#Assédio #Teen #Virgem

A Flor de Detroit

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Putinha Sul

Uma garota asiática atormentada por valentões negros em sua nova escola, mas será que ela irá sofrer muito nas mãos deles?

Aiko Takahashi tinha acabado de completar 18 anos quando seu pai recebeu a transferência para Detroit. A mãe chorou por semanas antes da mudança, mas Aiko apenas assentiu em silêncio, como sempre fazia. Seus olhos castanhos grandes e úmidos pareciam sempre à beira das lágrimas, mesmo quando sorria. Era miúda, pele de porcelana, cabelos pretos lisos que caíam até a cintura como seda. Corpo delicado: cintura fina, seios pequenos e firmes, quadril suave com uma bundinha média que ela mesma achava “sem graça”. Virgem. Intocada. Tímida demais para olhar nos olhos de alguém por mais de três segundos.

Na primeira semana na Lincoln High School, sentiu o peso de cada olhar. Era a única asiática. Os corredores ecoavam com vozes altas, risadas roucas e o som constante de bolas de basquete batendo no chão do ginásio. A maioria dos alunos era negra. Os jogadores do time — garotos de 15 a 19 anos — dominavam os espaços. Eram altos, musculosos, cheios de confiança bruta. Alguns de 15 anos pareciam mais velhos que ela de tanto que já tinham vivido nas ruas de Detroit.

No terceiro dia, Aiko estava no refeitório, sentada sozinha numa mesa do canto, comendo seu onigiri em pequenas mordidas. Tremiam suas mãos.

— Olha só a princesinha de anime — disse uma voz grave.

Tyrone, 18 anos, capitão do time, 1,95m de altura, parou na frente dela com três amigos. Sorriso largo, dentes dourados brilhando.

— Tá perdida, China? Aqui não tem sushi, não.

Os amigos riram. Aiko baixou a cabeça, sentindo o rosto queimar.

— Eu... eu sou japonesa — murmurou, quase inaudível.

— Japonesa, chinesa, mesma merda — respondeu Jamal, 17 anos, o mais agressivo do grupo, mesmo sendo um dos mais novos. — Aqui é nosso território, branquela. Volta pro teu desenho animado.

Eles derrubaram o copo de suco dela. O líquido escorreu pela mesa e molhou sua saia. Aiko não chorou ali. Esperou chegar no banheiro. Trancou-se numa cabine e soluçou baixinho, abraçando os joelhos.

Foi ali que ele a encontrou.

Ethan Miller. 18 anos, loiro quase branco, olhos azuis cristalinos, magrinho, pele claríssima que parecia brilhar sob as luzes fluorescentes. Tímido, sensível, com voz suave e mãos que tremiam quando estava nervoso. Também novo na escola — seus pais tinham se mudado do interior de Michigan por causa de um emprego. Os valentões o chamavam de “leite estragado” ou “ghost boy”.

Ele ouviu o choro.

— Ei... você tá bem? — perguntou baixinho, do lado de fora da porta.

Aiko abriu um pouco. Seus olhos inchados encontraram os dele. Algo clicou. Dois seres delicados no meio de um mar hostil.

— Eles... eles derrubaram meu suco — sussurrou ela, voz trêmula.

Ethan tirou um lenço de papel do bolso, oferecendo com cuidado, como se entregasse uma flor.

— Eu sou o Ethan. Eles também me odeiam. Dizem que eu pareço um fantasma que fugiu do porão.

Aiko riu entre lágrimas. Um risinho miúdo, fofo, que fez o coração dele apertar.

A partir daquele dia, eles se tornaram inseparáveis. Sentavam juntos no fundo da sala. Compartilhavam fones de ouvido ouvindo músicas tristes em japonês e inglês. Ethan era tão gentil quanto ela — abria portas, carregava sua mochila quando via que estava pesada, escrevia bilhetinhos com desenhos de gatinhos e flores. Ela corava toda vez que ele elogiava seu inglês “lindo e suave”.

Uma tarde, depois da aula, caminhavam juntos para o ponto de ônibus quando os valentões apareceram. Cinco deles. Tyrone na frente, Jamal ao lado, sorrisos predadores.

— Olha o casalzinho de anime — zombou Tyrone. — O branquelo e a bonequinha amarela.

Jamal deu um empurrão forte em Ethan, que caiu sentado no chão. Aiko soltou um gritinho e correu para ajudá-lo.

— Deixa ele em paz! — pediu, voz falhando, lágrimas já escorrendo. Dramática, sensível, coração batendo descontrolado.

— Ou o quê, princesinha? Vai chorar pro papai? — Jamal se aproximou, segurando o queixo dela com a mão grande. — Aposto que essa bucetinha apertada nunca viu um pau de verdade. Só sabe de paus de desenho.

Aiko tremeu inteira, encolhendo-se. Ethan se levantou rápido, apesar do medo estampado no rosto.

— Não toca nela! — disse, voz trêmula mas firme. Seus olhos azuis brilhavam com raiva contida e desespero.

Tyrone riu alto.

— Olha o ghost boy querendo bancar o herói. Vamos ver se você aguenta.

Eles bateram. Não foi uma surra pesada — ainda não. Apenas tapas, empurrões e humilhação. Ethan levou um soco na barriga e caiu de joelhos. Aiko se jogou sobre ele, chorando alto, protegendo-o com o próprio corpo miúdo.

— Parem! Por favor... ele é bom... nós não fizemos nada! — soluçava, dramática, voz embargada. — Eu só quero estudar em paz...

Os valentões gravaram tudo no celular, rindo.

— Isso vai pro grupo. Amanhã a escola inteira vai ver a japonesinha chorona e o namoradinho albino.

Quando eles foram embora, Aiko abraçou Ethan ali mesmo na calçada. Os dois tremiam. Ele chorava em silêncio, ela soluçava alto, acariciando o rosto dele.

— Eu te amo — sussurrou ela de repente, em japonês primeiro, depois em inglês. — Você é a única coisa boa aqui. Não me deixa, Ethan... por favor.

Ele beijou a testa dela, lágrimas misturadas.

— Eu também te amo, Aiko. Vamos aguentar juntos. Eu juro.

