#Gay #Grupal #Teen

Os Ex-Presidiários Fodem O Aluninho

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Escriba-T-JC

Os marginais saem da cadeia e vão parar no colégio, onde fodem ferozmente o aluninho gostoso e bonitinho.

Como falei no conto anterior, eu me chamo Osvaldo, trabalho como inspetor de alunos numa escola muito legal, onde eu conheci e ainda tenho amizade com muitos alunos que estudam por lá, também com alguns que já não estudam mais no local.
Conheço outros inspetores de alunos que sempre me relatam a dificuldade de lidarem com alunos jovens. Eu procuro ser sempre simpático. Acho que quem tem uma postura muito austera, afasta os jovens, que não gostam de serem tratados com autoridade.
Eu relatei no conto anterior, que fodi o cuzinho do Dudu, um aluninho safado e muito gostosinho, que eu flagrei dando o cuzinho para o professor de educação física, e acabei estourando o cuzinho dele na sala de ciências, junto com o segurança.
O moleque foi bem arregaçado e eu achei que ele ficaria um bom tempo sem vontade de dar o cuzinho, mas nesta idade a fome por rola é uma coisa que parece não ter fim. Eles estão sempre querendo mais. Uma semana depois do ocorrido eu dei de cara com o Dudu, andando todo faceiro pelo colégio, já no final da tarde, perto do horário de ir embora.
Ele me olhou com uma carinha bem safada e passou a língua nos lábios, se aproximando de mim, que estava perto da escadaria que levava para a parte de cima do colégio, onde ficavam as duas salas da turma da noite.
— Oi Osvaldo! Tudo bem contigo? – Ele me cumprimentou com aquela carinha de putinha juvenil.
— Boa Tarde Dudu! O que você tá fazendo fora da sala de aula? – Eu perguntei, bancando o inspetor severo.
— Hoje teve teste surpresa de história e eu entreguei o meu rapidamente e a professora me deixou sair da sala. Cadê o seu amigo Joel, nunca mais eu o vi dando aula por aqui? – Ele me perguntou se referindo ao professor que também é meu primo e que tinha estourado o cuzinho dele. Ele não sabia que o Joel é meu primo. Eu e o Joel sempre fizemos questão de esconder nosso parentesco. Poucas pessoas sabiam.
— O Professor Joel tirou uns dias de folga, foi para o interior visitar uns parentes dele. Está sentindo falta do caralho do negão, é? O meu tá aqui pra você usar, putinho.
— Você é muito safado Osvaldo! Nem parece que fodeu meu cuzinho e me arrebentou há tão pouco tempo. – Ele disse com um risinho cínico no rosto.
— Sou mesmo moleque. Ainda mais diante de um cuzinho gostoso como o seu. Achei que você ia sossegar, mas pelo jeito já está querendo mais rola no cuzinho. – Acho que o cuzinho dele estava piscando e o pauzinho dele estava fazendo volume no uniforme. Aquele uniforme que deixava ele ainda mais gostosinho. Vê um putinho de uniforme sempre mexeu muito com o meu tesão. E o Dudu era um moleque muito bonitinho. Muito afeminado e andrógino, parecia uma mocinha virginal.
— Estou com tesão mesmo. Não vou mentir. Meu cuzinho está piscando de vontade. Saí de casa prontinho pra levar rola. – Ele disse isso com a clara intenção de me provocar. Meu pauzão pulsou na calça e eu senti até o pré-gozo chegando na cabeça do meu caralhão.
— Você é um putinho mesmo, moleque safado. Agora é complicado, tenho que ficar de olho na turma que ainda falta sair, para organizar as salas do pessoal da noite.
— Ah! Que pena! Queria te mostrar uma coisa. – Ele falou com uma carinha de decepcionado.
— Você me coloca em cada situação, moleque. Olha como está meu pau! Vai lá no banheiro rapidinho. – Eu falei olhando para os lados para ver se alguém nos olhava. Ele saiu rapidinho em direção ao banheiro que ficava no final do corredor de salas. Ainda bem que estava tudo tranquilo. Só a sala dele ainda estava com alunos. Fui rapidamente em direção ao banheiro e entrei. Ele se aproximou e apertou meu pauzão duro, por cima da calça.
— Nossa como seu pauzão tá duro! É muito grande! – Ele lambeu os lábios safadamente, enquanto apertava meu caralho.
