#Assédio #Lésbica #Virgem

Embriagando a amiga lésbica e botando ela na chapa

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Rabo de Seta

Depois de várias doses de álcool minha amiga sapatao voltou a versão de fábrica

Eu sempre soube que a Priscilla era lésbica. A gente se conhecia desde a faculdade, e ela nunca escondia isso. Era aberta sobre suas namoradas, sobre as festas que ia com as amigas, e eu respeitava. Mas, no fundo, eu tinha uma queda por ela. Aquela morena de curvas generosas, com olhos castanhos que pareciam me desafiar toda vez que a gente conversava. Ela era minha melhor amiga, mas eu sonhava em ser mais.

Tudo começou numa sexta-feira chuvosa. A gente tinha combinado de se encontrar no meu apartamento pra assistir um filme e tomar umas cervejas. 'Vai ser tranquilo, só pra relaxar', ela disse pelo telefone. Eu ri e disse que sim, mas já planejava algo. Comprei uma garrafa de vinho tinto barato, daqueles que batem forte, e umas latas de cerveja gelada. Queria que a noite esquentasse.

Ela chegou por volta das oito, vestindo uma calça jeans apertada que marcava o quadril largo e uma blusa solta que deixava os seios fartos balançarem um pouco quando ela se mexia. Chegou já jogando a bolsa no sofá e me dando um abraço rápido. Eu sorri e disse: 'Tem bebida na geladeira, pega lá pra esquentar que tá frio pra caralho lá fora.'

A gente começou com cervejas, sentados no sofá assistindo uma comédia boba. Eu enchia o copo dela sempre que esvaziava, e ela ria das piadas, relaxando aos poucos. 'Essa cerveja tá boa, hein? Faz tempo que não bebo assim', comentou ela, inclinando a cabeça pra trás e esticando as pernas no meu colo. Meu coração acelerou com o toque casual, mas eu mantive a calma. 'Então vamos abrir o vinho. É melhor pra aquecer', sugeri, pegando a garrafa.

O vinho desceu fácil. Ela tagarelava sobre o trabalho, sobre a ex que tinha dado um pé na bunda dela, e eu ouvia, enchendo o copo dela de novo. 'Você é o único cara que me aguenta, sabia?', disse ela, rindo e me dando um soquinho no braço. Seus olhos estavam vidrados, as bochechas coradas. Eu me aproximei um pouco mais no sofá. 'É porque você é incrível, cê sabe' Ela piscou, confusa por um segundo, mas riu. 'Para com isso que eu sou lésbica, lembra?'

Eu ri junto, mas não recuei. 'Eu sei, mas isso não impede de eu achar você foda.' O filme acabou, e a gente ficou ali, bebendo mais. Ela estava bêbada agora, tropeçando nas palavras, rindo de tudo. 'Tô zonza, cara. Esse vinho é traiçoeiro.' Eu a segurei pelo braço quando ela se inclinou demais. 'Deixa eu te ajudar. Vem, senta aqui do meu lado.' Ela se encostou em mim, o corpo quente contra o meu. Eu sentia o cheiro do perfume dela misturado com o álcool.

Foi aí que eu arrisquei. Coloquei a mão na coxa dela, de leve. 'Você é linda, Priscilla. Sempre pensei isso.' Ela ergueu o olhar, os lábios entreabertos. 'O quê? Para com isso... Eu não... ' Mas a voz dela fraquejou. Eu me inclinei e a beijei. Foi suave no começo, só um toque nos lábios. Ela congelou, mas não me empurrou. O álcool tinha amolecido as defesas dela. Eu aprofundei o beijo, a língua roçando a dela, e ela gemeu baixinho, surpresa.

'Espera... Eu sou... ', murmurou ela quando nos separamos, mas eu a beijei de novo, mais firme, a mão subindo pela coxa até a curva da bunda. 'Shh, relaxa. Só curte o momento', sussurrei. Ela hesitou, os olhos turvos, mas o corpo dela respondeu. Suas mãos subiram pros meus ombros, e ela retribuiu o beijo, desajeitada no começo, como se estivesse experimentando algo novo.

