Transformada em puta pelo meu próprio primo. Parte 3.
A continuação de como meu primo me usou até me transformar no seu brinquedinho à força. Capítulo: como meu primo iniciou meu cuzinho.
Eu estava nervosa, ansiosa. Minha vó tinha ido dormir fazia 10 minutos, meu primo ainda não tinha entrado no meu quarto. Eu estava deitada, me tremendo, nunca tinha me sentido tão aflita na minha vida inteira. Passou mais 20 minutos, meu primo finalmente entrou no meu quarto. Assim que ele entrou, eu me levantei na hora. A luz estava acesa, eu achei que ele ia entrar pelado, mas estava com um short de time de futebol e sem camisa. Assim que ele entrou, já foi me dando ordens:
— Anda. Vamos começar.
— Primeiro, eu vou gravar você tirando toda a sua roupa. Quero que seja sexy, como se estivesse seduzindo um homem com seu corpo magro. - Ordenou.
Ele posicionou uma cadeira e se sentou, e começou a gravar. Conforme eu tirava a roupa, ele me acompanhava com a câmera. Quando eu fiquei toda pelada, ele fez um gesto com as mãos para eu me virar e me empinar, e eu obedeci. Esse foi o primeiro vídeo. Logo em seguida, ele mandou eu começar a me tocar, tocar no meu corpo enquanto falava que era a putinha dele, a putinha do Gab, e que eu o amava. Depois, ele me mandou dizer que eu quem seduzi ele, eu quem tinha oferecido meu corpo e me entregado à ele. Fomos gravando e conforme gravava, ia ficando mais íntimo, depois de pouco tempo, lá estava eu me masturbando para a câmera enquanto gemia Gab. Ele gravou uns 15 vídeos com diferentes ordens depois disso, todos de pelo menos 30 segundos de duração. O último vídeo era eu gozando falando "Te amo Gab", e "pedindo desculpas" para minha mãe e meu pai, porque eu tinha me tornado a puta dele e amava o pau dele. A imaginação do meu primo para vídeos era bem assustadora, sinceramente, se qualquer pessoa recebesse o vídeo ia achar com certeza que eu era uma completa puta sedenta por pau. Assim que terminou, ele mostrou rapidamente todos os vídeos e disse:
— Acho que você não vai gostar de me desobedecer. No primeiro vacilo, já era. Eu não dou segundas chances, tô falando sério.
— Agora, vamos no banheiro. Você vai usar a ducha higiênica. Hoje eu vou comer seu cu. - Ordenou.
Na hora eu fiquei assustada, mas me acalmei rapidamente. Eu pensava que ele ia ser bonzinho comigo, ia me fazer enlouquecer de prazer como sempre fez. Fomos nós dois pelados andando pela casa da minha vó até o banheiro. Ele me ensinou como fazia, me guiou, me ajudou até eu ficar limpa. A sensação de me higienizar lá atrás era estranha, eu nunca tinha experimentado antes. Voltamos para o quarto, ele me colocou sentada na cama e sentou do meu lado, e depois começou a conversar comigo.
— Eu vou usar seu cuzinho agora. Você já sabe disso, não preciso repetir. Vou te dar duas opções: você pode tomar um remedinho e eu vou te usar dormindo ou você vai querer sentir tudinho.
Sem pensar, eu respondi:
— Eu vou querer sentir.
— Você tem certeza? Não pensa que eu vou pegar leve. Vai doer, você vai chorar bastante, mas de uma forma ou outra, eu vou abrir seu cuzinho para eu usar mais vezes depois.
— Não pensa que eu vou deixar você arregar, se eu começar, vou até o final, você querendo ou não. Caso concorde, vou deixar você em uma posição fixa, de bruços, vou amarrar duas duas mãos e tampar sua boca com uma fita. Concorda? - Continuou.