— Vamos rápido moleque! A gente não pode demorar por aqui. Daqui a pouco sua professora libera a sala. Mostra aí o que você queria me mostrar. – Falei, sentindo um tesão enorme com aquela mãozinha quente em meu pau. Me contendo para não descer as caças dele e rasgar aquele cuzinho ali mesmo.
Ele se afastou um pouquinho, virou-se de costas para mim e abaixou a calça, deixando aquela bundinha redonda e carnuda toda exposta. Para minha surpresa o filho da puta estava usando uma calcinha fio dental vermelha, que entrava no meio de suas polpas e deixava tudo muito mais excitante. Eu quase gozei só de olhar aquilo. Não que eu quisesse uma mulher, mas o tesão de ver um hominho como ele, usando uma peça feminina, deixa qualquer macho putão, louco de tesão.
— Caralho moleque! Delícia que está esse teu rabão. – Eu falei isso, dei uma tapinha em sua bunda e passei o dedo bem no meio do rego dele. Ele gemeu e sussurrou baixo, com voz bem manhosa:
— Eu comprei umas calcinhas e cuequinhas bem safadas, só pra usar com macho especial. Estou com muita vontade de levar rola. Saí de casa preparado, hoje eu daria para um batalhão inteiro. Mete no meu cuzinho, vai macho!
Ouvir aquele apelo do moleque e saber que não tinha tempo pra isso, me deixou com muito tesão. Eu também queria ver aquele filho da puta sendo arrombado por um batalhão de machos, mas tinha que usar a cabeça de cima e não a de baixo, embora o tesão fosse muito. Coloquei meu pauzão pra fora apontando para ele.
— Dá uma mamada rápida, moleque. Agora eu não posso te foder. Assim que a turma for liberada você vem pra cá e se tranca numa cabine, depois a gente vai no galpão da educação física e eu meto em seu rabo.
Ele me olhou com uma cara gulosa e se abaixou. Logo eu senti sua boquinha quente engolindo meu pauzão. Segurei sua cabeça e dei umas bombadas, sentindo meu pau mergulhar naquela garganta quentinha. Ele deu uma boa mamada e eu falei para sairmos, pois já ia tocar o sinal.
Ele saiu na minha frente, arrumando o uniforme, e eu saí a seguir. Fui andando atrás dele, quando ouvi uma voz me chamando:
— E aí Osvaldão! Tudo bem meu camarada?
— Olhei em direção à quadra e reconheci o Daniel, um ex-aluno do colégio, que sempre foi muito apegado comigo. A gente conversava muito e eu tentava colocar juízo na cabeça dele, já que ele estava sempre aprontando.
Ele estava acompanhado de mais dois caras que eu não conhecia. Um negro e parrudo de mais ou menos uns trinta anos e um meio ruivo, magro, aparentando a mesma idade. Ambos com cara de marginais.
O Daniel era um rapaz bonito, vinte e cinco anos de idade, moreno claro, forte, cabelo comprido, corpo malhado, pois sempre jogou futebol, inclusive era um dos melhores jogadores do colégio.
Infelizmente ele se envolveu com gente errada e acabou sendo preso, passando drogas dentro do colégio. Depois disso passou a entrar e sair da cadeia local, sempre por delitos desse tipo. Não adiantou meus conselhos, o moleque tinha alma de marginal, mas era gente boa. Eu gostava dele. Aqueles companheiros dele pelo jeito eram do mesmo tipo que ele.
— Oi rapaz! Como você está? Saudades de você. O que faz por aqui! – Eu falei, abraçando-o. Sempre tive ele como se fosse um sobrinho.
— Vim matar as saudades do colégio. Mostrar pros parças aqui, onde eu fui feliz por algum tempo. – Ele disse, apontando para os amigos que apertaram minha mão e se apresentaram. O negro se chamava Igor e o magrão, Ricardo. Eu fiquei pensando se aqueles caras não estavam ali para aprontar alguma coisa errada, como vender drogas para os alunos.
— Sempre há tempo para recomeçar. Você pode voltar a ser feliz por aqui. É só criar juízo e voltar a estudar. – Eu disse isso, olhando em seus olhos bonitos.
— Obrigado Osvaldão. Você é um bom camarada, mas minha vida é outra. Parece que você não mudou muito, né? – Ele disse isso apontando para o Dudu, que estava entrando na sala dele.
— Do que você tá falando, rapaz? – Eu perguntei curioso.
— Todo mundo sabia que você curtia comer um cuzinho de aluno. Eu vi o moleque saindo do banheiro junto contigo. Tava fodendo o veadinho? – Ele perguntou.
— Para com isso rapaz. Como você sabe que o moleque é veadinho? – Eu perguntei sorrindo e tentando disfarçar.