As semanas seguintes foram de tensão crescente. Os vídeos circularam. Apelidos novos: “Tight Asian” e “White Boy Toy”. Aiko recebia bilhetes no armário com desenhos vulgares. Ethan era empurrado nos corredores. Uma vez, Jamal encurralou Aiko perto do ginásio.

— Quando você quiser um homem de verdade, é só pedir — sussurrou ele, passando a mão na cintura dela. — Essa bundinha média deve apertar gostoso.

Aiko correu chorando, sentindo nojo e medo profundo.

Mas o amor deles crescia no meio do caos. À noite, trocavam mensagens longas. Ethan mandava fotos de flores que encontrava no caminho. Aiko mandava desenhos dele com orelhinhas de gato. Eles sonhavam em fugir juntos depois da formatura — talvez para o Japão, talvez para um lugar calmo.

Numa sexta à tarde, a tensão explodiu.

Os valentões os pegaram atrás da escola. Ethan e Aiko estavam sentados num banco, mãos dadas, conversando baixinho sobre o futuro. Seis garotos apareceram — Tyrone, Jamal e mais quatro, entre eles um garoto de apenas 15 anos, DeShawn, o mais cruel de todos.

— Hora do show — disse DeShawn, sorrindo.

Eles cercaram o casal. Ethan se colocou na frente de Aiko.

— Peguem o que quiserem de mim, mas não toquem nela — pediu, voz falhando.

Jamal agarrou Aiko pelo braço, puxando-a.

— Vamos ver se a virgenzinha japonesa grita bonito.

Aiko gritou. Alto. Dramático. Desesperado. Lágrimas escorrendo como cascata.

— Ethan!!! Me ajuda!!! Por favor!!!

Ethan lutou como pôde — socos fracos, empurrões — até levar um soco forte no rosto que o derrubou. Sangue escorreu do nariz. Aiko se debatia, chorando histericamente.

— Eu sou virgem... por favor... não... eu amo ele... não faz isso...

O som de sirenes ao longe salvou o momento. Alguém tinha chamado a polícia. Os valentões correram, rindo e prometendo que “a diversão só estava começando”.

Ethan e Aiko ficaram ali, abraçados no chão. Ele com o rosto inchado, ela tremendo inteira, saia suja de terra.

— Eu tenho medo... — soluçou ela contra o peito dele. — Mas eu te amo tanto... você é meu único refúgio nesse lugar horrível.

Ele beijou o topo da cabeça dela, lágrimas caindo nos cabelos pretos.

— Vamos sobreviver, minha flor. Juntos. Eu prometo. Mesmo que o mundo inteiro seja contra nós.

A cidade de Detroit seguia barulhenta ao fundo. Mas, por um momento, só existiam dois corações delicados batendo no mesmo ritmo — frágeis, dramáticos, mas inteiramente um do outro.

**A Flor de Detroit – Sombras no Corredor**

Os dias na Lincoln High School ficavam mais pesados. Os valentões de 18 anos — Tyrone, Jamal e o resto do núcleo do time de basquete — haviam declarado guerra aberta ao casal mais frágil da escola. Aiko e Ethan mal conseguiam andar pelos corredores sem ouvir risadas baixas e comentários cruéis.

Uma manhã, Aiko caminhava sozinha para a aula de biologia, abraçando os livros contra o peito pequeno, cabeça baixa, cabelos pretos brilhantes caindo como uma cortina protetora. Usava a saia do uniforme um pouco mais longa que as outras garotas, na tentativa inútil de se esconder.

De repente, passos rápidos atrás dela.

Jamal, 18 anos, alto, forte, sorriso predador, apareceu ao lado com dois amigos da mesma idade — Darius e Marcus.

— Ei, princesinha japonesa... tá sozinha hoje? O ghost boy te abandonou? — Jamal riu, voz grave.

Antes que Aiko pudesse reagir, Darius passou a mão grande pela cintura dela por trás, apertando levemente.

— Caralho, que cintura fininha... — murmurou ele, deslizando a palma até a bunda média dela e dando um tapa forte, sonoro.

**Pá!**

Aiko soltou um gritinho agudo, corpo inteiro tremendo.

— N-não! Por favor... — a voz dela saiu miúda, embargada, olhos já marejados.

Marcus riu e se abaixou rápido, passando a mão por baixo da saia e dando um tapa direto na bucetinha virgem por cima da calcinha fina.

**Pá!**

O tapa foi seco, invasivo. Aiko sentiu um choque quente de vergonha e medo. As pernas fraquejaram.

— Ai! Não... não faz isso... eu sou virgem... por favor... — choramingou ela, dramática, lágrimas escorrendo imediatamente pelo rosto delicado de porcelana. Tentou apertar as coxas, mas o tapa já tinha sido dado.

Os três riram alto e saíram correndo pelo corredor, batendo nas portas dos armários.

— Apertadinha pra caralho! — gritou Jamal de longe, ainda rindo.

Aiko ficou parada no meio do corredor, chorando baixinho, mãos tremendo enquanto puxava a saia para baixo. Sentia a pele ardendo onde tinham tocado. Alguns alunos negros passavam e riam baixinho, ninguém ajudava. Ela era a asiática. A intrusa.

Ethan a encontrou minutos depois no banheiro feminino (ele entrou mesmo sabendo que era arriscado). Viu o rosto inchado de choro e o jeito como ela se encolhia.

— Aiko... o que aconteceu? — perguntou, voz suave e desesperada, olhos azuis cheios de dor.

Ela se jogou nos braços dele, soluçando alto contra o peito magrinho.

— Eles... eles me tocaram, Ethan... deram tapas... na minha bunda... e... e na minha... lá embaixo... Eu me sinto suja... Eu só queria ser invisível... Por que eles me odeiam tanto? Eu sou tão ruim assim?

Ele a abraçou forte, beijando o topo da cabeça dela, lágrimas também escorrendo em silêncio.

— Você não é ruim. Você é a coisa mais linda e pura desse lugar infernal. Eu te amo. Vamos aguentar...

Mas o pior ainda viria.

Dois dias depois, depois da última aula, Aiko estava no estacionamento dos fundos esperando Ethan, que tinha ficado para entregar um trabalho. O céu de Detroit já escurecia. Ela mexia nervosa no celular quando quatro garotos de 18 anos surgiram: Tyrone na frente, Jamal, Darius e um outro chamado Kevon.