Eu pensei bem, não achava que ia doer tanto assim igual ele tava falando, eu fui inocente, aceitei as condições. Ele então levantou e saiu da casa da minha vó, pegou uma corda e colocou um pano na minha boca. Eu estava amarrada de bruços, minha boca estava tampada. Foi quando ele avisou que iria começar. Os primeiros dez minutos foi de preparação, ele começou me alargando com os dedos abrindo um espaço mínimo para poder entrar. Ia ser no pelo, ele passou azeite de oliva nos dedos, era o único lubrificante que tinha. Os dedos dele eram grossos, mesmo com lubrificante já me causavam desconforto. Eu não estava aguentando nem dois dedos direito, mas não conseguia me comunicar com ele, estava amarrada e amordaçada. Depois de me abrir bastante com os dedos, começou a me estimular pela minha buceta, com o intuito de me deixar relaxada. Foi funcionando, eu tava ficando com tesão, meu cuzinho pequeno estava abrindo aos poucos. Eu mordia o pano com força, quanto mais ele enfiava o dedo, mais desconforto eu sentia. De repente, ele me fala que tava terminando, já tinha passado o azeite dentro de mim e no pau dele inteiro. De repente, ele se aproximou dos meus ouvidos e disse "Vai doer. Se prepara". Quando ele disse isso, posicionou o pau na entrada do meu cu e foi fazendo força. Conforme ia entrando, a dor ia aumentando sem parar. Como sou baixinha e magrela, digamos que proporcionalmente um pau de 15cm para mim seria igual a um de 20cm para uma mulher normal. Se levar em consideração que o pau do Gabriel tem 20cm, seria o mesmo que estar enfiando 30cm em uma mulher normal. Aquilo era muito grande para mim, ele fez força e entrou só a cabeça, e já foi o suficiente pra me fazer soltar gritos de dor abafados pelo pano. De repente, ele começou a usar toda a força que tinha. Agarrou minha cintura e foi forçando. Eu comecei a me debater desesperada, dava gritos com toda a minha força, mas por conta da nossa posição, ele conseguia me conter facilmente. Eu tinha entendido o porque ele me amarrou, era para eu não ter chances de desistir. Ele passou um minuto inteiro fazendo força e depois parou. "Entrou metade" disse ele. Depois que disse isso, começou a se movimentar. Ele fazia de forma suave, mas como meu cu era pequeno e apertado, ele tinha que fazer mais força do que deveria para conseguir me fuder. Ele percebeu a dificuldade, e quando soube que ia ter que fazer do jeito difícil, querendo ou não querendo, se aproximou do meu ouvido e começou a se explicar.
— Seu cuzinho é apertado demais para o meu pau, e agora ele tá sangrando. Eu queria fazer sem você sentir muita dor, mas vai ser impossível. Eu vou ter que fazer do jeito mais difícil, e como você preferiu sentir tudo, eu não vou deixar você dormir ou desmaiar. Se prepara, vai ser a maior dor da sua vida, eu vou te abrir à força e você não tem opção. - E logo depois, me deu um beijo na bochecha.
Eu já estava chorando de dor, já tinha me arrependido da minha escolha. Quando ele disse que ia doer mais ainda, eu tentei virar minha cabeça e implorar para ele não fazer, mas ele acabou com minhas esperanças de vez dizendo:
— Não me adianta olhar com essa carinha e implorar para eu parar. É simples: vai doer e você vai ser arrombada. No futuro, toda essa dor vai compensar, mas para você ser minha escravinha, vai ter que ter o cuzinho destruído.
Ele forçou minha cabeça contra o travesseiro e mandou eu ficar quietinha, e logo começou a se movimentar com intensidade. Assim que ele começou a fazer uma força maior, a dor já tomou conta de mim. A ideia dele era me arrombar por completo, ele tirava o pau inteiro de uma só vez, limpava e passava óleo, e depois enfiava inteiro até o limite de onde chegava. Ele fazia isso com força, tirava inteiro e metia de uma só vez com força. Como ele fazia com força, ia conseguindo chegar mais fundo dentro do meu cu, mas mesmo depois de repetir por dois minutos, um pouco mais da metade entrou. Quando ele percebeu que não ia dar certo, começou a meter com força, me fuder mesmo, como se fosse minha buceta, mas claro, ele tinha muita mais dificuldade e tinha que fazer muito mais força. Durante todo esse tempo, eu estava gritando e chorando de dor. Meu corpo estava sem forças já, o pau dele parecia que ia chegar no meu estômago e nem tinha entrado inteiro. Eu implorava para acabar logo na minha mente, eu não estava aguentando mais ele fudendo meu cu com força. A cada metida parecia que meu corpo ficava mais fraco e eu ia perdendo as forças