela primeira vez com ela, meu pau não subiu. Eu não entendi o motivo, mas parecia que meu corpo queria me pregar peças...
No dia seguinte, enquanto estava no trabalho, notei que havia chego uma notificação do Instagram dela pois ambos temos as contas um do outro. Fiquei curioso e quem havia enviado solicitação pra seguir foi o tal do Pablo, não excluí, deixei a solicitação lá pra ver o que ela ia fazer. Pra minha surpresa, nem 15 minutos depois, ela já havia aceitado ele e o seguido de volta.
Fiquei pensativo, não sabia se queria confrontá-la... poderia parecer um neurótico, possessivo. Decidi que iria apenas monitorar. De forma alguma eu acreditava na possibilidadede Julia me trair, mas querendo ou não, o ciúme e a curiosidade eram inevitáveis.
Não sou do tipo de pessoa que fica criando teorias, acho que isso me mataria, por isso, decidi que por desencargo de consciência eu arrumaria algum jeito de espionar ela além das câmeras, que só alcançam uma parte da rua. Vi que tem um jeito de rastrear o celular dela só enviando um link fingindo ser outra coisa, como um vírus trojan. Fiz isso, mas além da função rastrear, vi um que me enviava todas as mensagens, fotos, vídeos... que ela fizesse usando aquele celular ou chip.
Mas sabia que ela não conversaria com ninguém pelo insta, porque ela sabe que tem no meu celular. Então, eu fiz ela acreditar que eu não tinha mais, e realmente removi a conta dela do meu celular. Como eu já tinha o vírus me enviando tudo dela, o insta não era mais necessário. Então, conversando com ela falei:
- Vida, depois coloca seu insta aqui de novo, formatei meu celular aí saiu.
-Tá bom, amor, me dá ele aqui que eu coloco.
- Depois, tô jogando agora...
Depois disso, deixei o assunto morrer relacionado ao insta e celular. Os dias se passavam, e realmente, nada de novo acontecia. Até chegar o domingo, de novo dia de jogo. Vi que ela postou uma foto com a camisa do time e Pablo foi o primeiro a curtir a foto, não me apeguei muito a isso e fui pro jogo, dessa vez o jogo era em outro bairro. Fomos eu e Julia no nosso carro e o restante da torcida fechou dois ônibus pra ir.
No carro, Julia me disse que Aline e Maria (as amigas dela) não iriam nesse jogo, vi que ela também havia desanimado, até que ela me pediu pra deixar ela em casa de novo. Eu disse que não faria isso pois já estava quase na hora do jogo, se eu voltasse, chegaria atrasado.
Ela fechou a cara e ficou mexendo no celular até chegar lá. Nesse momento, foi a primeira notificação suspeita que chegou no meu celular do programa do vírus. Ela mandou mensagem no insta pro Pablo:
-Vc vai pro jogo hoje?
-Clarooo, não fico de fora de nenhum jogo nosso...
-Tava animada pra ir, mas minhas amigas desistiram de ir quando eu já tava no caminho... Ficar sozinha lá é foda!
-Se você quiser eu posso ficar contigo lá, melhor que ficar sozinha eu acho
- Melhor não... Os outros podem pensar besteira e falar pro João
- Vc que sabe kkk, mas digo ficar próximo só, falar coisas do jogo... nada demais
-Ok, acho que pode ser..
Isso tirou toda a minha concentração do jogo, imaginava infinitas coisas, até dentro de campo, realmente não estavam tão "próximos" mas não conseguia parar de pensar sobre... inclusive, foi o motivo para o primeiro gol do jogo. Em um escanteio para o adversário, eu tava marcando o volante deles, mas quando eu subi já era tarde demais. 1x0 eles e o gol foi culpa minha.
Voltando pro segundo tempo, além deles dois, os amigos dele chegaram e ficaram lá, fazendo eles se aproximarem mais, ficando praticamente ela na frente e eles formando um meio círculo ao redor dela que se apoiava no muro pra ver o jogo e apoiar a garrafa de cerveja. Consegui me desconectar 90% do que acontecia fora de campo, mas não conseguia parar de olhar.
Até que em um momento, a bola chegou nos meus pés na intermediária ofensiva, driblei um e conduzi na direção do bico da grande área. Quando o marcador chegou, fiz um passe para o lateral que estava invadindo a área e passei pedindo de volta, ele tocou e eu chutei forte no alto. Gol!