Eles a cercaram rápido.

— Olha só a bonequinha sozinha de novo — disse Tyrone, sorrindo. — Hoje a gente vai deixar uma lembrancinha.

Aiko recuou até encostar na parede fria.

— Por favor... não... Ethan vai chegar... eu não fiz nada pra vocês...

Jamal agarrou os pulsos dela e os prendeu acima da cabeça com uma mão só. Darius levantou a saia dela sem cerimônia. Kevon deu dois tapas fortes na bunda exposta, a pele clara ficando vermelha imediatamente.

**Pá! Pá!**

— Essa bundinha média fica tão vermelhinha... — riu ele.

Tyrone se aproximou mais, passando a mão grossa por dentro da coxa dela, dedos roçando a bucetinha pequena e virgem por cima da calcinha. Aiko se contorceu, chorando histericamente.

— Nãooo! Por favor, Tyrone... eu sou virgem... dói... eu tenho medo... Ethan! Ethan, me ajuda!!!

Ela gritava o nome dele entre soluços dramáticos, corpo delicado tremendo inteiro.

Kevon, o mais agitado, não aguentou a excitação. Enquanto os outros seguravam Aiko, ele abaixou a calça rapidamente, punhetando-se ali mesmo, olhando o corpo miúdo dela.

— Segura ela firme!

Aiko arregalou os olhos em pânico.

— Não... não faz isso... por favor... eu imploro...

Kevon gemeu alto e gozou forte, jatos quentes e grossos acertando a barriga dela, a saia e escorrendo até a coxa. Parte caiu sobre a calcinha, manchando a bucetinha virgem indiretamente. Ele deu um tapa final forte na buceta dela por cima do tecido molhado e saiu correndo junto com os outros, rindo como loucos.

— Bem-vinda a Detroit, japonesinha! Agora você tá marcada!

Aiko deslizou pela parede até o chão, soluçando descontroladamente, dramática, sensível, destruída. O sêmen quente grudava na pele dela, um nojo profundo misturado com vergonha avassaladora. Ela se sentia violada, suja, pequena demais para aquele mundo cruel.

Ethan chegou correndo segundos depois, atraído pelos gritos. Quando viu o estado dela — saia levantada, marcas vermelhas, sêmen escorrendo — seu rosto ficou branco como papel.

— Aiko... meu Deus... — a voz dele quebrou.

Ele se ajoelhou, tirando o moletom para limpar o que conseguia, lágrimas caindo enquanto ela chorava no peito dele.

— Eles... eles gozaram em mim, Ethan... me tocaram... me bateram lá... Eu quero morrer... eu não aguento mais... Me leva embora daqui, por favor... Eu te amo tanto, mas esse lugar vai me matar...

Ethan a abraçou forte, tremendo de raiva e impotência, beijando o rosto molhado dela.

— Eu vou te proteger. Mesmo que eu seja fraco... mesmo que eles sejam monstros. Você é minha flor. Ninguém vai destruir isso. Vamos sobreviver, Aiko. Juro pela minha vida.

O vento frio de Detroit soprava ao redor dos dois jovens frágeis abraçados no chão, enquanto risadas distantes ecoavam do ginásio. A tensão só aumentava. E o pior ainda estava por vir.

**A Flor de Detroit – A Reação**

Os corredores da Lincoln High School nunca davam trégua. Depois do incidente no estacionamento, Aiko mal conseguia dormir. Toda vez que fechava os olhos via as mãos grandes e o sêmen quente escorrendo pela sua pele. Ethan passava as noites mandando mensagens carinhosas, prometendo que um dia eles escapariam daquele inferno.

Naquela tarde, os dois caminhavam juntos pelo corredor lateral, mais vazio, em direção à saída. Aiko segurava a mão dele com força, corpo miúdo colado no dele, como se pudesse desaparecer dentro do namorado.

Um grupo de cinco garotos de 12 a 14 anos apareceu vindo da direção oposta. Eram do sexto e nono ano, mas diferentes dos jogadores de basquete. Fracos, magrelos, baixos, daqueles que viviam na sombra dos valentões maiores e tentavam compensar com ousadia barata e boca suja. Achavam que mexer com a “asiática chorona” e o “ghost boy” seria fácil.

— Olha só o casalzinho de desenho animado — zombou um deles, chamado Rico, o mais falante, com voz fina e agressiva.

Eles cercaram os dois. Um garoto baixo e sardento, de boné virado para trás, se aproximou rápido de Aiko e deu um tapa forte na bunda dela por cima da saia.

**Pá!**

— Essa bundinha japonesa é macia pra caralho!

Outro, chamado Trey, riu e passou a mão na coxa dela, apertando.

Aiko soltou um gritinho agudo, encolhendo-se toda, olhos castanhos enchendo de lágrimas no mesmo instante.

— N-não... por favor... parem... — murmurou, voz trêmula e dramática, já começando a chorar. — Ethan... eles estão me tocando de novo...

Ethan sentiu algo estalar dentro dele. Todo o medo, a humilhação acumulada, a raiva de ver sua flor sendo tocada repetidamente. Seus olhos azuis, geralmente suaves, escureceram.

— Sai de perto dela. Agora — disse, voz baixa, mas firme.

Os garotos riram.

— O que vai fazer, branquelo? Chorar? — provocou Rico, empurrando o peito de Ethan.

Foi o suficiente.

Ethan, mesmo magrinho, explodiu. Deu um soco certeiro no nariz de Rico, que fez um estalo alto. O garoto caiu sentado, sangue escorrendo.

— Seu merda! — gritou Trey, avançando.

Ethan acertou um chute na barriga dele, fazendo-o dobrar. Outro do grupo tentou agarrar Aiko por trás, mas Ethan puxou o braço do garoto e deu uma joelhada forte no estômago. O garoto caiu de joelhos, gemendo.

Aiko assistia tudo com as mãos na boca, chorando alto, corpo tremendo.

— Ethan! Cuidado! Por favor, não se machuca... eu te amo... não quero que te batam por minha causa! — soluçava ela, dramática, lágrimas escorrendo pelo rosto delicado.

Os dois últimos garotos, vendo que os amigos estavam no chão, tentaram atacar juntos. Ethan, tomado por uma raiva protetora que ele nem sabia que tinha, acertou um soco no queixo de um e empurrou o outro contra os armários com força surpreendente. O impacto fez um barulho metálico alto.

