#Estupro #Incesto #Teen #Virgem

Fodendo Minha Irmã Adolescente Inconsciente

1.3k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Rabo de Seta

Irmã inconsequente deu PT numa festa e me chamaram pra buscá-la...

Eu sempre soube que minha irmã mais nova, a Ana, era uma adolescente inconsequente. Aos 16 anos, ela achava que o mundo era dela para conquistar, saindo com os amigos toda semana, bebendo além da conta e voltando para casa fedendo a cigarro e álcool barato. Eu, como o irmão mais velho de 22 anos, era o responsável pela família quando nossos pais viajam a trabalho, o que acontecia com frequência. Naquela noite de sexta-feira, meu celular tocou por volta das duas da manhã. Era o namoradinho dela, o Pedro, com a voz trêmula: 'Cara, a Ana apagou aqui na festa. Ela bebeu demais. Pode vir buscar ela? Não queremos problemas com a polícia.' Suspirei, vesti uma calça jeans e uma camiseta velha, e dirigi até o endereço que ele mandou – uma casa bagunçada nos subúrbios, cheia de garotos bêbados e música alta ecoando.

Cheguei lá e a encontrei largada no sofá da sala, o vestido curto preto subindo pelas coxas, as pernas expostas e o rosto pálido, com maquiagem borrada. Ela murmurava algo incoerente, mas não acordava de verdade. Pedro me ajudou a carregá-la até o carro, e eu a deitei no banco de trás. O cheiro de vodca e suor dela enchia o ar. Dirigi de volta para casa em silêncio, olhando pelo retrovisor como o corpo dela balançava levemente com os solavancos da estrada. Meu coração batia um pouco mais rápido do que o normal – não por preocupação, mas por algo que eu tentava ignorar.

Em casa, tranquei a porta e a carreguei escada acima até o banheiro do andar de cima. Ela era leve, o corpo mole nos meus braços, e eu sentia o calor da pele dela através do vestido fino. Coloquei-a sentada na borda da banheira e abri a torneira, deixando a água morna encher devagar. 'Preciso te limpar, mana', murmurei para mim mesmo, sabendo que ela não ouviria. Comecei a tirar o vestido dela pela cabeça, puxando os braços inertes para cima. O tecido grudava na pele suada, mas finalmente saiu, revelando a lingerie simples: uma calcinha branca de algodão e um sutiã combinando, ambos baratos e infantis para o corpo que ela estava desenvolvendo.

Meu pau começou a endurecer na calça enquanto eu olhava para ela. Era a primeira vez que via Ana assim, completamente vulnerável e exposta. Desabotoei o sutiã e o joguei de lado. Seus seios pequenos, firmes como pêssegos, saltaram livres – os mamilos rosados e eretos pelo ar fresco do banheiro. Ela era magra, mas com curvas suaves: a cintura fina, as coxas cheias de uma garota que ainda corria no colégio. Tirei a calcinha devagar, deslizando o tecido pelas pernas dela, e ali estava: a bucetinha dela, depilada de forma irregular, como se ela tivesse tentado fazer sozinha, os lábios rosados e fechados, intocados pelo que eu imaginava. O cheiro almiscarado dela misturava-se ao vapor da água, e eu não conseguia desviar os olhos. Meu pau latejava agora, pressionando contra o zíper.

Eu a levantei e a coloquei na banheira, a água cobrindo até os ombros. Peguei o sabonete e comecei a lavar seu corpo, minhas mãos escorregando pela pele molhada. Passei o sabão nos seios dela, apertando levemente os mamilos entre os dedos, sentindo-os endurecerem sob meu toque. Desci pela barriga lisa, pelo umbigo, e então para a virilha. Separei as pernas dela com cuidado, e o sabão deslizou entre os lábios da buceta, limpando o suor e o resíduo da noite. Ela gemeu baixinho no sono, mas não acordou – o álcool a mantinha em um torpor profundo. Meu coração martelava. Eu sabia que era errado, mas o desejo era mais forte. 'Só um pouco', pensei, enquanto minha mão ficava ali, esfregando devagar, sentindo o calor úmido dela se abrindo.

Não resisti mais. Levantei-me, tranquei a porta do banheiro e tirei a roupa rapidamente. Meu pau saltou livre, duro e latejante, a cabeça inchada e pré-gozo brilhando na ponta. Voltei para a banheira e a posicionei de joelhos, a água espirrando ao redor. Segurei os quadris dela, abrindo as nádegas para ver o cuzinho apertado e rosado acima da buceta. Comecei a esfregar meu pau entre as coxas dela, sentindo a maciez da pele molhada. Ela era tão pequena comparada a mim, o corpo adolescente perfeito para o que eu queria fazer. Alinhei a cabeça do pau na entrada da buceta dela e empurrei devagar.

Ela era apertada – virgem, eu apostava –, os lábios se abrindo ao redor da minha grossura, resistindo no início. Empurrei mais forte, sentindo a resistência ceder enquanto eu penetrava, centímetro por centímetro, até que meu pau inteiro estava enterrado nela. O calor apertado me envolveu, e eu gemi alto, segurando os seios dela com uma mão enquanto começava a foder. Movimentos lentos no início, saindo quase todo e voltando fundo, sentindo as paredes da buceta dela se contraírem involuntariamente ao redor de mim. A água chapinhava com cada estocada, e eu acelerava, batendo os quadris contra a bunda dela, o som molhado ecoando no banheiro.

Virei-a de costas, deitando-a na banheira com a cabeça apoiada na borda. As pernas dela caíram abertas, e eu me posicionei entre elas, penetrando de novo. Agora via o rosto dela – inocente, os lábios entreabertos, um fio de baba escorrendo. Fodi mais forte, o pau deslizando fácil agora com o lubrificante natural dela misturado à água. Apertei os mamilos dela, beliscando até ficarem vermelhos, e desci a mão para esfregar o clitóris inchado. Ela se mexeu um pouco, murmurando 'não... dói...', mas os olhos permaneceram fechados. Isso só me excitou mais. 'Você é minha agora', sussurrei, enquanto bombava dentro dela, sentindo o orgasmo se aproximar.

Com um grunhido, e muito auto-controle pra não gozar dentro dela, tirei meu pau de dentro e me masturbei até gozar na água da banheira. Fiquei ali por um momento, ofegante, o pau amolecendo, vendo o sêmen boiar, e os lábios dela, abertos e inchados. Limpei-a o melhor que pude com o chuveirinho, lavando a porra e o sangue leve de virgindade que tingia a água. Vesti-a com uma camisola limpa do quarto dela e a levei para a cama, cobrindo-a como se nada tivesse acontecido.

Na manhã seguinte, Ana acordou com uma ressaca infernal, gemendo na cozinha enquanto eu preparava o café. 'Ai, mano, que noite... Eu apaguei total. Sinto como se tivesse sido atropelada. E tô com uma sensação estranha.. mas sei lá, deixa quieto' Percebi que ela sentiu dor ao sentar, se contorceu na cadeira, fazendo uma careta. Olhei para ela por cima da xícara, fingindo preocupação. 'Você bebeu demais, mana. Melhor tomar cuidado da próxima vez.' Ela assentiu, corando um pouco, e mudou de assunto para o colégio. Nem por um segundo imaginou que tinha sido eu – o irmão protetor que a salvou da festa. E eu? Bem, o segredo me deixava duro só de lembrar, planejando a próxima oportunidade.

aberto para conversar sobre o assunto e troca de experiências, deixem seu T!

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos