Comi minha filha drogada, quarta parte, final
Era um domingo escaldante na Joaquina, dunas douradas fervendo sob o sol de Florianópolis. Eu, 52 anos, calvo e barrigudo...
Era um domingo escaldante na Joaquina, dunas douradas fervendo sob o sol de Florianópolis. Eu, 52 anos, calvo e barrigudo, untava protetor na barriga enquanto Ana, minha filha de 19 anos e 1,60m, exibia o corpo moreno cor de cobre no biquíni laranja enfiado na bunda volumosa. A rachinha da buceta ficava bem marcada no tecido fino, contrastando com a pele bronzeada – ela estava uma delícia.Ana avistou eles: uma loira alta, 1,80m, queimada de sol com sardas, olhos verdes e muitas tatuagens, biquíni fio-dental preto. Na panturrilha, tatuagem de hotwife: rainha de espadas com . Ao lado, Nico, argentino forte de 37 anos, cabelo comprido loiro em coque, corpo tatuado de ondas, pau marcado na sunga."Ei, gata! Essa tatuagem é hotwife, né? Topa troca com meu maridão?", gritou Ana em portunhol enrolado, bunda balançando na areia. Camila, 29 anos, riu: "¡Sí, che! Él es un poco viejo. Ustedes son una pareja?" Ana respondeu a loira Argentina, "sim nosotros somos casados. Tenemos una hija Nico deu um tapa na bunda queimada da esposa. Indicando estar interessado na minha filha. Eles vieram e sentaram do nosso lado na areia. Conversamos num portunhol enrolado: "De onde vocês, che? Faz tempo na Joaquina?", perguntei. "De Buenos Aires! Estamos de vacaciones", respondeu Nico. Até que a esposa argentina falou: "Ustedes quieren conocer nuestra posada?"Ana piscou para a loira: "Dale, vamos! Nico, entusiasmado: "¡Vamos, che! Pousada queda cerquita!"Argentinos de Buenos Aires em férias, nos levaram pela trilha de dunas. Na pousada simples, quarto com cama king e ventilador zumbindo, trancamos a porta. Camila acendeu beck: "Fumen, pra relaxar, che!" Passamos roda em portunhol: "Que beck gostoso!", disse Ana. Roupas voaram, Ana nua primeiro, corpo cor de cobre na cama, bunda volumosa empinada: "Vem, Nico, experimenta minha bucetinha brasileira." Nico, pau branco grosso com cabeça rosa latejante, rolou camisinha e mergulhou vorazmente na buceta lisa e morena dela – fundo num golpe, esticando a rachinha. "¡Qué apretadita, carajo!", grunhiu ele em portunhol, bombando forte. Ana gemia universal: "Caralho, que pauzão! Fode minha xoxota!"Eu rolei camisinha e peguei Camila de joelhos: "Agora chupa, sua puta na portenha." Boca sardenta engoliu meu pau veiudo, garganta profunda, tatuagens dançando. Linguagem do sexo universal – ela mamava voraz.Troca rolou: eu deitei Camila, pernas longas abertas, meti com camisinha na buceta tatuada, barriga batendo nas coxas queimadas: "Toma pau brasileiro!" Ela: "¡Follame fuerte!". Nico fodia Ana quase com violência, cabelo loiro voando: "¡Me encanta tu culona!"Final insano: dupla penetração em Ana. Ela de quatro, Nico na buceta com camisinha, pau branco/cabeça rosa mergulhando voraz na moreninha lisa. Eu tirei a camisinha e penetrei anal no pelo – cu apertado sem lubrificante extra, só cuspe, esticando as entranhas dela. "Ai, caralho, duas rolas dentro de mim!", gritou Ana. Bombávamos sincronizados, meu quadril batia com força na bunda de Ana, gemidos ecoando. Camila limpava: quando Nico saía da buceta, ela chupava o pau dele voraz, garganta doendo de engolir camisinha melada; quando eu tirava do cu, mamava meu pau cru, sugando fundo que chegava a doer, olhos verdes lacrimejando.Gozo veio: Nico jorrou na camisinha dentro de Ana; eu gozei cru no cu dela, enchendo as entranhas quentes. Ana convulsionou em orgasmo, rachinha piscando. Fumamos pós-foda embolados. "Melhor cambio, che!", riu Nico. "Dale, repetimos!", disse Ana. Assim começou nossa vida no swing. Fizemos trocas com outros casais naquele verão na Joaquina e praias vizinhas, hospedamos alguns casais na minha casa, um casal paulista de interior, ele magrelo com pau curvo, ela tetuda e submissa; gringos europeus tatuados no Campeche; fizemos até uma orgia em nossa casa com mais três casais. Onde fizemos uma chuva de porra nas quatros mulheres. Camisinhas sempre (menos meus finais sem caminha em Ana), eu adorava sentir meu sêmen jorrando dentro dela. Mesmo dividindo minha filha com outros caras, esse era o meu jeito de mostrar que ela era a minha posse. Beck rolando, bundas e paus trocando donos sob o sol escaldante. Ana brilhava como hotwife mirim, bunda volumosa sempre disputada: "Meu maridão aprova, fode aí!"Passados alguns meses, o furor swinger acalmou. Eu e Ana estávamos vivendo como um "casal normal" na casa de Ingleses – ela cozinhando arroz com feijão, eu corrigindo provas no sofá, bebê de 2 anos no berço. Se chapar se tornou raro. Nosso sexo porém era quase diário, mas sem plateia.Numa tarde tranquila, nossa filhinha brincava no tapete da sala com bloquinhos coloridos, rindo banguela. Ana, linda e sorridente aos 21, veio até mim no sofá, sentou no colo, me beijou com doçura na boca carnuda – beijo de amantes, língua suave e morna. "Pai... tua filha tá grávida do nosso segundo bebê", sussurrou, mão na barriguinha ainda lisa, olhos castanhos brilhando felizes. Nós beijamos de felicidade, abraçados, enquanto a menininha batia palmas no tapete nos chamando: "Papai, mamãe!" Minha filha então falou: Eu te amo, pai. Você, salvou a minha vida. Quem diria, o incesto salvou a Ana de se perder na vida. O mar ao fundo aplaudia nosso segredo doméstico – incesto puro, com amor, só nós três (quatro em breve).
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Comentários (1)
Gayzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk
Responder↴ • uid:3nwp9ttw20j