Os cinco garotos fracos estavam no chão ou recuando, gemendo e xingando baixo.

— Seu louco... filho da puta... — murmurou Rico, limpando o sangue.

Ethan estava ofegante, mão direita inchando, mas de pé. Olhou para eles com frieza.

— Se encostarem nela de novo... eu juro que piora. Ela é minha. E eu não sou tão fraco quanto vocês pensam.

Os garotos se levantaram cambaleando e saíram correndo, lançando olhares assustados para trás. Não eram como Tyrone e Jamal — não tinham a força bruta nem o respaldo do time. Eram só covardes que escolheram a presa errada no dia errado.

Aiko correu para Ethan e se jogou nos braços dele, soluçando descontroladamente contra o peito magrinho.

— Você... você me defendeu... ninguém nunca fez isso por mim... Eu fiquei com tanto medo... mas você foi tão forte... Meu herói... meu loirinho de olhos azuis... Eu te amo tanto, Ethan. Tanto que dói o coração.

Ele a abraçou apertado, beijando o topo da cabeça dela, sentindo as lágrimas dela molharem sua camisa.

— Eu não vou deixar ninguém te machucar mais. Mesmo que eu leve surra depois... mesmo que o Tyrone e o Jamal venham atrás de mim. Você é tudo pra mim, Aiko. Minha flor delicada nesse lugar podre.

Eles ficaram ali, abraçados no corredor, ignorando os olhares distantes de alguns alunos que viram a cena. Pela primeira vez em semanas, Ethan sentiu um fiapo de força. Aiko, ainda tremendo e chorando baixinho, sentiu um calor doce no peito no meio de todo o medo.

Mas ambos sabiam: os verdadeiros monstros — os jogadores grandes de basquete — ainda estavam lá fora. E eles não perdoavam quem reagia.

A tensão na escola só aumentava. E o amor dos dois, frágil e dramático, era a única coisa que ainda os mantinha de pé.

**A Flor de Detroit – Refúgio e Doçura**

Depois da briga, eles fugiram correndo. Pegaram o ônibus errado, desceram em um bairro calmo e entraram na casa vazia de Ethan. Assim que a porta do quarto se fechou, o mundo cruel de Detroit ficou do lado de fora.

Aiko sentou na beirada da cama, pernas juntas, mãos nervosas no colo. Seus olhos grandes e úmidos brilhavam com uma mistura de medo residual e uma curiosidade nova, tímida.

— Ethan... — sussurrou ela, voz miúda e trêmula. — Hoje você me protegeu... Você foi tão corajoso por mim. Meu coração ainda está acelerado. Eu... eu quero te ver. Quero conhecer você de verdade. Posso... olhar o seu... pênis?

Ethan corou intensamente, mas o amor e a excitação falaram mais alto. Ele ficou de pé na frente dela e baixou a calça e a cueca devagar.

Seu pau era exatamente como ele: delicado, rosado, de tamanho médio-pequeno, fino e bonito. A pele claríssima, quase translúcida, revelava veias suaves. A cabecinha era rosada clara, redondinha e sensível, já meio úmida na ponta. Não era grande, nem grosso — cabia perfeitamente na boquinha pequena dela. Parecia frágil, como tudo nele.

Aiko ficou fascinada. Ajoelhou-se na cama, aproximando o rostinho com cuidado.

— É tão... bonito — murmurou, quase reverente. — Tão rosadinho... parece delicado como você. Posso beijar?

Sem esperar resposta, ela começou a dar beijinhos leves na cabecinha rosada. Beijos suaves, molhados, carinhosos. Depois desceu, beijando toda a extensão fina com os lábios macios.

— Hmmm... — ela soltou um somzinho fofo, surpresa. — Tem um sabor gostoso... quentinho, levemente salgadinho... eu gostei.

Ethan já respirava pesado, pernas tremendo. A boquinha quente e molhada dela era demais para ele.

Aiko abriu os lábios pequenos e rosados e colocou a cabecinha inteira na boca. Sugou devagar, com carinho, a língua macia girando em volta da pele sensível. Seus olhos castanhos subiram para ele, cheios de emoção e lágrimas de felicidade.

— Gosto tanto do seu sabor... — murmurou ela, tirando por um segundo, um fiozinho de saliva ligando sua boca ao pau rosado. — É doce... meigo... como você.

Ela voltou, colocando mais um pouco, chupando com dedicação tímida. Barulhinhos molhados e inocentes enchiam o quarto: *slurp... slurp...* A mãozinha delicada segurava a base fina com cuidado, como se tivesse medo de apertar demais.

Ethan aguentou menos de um minuto. A sensação da boquinha quente, apertada e carinhosa de Aiko era intensa demais para seu corpo sensível.

— Aiko... eu... eu não vou conseguir... — avisou ele, voz falhando, mãos tremendo nos cabelos pretos dela.

Ela não tirou. Ao contrário, sugou um pouco mais fundo, olhos fixos nos dele, como se quisesse tudo dele. Ethan gemeu alto, corpo inteiro estremecendo, e gozou rápido. Jatos finos e quentes de esperma encheram a boquinha dela.

Aiko sentiu o gosto cremoso, levemente salgado e doce ao mesmo tempo. Engoliu um pouco com um sonzinho fofo, o resto escorrendo pelo canto dos lábios. Lambeu tudo com carinho, limpando o pau rosado e sensível dele com a língua, sem deixar nenhuma gota.

Quando terminou, subiu no colo dele, sentou de frente, e segurou o rostinho dele com as duas mãos. Seus olhos estavam marejados, dramáticos, transbordando amor.

— Eu adorei o seu sabor... — sussurrou ela, voz meiga e embargada. — Tanto do seu pau rosadinho... quanto do seu esperma. É gostoso... é você.

Então ela o beijou na boca. Um beijo profundo, molhado, apaixonado. Passou a língua na dele, compartilhando o gosto do próprio gozo. Ethan sentiu o sabor salgado misturado com a saliva doce dela e gemeu contra seus lábios. O beijo foi longo, emocional, cheio de lágrimas e suspiros.

Aiko se afastou só um pouquinho, testa encostada na dele, respirando rápido.

— Eu te amo tanto, Ethan... Meu loirinho delicado. Mesmo nesse mundo horrível, eu tenho você. E eu quero te dar prazer sempre... com minha boquinha, com meu corpo todo... quando você quiser.

Ele a abraçou forte, ainda tremendo do orgasmo, beijando o pescoço dela.

— Você é meu tudo, Aiko. Minha flor tímida e perfeita. Hoje você me fez o garoto mais feliz do mundo.

Eles se deitaram juntos, corpos entrelaçados, trocando beijinhos lentos e carinhos. O quarto estava quente, seguro. Lá fora, a escola e os perigos esperavam. Mas ali, naquele momento, só existiam dois corações sensíveis descobrindo o prazer um no outro com toda a delicadeza e drama que possuíam.

**A Flor de Detroit – Humilhação Digital**

Naquela mesma noite, enquanto Aiko e Ethan ainda estavam abraçados na cama dele, pele contra pele, trocando beijinhos lentos e carinhosos depois do momento íntimo, o celular de Aiko vibrou várias vezes seguidas.

Ela ignorou no começo, enfiada no peito magrinho de Ethan, mas as notificações não paravam. Com um suspiro tímido, esticou a mão e abriu o aparelho.

Era um grupo anônimo no Snapchat e mensagens diretas de números desconhecidos. O título do grupo era “Japonesinha Apertada e o Ghost Boy”.

As primeiras mensagens eram fotos e vídeos enviados pelos garotos que Ethan tinha espancado mais cedo — cinco garotos negros de 18 anos, baixos, magros, franzinos, daqueles que não tinham força física mas eram cheios de veneno e ousadia covarde.

Rico foi o primeiro a mandar.

**Foto 1:** Um pau preto, escuro, meio ereto. Não era enorme, mas claramente mais grosso que o de Ethan, com veias salientes e uma cabeça larga e bulbosa. Mediria uns 15-16cm, bem mais encorpado.

**Vídeo:** Rico segurando o pau grosso, batendo devagar. “Olha aqui, sua putinha japonesa. Isso aqui é um pau de verdade. Mais grosso que o do seu branquelo. Aposto que sua bucetinha virgem ia abrir todinha com isso.”

Aiko arregalou os olhos. Seu rostinho delicado ficou vermelho intenso, depois pálido. Ela soltou um gemidinho de choque e vergonha.

— Ethan... olha... — sussurrou, voz trêmula, entregando o celular para ele com as mãos tremendo.

Ethan pegou o aparelho e seu rosto se contorceu de raiva e dor. Mais mensagens chegavam.

Trey mandou um vídeo mais longo: seu pau preto, grosso na base, balançando pesado enquanto ele punhetava. “O branquelo tem um pauzinho rosa de criança. Olha o meu. Mais grosso, mais pesado. Imagina isso esticando sua namoradinha.”

Outros dois garotos enviaram fotos lado a lado — paus pretos, não gigantes, mas visivelmente mais grossos e maiores que o pênis delicado e rosado de Ethan. Um deles escreveu:

“Depois que o ghost boy bateu na gente, a gente vai foder a mente da asiática. Aposto que ela tá molhada agora comparando. Qual pau você prefere, princesinha? O fininho rosa ou um preto de verdade?”

Aiko cobriu o rosto com as duas mãos, lágrimas escorrendo imediatamente. Seu corpo miúdo tremia contra Ethan.

— Eles são tão... grossos... — murmurou ela, quase sem voz, entre soluços dramáticos. — Mais grossos que o seu... Eu vi... Eu não queria ver, mas... Meu Deus, Ethan... Eles são feios, escuros, mas... são maiores... mais fortes... Eu me sinto tão envergonhada... Por que eles fazem isso com a gente?

Ela chorava alto agora, de forma sensível e teatral, o corpo delicado sacudindo.

— Eu amo o seu pau rosadinho... Eu amei o sabor dele... Eu engoli você todinho porque é você... Mas eles ficam mandando isso... comparando... Eu me sinto suja de novo...

Ethan estava com os olhos azuis cheios de lágrimas de raiva e humilhação. Ele abraçou Aiko forte, apertando o corpinho dela contra o seu.

— Eles são covardes... Só sabem fazer isso porque não conseguem me bater de frente. Não olha mais, meu amor. Apaga tudo.

Mas Aiko, curiosa e dramática como era, não conseguiu resistir completamente. Abriu mais uma mensagem. Outro vídeo: um dos garotos magros filmando o pau grosso de perto, apertando a base para mostrar como era mais volumoso.

— É... mais grosso mesmo... — sussurrou ela, corando violentamente, voz miúda. — Mas eu não quero eles... Eu quero você... Só você, Ethan. Seu pau é lindo... delicado... perfeito pra mim...

Ela jogou o celular longe e se agarrou a ele, beijando sua boca com desespero, lágrimas misturando-se aos beijos. A língua dela ainda tinha um leve gosto do esperma dele.

— Me faz esquecer isso... — pediu ela, soluçando baixinho contra os lábios dele. — Me toca... me beija... me mostra que o meu loirinho é o único que eu quero dentro de mim um dia...

Ethan a deitou na cama com carinho, cobrindo o corpo pequeno e trêmulo com o seu. Lá fora, as notificações ainda vibravam, cheias de paus pretos grossos e mensagens humilhantes. Mas dentro daquele quarto, os dois se agarravam com mais força, o amor delicado e dramático deles sendo testado a cada segundo.

A humilhação tinha chegado até o refúgio deles. E só estava começando.

**A Flor de Detroit – Noite Sozinha**

Ethan insistiu em levar Aiko até em casa. A noite já tinha caído sobre Detroit, fria e ameaçadora. Eles foram de Uber, sentados bem juntinhos no banco de trás. Durante todo o caminho, Aiko mantinha o rostinho escondido no pescoço dele, dando suspiros miúdos e tremendo de vez em quando.

— Promete que vai ficar bem? — perguntou Ethan baixinho, beijando sua testa quando o carro parou em frente à casa simples onde ela morava com os pais.

— Vou... — respondeu ela com voz de princesinha, quase um sussurro. — Mas sinto falta do seu cheirinho já... Me liga quando chegar em casa, tá? Eu te amo tanto, meu loirinho...