A torcida comemorou muito, mas eu, nem tanto. Apenas olhei pra onde me interessava, como estávamos jogando fora de casa, nosso espaço era reduzido, mas nossa torcida sempre ia em grande quantidade pra qualquer canto da cidade. Por isso, não tinha muito espaço, e com o gol de empate, ali virou praticamente um baile. Com Julia ali perto do alambrado apenas bebendo a cerveja e olhando o jogo, mas o pessoal ao redor dela festejando pulando acabava encostando nela. Ela um pouco alta da bebida entrou na onda e começou a pular com eles, e Pablo tirou proveito da situação. Por vezes quando ela pulava de um lado pro outro ele ficava atrás dela e devia dar uma sarrada ou outra.
Como já estava no final do jogo, qualquer resultado que não a derrota já seria motivo de festa. Mas mesmo depois de eu ter feito o gol do empate, o técnico me chamou e fui substituído.
Nos acréscimos, meu lateral cruzou a bola na área, o atacante subiu pra disputar com o zagueiro e cabeceou, a bola foi na direção da mão do zagueiro. Pênalti! Ali foi uma festa até maior que na hora que eu fiz o gol, voltaram a pular loucamente. Pablo e os amigos, que formavam um meio círculo em volta de Julia revezavam praticamente quem serraria ela conforme ela ia pra um lado e pro outro. No momento da batida, todos pararam apreensivos esperando o momento da definição, até que o camisa 9 partiu pra bola e estufou as redes, o gol da virada! A torcida (e ela) foram a loucura, pulavam, se abraçavam e cantavam muito alto.
Mesmo jogando pelo time há 3 anos, nunca vi uma festa parecida. Se minha mulher não tivesse ali no meio eu estaria muito feliz e empolgado, mas diante daquela situação, não pensava em nada além da possibilidade de estar sendo corno.
Fiquei apenas 5 minutos no vestiário, não queria dar margem pra nada mais acontecer sem que eu estivesse vendo. Inventei que estava passando mal e nem fui pra festa do time depois da vitória.
Quando cheguei perto de Júlia, notei o olhar de embriagada que ela estava e o cheiro de cerveja. Eles provavelmente me viram chegando e saíram de perto dela, então a chamei direto pro carro. No caminho pra casa, ela falava safadezas e eu não dando atenção a isso, sabia muito bem o motivo da excitação dela. Ao chegar em casa, a mandei pro banho e fiquei na sala pensando no que fazer, após ela sair do banheiro eu fui tomar o meu pra tentar esfriar a cabeça.
Como as partidas são sempre às 11h da manhã, ainda havia todo o domingo pela frente, mas o meu já estava perdido. Estava com dor de cabeça de tão estressado que eu tava com aquela situação.
Cheguei no quarto e ela começou a tentar me seduzir de novo, mas eu estava irredutível. Só estava de cara fechada e não falava um "a". Então ela desistiu e disse que iria tirar um cochilo.
Acordou por volta das 16:00, felizmente já estava sóbria, mas mesmo assim estava meio desorientada e disse estar morrendo de fome. Eu já havia pedido uma comida e disse que estava na cozinha, que era só esquentar.
Ela foi almoçar, diferente da maioria das vezes que ela pega a comida e vem ficar perto de mim, dessa vez ela ficou comendo na cozinha mesmo. Achei estranha essa atitude dela, mas decidi que não faria nada a respeito.
Ela mandou mensagem pro Pablo:
- Me desculpa por hoje, seus amigos devem ter achado que sou doida, pulando e gritando daquele jeito kkk
Na mesma hora ele respondeu:
- Nada disso kkkk, tava curtindo o jogo ué, seu marido fez gol e vc ficou empolgada... é normal vc ficar feliz.
Acrescentou ele:
- Me chama no whats aí, meu insta tá no celular de um monte de gente, não gosto de conversar por aqui não... 21 98000-0000 (número obviamente fictício)
Ela respondeu:
- Ok
Então começaram a conversar no whats:
- Oie
- Oii, vou salvar aqui mb.
- Ook
- Com todo respeito ao seu casamento, você tava muito linda hoje... se até com a roupa do trabalho vc fica bonita, com a nossa camisa então...
- Kkk, obgdaa
- Meus amigos gostaram de vc, não sabem que você é mulher do JC... me pediram até seu número... rs
- Hmm, acho melhor não passar pra eles não... só de estar falando com vc já tô me arriscando muito.
- Tranquilo kkk
- Evita ficar me mandando mensagem, ok? Mesmo que seja só amizade, tenho medo que ele interprete mal as coisas e isso dê problemas... tudo bem?
