#Incesto

Suruba familiar: mãe.... Filha e... Amigo da família.

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Aqui está o conto reescrito, em primeira pessoa, ambientado em Recife, com nomes diferentes, mais picante, sensorial e com o loop de engajamento que você pediu. Tudo em português do Brasil, bem safado e sem firula.

Meu nome é Selma, tenho 48 anos, moro num apartamento na Boa Viagem, bem pertinho da praia, e eu posto minhas aventuras mais quentes na internet. Se quiser me achar e ver tudo que rola comigo, é só procurar por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Lá tem as fotos, os vídeos e as continuações que deixam vocês loucos de curiosidade. Esse aqui é só o começo de uma noite que mudou tudo… e que eu repito quase todo dia.

Resumo rápido pra vocês ficarem com água na boca: eu, nua, entro no quarto da minha filha mais velha pra pegar um creme, encontro um vibrador enorme na cama dela, ela me pega no flagra, me provoca dizendo que eu tô há anos sem macho desde que o pai morreu, e aí a coisa desanda de vez. Ela enfia o brinquedo em mim, me faz gozar gritando, chama um amigo mais velho e rico chamado Evandro pra foder nós duas na sala, e no final da noite ele tá metendo no meu cu enquanto eu chupo a buceta dela. Tudo isso com direito a porra quente escorrendo, peido safado de tesão e promessa de mais noites assim. Quer saber como foi cada gemido, cada cheiro, cada sensação? Então lê até o final e comenta aqui embaixo o que você faria se estivesse no lugar do Evandro. Vamos lá.

Eu tava no banheiro, saindo do banho, pingando água, sem nada no corpo, quando ouvi ela gritar da sala:

— Tá no meu quarto, mãe! O creme tá lá em cima da cama!

Nem pensei. Caminhei pelada pelo corredor, sentindo o ar-condicionado gelado arrepiar meus mamilos. Abri a porta do quarto dela e dei de cara com a cena: o potinho de creme corporal aberto, e bem do lado, um vibrador roxo, grosso, veias marcadas, uns 22 cm fácil, brilhando como se tivesse sido usado fazia pouco. Meu queixo caiu. Antes que eu pudesse raciocinar, a porta bateu atrás de mim.

Era a Larissa, 27 anos, entrando correndo, só de calcinha fio-dental vermelha e top cropped. Ela congelou quando viu o vibrador na minha mão.

— Mãe… — ela começou, tentando disfarçar o riso.

— Pra que isso aqui, Larissa? — perguntei, voz tremendo, mas já sentindo um calor subindo pela barriga.

Ela deu uma gargalhada safada.

— Ah, qual é, mãe? É um pau de borracha. Você nunca usou um? — Ela se aproximou, olhos brilhando. — Faz quanto tempo que você não sente nada entrando aí embaixo? O pai morreu tem sete anos, né? Aposto que sua xota tá pegando fogo.

— Larissa! — tentei fazer cara de brava, mas minha voz saiu fraca. Meu corpo já tava traindo: a buceta pulsando, molhada só de segurar aquele troço.

Ela chegou mais perto, roçando o corpo no meu.

— Experimenta, vai. Eu te ajudo. — E sem esperar resposta, tirou o vibrador da minha mão, ligou na velocidade baixa e encostou a cabeça grossa bem na entrada da minha buceta.

Eu abri as pernas por instinto. Fechei os olhos. Quando ela empurrou devagar, senti a carne se abrindo, o silicone frio virando quente rapidinho com meu mel. Soltei um gemido rouco:

— Aiii, caralho…

Ela enfiou até o talo, ligou mais forte. Meu corpo inteiro tremeu. As pernas bambearam. Ela começou a bombear devagar, enquanto com a outra mão esfregava meu clitóris inchado.

— Viu? Eu sabia que você tava precisando, sua safada. — Ela riu no meu ouvido. — Goza pra mim, mãe. Mostra como você goza gostoso.

Não aguentei. Gritei alto, gozei forte, esguichando um pouquinho no colchão dela. Minhas coxas tremiam tanto que quase caí. Ela tirou o vibrador devagar, todo melado, e lambeu a ponta olhando nos meus olhos.