Eu a deitei no sofá devagar, o corpo dela se moldando ao meu. Tirei a blusa dela, revelando os seios grandes, os mamilos já duros sob o sutiã de renda preta. 'Porra, que peitos lindos', murmurei, beijando o pescoço dela enquanto desabotoava o sutiã. Ela arqueou as costas, gemendo. 'Isso é loucura... Eu nunca... com um cara.' Mas não parou. Eu chupei um mamilo, sugando forte, a língua rodando em volta, e ela agarrou meu cabelo, ofegante.

Minhas mãos foram pra calça dela, abrindo o zíper e puxando pra baixo junto com a calcinha. A buceta dela estava depilada, os lábios rosados e úmidos, brilhando de excitação apesar de tudo. 'Olha só, você tá molhada pra caralho', disse eu, passando os dedos ali, roçando o clitóris inchado. Ela tremeu, as pernas se abrindo involuntariamente. 'Ah, foda-se... Continua', pediu ela, a voz rouca de álcool e desejo.

Eu me ajoelhei entre as pernas dela, abaixando a cabeça e lambendo a boceta devagar, da entrada até o clitóris. O gosto era salgado e doce, e ela gemeu alto, as mãos apertando o sofá. 'Isso... lambê mais... ah, porra.' Eu chupei o clitóris, enfiando dois dedos dentro dela, sentindo as paredes quentes e apertadas se contraírem. Ela se contorcia, os quadris subindo pra encontrar minha boca. 'Tô gozando... não para!', gritou ela, o corpo convulsionando enquanto o orgasmo a atingia, o suco escorrendo nos meus dedos.

Ela estava ofegante, os olhos semicerrados, quando eu me levantei e tirei a roupa. Meu pau estava duro como pedra, latejando, a cabeça vermelha e inchada. 'Agora é minha vez', disse eu, guiando a mão dela pra ele. Ela o pegou, hesitante, os dedos envolvendo o comprimento grosso. 'Nunca toquei um assim.' Eu gemi com o toque, e a fiz me masturbar devagar enquanto beijava sua boca.

Não aguentei mais. Posicionei o pau na entrada da buceta dela, roçando a cabeça nos lábios molhados. 'Vou entrar. Relaxa.' Ela assentiu, mordendo o lábio, e eu empurrei devagar. A buceta dela era apertada, quente, engolindo meu pau centímetro por centímetro. 'Caralho, que delícia... Tão apertadinha', grunhi, sentindo as paredes se ajustarem ao meu tamanho. Ela gemeu de dor e prazer misturados. 'Devagar... ah, tá me preenchendo toda.'

Quando entrei todo, parei um segundo, deixando ela se acostumar, depois comecei a meter devagar, saindo quase todo e enfiando de novo, batendo no fundo. Os seios dela balançavam a cada estocada, e eu os agarrei, apertando os mamilos enquanto fodia mais forte. 'Gosta, né? Meu pau te fodendo assim', provoquei, e ela respondeu com um gemido. 'Sim... fode mais... ah, porra, que bom.'

Aumentei o ritmo, as bolas batendo na bunda dela, o som molhado da buceta ecoando no quarto. Ela cravou as unhas nas minhas costas, as pernas envolvendo minha cintura. 'Tô quase... me fode mais forte!', pediu ela, e eu obedeci, metendo com força, o pau entrando e saindo rápido, esticando a entrada dela. O suor escorria pelos nossos corpos, e ela gozou de novo, a buceta pulsando em volta do meu pau, me apertando tanto que eu não aguentei.

'Vou gozar dentro... ', avisei, e ela só gemeu 'Vai... enche minha buceta'. Eu explodi, jatos quentes de porra enchendo ela, o pau latejando enquanto eu esvaziava tudo lá dentro. Caí sobre ela, ofegante, o pau ainda dentro, sentindo o sêmen escorrer.

A gente ficou ali, embolados no sofá, ela murmurando algo sobre 'foi incrível, mas isso não muda nada'. Mas eu sorri no escuro. Tinha acontecido. E talvez não fosse a última vez.

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Comentários (3)

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  • Sofiiiu: Amooo ouvir esses tipos de contos, histórias pesadinhas é um tesão!! T Sofirsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj
  • Rabo de Seta: continuação?

    Responder↴ • uid:2tcl1ltnl4y
    • Semblantemasculino: Por favor, conto perfeito

      • uid:1ren0em3