Um amigo diferente
O retorno para capital foi a chance para realizar a minha tara.
O retorno para São Paulo foi marcado pelos reencontros e contatos no bairro novo. A selva de pedra é sempre foi meu lugar e no interior eu estava deslocado e já sentindo os efeitos psicológicos deste isolamento mesmo que o vizinho do sítio ao lado desse uns tratos no meu rabinho branco. Ao voltar, a primeira pessoa que procurei entrar em contato foi o Siqueira, um ex-amigo do meu pai que sabia da história do falecimento da minha mãe, o meu pai tempos depois morando com outra e eu empurrado para as tias pois a mulher dele não queria minha presença lá. Morando com minha tia no centro paulistano dentro de um apê, jamais eu ficaria isolado e fui atrás do Siqueira, um quarentão de caralho preto, magro e baixo, divorciado e nordestino. Ele havia dado sinais que era chegado na coisa e todo o ocorrido na minha vida acabou impedindo que as coisas viessem acontecer. Agora, a situação era outra e eu tinha até uma liberdade para sair aos finais de semana como Sábado a tarde e os Domingos. Aos dezesseis anos eu estava consciente que sexo era bom, sentia leve após o ato, branquinho e magrelo, tendo bunda para chamar alguns olhos, o Siqueira logo entrou em contato comigo na primeira oportunidade após deixar um cartão para sua filha pedindo para ligar.
Marquei no Sábado a tarde e o Siqueira passou no metrô e fomos para sua casa. Ele é um tarado e percebi logo ao passar a mão na minha perna dentro do carro! Perguntei se não daria problema em sua casa, disse que a filha só voltaria no dia seguinte a noite, foi viajar com amigas e estávamos livres para brincarmos um pouco. Por lá, tudo sem pressa, um banho!
Um caralho curvado e cabeçudo foi apresentado e dei uma alisada durante o banho, ri e elogiei a pica que realmente poderia fazer estragos, grossinha! O tesão já havia subido, rosto corado, corpo quente, cu piscando sem qualquer vergonha, eu precisava levar pica pois estava indo para um mês sem sexo. No sofá e pelados, eu bati uma para ele, olhamos e caí de boca com a bunda para cima e fiquei brincando com o pau, mandando salive, espalhando, recebi passada de mão na bunda e aquele pau delicioso foi atiçando minha tara, abri bem a boca para engolir e passei a levar dedadas no cu! Isto excitou depressa e fiquei entregue pagando uma boquete mais rápida e cheia de tara! Cuspi, percorri com a língua o seu carnudo pau e mamei as bolas! Siqueira ficou em pé e eu ajoelhado para ganhar vai e vem na boquinha safada que eu tenho com as mãos na minha cabeça! Babei bastante e toquei mais punheta, alisei e sorri sem qualquer pressa! Sentou no sofá e pedi para levar chupada no cu!
Abri a bunda com as mãos e as passadas de língua na minha bunda provocaram o fechamento dos meus olhos, gemidos, caretas, mordida nos lábios! É um tesão isto e cuspiu, espalhou bolinando meu rabo, a excitação é forte e mais dedadas para avisar que o cu seria aberto em breve! Siqueira abriu a minha bunda e respirando no cu trouxe um prazer extra com arrepios, eu comecei a pedir este tipo de sexo para chegar pedindo pica e foi o quê aconteceu! Ainda ganhei umas mordiscadas de leve no rabinho como se a sua boca comece meu cu branco enquanto ele mandava alisadas no caralho! Foram minutos tensos e gostosos com sua língua áspera e safada contribuindo para meu prazer! Siqueira sabia que precisava se moldar ao filé que iria comer e fez bem feito aquilo que pedi! Fiquei de quatro no sofá.
