Dudinha: o vizinho baiano (part 1)
Olá! Esse conto é pra mim uma forma de colocar no papel alguns fetiches que tenho e que gostaria de expor em conto, sem ideias viajadas demais. Não curto nada desproporcional ou muito forçado; pau de 30 cm, BBC de 2 metros de altura, nada disso. Eu curto homem mais velho, mas do tipo básico mesmo: magro, preto de preferência, sem pose de galã de filme, com aquela postura seca e ranzinza. A grande diferença de idade é o que mais me dá tesão, nunca me atraí por jovens. Então, o conto serve pra quem tem gostos iguais ou semelhantes aos meus.
O plot saiu de um rp que eu fiz por aí, e se você curte rp também, pode me chamar nas minhas redes:
- Twitter/X: @ghizzee
Lembrando que todos os personagens são fictícios, criados por mim. Fiz uma referência visual para o protagonista do conto com base em modelos fácies genéricos modificados com IA. Boa leitura.
Era terça-feira, 18h47, e eu estava no quarto deitado de bruços na cama, rolando no celular depois de um treino pesado de pernas na academia. Meu corpo ainda estava quente, suado nas coxas e na bunda, onde o foco do dia tinha sido squats e leg press. Lembrei da tarefa do professor no curso. Eu fazia tec. Eletromecânica integrada ao Ensino Médio no IFSC Araranguá. O curso é completo: a gente faz as disciplinas normais do ensino médio como português, matemática, história e biologia pela manhã, mas à tarde rolam as aulas técnicas específicas de eletromecânica, tipo instalações elétricas prediais, automação industrial, desenho técnico com AutoCAD e projetos integradores com simulações de circuitos. O dia a dia é corrido, aulas das 7h30 às 17h, com intervalos curtos, laboratórios práticos onde a gente monta quadros elétricos reais ou testa motores, e visitas semanais a fábricas da região, como as de cerâmica ou logística em Criciúma e em outras cidades vizinhas. Tem prova toda semana, e o projeto final do semestre é validar uma instalação completa com normas da ABNT e NR-10. É chatinho, mas eu tiro notas boas sem precisar me matar de estudar.
Abri o chat com um vizinho, senhor Aloysio no WhatsApp e sorri de canto de boca. "Acho que aquele doidão pode me ajudar se pá." Digitei com calma, escolhendo palavras para soar inocente, mas sabendo que ia forçá-lo a me receber sozinho.
Eu: Oiee, vizinho, o professor passou conteúdo de instalações prediais, mandou a gente consultar um engenheiro civil de verdade pra validar o projeto final. Ele falou q tem que ser alguém que trabalha na área. Meu pai disse que você pode dar uma olhada rápida. Pode ser hoje ou amanhã? É só o diagrama elétrico e o memorial descritivo, pfvr 🥺
Ele visualizou até que rápido. Cerca de 10 minutos depois veio a resposta seca, como sempre:
Aloysio: Pode ser hoje mesmo. Vem umas 19:30 e trás o arquivo em PDF.
Eu respondi na hora, já sentindo aquela coceira de provocação:
Eu: Blz. To indo aí.
Guardei o notebook na mochila e pensei: "Perfeito. Casa vazia, ele sozinho, e eu com a desculpa perfeita." Minha mãe estava em casa com minha irmã mais nova de 8 anos, cuidando dela depois do jantar, e meu pai estava fora, viajando a trabalho. Eu tinha muito tesão naquele macho. Nunca dei, nem nunca fiquei com homens, só com duas meninas da escola em rolês rápidos, mas aquele tipo de macho "coroa" me fazia ficar duro desde que o conheci nos churrascos que meu pai faz em casa. Aloysio tinha uns 40 e poucos anos, era negro, um pouco magro, cabelo sempre “na régua”, bem cortado e crespo. Eu tenho bem mais corpo do que ele — aos 16 anos, tenho 1,72m, 78kg bem distribuídos, coxas grossas, panturrilhas torneadas, abdômen levemente marcado —, mas ele é um pouquinho mais alto, uns 1,76m, e sua postura me pegava. Ele não costuma ficar de risadinha ou conversando baboseira durante os churrascos na minha casa. Fazia alguns meses que Aloysio tinha se mudado pro meu bairro, mas ele já tinha amizade com meu pai há cerca de 4 anos, desde que se conheceram em uma obra ligada à logística do pai. Segundo o que meu pai me informou, Aloysio é natural da Bahia.
Eu usava uma camisa cinza claro, fina de manga curta que marcava meus ombros e peito, e uma calça moletom branca que colava nas minhas coxas e na bunda. Sempre fui viciado em academia desde os 13 anos, isso ajudou a ter um corpo chamativo, adoroo treinar coxas e glúteo, faço séries pesadas cinco vezes por semana. Sou branquinho, pele rosada, pau de 14cm rosadinho, olhos azuis e cabelo loiro curto, cuzinho rosado apertado e nunca usado, tudo isso fruto da descendência de alemães e italianos da família, típico de famílias do sul do Brasil.
Saí de casa pela porta lateral, andei os dez passos pela calçada até o portão dele. A rua estava calma, pouco movimento de carros ou gente, só o som distante de uma TV na casa vizinha. Bati no portão três vezes.
Logo o portão abriu em alguns instantes. Aloysio apareceu exatamente como eu esperava: camisa polo vermelho escuro e bermuda, olhar firme, sem um sorriso.
— Opa, pode entrar. — Ele forçou um sorriso sutil, me olhando dos pés à cabeça.
Entrei devagar até chegar no interior da residência, ajustando meu óculos de grau redondo no rosto, passando perto o suficiente pra sentir sua presença, limpo, sério, sem perfume exagerado. Fechei a porta atrás de mim com o pé e fui subir na escada atrás dele, olhando as costas retas e reparando no relógio de aço no pulso esquerdo até chegarmos na sala de estar. O lugar era muito bem decorado e organizado: sofá de couro marrom, mesa de centro com revistas técnicas empilhadas, paredes com quadros abstratos neutros e uma TV grande na parede oposta. Entrava uma brisa gostosa pelas janelas abertas, trazendo o ar fresco da noite, com cheiro de grama cortada do quintal. Por dentro eu sorria.
— Pode ficar à vontade — ele disse —, se quiser comer alguma coisa.
— Ah não senhor, eu jantei há pouco mais de uma hora, tá suave — respondi, rindo pelo nariz.
Ele indicou o cômodo do escritório com um gesto de cabeça.
— Como tá o Roberto? — ele perguntou de um jeito amigável sobre meu pai.
— Viajou a trabalho, tá resolvendo umas coisas em Criciúma. Acho que ele volta sexta — respondi enquanto andava, mas sempre com um sorrisinho de canto.
Chegamos no cômodo depois de subir mais alguns degraus, era igual ao que eu imaginei: mesa de vidro com monitor grande, cadeira preta de escritório, estante com pastas e livros de engenharia, tudo organizado demais, sem uma poeira fora do lugar. Sentei ao lado dele, abri o notebook e girei a tela na direção dos dois. O diagrama unifilar ocupava quase toda a tela, com linhas marcadas em cores diferentes para circuitos de força e iluminação.
— O professor pediu pra gente justificar cada escolha de disjuntor e o caminho dos dutos. Mas eu acho que tá ok, só falta alguém com experiência olhar.
Falei com a voz normal, mas carregando aquele tom levemente debochado que uso quando quero cutucar alguém. O reflexo azulado da tela do notebook e do monitor batia direto no meu rosto, deixando meus olhos brilharem por cima dos óculos redondos enquanto eu observava a reação dele.
Aloysio aproximou o rosto do monitor, rolou a tela devagar com o mouse, os olhos castanho escuros fixos nas linhas do diagrama. Ficou em silêncio por uns bons quarenta segundos, o único som no escritório sendo o clique baixo do mouse e o barulhinho distante do ar-condicionado. Eu me inclinei um pouco mais pra perto, fingindo prestar atenção no esquema, mas na verdade só tava imaginando como chegar onde queria. Meu pau deu uma pulsadinha discreta dentro da cueca, só de sentir aquela presença rígida e tão perto.
Depois de um tempo que pareceu ainda mais longo, ele apontou com o dedo indicador pra um ponto específico no diagrama.
— Aqui — disse ele, voz firme e pausada, — Você botou o disjuntor termomagnético de 40 A num circuito que tem demanda calculada de 52 A. Isso não passa em inspeção. Tem que subir pra 63 A e botar DR tipo A, sensibilidade 30 mA. Norma NR-10, item 5.3.2, se não to enganado.