Eles se beijaram demorado, um beijo doce e molhado. Ethan esperou ela entrar e só saiu quando viu a luz do quarto dela acender.

Aiko trancou a porta do quarto com cuidado, tirou os sapatos e sentou na cama, abraçando os joelhos contra o peito pequeno. Estava sozinha. Os pais ainda demorariam a chegar do trabalho noturno.

Ela ficou um tempo em silêncio, mordendo o lábio inferior, olhos grandes e úmidos brilhando. Então, com as mãozinhas tremendo, pegou o celular.

— Eu não devia... — sussurrou para si mesma, voz meiguinha e culpada. — Sou uma garota ruim... mas...

Abriu o grupo das mensagens. As fotos e vídeos ainda estavam lá. Paus pretos, grossos, mais pesados que o pau rosadinho e delicado do Ethan. Ela corou violentamente, as bochechas ficando cor-de-rosa.

— Ai... são tão... grossos... — murmurou, soltando um pequeno gritinho fofo. — Hiii...

Deitou de lado na cama, ainda de saia, e puxou a coberta até a cintura. Uma mãozinha desceu devagar por baixo da saia, por cima da calcinha fina. Seus dedos delicados começaram a acariciar por cima do tecido, bem devagar, circulando a bucetinha pequena e virgem.

— Ethan... seu pau é tão lindo... tão rosadinho... eu amei chupar ele... — gemeu baixinho, voz sensível e dramática.

Mas os olhos não saíam das fotos. Ela deu zoom em um dos paus mais grossos, mordendo o lábio com força.

— Mas... por que são tão grossos? Ai, meu Deus... — soltou um gritinho agudinho, quase um miado. — Hnngh... se um desses encostasse em mim...

Seus dedinhos deslizaram para dentro da calcinha. A bucetinha estava molhadinha, quente, apertadíssima. Ela começou a se tocar com movimentos tímidos, circulando o clitóris inchadinho enquanto olhava as comparações. Lágrimas de vergonha e excitação escorriam pelo rostinho fofo.

— Eu sou uma princesinha ruim... Ethan, me perdoa... — soluçou baixinho, dramática como sempre. — Mas... eles são tão mais grossos... ia abrir tudinho... hiii... ai, ai...

A outra mão apertava um dos peitinhos pequenos por cima da blusa, beliscando o biquinho com carinho. Ela aumentou o ritmo dos dedinhos, a calcinha toda molhada agora. O corpinho delicado se contorcia na cama, bundinha média levantando um pouco do colchão.

— Imagina... um pau grosso assim encostando na minha entradinha... — sussurrou, corando ainda mais, voz entrecortada. — Eu ia chorar... ia fazer “ai, ai, devagar...” mas... mas talvez gostasse...

Um orgasmo pequeno e intenso veio de repente. Aiko arqueou as costas, soltando um gritinho fofo e prolongado:

— Haaaaan~! Ethan...! Ai, meu Deusinho...

Ela gozou tremendo inteirinha, perninhas fechando com força em volta da própria mão, lágrimas escorrendo. Ficou ofegante por um tempo, olhando o teto com os olhinhos marejados.

Depois, com uma carinha de culpada e fofinha, apagou as mensagens todas. Jogou o celular longe e abraçou o travesseiro, encolhendo-se como uma bolinha.

— Eu amo o Ethan... amo o pau dele rosadinho... amo o sabor dele... — murmurou para si mesma, voz miúda e sensível. — Aqueles paus são feios... grossos demais... eu sou só do meu loirinho...

Mas, mesmo dizendo isso, sua mãozinha voltou devagar para dentro da calcinha, ainda sensível e molhada. Ela fechou os olhos, pensando nos dois contrastes ao mesmo tempo — o pau delicado e rosado que ela amava e o choque dos paus mais grossos que tinha visto.

— Só mais um pouquinho... — sussurrou, corando, dando outro gritinho baixinho enquanto os dedinhos voltavam a se mexer. — Sou uma princesinha tão sensível... tão safadinha por dentro...

A noite seguia, e Aiko, sozinha no quarto, se entregava à sua timidez, sua dramaticidade e à confusão doce que aquelas humilhações estavam plantando em seu coraçãozinho frágil.

Ela gozou mais uma vez, chamando baixinho o nome de Ethan entre soluços meigos e lágrimas. Depois, exausta, adormeceu abraçada ao travesseiro, sonhando com ele... e, sem querer, com o contraste que não saía da sua cabecinha.

**A Flor de Detroit – O Fim dos Reis**

A notícia explodiu no dia seguinte, como uma bomba no meio da Lincoln High School.

Tudo começou na noite anterior, numa festa ilegal numa casa abandonada no East Side de Detroit. Tyrone, Jamal, Darius, Kevon e mais uns dez do núcleo duro do time de basquete estavam lá. A casa estava lotada: música alta, cheiro de maconha pesada, garrafas de lean, armas espalhadas no sofá, dinheiro contado em cima da mesa e duas garotas menores de idade seminuas no canto. Havia tráfico rolando abertamente — pacotes de heroína, crack e várias pistolas e um fuzil.

A polícia recebeu uma denúncia anônima e chegou com tudo. Sem aviso. SWAT, luzes azuis piscando, megafones.

— Polícia! Todo mundo no chão! Mãos na cabeça!

O caos foi imediato.

Tyrone, o capitão de 19 anos, grandalhão e sempre arrogante, pegou a Glock 9mm que estava na cintura e atirou primeiro. O som ecoou como trovão dentro da casa.

**BANG! BANG! BANG!**

Um policial foi atingido no colete. O inferno se abriu.

Jamal tentou correr para os fundos, mas dois agentes o derrubaram. Ele ainda conseguiu virar e disparar duas vezes antes de levar três tiros no peito. O corpo grande tombou pesado no chão sujo, sangue escuro jorrando da boca e do tórax, olhos arregalados em choque.

Tyrone se escondeu atrás do sofá e trocou tiros por quase um minuto inteiro. Gritava como um animal:

— Seus filhos da puta! Essa porra é nossa! Venham me pegar!

Uma rajada de fuzil automático da polícia estraçalhou o sofá. Vários tiros acertaram Tyrone: um no ombro, outro na barriga, e o fatal no pescoço. Ele caiu de joelhos, gorgolejando sangue, mão apertando a garganta enquanto o sangue arterial jorrava forte entre os dedos. Morreu engasgado no próprio sangue, olhos cheios de ódio e surpresa.