- Vc que manda, linda!
- Obgdaa, dps nos falamos mais...
Fiquei muito estressado ao ler aquilo, ao mesmo tempo que confuso, se pra ela era realmente apenas amizade ou se ela tinha alguma outracoisa em mente...
De qualquer modo, resolvi que, dessa vez, não passaria em branco... mas também não podia revelar que estava a espiando. Então pensei na estratégia que adotaria para confrontá-la.
Tomei a decisão de não falar sobre nada que havia lido em mensagem, apenas quanto ao que vi durante o jogo, pois não queria comprometer o app espião. Quando ela chegou ao quarto comecei:
- Julia!
- Oi, amor
- O que foi aquilo no jogo? Você rodeada de homens, você acha que eu não vi?
- Que homens? Eu só tava lá torcendo. Você sempre diz que eu deveria torcer mais durante o jogo e parar de fofocar um pouco com elas... eu fiz isso ué
- É, mas precisava ficar se esfregando nos homens?
- Cara, não tinha espaço, você queria que eu fizesse o que? Não dá pra mim pedir que eles me deem espaço, é uma torcida!
- E outra, tô achando você muito próxima desse cara da bicicleta... semana passada ele foi perguntar como você tava, e hoje? Deve tá querendo ser seu médico particular ele.
- Pelo amor de Deus, ele é a única pessoa naquele lugar com quem eu já troquei mais de meia palavra. Você queria que eu ficasse aonde? Quer saber, eu não vou mais, se é isso que você quer, eu não vou mais!
Ela disse isso e saiu do quarto batendo a porta. Perguntei aonde ela ia, mas foi em vão, ela entrou no banheiro. Imagino que estivesse puta por conta da minha desconfiança, mas não é pra menos, nenhum homem assistiria aquela cena calado. Isso era o que eu achava.
Mesmo sabendo que estava certo eu fiquei mal com a situação, não sabia o que fazer pra concerta e nem sabia se deveria fazer alguma coisa também... ela realmente parecia ter o Pablo apenas como amigo, eu fiquei um pouco mal por ter confrontado ela daquela forma.
Quando ela voltou ao quarto, sequer olhou na minha cara, apenas deitou na cama virou pro lado e começou a mexer no celular. Tava um silêncio que acabava comigo... apenas o som dos vídeos que ela via no celular e minha mente me enchendo de coisas. Ao mesmo tempo que percebia que ela tinha certa razão em estar irritada, eu também tinha minha parte de razão.
Foi a primeira vez que dormimos de fato brigados, sempre resolviamos nossas diferenças pra não termos problemas, mas dessa vez, ninguém queria abaixar a crista, era um duelo de vaidades.
Nos dias que sucederam este, pouca coisa de relevante houve entre eles. Ele tentava puxar um assunto ou outro quando sabia que ela estava no trabalho, mas ela estava receosa, só falava com ele o básico.
Ainda não estávamos no melhor dos mundos em casa, fazia uns 4 dias desde o ocorrido e ninguém baixou a guarda. Já estava pensando em ir pedir desculpas a ela mesmo sem estar plenamente convencido de que eu errei em algo.
Particularmente, há anos eu não passava 5 dias sem transar, estava com muito tesão e isso tava pesando mais que querer ter razão. No entanto, por ser uma pessoa muito orgulhosa, acabo sendo teimoso a maior parte das vezes.
Então, quando fui trabalhar, na quinta, já tinha em mente que iria acertar as contas com ela quando chegasse em casa, ter uma conversa calma e serena. Até porque além do sexo, nosso casamento já estava abalado de estar há quase uma semana sem conversar direito. Apenas se falando como quem meramente divide uma casa...
No meu horário de almoço, como é de costume já, abro logo o app que recebe as mensagens do celular dela. De imediato vi que tinha coisa nova entre eles ali:
- Oii
- Oie
- Tá bem?
- Um pouco estressada e vc?
- Bem, tá estressada com o que?
- Problemas em casa só, eu e o João não estamos nos falando direito desde o domingo...
- Fica assim não, linda... logo vcs vão estar bem de novo! Se não for muita inconveniência minha, qual é o motivo?
- Não é incômodo não... acho que vacilei com ele, tava bêbada já naquela hora no jogo, aí ele me viu no meio de vcs e pensou besteira
- Aah, ele ficou com ciúmes... também ficaria se tivesse uma mulher assim, rs...