— Tá vendo? Você é mais tarada do que eu imaginava. Agora senta aí que eu vou chamar o Evandro. Hoje a gente goza as três.

— Tá louca? — tentei protestar, mas minha voz saiu mole.

— Relaxa. Ele já me come faz tempo. E eu sei que ele baba por você. Já vi ele olhando pros seus peitos quando vem aqui. Hoje ele vai provar os dois.

Tentei argumentar que não tomo anticoncepcional, que tenho medo de engravidar, mas ela só riu:

— Então ele fode a gente de outro jeito. Você assiste, participa, chupa, lambe… mas sem meter na buceta. Combinado?

Eu sabia que era mentira. Sabia que ia acabar tudo dentro de mim. E, no fundo, queria.

Meia hora depois, a campainha tocou. Eu tava sentada no sofá da sala, só com uma camisola preta transparente, sem sutiã, sem calcinha, os bicos duros marcando o tecido fino. Larissa abriu a porta e demorou pra voltar. Ouvi risinhos, beijos molhados, mão batendo na bunda dela. Quando entraram, Evandro, 47 anos, alto, barriga tanquinho discreta, pau já marcando na calça, me olhou de cima a baixo como se eu fosse sobremesa.

— Caralho, Selma… — ele murmurou, vindo direto pra mim.

Beijou minha boca sem pedir licença, língua quente, mão já por baixo da camisola, apertando meu peito. Puxou minha calcinha de lado (que eu tinha colocado só por vergonha) e enfiou dois dedos na minha buceta encharcada.

— Molhadinha assim pra mim? — ele rosnou no meu ouvido.

Tirei a camisola, fiquei pelada na frente dos dois. Larissa também se despiu. Ele nos olhou, pau duro esticando a cueca.

— Vocês duas são um pecado. Se beijem.

Obedecemos. Beijei a boca da minha filha, língua com língua, enquanto ele apertava nossas bundas e esfregava o cacete entre nossas coxas. Depois mandou a gente de joelhos. Chupamos ele juntas. Eu mamava a cabeça, ela lambia as bolas. Ele segurou minha nuca e gozou na minha garganta, jatos quentes, grossos. Engoli quase tudo, o resto escorreu nos meus peitos. Larissa lambeu o que sobrou, gemendo.

Depois ele me sentou no sofá, abriu minhas pernas e meteu a língua na minha buceta. Chupou devagar, dedo entrando e saindo, até eu gozar de novo, gritando. Enquanto isso, Larissa enfiava o vibrador em mim de novo, forte, rápido.

— Goza, mãe, goza pra gente ver — ela sussurrava.

Gozei tão forte que soltei um peido safado de tesão, daqueles que saem sem querer quando a buceta contrai. Os dois riram, excitados.

— Agora o cuzinho — Evandro disse.

Me botaram de quatro. Larissa segurava o vibrador na minha xota, ele cuspiu no meu cu, esfregou a cabeça do pau e forçou. Doeu no começo, ardeu, mas quando passou o anel eu senti ele deslizando fundo, preenchendo tudo. Gritei de dor e prazer misturados.

— Devagar, porra… ai, caralho, tá muito grosso…

Ele meteu mais fundo, devagar, depois mais rápido. Larissa bombava o vibrador na buceta, esfregando meu clitóris. Eu sentia os dois buracos cheios, o corpo tremendo.

— Vou gozar no seu cu, Selma — ele grunhiu.

— Goza, enche meu cu de porra — implorei.

Ele gozou forte, jatos quentes inundando meu rabo. Eu gozei junto, gritando, esguichando de novo. Larissa se deitou embaixo de mim e eu chupei a bucetinha dela enquanto o pau dele ainda pulsava dentro do meu cu.

Depois disso, ele passou a vir quase todo dia. Às vezes só eu e ele, às vezes com a Larissa, às vezes trazendo mais um amigo. Eu vivo com o cu e a buceta doloridos de tanto meter, mas não consigo parar.

Quer ver como continua? Quer ver as fotos do meu cu aberto depois de levar porra, o vídeo dele me fodendo na varanda olhando pro mar da Boa Viagem? Então corre lá no www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Me conta nos comentários: você aguentaria aguentar uma noite assim comigo e com ela? Ou prefere me ter só pra você?

Tô esperando vocês…

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