Darius levou quatro tiros nas costas enquanto tentava pular a janela. Kevon foi atingido na virilha e no peito, gritando de dor por longos segundos antes de silenciar. Os outros valentões fortes também caíram — alguns mortos no local, outros gravemente feridos. A casa ficou cheirando a pólvora, sangue e morte. O chão virou um lago vermelho viscoso.

A notícia correu pela escola como fogo em gasolina. Grupos de WhatsApp, stories, tudo explodiu pela manhã.

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**Reação dos garotos negros fracos**

Rico, Trey e os outros magrelos que haviam mandado as fotos dos paus estavam no corredor quando souberam. Rico estava olhando o celular, pálido.

— Porra... Tyrone levou tiro no pescoço... Jamal morreu na hora... os caras tão todos mortos ou no hospital...

Trey deixou o celular cair da mão. Tremia.

— Não pode ser... Eles eram intocáveis. Eram os donos da escola... Quem vai proteger a gente agora? A gente mexeu com a japonesa e o branquelo... e se eles souberem que a gente mandou aquelas fotos?

Rico passou a mão na cabeça, nervoso.

— A gente tá fodido. Sem o Tyrone e o Jamal, a gente não é nada. Aqueles dois vão ficar aliviados pra caralho. A asiática vai andar de cabeça erguida agora...

Eles se olharam, medo real nos olhos pela primeira vez. Os valentões fracos que se sentiam grandes atrás dos fortes agora pareciam pequenos e expostos.

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**Reação de Aiko e Ethan**

Aiko estava no corredor com Ethan quando uma garota passou correndo e gritando a notícia. Aiko parou no meio do passo, olhos grandes se arregalando.

— O quê...? — sussurrou ela.

Ethan pegou o celular e abriu um story. O vídeo tremido mostrava a casa cercada pela polícia, sirenes, e depois fotos vazadas dos corpos cobertos por lençóis brancos ensanguentados. Um close do tênis de Tyrone, todo sujo de sangue.

Aiko soltou um pequeno gritinho agudo e cobriu a boca com as duas mãozinhas.

— Hiii...! Não... não pode ser... — Os olhos dela encheram de lágrimas instantaneamente. O corpinho delicado começou a tremer. — Eles... eles morreram? De verdade? Tyrone... Jamal... todos?

Ela se encostou na parede, pernas fracas, e escorregou até sentar no chão frio do corredor. Lágrimas grossas escorriam pelo rostinho de porcelana.

— Eu... eu odiava eles... eles me tocaram... me bateram... gozaram em mim... me humilharam tanto... mas... mas morrer assim? Cheio de tiro... sangrando... ai, meu Deus... que horror... — soluçava dramaticamente, voz miúda e embargada. — Eu sou uma pessoa ruim? Porque... porque uma parte de mim... sente alívio... hiii... me perdoa, Ethan...

Ethan se ajoelhou na frente dela, abraçando o corpo miúdo com força. Seus olhos azuis também estavam marejados, mas havia algo duro ali — uma satisfação fria.

— Eles mereceram, Aiko. Olha o que fizeram com você. Com a gente. Quantas vezes você chorou por causa deles? Quantas vezes eu quis morrer de impotência? Agora eles se foram. Não vão mais tocar em você. Nunca mais.

Aiko enterrou o rosto no peito dele, chorando alto, soluçando de forma sensível e teatral, o corpinho sacudindo.

— Eu sei... eu sei... mas eu fico imaginando... o Tyrone sangrando no pescoço... o Jamal no chão... ai, que coisa feia... que mundo horrível... — Ela deu um gritinho fofo e apertou mais o abraço. — Mas... mas eu estou feliz também... egoísta, né? Eu sou uma princesinha ruim... Agora ninguém vai mais passar a mão em mim... ninguém vai mais dar tapa na minha bunda ou na minha... lá... ninguém vai mandar mais aquelas fotos nojentas...

Ela levantou o rostinho molhado, olhos brilhando com lágrimas, e olhou para Ethan com uma mistura de medo, alívio e algo mais profundo.

— A gente... a gente está livre? De verdade? Meu loirinho... me abraça mais forte... eu tô tremendo toda...

Ethan beijou o topo da cabeça dela, acariciando os cabelos pretos lisos.

— Estamos. Pelo menos desses monstros, estamos. Ainda tem os fracos... mas eles não são nada sem os fortes. Eu vi eles no corredor agora há pouco. Estavam com cara de quem viu fantasma.

Do outro lado do corredor, Rico e Trey observavam de longe. Quando Aiko olhou na direção deles, ainda chorando, Rico baixou a cabeça rapidamente e puxou Trey para virar a esquina. Pela primeira vez, foram eles que sentiram medo.

Aiko fungou, limpando o rostinho com as mangas, voz miúda e meiguinha:

— Ethan... vamos pra casa mais cedo hoje? Eu quero ficar só com você... quero que você me abrace a tarde inteira... e talvez... eu te mostre o quanto eu te amo... com minha boquinha de novo... se você quiser...

Ela corou violentamente ao dizer isso, escondendo o rosto no peito dele mais uma vez.

O pesadelo dos valentões mais fortes tinha acabado em sangue e tiros. Mas Detroit continuava perigosa. E o casal delicado, agora com um fio de esperança no meio de toda a tragédia, se agarrava um ao outro como nunca.

Pela primeira vez em meses, Aiko conseguiu sorrir entre as lágrimas — um sorrisinho tímido, dramático e cheio de alívio.

— Talvez... talvez as coisas melhorem agora, meu amor...

Ethan beijou sua testa.

— Vamos fazer melhorar. Juntos.

**A Flor de Detroit – A Primeira Noite**

Dois dias depois da notícia da morte dos valentões, os pais de Ethan viajaram novamente. A casa estava silenciosa e segura. Aiko mentiu para os pais dizendo que ia estudar na casa de uma amiga. Quando Ethan abriu a porta, ela entrou tímida, carregando uma mochilinha, vestindo um vestidinho branco simples que a fazia parecer ainda mais uma princesinha de porcelana.