— Depois que a gente puxa cana, a gente conhece veadinho só de olhar. Se precisar de ajuda eu e meus parças aqui, estamos com um tesão danado, doidos para esvaziar as bolas. A cadeia deixa a gente assim. – Ele disse sorrindo e piscando o olho pra mim. Os amigos dele também sorriram. O sinal tocou e eu saí apressado.
— Eu vou liberar a turma e depois a gente se fala. – Eu falei me afastando.
— Vai lá! A gente vai ficar aqui pela quadra esperando o pessoal da noite. O segurança é meu parceiro das antigas e deixou a gente ficar por aqui. – Ele disse isso e sentou-se no banco de concreto na lateral da quadra, juntamente com os parceiros.
Eu liberei a turmas, providenciei umas coisas e logo vi o moleque indo em direção ao banheiro, como eu havia orientado. Minha cabeça só pensava no rabo do moleque dentro daquela calcinha.
Depois de um tempinho eu me certifiquei de que estava tudo tranquilo e fui, sorrateiramente, em direção ao banheiro. O Daniel e os amigos estavam ainda sentados na quadra e parece não terem me visto.
Assim que entrei o moleque veio pra cima de mim, apertando meu pauzão. Eu segurei cabeça dele e dei um beijo gostoso naquela boquinha rosada, enquanto passava minha mão em sua bunda.
— Ai Osvaldo! Tô doido para levar rola. Meu cuzinho está até piscando. – O moleque gemeu em meu ouvido.
— Eu também quero meter em teu cuzinho, mas quero te foder lá no galpão. A gente fica mais tranquilo por lá, dá pra controlar melhor. Tem de ser rápido e com cuidado, mas tem uns carinhas que eu conheço ali sentados na quadra, se a gente for pra lá agora eles vão nos ver. – Nessa hora o moleque me olhou com uma cara estranha, um jeito safado e eu saquei o que se passava pela cabeça dele.
— São seus amigos? – Ele perguntou.
— São uns marginalzinhos que estudaram aqui. Estavam presos e apareceram hoje por aqui.
— Nossa que tesão! Marginais, é? – Eu não acreditei no comentário do moleque.
— Você tá com tanto fogo no rabo assim, moleque? Ficou com vontade de dar o cu para os marginais? – Eu perguntei, já sabendo a resposta e também sentindo uma certa excitação com a situação toda.
— Eu tô com muito tesão no cu, mas tenho medo. Podem ser perigosos. – Ele falou.
— Vai lá no galpão, no mesmo local onde você levou rola do professor e espera lá, já com o cuzinho pronto. A gente não pode demorar muito. Daqui a pouco tem a turma da noite pra entrar. – Falei isso e fui conversar com os carinhas lá na quadra. Eles viram o moleque indo em direção ao galpão e me olharam com umas caras de putões.
— Ainda estão com vontade de esvaziar as bolas no cu de um veadinho? – Eu perguntei.
— Claro Osvaldão! Esse boyzinho é papa fina. Não tem coisa assim não lá na cadeia não. Mas ele aguenta dá pra nós? Parece ser novinho. – Comentou o Daniel.
— Essa carinha de anjo só engana, esse moleque aguenta muita rola no cu e está com vontade. Mas tem de ser rápido, nada de romance, é meter, gozar e cair fora. Daqui a pouco chega a turma da noite. Nada de machucar o moleque. É pra meter rola nele, eu vou dar cobertura. – Eu terminei de falar isso já olhando para o volume nas bermudas que os três usavam. Estavam os três de barraca armada e saíram em direção ao galpão, como lobos para a caçada.
Entramos no galpão e fomos lá para o fundo, onde tinha a parede que separava os banheiros e vestiário. O mesmo local onde o professor tinha fodido o putinho.
Eu ia à frente e assim que entrei no ambiente o moleque estava apoiado na bancada que ficava ali, curvado e com a calça do uniforme abaixada, mostrando o rabão com a calcinha vermelha atolada no rego.
— Manos! Olha pra isso! Que delícia! Vamos tirar a barriga da miséria. – Disse o Daniel já com o pauzão pra fora, duro como pedra. Ele passou os dedos no cuzinho do moleque, que gemeu baixinho, mostrando como estava excitado por ser fodido pelos bandidinhos. “Já tá lubrificado irmãos, é só meter”.
O moleque ouviu isso, lambeu os lábios e empinou a bunda. O Daniel puxou o fio da calcinha de lado, deu uma pincelada no cuzinho dele e foi empurrando. O moleque deu um gemido forte e eu, de onde estava, olhando em direção à porta e em direção ao moleque, vi o pau do Daniel afundar no cuzinho.