Eu: Ah, é? E por que no simulador deu certo??
Perguntei rindo pelo nariz mais uma vez, o deboche saindo natural, mas por dentro sentindo um frio gostoso na barriga com o jeito seco como ele corrigia.
Aloysio não sorriu. Apenas virou o rosto levemente na minha direção, cara fechada, olhar firme.
— O simulador não paga multa de fiscalização — respondeu sem rodeio, quase cortando a frase. — Corrige isso e me mostra o resto.
Ele continuou lendo o memorial descritivo de quatro páginas, virando cada folha com calma, a caneta azul marcando devagar. O tempo parecia se arrastar de propósito. Primeiro ele apontou o segundo erro, batendo a caneta no papel com um toque leve:
— Aqui no dimensionamento dos dutos. Você usou 25 mm pra um circuito de força com três cabos de 10 mm². Precisa de no mínimo 32 mm, senão esquenta e perde a garantia da instalação. E falta o laudo de aterramento no quadro geral — completou, fazendo mais uma marcação precisa. — Sem isso o projeto fica incompleto.
A voz dele era firme, sem emoção exagerada, cada palavra saindo como se ele estivesse dando uma ordem de obra corriqueira. Eu me inclinei ainda mais, o ombro quase encostando no dele, sentindo o calor que saía do seu corpo e a respiração controlada. Meu coração batia um pouco mais rápido, mas mantive o sorrisinho debochado no rosto.
Depois de mais uns minutos de silêncio — ele relendo o último parágrafo, marcando uma última observação —, Aloysio empurrou a cadeira um pouco pra trás, o encosto rangendo baixo.
— São esses três pontos principais — disse ele, fechando a caneta com um clique seco. — Corrige, atualiza o arquivo e manda no WhatsApp até quinta. Se precisar de outra olhada, avisa.
Salvei tudo rapidamente, fechei o notebook, guardei na mochila e levantei devagar, esticando as costas de propósito, sentindo a camisa cinza clara colar um pouco. O tecido da calça moletom branca marcava minhas coxas grossas enquanto eu me alongava.
— Valeu — falei. — Não quero tomar o tempo do senhor também.
— Que nada — respondeu ele, já se levantando também, a postura reta como sempre. — Pode vir aqui se tiver qualquer dúvida.
Parei um segundo na frente da mesa e dei um meio-sorriso sarcástico, olhando direto nos olhos dele. Ele me encarou de volta, sem piscar, e vi claramente o olhar dele descer devagar pelo meu corpo, primeiro no peito esticado na camisa fina, depois nas coxas marcadas na calça moletom branca, demorando um segundo a mais na altura da virilha. Não foi rápido. Foi intencional. Senti um calor subir pelo pescoço e uma pulsada forte no pau, mas mantive o sorriso, o deboche ainda firme no rosto.
O ar entre nós ficou mais pesado por aqueles poucos segundos, como se os dois soubéssemos que aquilo ali não era só pra fins acadêmicos.
— É que nem quero ficar te chamando no Whats toda hora também — dou risada —, acho que já deve tá puto comigo, né?
— Nada, pode mandar mensagem, não tem problema — ele responde, com tom levemente humorado.
— Você tem filhos, Alo? — pergunto amigavelmente.
Ele demora um instante pra responder, enquanto desligava o computador.
— Não, acho até melhor assim, menos preocupação — ele responde num tom calmo.
— Mas o senhor é casado? Nunca vi sua esposa — perguntei, com curiosidade, apoiando as mãos no encosto da cadeira.
— Não, sou divorciado faz muito tempo. Também é bom assim, casamento não é pra todo mundo — ele responde, mais uma vez com tom de humor.
— Ah… que pena que não deu certo. Bom, te confessar viu… também queria morar sozinho, poder trazer qualquer pessoa pra casa sem ter que ficar dando explicações e tals, é dahora — respondi, seguido de uma risadinha.
No fundo, estava ainda mais animado com essa informação de que ele não tem compromisso. Pesava menos na minha consciência.
— Sim, não tive sorte. Fora que hoje em dia, são tudo um rebanho de vagabunda — ele fala engraçado, mas com tom mais agressivo.
Eu soltei uma risada.
— Mas também, né… por que o senhor não treina? — perguntei rindo —, tá fraquinho, Alo.
Já tinha falado algo parecido enquanto conversamos pelo WhatsApp há uns dias.
