#Estupro #Lésbica #Sado #Voyeur

Me ofereceu a filha lésbica como pagamento de dívida

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Rabo de Seta

Um homem que me devia me deu a filha dele de presente pra extender o prazo de uma dívida que eu sabia que ele não poderia pagar

Eu bati na porta daquela casa caindo aos pedaços no subúrbio, o sol do fim de tarde batendo forte nas minhas costas. O devedor, um cara chamado Seu Zé, me devia uns cinco mil reais há meses. Ele era um trabalhador braçal, daqueles que mal arranjava um trampo fixo, e eu sabia que ele tava no fundo do poço. Quando ele abriu a porta, suado e com a camisa amassada, o cheiro de cigarro barato e feijão cozido invadiu o ar.

'Ô, chefe, peraí, eu tô juntando o dinheiro, juro!', ele disse logo de cara, os olhos apertados de medo. Eu entrei sem ser convidado, olhando ao redor. A sala era pequena, com sofá velho e uma TV ligada num canal de novelas. 'Seu Zé, você já atrasou demais. Hoje eu levo o que for ou a gente resolve de outro jeito.' Ele engoliu em seco, coçando a barba rala. 'Homi, eu não tenho como pagar agora. Mas... mas eu tenho uma filha, sabe? A Maria Eduarda. Ela tem 16 anos, tá? Se você der mais um mês pro prazo, eu deixo você... você usar ela. Pra aliviar, né?'

Eu parei, surpreso, mas uma excitação subiu pela minha espinha. 'Usar como?' Ele baixou a voz, como se tivesse vergonha. 'Pra foder, ué. Ela é novinha, limpinha. Eu falo pra ela que é pra ajudar o pai.' Eu ri por dentro, mas mantive a cara séria. 'Tá bom, Seu Zé. Mais um mês. Mas tem que ser agora.' Ele assentiu, aliviado, e gritou pro quarto: 'Duda! Vem cá, filha!'

Ela apareceu devagar, arrastando os pés. Maria Eduarda era magrela mesmo, tipo um graveto com pernas longas e magras, o corpo todo sem curvas, peitinhos que mal davam pra notar debaixo da camiseta folgada preta com estampa de uma banda de rock que eu nem conhecia. O short jeans curto e rasgado nas coxas mostrava as pernas finas, e o cabelo curto bagunçado, com um piercing no nariz, gritava que ela não era das meninas tradicionais. Ela cruzou os braços, olhando pro pai com cara de nojo. 'Que que é, pai? Eu tava no meu quarto.' A voz dela era fina, mas com um tom desafiador, como se odiasse o mundo inteiro.

Seu Zé pigarreou. 'