#Incesto #Teen

Comi minha filha drogada

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Contador Incestuoso

Seu corpo de morena jovem chamava atenção pelas ruas: bunda avantajada que balançava no short apertado, seios pequenos como dois limões firmes

Eu tinha 50 anos, calvo, com uma barriga que denunciava anos de happy hours na praia e sedentarismo. Fora de forma, como dizem os alunos, mas ainda era o professor de História mais conhecido do ensino médio no litoral de Santa Catarina. Todos em Florianópolis me reconheciam – "Ei, professor Zé!", gritavam na Beira-Mar Norte ou no Mercado Público. Lecionava há 25 anos no Colégio Municipal, onde as turmas lotadas me davam orgulho. Minha filha, Ana, era tudo pra mim desde o dia que nasceu. Aos 5 anos, ela era meiga, carinhosa, sempre correndo pros meus braços com aqueles cabelos lisos negros e brilhantes balançando como uma cortina de ébano sob o sol escaldante da ilha. "Papai, te amo!", dizia com aquela boquinha carnuda se abrindo num sorriso que iluminava nossa casa simples em Ingleses.Eu e a mãe dela tínhamos nos separado, mas Ana era meu porto seguro, mesmo com as aulas me consumindo. Com o tempo, as coisas mudaram. Na adolescência, ela se afastou. Aos 15, os cabelos ainda negros e brilhantes, mas agora desgrenhados pelo vento salgado, os olhos vazios como o mar em dia nublado. Descobri as primeiras maconhas escondidas no quarto dela, misturadas com conchas que ela colecionava na praia. Seu corpo de morena jovem chamava atenção pelas ruas: bunda avantajada que balançava no short apertado, seios pequenos como dois limões firmes sob as camisetas folgadas. Ela ria menos, saía mais pras festas na Lagoa, voltava com cheiro de fumaça e sal. "Deixa eu viver, pai", resmungava. Eu tentava conversar depois das aulas, mas ela se trancava no quarto, enquanto vizinhos cochichichavam "A filha do professor Zé tá no caminho errado".A primeira internação veio aos 16, numa clínica de reabilitação em São José. Eu dirigi até lá com o coração apertado, pagando com o que sobrou do salário de professor, enquanto colegas me olhavam com pena no recreio. Ela saiu "limpa", jurando mudança. Por uns meses, voltou a ser a menina carinhosa – abraços tímidos na porta da escola, "obrigada, pai". Mas a maconha chamou de novo, como as ondas que voltam à praia. Aos 17, ela já pedia dinheiro "pra sair com as amigas" nas baladas do centro. Eu negava, e as brigas explodiam em nossa casa com vista pro mar.Uma noite chuvosa de verão, com o som das ondas batendo na praia de Ingleses, ela bateu na porta do meu quarto. Vestia só uma regata fina e calcinha, o corpo moreno reluzindo sob a luz fraca do abajur. Aquela bunda avantajada marcada no tecido, seios pequenos apontando como limões maduros, boca carnuda entreaberta. "Pai, me dá 200 reais? Prometo que é a última vez." Eu disse não, exausto após corrigir provas. Ela se aproximou, sentando na beira da cama, mão no meu joelho. "Eu te dou o que você quiser em troca. Meu corpo... pra você usar como homem."Meu estômago revirou. A menina meiga de cabelos negros brilhantes agora era isso? Uma sombra drogada oferecendo sexo por grana, na cidade onde todos me conheciam como o "professor certinho"? "Ana, pelo amor de Deus, não", eu disse, voz tremendo como nas aulas sobre a Ditadura. Ela insistiu, roçando a coxa na minha, olhos vidrados pelo beck. "Você é homem, pai. Eu sei que tá sozinho desde a mamãe. 200 reais e eu fico de quatro pra você." O tesão traiçoeiro subiu, misturado com nojo de mim mesmo e medo do escândalo. Mas eu empurrei a mão dela. "Sai daqui, sua louca. Isso não é você. Amanhã a gente conversa na clínica."Ela saiu xingando, batendo a porta. Naquela noite, chorei como homem feito, pensando nos olhares dos alunos. Dias depois, a segunda internação – overdose dessa vez, achada na praia por surfistas. Levaram ela de ambulância, corpo moreno inerte na maca. Eu fiquei no hospital, olhando pro teto, enquanto a notícia corria pela escola: "O professor Zé internou a filha de novo". Hoje, ela tá na clínica, lutando. Eu visito toda semana, segurando sua mão magra, ignorando os cochichos na rua.Meses se passaram desde a última internação. Ana saiu da clínica "limpa" pela terceira vez, jurando pelos santos e pelo mar que era pra valer. Voltou pra casa em Ingleses com os cabelos negros cortados curtos, tentando um recomeço – ajudava na cozinha, ria das minhas piadas ruins sobre a Proclamação da República. Eu acreditava, ou queria acreditar. As visitas na escola diminuíram os cochichos; até os alunos me olhavam com um pingo de respeito de novo. Mas o vício é como a ressaca: volta mais forte.Há pouco, a recaída. Dias sem aparecer, celular morto, eu rodando as praias de carro, imaginando o pior. Até que numa noite chuvosa de verão, o som das ondas misturado ao tamborilar no telhado, a porta rangeu. Lá estava ela: cabelo desgrenhado encharcado, fala travada , vestida com uma bermuda masculina de surfista folgada e uma blusa estampada de regata velha, colada no corpo moreno pela água. "Pai...", murmurou, olhos vermelhos, tremendo no canto da sala."Preciso de dinheiro", disse, voz rouca. Eu suspirei, exausto depois de um dia de aulas. "Ana, não. De novo não." Ela desabou chorando, joelhos no chão da sala. "Não quero mais ficar na rua, pai. Me ajuda..." Levantei pra abraçá-la, mas ela me empurrou, olhos faiscando. "Pai, se você me der dinheiro, eu te deixo me comer. Qualquer coisa.""Não, filha, pelo amor de Deus", repeti, coração acelerado. Mas ela se aproximou rastejando, mãos no meu cinto, ajoelhando na minha frente como uma oferenda profana. Baixou minha bermuda com dedos ágeis, experientes demais pra uma garota de 17. Minha mente gritava "para", mas o corpo traiu – anos sozinho, sem toque de mulher desde a separação, a solidão de professor viúvo de família. Ela pegou meu pau já duro, boca carnuda envolvendo devagar, chupando com gosto, língua rodando como se fosse a coisa mais natural do mundo.Tentei resistir, mãos nos ombros dela pra afastar, mas ela gemeu em volta, olhos vidrados me olhando de baixo. "Pai, deixa eu te mostrar o que sei fazer...", sussurrou, sugando mais fundo, saliva escorrendo. A chuva batia forte lá fora, abafando meus gemidos involuntários. Ali na sala, com a filha drogada me chupando como uma puta de balada, alguma coisa quebrou dentro de mim. Empurrei a cabeça dela pro ritmo, segurei aqueles cabelos negros molhados, fodendo a boca dela com raiva e tesão misturados.Não parou aí. Quando gozei, jatos quentes na garganta dela, ela engoliu tudo, lambendo os lábios com um sorriso torto. "Viu, pai? Agora me fode de verdade. Me dá o dinheiro depois." Levantei-a pelo braço, corpo leve e molhado colando na minha barriga frouxa. Joguei ela no sofá gasto, rasgando a blusa estampada – seios pequenos como limões firmes, mamilos duros pela chuva e excitação. Baixei a bermuda surfista dela, expondo a bunda avantajada, depilada e marcada por noites na rua. Ela abriu as pernas, buceta morena já molhada, cheirando a sal e pecado.Entre sem camisinha, pau ainda duro do oral, empurrando fundo nela com um grunhido animal. "Porra, Ana...", gemi, sentindo as paredes quentes apertarem. Ela arqueou as costas, unhas cravando nas minhas costas peludas. "Isso, pai, me fode forte! Me usa como homem!" Meti com força, barriga batendo na dela, o sofá rangendo sob nós. Virei ela de quatro, bunda empinada como nas praias de Florianópolis, e entre de novo, socando enquanto a chuva trovejava. Ela gritava "mais, pai!", gozando tremendo, corpo convulsionando. Eu segurava aqueles quadris largos, imaginando os vizinhos ouvindo, o escândalo se eu fosse pego , o professor Zé fudendo a filha viciada.Gozei dentro dela, enchendo até transbordar, caindo exausto por cima. Ficamos ali, ofegantes, chuva diminuindo. "Agora o dinheiro, pai?", ela pediu, voz sonolenta. Ela pegou o dinheiro e voltou para rua atrás de mais droga. Agora ela estava no craque. Toda vez que ela voltava eu fodia ela e dava mais dinheiro.

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Comentários (3)

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  • Elivelton: Esse conto da o maior tesão

    Responder↴ • uid:bemlx7vk0a
  • Futch: Caralho que delícia de conto , já ouvi muito sobre isso rs , deve acontecer por ai , T futchamp122 , papais etc

    Responder↴ • uid:1dq8zyoeuc82
  • Gabyzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:7btejnns42