de vez. Quando ele começou a aumentar a velocidade, eu já estava sem lágrimas de tanto chorar. Ele percebeu que cada vez eu estava ficando mais fraquinha, e foi quando se aproveitou da situação para acabar comigo de vez. Começou a puxar meu cabelo, bater na minha bunda, tudo isso enquanto comia meu cu. Em 10 minutos, ele já tinha me arrombado, o pau dele ainda chegava somente até a metade, mas entrava e saia com facilidade. Eu já tinha desistido, estava toda suada, meu olho estava ardendo de tanto chorar, eu olhava para o travesseiro à minha frente, não conseguia pensar em nada, só sentia ele acabando com meu cu, minha bunda ardendo dos tapas e o pau dele duro como pedra. Eu ouvia ele gemer como se estivesse no paraíso, me chamava de gostosa, putinha, safada e não parava de se deliciar com meu cuzinho. Meu primo demorava para gozar, diferente dos paus grandes que existem por aí, o dele ficava duro durante o sexo inteiro, isso me deixava louca. Ele estava gostando de verdade de me usar, ainda mais daquele jeito. Quando ele chegou perto de gozar, tirou o pau dele de dentro do meu cu e começou a tocar no meu corpo. Como eu estava amarrada, ele preferiu me manter na mesma posição. Lá veio ele com os dedos maravilhosos dele tocando na minha buceta. Como eu estava sentindo bastante dor e minha bunda não parava de arder, demorou bastante para eu começar a sentir prazer, mas quando comecei a sentir prazer, parece que meu corpo ia explodir. A sensação de tesão que fui sentindo aos poucos misturado com a dor do meu cu latejando e da minha bunda ardendo foi me deixando tonta e mexendo com minha cabeça. Quando eu percebi, a dor tinha sumido, eu só sentia meu cu latejando e minha bunda ardendo. Minha buceta começou a implorar por pau, e meu corpo sem força começou a se entregar para ele. Sem querer, empinei minha bunda, e assim que empinei, foi o gatinho para meu primo voltar a comer meu cuzinho. Ele enfiou com tudo de novo, mas dessa vez, fez isso enquanto estimulava meu clitóris, o que me deixou louca. O pau dele entrava e saia do meu cu, eu sentia o formato perfeito me expandindo. A sensação fazia minha cabeça latejar, meu corpo ficou tomado por um calor enorme, um choque foi tomando conta do meu corpo, meus músculos começaram a se contrair e eu comecei a gozar enquanto ele comia meu cu. Ele não parava de me dedar e meter, o que me dava mais prazer ainda. De repente, sinto a sensação dele forçando o pau dentro de mim e senti as bolas dele batendo na minha bunda.
— Entrou inteiro, puta safada. Aguentou meu pau inteiro na sua primeira vez e ainda gozou para mim. Eu vou acabar com você, vadia gostosa. - Disse ele.
Quando ele falou isso, começou a meter mais rápido e me dedar mais rápido também. Do nada, ele tirou o pano que tava na minha boca e voltou a dar tapas na minha bunda.
— Geme para mim puta masoquista. Meu pau tá te destruindo e você tá adorando né? Geme vai. Quero ver você implorando para continuar. Anda, implora. - Dizia ele enquanto me comia.
— C-Continua, não para, p-por favor. - Eu dizia enquanto gemia.
— Anda, fala meu nome. Implora para eu te arrombar.
— V-Vai Gab, me arromba, não para.
Eu não sabia na hora, mas o real motivo para ele escolher me fuder em uma só posição foi porque estava me gravando, e daquele jeito, ficava perfeitamente enquadrado. Eu não fazia ideia que eu estava sendo gravada dando igual puta para ele.
Ele continuou me comendo por mais 5 minutos. Até gozar, ele me fez gozar mais uma vez, uns 30 segundos antes dele. Assim que gozou, deixou o pau enfiado até o talo no meu cuzinho, eu sentia as bolas dele se mexendo e batendo na minha bunda. Quando ele gozou, não sei por que, meu corpo se contraiu e apertou o pau dele com força. Bom, foi nesse momento que ele acabou de me arrombar, já que tirou o pau com violência e eu ouvi um barulho alto como se ele tivesse me rasgado. Eu senti uma dor aguda, mas ignorei. Assim que ele tirou o pau de dentro de mim, ele colocou perto da minha cara. O pau dele estava meia bomba, tinha um pouco de vestígios de sangue, ele pegou um pano, passou e deixou ele limpinho.
— Agora você vai me mamar. Vou soltar você. Seu objetivo vai ser me fazer gozar dentro da sua boca. Se derramar um gole do meu esperma, vou considerar desobediência e seus conhecidos vão saber na hora quem você é de verdade. Entendeu?
— S-Sim Gab. - Respondi.
Ele levantou, pegou o celular, parou de filmar e mostrou para mim a gravação. Dava para ver claramente ele me fudendo.