- É, mas ele deveria confiar em mim. Não aconteceu nada demais lá, não é culpa minha se vai muito mais homens que mulheres pro jogo e se não tinha espaço.
- Verdade...
Ver a conversa deles assim me acendeu um sentimento que nunca imaginei ter dentro de mim... não sei como e nem porque, mas eu estava de pau duro quando acabei de ler. Acho que a abstinência de sexo já estava me deixando maluco.
Por outro lado, não conseguia entender qual era a dele. As vezes ele dizia que iria ficar tudo bem entre eu e ela, as vezes a elogiava... ela também não dava um basta, acho que esse cenário de incertezas me deixou desse jeito.
Acabei de comer restando uns 15 minutos, fui para o banheiro e resolvi a questão do meu pau que ainda estava duro.
No meu horário de ir embora, recebi uma mensagem dela dizendo que queria conversar comigo quando eu chegasse. Não me preocupei muito, não fazia sentido ela terminar comigo por causa de um lance bobo desses.
Acabou que eu me atrasei um pouco devido ao trânsito na pista, quando cheguei em casa ela estava arrumada e disse apenas: Se você quiser ir, se arruma logo. É aniversário da Aline, sua amiga e o pessoal iria na choperia "qualquer lugar" que fica no centro da cidade que moramos (nome da choperia foi distorcido mas é no mesmo sentido)
Eu perguntei:
- Você quer que eu vá? Não estamos bem e eu sei disso, se não quiser que eu vá, tudo bem. Conversamos amanhã. Vai curtir, só tenha responsabilidade.
- Realmente não estamos bem, mas você quer mostrar isso pra todo mundo?
- Você sabe que eu não ligo pras aparências.
Nesse momento eu sentei no sofá da sala e comecei a mexer no celular. Quando ela já estava prestes a sair, chamei ela pra perto de mim, dei um abraço e um beijo nela. Me declarei pra ela dizendo que a amava e que não deixaria aquela instabilidade acabar com o nosso casamento.
Ela se deitou no meu abraço, me beijou, pediu desculpas por não perceber o que estava acontecendo no dia, mas que ela nunca teve a intenção de parecer dar mole pra eles nem nada do tipo.
Então ela saiu, fui tomar meu banho e por curiosidade, olhei o Instagram dessa choperia. Eles costumam postar as mesas dos aniversariantes nos stories, e não só a curiosidade, mas o ciúme me fez olhar. Lá vi que eram apenas as meninas mesmo e só duas meninas com namorado.
Mais tarde, por volta das 00:00 Julia me liga, dizendo que nenhum uber tava aceitando a corrida pra trazer ela de volta. Então peguei o carro e fui buscá-la, chegando lá, vi que a rua tava fechada pra obras. Tive que dar a volta e ir encontrar ela a pé. Ela me disse que estava na porta da choperia, só ela e Aline me esperando.
Quando eu cheguei, elas não me viram pois eu estava indo em direção as costas delas acabou que consegui ouvir o que elas conversavam, Julia dizia:
- Amiga, tipo, eu senti que eles estavam atrás de mim e bem próximos até... mas eu me fingi de idiota, tava muito bêbada. Um deles até colocou a mão na minha cintura.
Então eu fingi que estava chegando naquele momento e elas cortaram o assunto. Não sei o que foi, mas aqui me deixou novamente de pau duro.
Aline aproveitou a carona e foi conosco, um silêncio absoluto no carro, a Julia dormindo e a Aline mexendo no celular. Fomos assim até chegar no destino.
Já em casa, eu estava maluco de tanto tesão, já entrei tentando provocar ela, mas de nada adiantou. Ela dizia que estava muito cansada, e disse que se eu quisesse poderia tentar fazer com ela dormindo mesmo.
Ela só tirou a maquiagem do rosto e foi dormir. Mesmo não sendo a mesma coisa, tirei a calcinha dela de lado e assim que toquei naquela buceta, tava muito molhada. Mesmo com ela já apagada, acho que aquela situação não tava dando tesão só em mim. Comecei a socar a pica na buceta dela, que respirava ofegante Tomei cuidado pra não acordar ela, pois não queria me preocupar com ter que fazer ela goza também. Fiquei por uns 5 minutos até gozar tudo dentro dela.
No dia seguinte, sexta, meu patrão me ligou pedindo para que eu fosse mais cedo e fizesse hora extra. Tinha que aceitar então eu fui, aguentei até a hora do almoço e fui fazer o que já era rotina. Peguei meu celular e olhei o app.