Assim que a porta fechou, ela se jogou nos braços dele, tremendo.

— Ethan... eu ainda não consigo acreditar que eles se foram... — sussurrou, voz miúda. — Hoje eu quero ser toda sua. De verdade. Sem medo. Quero que você tire minha virgindade... e eu quero tirar a sua.

Ethan sentiu o coração disparar. Beijou-a com carinho, as mãos tremendo ao segurar o rostinho dela.

— Tem certeza, minha flor? Eu te amo tanto... não quero te machucar.

— Eu tenho certeza — respondeu ela, corando até as orelhas, olhos úmidos. — Eu sou sua princesinha. Quero sentir você dentro de mim.

Eles foram para o quarto. As luzes eram suaves. Ethan tirou o vestidinho dela devagar, revelando o corpinho delicado: peitos pequenos e firmes, cintura fina, bundinha média e a bucetinha pequena, rosada e virgem, já brilhando de excitação nervosa. Aiko cobriu o rosto com as mãos, envergonhada.

— Não olha tanto... eu sou tão miudinha... hiii... — soltou um gritinho fofo.

Ele beijou cada parte dela com reverência: os seios pequenos, a barriguinha, descendo até beijar a bucetinha por cima da calcinha. Aiko se contorcia, gemendo baixinho.

Quando ele ficou nu, seu pau rosadinho já estava bem duro, pequeno-médio, delicado. Aiko o segurou com as duas mãozinhas, dando beijinhos carinhosos na cabecinha antes de deitar na cama.

— Vem... — pediu ela, abrindo as perninhas devagar, voz trêmula. — Eu tô com medo... mas eu quero.

Ethan se posicionou entre as coxas dela. Esfregou a cabecinha rosada na entradinha apertada, molhando-se com os fluidos dela. Aiko soltou um gritinho agudo quando ele começou a empurrar.

— Ai... ai, Ethan... tá apertando... hnnngh... devagar, meu amor... você é maior do que eu imaginava...

Ele entrou centímetro por centímetro, com todo o cuidado do mundo. O rostinho de Aiko se contorcia em uma mistura de dor e prazer. Lágrimas escorriam pelos cantos dos olhos.

— Tá doendo um pouquinho... mas continua... eu quero você todo dentro de mim... — soluçou ela, dramática, abraçando o pescoço dele.

Quando ele finalmente rompeu o hímen e se enterrou completamente na bucetinha virgem e apertadíssima, Aiko deu um gritinho mais alto, unhas cravando nas costas dele.

— Haaaaan~! Ethan... você está dentro... eu não sou mais virgem... ai, meu Deus... tá tão cheio... tão quentinho...

Ethan tremia inteiro, olhos azuis cheios de emoção.

— Você é tão apertada... tão quente... eu te amo, Aiko. Eu te amo tanto...

Ele começou a se mover devagar, estocadas suaves e carinhosas. Aiko gemia a cada movimento, vozinha meiga e sensível enchendo o quarto:

— Assim... assim é bom... mais fundo... hiii... ai, ai, Ethan... meu loirinho... você está me fazendo mulher...

O corpinho delicado dela se arqueava, peitos pequenos subindo e descendo. Ela envolvia as pernas em volta da cintura dele, puxando-o mais para perto. Lágrimas de prazer e emoção não paravam de escorrer.

Ethan não aguentou muito tempo. A bucetinha virgem dela era quente demais, molhada demais, apertada demais. Depois de alguns minutos de estocadas cada vez mais profundas, ele gemeu contra o pescoço dela:

— Aiko... eu vou gozar...

— Goza dentro... por favor... eu quero sentir... me enche... — pediu ela, voz embargada, beijando-o com desespero.

Ethan gozou forte, jatos quentes enchendo a bucetinha dela pela primeira vez. Aiko sentiu o calor e teve seu próprio orgasmo, gritando miudinho e tremendo inteira, bucetinha pulsando em volta do pau dele.

— Haaaaan~! Ethan... eu tô gozando... ai, que delícia... eu te amo... eu te amo tanto!

Eles ficaram abraçados por longos minutos, ainda conectados, suados e ofegantes. Ethan saiu devagar e Aiko soltou um gemidinho quando sentiu o sêmen escorrendo da sua entradinha vermelhinha e inchada.

Ela olhou para baixo, tocou com os dedinhos e corou violentamente, com uma carinha fofa e dramática.

— Olha... você gozou tanto dentro de mim... sou sua de verdade agora... — sussurrou, lágrimas de felicidade escorrendo. Depois levou os dedinhos à boca e lambeu, olhando para ele com olhos brilhantes. — Tem seu sabor... eu amo.

Ethan a puxou para o peito, beijando o topo da cabeça dela sem parar.

— Você foi perfeita. A melhor coisa da minha vida. Agora ninguém nunca mais vai nos separar.

Aiko se aninhou nele, corpo miúdo colado ao dele, voz sonolenta e meiga:

— Eu sou sua princesinha pra sempre, meu loirinho. Mesmo em Detroit... mesmo com tudo de ruim... enquanto eu tiver você dentro de mim e no meu coração, eu vou ser feliz.

Eles adormeceram assim, entrelaçados, pela primeira vez em paz. Dois jovens delicados, sensíveis e dramáticos que encontraram no amor um refúgio contra um mundo cruel.

Fim. ❤️

Posso dar continuidade a esse conto. Vocês decidem se a Aiko merece ficar feliz para sempre com o Ethan ou se ela vai cair nas mãos de outros negros valentes e finalmente ser fodida. Deixem a escolha de vocês nos comentários! 😘

Comentários (6)

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  • Miguel: Adorei este demais este conto, muito profissional! Quanto à continuidade, acho que deveria ir indo sempre mais longe, talvez uma orgia consentida fosse um final feliz

    Responder↴ • uid:sgxcbim2
    • Evangélica casada: Delicia

      • uid:2tu4l9i7v6b
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Cecília: Faz mais! Coloca ela pra mamar negão.

    Responder↴ • uid:1dgl3bg9145n
  • Anna Fofuxa: Ai mana bota pra lascar na próxima com essa vagabunda na próxima, rola preta nela

    Responder↴ • uid:1dgl3bg9145n
  • Homem_SP: Esse conto daria um filme,nota 10

    Responder↴ • uid:1enq85bej432