#Assédio #Coroa #Estupro #Teen

Abusando de uma buceta desesperada pt 1

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Rabo de Seta

Encontrei uma mãe e suas duas filhas em situação de rua e resolvi ajudar, em troca de favores...

Eu andava pela rua movimentada do centro da cidade, o sol batendo forte no asfalto quente, quando vi elas. Três figuras encostadas numa parede suja, perto de um poste de luz quebrado. A mãe, depois descobri que tinha 35 anos, mas aparentava ser mais velha; magra demais, com o rosto cansado e marcado pela vida dura. O cabelo castanho desgrenhado, preso num rabo de cavalo frouxo, e uma blusa velha que já tinha visto dias melhores. Ao lado dela, duas meninas adolescentes: a mais velha, de uns 18 anos, com traços finos e olhos grandes, chamada Ana, pelo que ouvi depois; e a caçula, Sofia, 16 anos, mais miúda, com sardas no nariz e um ar de quem ainda não entendia direito o tamanho da merda em que estavam. Elas vestiam roupas remendadas, shorts curtos e tops suados, provavelmente tudo que tinham. Mendigavam trocados, com uma plaquinha improvisada: 'Ajuda pra comer, por favor'. A pobreza gritava nelas, o desespero no jeito como a mãe olhava pros transeuntes, implorando com os olhos.

Senti uma pontada de pena misturada com algo mais sombrio, uma oportunidade que surgiu na minha mente. Parei o carro ali perto, um sedã velho mas decente, e baixei o vidro. 'Ei, tudo bem aí?', perguntei, fingindo preocupação. A mãe se aproximou, arrastando as meninas pela mão. 'Senhor, ajuda a gente, tamo sem casa, sem nada. As meninas e eu... a gente precisa de ajuda. Qualquer coisa.' A voz dela era rouca, como se tivesse fumado demais ou gritado a vida toda.

Perguntei se sabiam fazer tarefas de casa, limpar, passar roupa etc; disseram que sim. Ofereci carona, disse que podia dar um teto por uns dias, comida, talvez um trbalho simples na minha casa. Elas trocaram olhares rápidos, a mãe apertando a mão das filhas; percebi a insegurança nos olhares, mas elas não tinham opções melhores. 'Tá bom, senhor. A gente aceita. Qualquer coisa é melhor que isso aqui.' Entraram no carro, o cheiro de suor e rua preenchendo o ar. Dirigi pra minha casa, um lugar isolado o suficiente pra ninguém se meter. No caminho, conversei pouco, só pra ganhar confiança. Maria – era o nome dela – falava baixo, contando que o marido tinha sumido, dívidas, despejo. 'A gente não tem escolha, né? As meninas são tudo que eu tenho.' Ana e Sofia ficavam quietas, olhando pela janela, mas eu via o medo nos olhos delas.

Chegando em casa, mostrei o quarto extra, dei roupas que minha sobrinha deixou lá da última vez que me visitou, e comida. Elas devoraram tudo, famintas. Mas eu não era santo. Depois de uma hora, chamei Maria pra cozinha, enquanto as meninas tomavam banho. 'Olha, Maria, eu ajudo vocês, mas nada vem de graça. Vocês entendem, né? A rua ensina isso.' Ela baixou a cabeça, os ombros caindo. 'Eu sei, senhor. O que o senhor quer? Eu faço. Mas por favor, deixa as meninas fora disso. Elas são novas, inocentes. Eu aguento sozinha por enquanto.' Negociei ali, com voz firme: abrigo, comida, em troca de favores dela. Ela implorou pra não tocar nas filhas ainda, disse que faria o que eu quisesse, mas que precisava de tempo pra proteger elas. Concordei, sentindo o pau endurecer só de imaginar.

Mais tarde, levei ela pro meu quarto, trancando a porta. As meninas estavam no outro lado da casa, tinham dormido assistindo a TV que eu liguei pra elas. Maria tremia um pouco, mas se esforçava pra parecer disposta. 'Vem cá', murmurei, puxando ela pela cintura. Ela não resistiu, deixando que eu a beijasse com força, minha língua invadindo a boca dela, que tinha gosto de cigarro e desespero. Desabotoei a blusa dela devagar, revelando os seios médios, caídos um pouco pela amamentação passada, mas ainda firmes, com mamilos escuros e grandes. Apertei eles com as mãos, sentindo a pele áspera de quem viveu na rua, e ela gemeu baixo, um som misturado de dor e submissão. 'Por favor, senhor, faz direito, mas não machuca as meninas depois', sussurrou ela, com aquela voz de pobre, implorando como quem negocia na feira.

Empurrei ela na cama, tirando o short dela com pressa. A calcinha era velha, de algodão puído, e eu a arranquei de lado, expondo a buceta dela – peluda, com lábios inchados de nervoso, já úmida apesar de tudo. 'Você é uma puta da rua, né? Abre as pernas pra mim', ordenei, e ela obedeceu, separando as coxas magras. Me ajoelhei entre elas, cheirando o aroma que agora estava melhor após ter tomado banho. Enfiei dois dedos direto na fenda, olhando aquele clitóris inchado. Ela arqueou as costas, gemendo 'Ai, moço... devagar', mas as mãos dela apertavam o lençol, traindo o tesão forçado. Dedei mais forte, enfiando dois dedos na entrada apertada, sentindo o calor úmido me engolir. Ela se contorcia, as unhas cravando na minha nuca, murmurando 'Calma, calma, mais devagar'; mas eu ignorava.

Levantei, tirando a calça e liberando meu pau duro, veias pulsando, a cabeça vermelha e latejando. Maria olhou pra ele com olhos arregalados, mas se posicionou de quatro na cama, o cu magro empinado pra mim. 'O senhor promete que as meninas ficam seguras, né?', insistia ela, voz trêmula, como uma mendiga barganhando migalhas. Segurei os quadris dela, ossudos sob a pele, e enfiei o pau na buceta dela de uma vez, sentindo as paredes quentes e molhadas se contraírem ao redor (admito que fiquei com um pouco de medo de meter sem proteção e acabar pegando alguma coisa, mas deu tudo certo no final). Comecei a bombar devagar, depois mais rápido, o som de pele batendo ecoando no quarto. Ela gemia alto agora, 'Cuidado moço, pra não acordar às meninas'. O corpo dela se movendo contra o meu, suor escorrendo pelas costas. Apertei os seios dela por trás, beliscando os mamilos, enquanto metia fundo, a glande batendo no fundo da buceta.

Virei ela de frente, abrindo as pernas dela ao máximo, e continuei socando, vendo o pau entrar e sair, coberto de sucos dela. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, a buceta apertando meu pau como um torno, soltando um gemido delicioso, de quem não recebia um bom pau fazia muito tempo. Não aguentei mais e gozei dentro dela mesmo, jatos quentes enchendo o útero, escorrendo pelas coxas quando saí. Ela ficou ali, ofegante, mandei ela limpar o sêmen e lamber; com a mão trêmula, ela obedeceu, por instinto de quem sabe agradar.

Mandei ela levantar e ir dormir no quarto que separei pra ela. Ela envergonhada disse 'Obrigada, senhor. Amanhã a gente vê o resto... mas as meninas, por favor, espera mais um pouco'. Eu sorri no escuro, pensando nas filhas dela, Ana e Sofia, tão jovens e vulneráveis. Elas não iam escapar pra sempre. Isso era só o começo.

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