Joguei um pote de gel em suas mãos e ele espalhou. Sentindo sua mão passar em minha bunda e tocar no cu, arrepiei novamente. Sua pica preta foi lambuzada e meu rabo piscava mesmo sem penetração! Excitado, aguardei o momento! Abriu a bunda e segurando o caralho preto, só direcionou e aquilo sumiu dentro de mim! Menos de dez segundos, ele estava enterrado no meu cu e sem mexer para eu sentir como era e abri a boca! Gemi baixo e ele iniciou o vai e vem sem colocar camisinha e pele na pele do jeito que eu gosto! A sensação de ser rasgado por dentro foi uma necessidade do caralho preto que foi fazendo vaie vem, dando enterrada e voltando a foder para tirar, alisar, bater na entrada do cu e voltar a meter! Amo ser comido e nem mesmo o sofrimento inicial é capaz de fazer para, ao contrário, ele botou velocidade e fiz uma careta com a cabeça dando forte no fundo e fui ficando muito excitado e cheio de tesão até morder o lábio sentindo que estava entregue! Fechei os olhos e curti o gostoso vai e vem, o cu vai ficando quente na entrada, as cabeçadas no fundo mais constantes, é uma delícia e ao mesmo tempo uma sensação de liberdade diferente!
Suas investidas ficaram mais rápidas, gemi e fiz caretas mordendo os lábios em seguida e aguentei! Tirou e bateu no cu arrombado e piscando para abrir com as mãos! Voltou a penetrar colocando velocidade! Meu rabo branco acostumou ao seu jeito e não havia mais volta: eu estava dando para o Siqueira e a pimenta extra era lembrar que ele é amigo do meu pai, eu novinho e ele experiente. Mandou boas bombadas ao colocar o pé esquerdo no sofá e sofri um pouco! Cria-se uma tensão e quem pode mais, geme menos, eu aguentei gaguejando para ele tirar e alisar o gostoso caralho preto que também não tinha a menor dó! Quem está na chuva é para se molhar e já sabia destas tensões dentro do meu rabinho fácil e tarado! Esta tática foi usada para colocar mais excitação no meu rabo, o pau preto parecia faminto e pedindo para meu cu dar espaço para foder e ele mergulhava lá dentro e sentava sua cabeça para voltar e sentar de novo, gemendo com caretas, aguentei pois é sexo e sexo é bom demais! Tirou e trocamos a posição.
Pediu de lado e fornecei. Abri um lado da bunda recebendo o encaixe para iniciar um vai e vem rápido tirando caretas e gaguejadas da minha boca aberta! Toda a tara do Siqueira estava sendo descarregada pela pica preta dele e eu deixei o vai e vem acontecer, colaborei pois tão safado quanto ele sou eu! Recebi carinho e também muita surra no cu na dose certa! Eu já transpirava muito e as primeiras gotas de suor apareceram. Corpo já suando, o sexo estava ficando mais quente, o pau preto não dava tréguas e saía pouco voltando a foder, eu fui entregando toda a minha tara via meu cu e percebi que esta posição é gostosa e tensa também quando se aplica uma surra no rabinho audaz! Fui mostrando resiliência enquanto a pica atuava e percebi que era uma luta quente entre nós, um rabinho branco que engolia pau e um caralho preto que foi acalmando meu corpo e fiquei fácil, bem fácil e as enterradas eram comuns! Safado, o Siqueira colocou velocidade surrando minha bunda, gaguejei com caretas e levei uma fincada para ele começar a parar, gemer e soltar o leite no meu rabo! Trocando olhares, senti o esperma ganhar meu cu e foi tirando devagar para que o rabo soltasse um gotão e ficasse depositado. Escorreu ao saco e ganhei um papel para limpar e estava feita a coisa! Siqueira ainda deu mais uma penetrada e gemi com caretas, tirou e ajudou o esperma a melar tudo. Delícia demais! Fiquei em pé e entrei depois no meio das suas pernas para pagar um boquete limpeza, jurando fidelidade ao caralho preto!
Sorrindo e arrombado, cu latejando e doendo bem, aberto, fomos ao banho e lavei bem deixando a água geladinha escorrer para dar uma aliviada. Lavei a pica preta com alisadas, ele riu e gostou, deixando fazer! Banho tomado, bebemos uma água e fui entregue ao metrô após um bom papo. Ficamos de ligar um ao outro e ao chegar em casa, titia via televisão, perguntou se estava tudo bem e disse que sim. Bem cansado, comi alguma coisa para despedir dela e deitar. Dia seguinte, havia colégio e também preparei um currículo para deixar em algumas empresas. Quem sabe não pintava um serviço para tirar o meu? O bom que eu voltara à ativa e meu macho não perdoou. Amei!
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Comentários (1)
Gabyzinha: doida pra encontrar uma pessoa assim!! T Gabyrskk
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