— Eu? Isso é coisa pra viado, não tenho tempo — ele diz mais uma vez, mas com tom de impaciência agora.
— Ué??? Eu treino, mó bom, pow — disse rindo.
Ele também sorriu, mas olhando pra mim com certo aborrecimento.
— Eu sou viado então? — perguntei rindo, mantendo o tom de zueira para testar os limites dele, mas no fundo sentindo uma mistura de excitação e ansiedade, porque eu sabia que estava cutucando o ponto que eu queria.
Ele não respondeu nada, só me olhou com o rosto se fechando aos poucos, os olhos escuros fixos nos meus, sem piscar, o que me deixou ainda mais agitado por dentro, meu coração acelerou um pouco, e eu senti um formigamento no corpo todo, especialmente na parte de baixo, onde meu pau estava semi-duro desde que entrei na casa.
— Cuidado, Alo, sou mais forte que ti, toma cuidado — continuei na zueira, abaixando um pouco a manga da camisa cinza clara e flexionando o braço para mostrar o bíceps branquelo, bem definido dos treinos diários. Eu tava eufórico com a brincadeira, o coração pulsando rápido, e por baixo da calça moletom branca, meu cuzinho piscava involuntariamente, uma sensação quente e apertada que me fazia querer mais provocação.
Aloysio deu um sorriso sem graça, daqueles que não chegam aos olhos, só um movimento rápido dos lábios finos, enquanto desviava o olhar pro meu bíceps por um segundo.
— Tá dando resultado a coisa — ele falou de um jeito sem graça, voz grave e pausada, ainda olhando pro músculo antes de voltar ao meu rosto.
— É claro, melhor do que você. Não tô gostoso?? — perguntei dando uma risada alta, ecoando no escritório pequeno, sentindo uma onda de confiança misturada com tesão, porque eu não costumo fazer esse tipo de zueira com ele fora do WhatsApp, lá é mais fácil, só texto, mas ali cara a cara estava me divertindo demais.
— E o cuzinho já deu? — ele perguntou de repente, o que me fez gelar na hora, um frio na espinha seguido de calor no rosto, mas eu ri alto para disfarçar, o coração batendo forte no peito enquanto processava a ousadia dele, surpreso mas excitado com a virada direta da conversa.
— Puts, claro que não, né??? — respondi dando uma risadinha nervosa, com o coração batendo forte e acelerado, sentindo o pulsar nas veias e uma onda de tesão subindo pelo corpo todo, porque eu sabia que aquilo era uma provocação pesada, e no fundo eu queria que ele continuasse nessa linha, testando meus limites. A gente tinha se desentendido algumas vezes por conta de ideologia e visão de mundo via WhatsApp, e quando Aloysio vem pros churrascos na minha casa, mesmo que eu odiasse seu ponto de vista bobo e conservador, sua visão fascistoide sobre e a sociedade que me irritava pra caralho, mas ao mesmo tempo eu tinha desenvolvido um tesão absurdo nesse macho, era exatamente essa rigidez dele, essa postura de macho, que me deixava duro só de pensar, uma malícia interna que eu escondia atrás do sarcasmo, querendo ver se ele quebrava a casca e me dominava de vez.
— Tinha que ser o chatão — eu disse rindo pelo nariz, tentando manter o tom de deboche pra não entregar o quanto eu estava agitado, mas por dentro eu já imaginava cenários, meu pau latejando debaixo da calça moletom branca, babando pré-gozo na cueca, e meu cuzinho piscando mais forte, uma sensação apertada e quente que me fazia querer me entregar ali mesmo.
Ele se aproximou de mim devagar, botando uma mão na minha cintura e apertando forte com os dedos, a pele escura contrastando com a minha branquela rosada, o toque firme enviando um choque elétrico pelo meu corpo. Eu não dei nenhum passo pra trás, fiquei parado ali, olhando pra ele rindo de canto de boca, o tesão misturado com um medo bom, porque eu sentia a malícia dele agora, aqueles olhos fixos nos meus, observando cada reação minha, como se ele soubesse exatamente o quanto eu queria aquilo, uma ousadia que me excitava mais do que qualquer coisa.
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Comentários (1)
Punheteiro 1.5: 3.400 palavras é muita coisa para não dizer nada. A leitura ficou cansativa.
Responder↴ • uid:w73hy20c