— Ah Caralho! Meu cu! Mete gostoso. – O moleque pediu gemendo.
O Daniel deu um tranco e duas metidas, depois arrancou o pau todinho e meteu de novo. Segurou na cintura do moleque e bombou umas dez vezes muito rápido, fazendo o moleque fazer umas caretas de dor, sentindo o cu arder no pau do bandidinho.
— Vou estoura teu cu, veadinho. Vou meter sem dó. – Meu pau até pulsou, quando ouvi isso.
— Estoura mesmo parceiro. Abre o cu do putinho pra gente. – O pauzão do Daniel não era enorme, mas era de bom tamanho e ele socou muito. Arrancou fora e foi a vez do magrão meter.
O Ricardo tinha um pau muito grande e grosso, cabeçudo, parecia um morango gigante na ponta do caralho. Ele encostou e empurrou pra dentro. Dava pra sentir um cheiro de morango no ar, o moleque tinha lubrificado o cuzinho com um óleo especial.
— Ah meu cu! Tá me arrombando lá dentro, putão! – O moleque reclamou e se abriu mais, para receber o cavalão.
— Pra arrombar mesmo, veadinho! Você pediu rola e os manos vão te dar. Cala a boca e aguenta o tranco. – Ele segurou na cintura do moleque e castigou o cuzinho. Eu ouvia aquele barulho gostoso do pau entrando e saindo. Eu estava muito excitado. A cena era de filme pornô.
O nego parrudo já estava com o pau pra fora e ali eu vi que o moleque ia gemer. O cara tinha um pau mega grosso, parecia uma latinha de refrigerante.
— Passa a vez, amigão! Tô querendo meter também. – O negro se alojou atrás do moleque e foi empurrando. O moleque fez cara de dor e pôs a mão pra trás, tentando empurrar o macho, enquanto pedia:
— Espera um pouco! Vai devagar! Tá doendo.
— Tira a mão, veadinho! Tu já tá arrombado pelos parceiros, deixa de ser manhoso. – O negro falou bravo, empurrou a mão do moleque, levantou a perna dele e apoiou na bancada. Com uma perna na bancada e outra no chão, o moleque ficou totalmente aberto e o pau do negro entrou até o talo.
— Ah meu cu! Porra! Tô arrombado. – Ele gemeu e encostou a cabeça na bancada, ficando totalmente curvado.
A partir dali o moleque só gemia alto e os machos afundavam os pauzões nele. Saía um e entrava outro com mais fome e fúria, até que ouvi um gemido grosso, quase como se fosse de dor.
— Vou gozar, porra! Vou gozar! Vou leitar esse cuzinho. – O Negro atolou tudo e gozou no cuzinho do moleque. Os outros dois meteram em seguida, sentindo o leite quente do amigo, dentro do buraco do Dudu, que já estava bem vermelho e abertinho e também gozaram. Gemendo feito bicho faminto.
— Muito gostoso moleque! Se quiser ganhar dinheiro com esse cu é só me procurar que eu agilizo. Valeu Osvaldão! – Disse o Daniel ao tocar minha mão e ir saindo com os amigos.
O moleque gemeu gostoso, ainda curvado sobre a bancada. De dentro do seu cuzinho vermelho e aberto pingava leite de macho.
— Esses caras acabaram comigo. – Ele falou.
— Você pediu isso. Queria um batalhão e conseguiu três machos. Agora vira e fica de frango, moleque. Agora é minha vez. Quero te arregaçar olhando essa tua carinha linda. - Ele me olhou meio assustado, mas não reclamou e obedeceu.
— Eu apoiei as pernas dele em meus ombros, abaixei bem a minha calça, soquei meu pau em seu cuzinho lubrificado de leite e meti com força. Eu queria me sentir dentro daquele moleque.
Soquei sem parar até sentir o gozo chegando. Segurei no pau dele e punhetei com força, apertando-o entre meus dedos.
— Vou gozar! – Ele gritou baixinho.
— Vem comigo moleque! Goza pro seu macho! Eu meti no fundo, o pau dele espirrou muito leite e eu me curvei pra beijar aquela boquinha linda.
O moleque me abraçou, sentindo meu pau lá dentro dele e sussurrou:

— Você é demais, meu macho!

x-x-x-x-x

Mais uma aventura do Dudu.

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Abraços a Todos!

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Comentários (2)

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  • PutoRN: Caralhoooo!!!!!! Viadinho putinha com crias marginais é meu império romano, Tito!!

    Responder↴ • uid:8d5gaphb09
  • Mãe sofia: Amoo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj