A Realidade do Marajó - Parte 2: o homem da garagem
Perdi a virgindade com meu pai e assim eu estava pronta para começar a me prostituir e ganhar dinheiro pra minha família, mas antes que queria experimentar com algum homem diferente pra saber se eu iria agradar mesmo.
Eu era uma garotinha bonita e com uma linda bundinha, minha mãe é quem falava que minha bunda era bunda de puta, me arrumava pra escola com um shortinho bem curtinho e apertado, pra exibir minhas pernas e deixar minha bunda bem amostra, me deixava sem calcinha
Quando eu ia pra escola, todos dias eu passava na frente de uma garagem de onibus, quando ia e quando voltava da escola, nessa garagem tinha um homem que devia ter uns 35 anos e sempre que eu ia para a escola ele me dava balas, estava sempre sentado num banquinho, só de short e seu pau estava sempre marcando, eu com vontade ficava olhando e ia para a escola, na volta da escola, la estava ele novamente sentado no banquinho, da mesma forma, de calção e com o pau marcando, me dava balas e ficava conversando comigo enquanto ficava olhando o pauzão dele.
Um dia , na volta da escola ele estava la me esperando e quando eu cheguei ele me deu novamente balas e perguntou se eu não queria brincar de aprender a dirigir no ônibus que estava dentro da garagem, eu mais que depressa falei que queria sim, ele me pegou pelo braço, mandou eu entrar na garagem e fechou o portão, quando chegamos na porta do ônibus ele me falou que para brincar de dirigir eu ia ter que tirar meu shortinho e sentar no colo dele, eu mais que depressa, cheio de vontade de brincar, tirei logo meu shorte e fiquei com minha bundinha virada para ele, ai ele me agarrou por tras, ficou esfregando o pauzão dele na minha bunda, entrou no onibus comigo no colo, sentou no banco do motorista e me colocou no colo dele e mandou eu brincar no volante, mesmo no colo dele eu não conseguia enxergar na frente do ônibus e então ele manda eu colocar os pés no banco e ficar agachada para enxergar a frente do ônibus, eu fazia isso e ele me pega pela cintura e fica brincando com o pau dele na minha bucetinha e começa enfiar a cabeça, era grandão e muito grosso, nem entrava direito e me fez rebolar, ele gozou na minha bucetinha e depois de gozar com a minha bucetinha toda melada ele enfiava mais e ele conseguiu enfiar a metade da e eu senti muita dor e chorei, ele não parou de empurrar e ficou com a metade da cabeça na portinha me segurando para eu não sair e novamente gozou muito, nesse dia quando cheguei em casa minha bucetinha estava dolorida mas estava piscando muito fui tomar banho e me lavar, me deitei na sala.
No dia seguinte quando fui para a escola ele estava me esperando e quando eu cheguei ele me deu balas e perguntou se eu havia gostado, balancei a cabeça que sim e que queria brincar novamente hoje, ele então, como ainda era cedo, me pegou pelo braço fechou o portão e entramos no ônibus, ai ele me falou que como estava quase na hora de eu chegar na escola, que era para eu ficar brincando com o piruzão dele que ja estava durão, colocou ele para fora e mandou eu segurar e ficar alizando, começou a sair seu gozo, ai eu perguntei se eu podia lamber tambem e ele falou que sim e comecei a lamber e ele foi tentando enfiar na minha boca a cabeçona dele até que conseguiu e entrou toda a cabeça e eu continuei chupando e derrepente ele começou a gozar, gozou muito e mandou eu engolir, quando ele terminou de gozar, limpou minha boca, viu se nao tinha caido em meu corpo e mandou e me vestir e ir para a escola, falou que ia me esperar na volta e eu gostei porque ja estava gostando de tudo que estava acontecendo.
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