— Agora eu também tenho isso. Acho que seus parentes vão amar ver você implorando para levar rola no cuzinho. Né?
Eu dei um sorriso nervoso, não sabia o que responder. Pensei um pouco e respondi:
— Anda logo, quero ver se aguento mamar seu pau.
Ele me deu um tapa na cara.
— Putinha safada, mas quem dá as ordens sou eu. Caladinha se não eu te quebro inteirinha.
Ele me soltou, sentou na beirada da cama e mandou eu mamar. A cama era box, meio alta, mesmo sendo baixinha eu tinha que ficar agachada. Ele me mandou fazer isso porque sabia que eu já estava destruída. Eu não conseguia nem descer da cama direito, meu cu estava acabado. Eu me esforcei ao máximo, ia ser difícil mas eu tinha que aguentar. Assim que posicionei e fui colocar o pau dele na minha boca, não aguentei e caí no chão. Ele caiu na gargalhada, disse que tinha feito um bom trabalho e que destruída eu já estava, mandou eu mamar mas na cama. Lá fomos nós, eu tentei colocar o pau dele na minha boca mas era grande demais para mim. Tinha engolido só a cabeça e um pouco do tronco do pau dele e já tinha batido na minha garganta. Quando ele percebeu que não ia dar certo, me deitou de barriga para cima com a cabeça caindo da beirada da cama box. Eu estava de cabeça para baixo, mas logo depois que ele falou o que ia fazer, eu descobri o que ia ter que enfrentar:
— Já que foi seu primeiro sexo anal e aguentou meu pau inteiro, certeza que vai aguentar sua primeira garganta profunda também. Vou fuder sua garganta como se fosse sua buceta, você vai engasgar, vai sufocar e pode até vomitar, vamos ver do que você é capaz.
Ele ficou de pé na minha frente e enfiou o pau na minha boca. No começo foi tranquilo, mas conforme ia entrando na minha garganta, ia ficando difícil de aguentar. Inocentemente eu tentei respirar pelo nariz, mas nenhum ar entrou, me deu vontade de tossir e eu comecei a sufocar. Ele tirou o pau, me deu um tapa na cara e disse "Burra, não respira. Só vai respirar quando eu tirar, imbecil". Eu tossi e retomei o ar. Não estava com vontade de vomitar, então não desisti. Ele foi metendo de novo, talvez por conta da posição em que eu estava, entrou facilmente. Ia entrando, entrando, entrando e não parava. Ele ia abrindo minha garganta sem parar, eu tentei fazer ele parar mas ele tirou minha mão e mandou eu ficar quieta. Já tinha entrado metade, eu conseguia sentir na minha garganta. Ele fazia de forma lenta, já tinha se passado uns 20 segundos, eu já estava sem ar. Quase entrou por completo, mas eu comecei a sufocar de novo e ele tirou.
— Você tá indo bem, tenta segurar mais sua respiração. - Disse ele.
— É difícil demais. É desconfortável, é uma sensação estranha. - Respondi.
— Claro porra, é sua primeira vez. Eu vou meter mais rápido então se segura.
Ele então me deu 5 segundos para respirar e enfiou com tudo. Eu senti uma ânsia enorme, achei que ia vomitar, mas me segurei. 5 segundos se passaram, ele começou a fuder minha garganta.
— Boa garota, eu sabia que você conseguia. Olha isso, você é perfeita, aguentando garganta profunda de primeira sem nem saber fazer. Escravinha gostosa.
Ele metia na minha garganta como se não fosse nada. Eu me esforçava pra aguentar, mas era difícil demais, talvez a coisa mais difícil que já tive que enfrentar. Eu perdia o foco e começava a me sufocar rápido, então ele me dava um tempo e voltava. Passamos uns 20 minutos completos nisso, ele já estava cansado, mas estava adorando. Eu já tinha pegado o jeito, aguentava 30 segundos dele metendo sem pausa. Era realmente muito difícil, mas quando aprendi, até pareceu um pouco gostoso. Quando ele anunciou que estava perto de gozar, me avisou para eu me preparar e disse que só soltaria depois da última gota de esperma. Antes de começar, pegou o celular e começou a gravar. Lá foi ele, metendo sem parar em uma velocidade absurda na minha garganta. Nem 10 segundos se passaram e eu já estava no meu limite, mas continuei. Quando ele começou a gozar, meteu firme e deixou o pau dele pressionado. Eu consegui sentir o esperma grosso saindo do pau dele por um breve momento, e minha visão começou a escurecer. Quando ele tirou o pau eu tava quase desmaiada, dei um suspiro profundo e comecei a tossir sem parar. Passei meio minuto tossindo, e assim que parei, ele colocou o pau meia bomba dele na minha bochecha.