Aline:
- Aí amiga, fiquei curiosa pra saber aquela história que você tava me contando ontem...
- Que história?
- Que os amigos do menino lá sarraram vc kkk
- Aí, falando assim parece até que eu deixei eles fazerem isso kkkk e não me "sarraram", só encostava as vezes.
- Me conta aí, vai kkkk
-Então, como eu tava falando ontem... quando vocês desistiram de ir pro jogo eu também não quis mais ir. Mas o João já tava atrasado, e por conta do jogo ser lá encima, não tinha muito espaço pra nossa torcida que lota tudo, né... então, eu mandei mensagem pro Pablo, só pra ter alguém pra conversar durante o jogo mesmo, sabe?
- Sei, conta mais...
- Então, acabou que nós ficamos lá, aí tava tudo mais ou menos normal até o João fazer o gol de empate. Digo mais ou menos porque vez ou outra sentia algo na minha bunda. Mas quando saiu o gol, aí fudeu... Eu já tava bêbada, comecei a pular, o pessoal todo pulando todo mundo cantando... mas como eu estava na frente deles, toda hora um acabava me sarrando. Não liguei porque achava que era acidental, tava muito cheio lá, se não fosse por eles seria por outros... até que senti que estavam ficando de pau duro.
- Meu Deus, amiga... e o João, ele sabe dessa parte?
- Deus me livre, se ele descobrir isso corre risco de querer matar os meninos e eu junto... mas não acabou ainda não a história...
- Conta o restante logo, mulher kkkk
- Quando eu percebi que eles estavam com maldade, eu parei um pouco de pular igual eu tava e parei na frente do Pablo só, porque era o único ali que eu confiava um pouco... Mas ele também é homem, né... depois de uns 3 ou quatro minutos ali, saiu outro gol do nosso time, aí foi outra festa daquela... bêbada como eu tava, voltei a pular igual maluca, e acabou que eu esbarrei com a bunda nele as vezes e ele também ficou com o pau duro. Aí, nessa hora o pessoal veio todo pra frente praticamente empurrando ele pra cima de mim, e o pau dele ficou nas minhas costas. Não ficou nem 2 minutos desse jeito, mas ele me pediu desculpas "por ter me empurrado" fingi que nem tinha notado o pinto dele em mim e aceitei as desculpas dele.
- Meu Deus cara, você é doida...
- Sei que não era intenção do Pablo aquilo, ele é bem de boa comigo, só me elogiava de vez enquando mas nunca faz nada de explícito... por isso acho que realmentenão era intenção dele.
Não consegui nem terminar de comer, larguei a comida pela metade e fui direto pro banheiro bater minha punheta. Eu não fazia ideia de que tinha sido dessa forma, mas agora eu já achava que ela não estava contando tudo. Parecia que eu estava vivendo uma novela ou algo do tipo...
No mesmo dia, quando cheguei em casa, chamei ela pra sair. Fomos à um restaurante, comemos, tomamos um vinho. Um clima bem leve, mas ela não parava de mexer no celular, o tempo inteiro digitando… eu já estava pensando: com quem que ela ta falando? Preciso saber. Falei com ela que iria ao banheiro.
Saquei o celular, vi que tinha mensagens com o Pablo e com Aline, primeiro vou falar as com Pablo respondendo ao story dela comigo:
Cuida bem do João em, proximo jogo é semifinal precisamos dele. Haha
Pode deixar, amigo cuido sim, não vou deixar ele beber muito não hahaha
Isso aí, fala pra ele que se ele fizer gol e a gente ganha a gente dá uma caixa de Heineken pra ele kkk
Quero ver se vai cumprir mesmo kkk
Vou po, digo mais, ainda patrocinamos o churrasco se for campeao hahaha
Daí morreu o assunto…
Fui ver também a conversa com Aline:
Aí amiga, mas vou te falar… esse Pablo que ta te querendo não é feio não
Não é mesmo não, mas eu sou casada né amg… deixa o João saber dessa conversa nossa hahaha
Não to falando pra vc ficar com ele nem nada kkkk só disse que ele é gostosinho pra idade dele
Você não presto mesmo, né piranha kkkk
Nunca disse que presto kkkk amiga, dá uma confiançazinha pra ele, só pra ele massagear seu ego… o João não precisa saber obv, mas só pra ouvir o Pablo te elongate mais, ser desejar a por mais de um, as vezes da até uma apimentada no seu casamento rs
Vc é doida kkkkkk
Faz por favor e me conta com detalhes ta bom? Hahaha
Não sei não…
Então pararam de falar, depois fomos pra casa e rolou aquele sexo com um tesão diferente… ela estava excitada por conta do vinho, eu por conta do que li, ainda não aceitava isso mas era a verdade.
No sábado nada demais aconteceu e no domingo aquele app bombou, mensagens da Aline pedindo pra ela ir mais gostosa que o normal, o Pablo perguntando se ela iria pro jogo.
E logo de manhã ela já estava se Armando pra ir pro jogo, experimentando algumas troupes e vendo em qual ela ficava mais gostosa, sempre que experimentava uma pedia pra Aline avaliar. Eu fingia não reparar nessa troca de roupas. Acabou que ela foi com a camisa do time amarrada na altura da barriga, um jeans curto e uma sandália de plataforma que a deixava um pouco mais alta, enfim muito gostosa.
Quando estava pronto chamei ela e fomos pro campo, a torcida já estava concentrada e Aline ainda não tinha chegado. De início ela ficou sozinha e começou a beber cedo, depois chegou o pessoal do Pablo, mas sem ele.
Fiquei observando enquanto o treinador fazia a preleção na beira do campo. Eles conversavam, impossível eu saber o que conversavam, mas ela parecia confortável ali. Um minuto antes de o juíz apitar Aline chegou e cumprimentou cada um, mas nada do Pablo chegar, já tava ate achando estranho.
Enfim, a bola rolou e em menos de 3 minutos houve um pênalti pra gente, confesso que foi meio roubado, mas isso não vem ao caso. O fato é que, o pênalti incendiou a torcida, foi aquela festa como no último jogo. A diferença é que a Aline estava lá, e ela provoca, deu pra ver que quando ela sentiu que alguém tava sarrando ela, que por sua vez provocava eles.
Os outros não querendo ficar de fora, mas vendo que na Aline já tinha gente demais, começaram a pular atrás da Julia. Ela não provocava pulando pra trás ou quase rebolando como sua amiga, mas também não os impedia de fazer o que queriam.
Nosso atacante foi pra bola, bateu no canto direito a meia altura. O goleiro não teve dificuldades e mandou pra escanteio, e só então parou aquela safadeza na torcida, mas ainda assim o moleque que estava atrás de Júlia não saiu e ela também não e ficaram vendo o jogo ali, o piru dele praticamente na bunda dela.
O primeiro tempo todo foi desse jeito, nos lances de perigo a nosso favor percebia ele pressionando ela pra frente, ela podia sentir mais o pau dele só se afastou quando acabou o primeiro tempo e ela motor que eu olhei na sua direção. Quando deu o intervalo pedi substituição, falei que não estava bem e não queria prejudicar o time.
Fazendo uma reflexão, depois do que ela aceitou o que a Aline falou, tava na cara que ela ia ceder. Eu ia ser traído uma hora ou outra. Fiquei no banco pensando nisso. Quando começou a segunda etapa eu me olhava pro jogo, mas não deixa a escancarado que tava vigiando ela.
O mesmo moleque, branco, alto, de cabelo pintado do primeiro tempo voltou pra trás dela e ela chegou a cair um pouco pra frente até ele segurar ela e falou algo, talvez desculpa ou algo assim… mas continuou ali atrás e a torcida se animou conforme o time melhorava, cada vez ele pressionava mais ela pra frente. Colocou uma mão no ombro dela, ficou um minuto assim, depois colocou a outra mão na cintura dela e ela deixando por uns 2 minutos quando ele começou a alisar sua cintura colocando um dos dedos já por dentro da barra do short dela e só quando a mão dele tava tentando ir mais fundo que ela se tocou em tirar. Ela tirou as mãos dele, mas não conseguiu se afastar pois estava muito apertado onde eles estavam, então ele continuou ali sarrando ela.
Depois disso, passou cerca de 10 minutos com aquilo acontecendo ali e o jogo acabou, a decisão estava no jogo da volta. E só quando a partida terminou que eu percebi que estava de pau duro, que ver minha mulher ser assediada ali me deixou excitado.
Quando chegamos em casa fui direto tomar um banho e ela veio pra cima de mim me dar, comi mas gozei muito rápido, nunca tinha gozado tão rápido na minha vida, imagino que tenha sido porque fiquei pensando no cara sarrando ela.
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Comentários (1)
Gabyzinha: doida pra encontrar uma pessoa assim!! T Gabyrskk
Responder↴ • uid:3nwp9ttw20j