— Dá um sorriso para o vídeo gatinha?
Eu dei um sorriso leve, ele me deu um tapinha leve na cara e terminou de gravar.
Ele me deu um tapinha leve no rosto, se afastou e vestiu a roupa. Ele não falou mais nada desde que encerrou o vídeo, apenas se vestiu, saiu do quarto e fechou a porta. Eu dei um suspiro de alívio, o que tinha acontecido ia ficar para sempre na minha memória. Eu estava destruída, até para me mexer doía, mas estava satisfeita. Eu me deitei na cama e passei 30 minutos olhando para o teto pensando em tudo que tinha acontecido. Não sei como consegui aguentar tudo o que passei sem desmaiar. Quando percebi que não ia conseguir dormir, levantei da cama e tentei vestir minha roupa. Eu estava muito dolorida, só para fazer essas duas ações eu levei mais de 5 minutos. Quando estava completamente vestida, fui limpar meu quarto. Estava tudo sujo, tinha sangue em vários cantos da cama, esperma para todo lado, tinha caído até no chão. Passei uns 30 minutinhos limpando meu quarto, e depois, decidi ir no banheiro. Assim que cheguei lá, fui ver minha situação no espelho. Minha bunda estava toda vermelha marcada, mas o que me impressionou de verdade foi o meu cu. Eu sabia que ele era pequeno, mas quando vi no espelho, ele estava aberto com uns 2 dedos de largura. Fui tomar um banho, pior decisão da minha vida. O sabão caiu na minha bunda e começou a arder muito, meu cu começou a doer também. Minha garganta doía igual, fui tentar falar e não consegui soltar uma palavra, ela doía tanto que chegava a latejar. Depois do meu banho, me enxuguei e deitei na cama. Eu não conseguia nem sentar na cama que meu cu doía. Era melhor eu ter deixado meu corpo quente e ter tomado banho no outro dia, agora que eu estava relaxada, as dores todas se misturaram. Eu não consegui dormir direito, fui dormir lá pelas 4h da manhã, foi uma luta pegar no sono. Quando acordei já eram 10h da manhã, eu saí do meu quarto e minha vó deu um sorriso e me chamou de dorminhoca. Ela já tinha terminado de arrumar a casa toda, provavelmente meu primo ajudou ela. Quando perguntei onde ele estava, ela disse "Ele foi embora, ele precisa trabalhar". Na hora senti um aperto no coração, agora de tristeza, eu pensei que íamos aproveitar a semana toda, mas em menos de uma semana ele já tinha me deixado. Fiquei triste pelo resto do dia, até que mais ou menos 7 da noite, meu primo mandou uma mensagem.
Continua...
Espero que tenham gostado. Se gostaram, deixem um feedback, comente aí em baixo se está bom assim, ou se tem algo que eu posso melhorar na minha escrita ou na estrutura do texto. Em breve trago a continuação de como meu primo me entregou para três amigos me comerem, como ele me obrigou a me exibir e mandar nudes para ele todos os dias, etc. Obrigada por ler. 🙂
Contato:
kyotto1289(arroba)gmail(ponto)com
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Comentários (8)
Tarado: Delícia de conto me deixou de pau duro Mbamm gostaria de saber mais
Responder↴ • uid:1ebnccc22863Lancellotti: Continue fale mais
Responder↴ • uid:gqbjxsg8iGabyzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk
Responder↴ • uid:1eirk824zyb6Safada: Continua, eu tô amando seus contos
Responder↴ • uid:5pbaao7x6idMarcelo: 11,,9 amo mulheres branquinha ou loirinha são deliciosa
Responder↴ • uid:1d4o98eadgn3Marcelo: : 54 48 como é bom uma branquinha e deixa lá vermelhinha T diothap
Responder↴ • uid:1d4o98eadgn3Marcelo: 50 50 como é bom come uma japinha T diothap
Responder↴ • uid:1d4o98eadgn3Carioca Safado: Seus relatos são extremamente deliciosos de ler, fico imaginando toda a situação criando sua imagem na minha mente e com isso leva a leitura a um tesão formidável, quero saber tudo e muitas outras aventuras deliciosas que vc teve.
Responder↴ • uid:1cphi9t9opvn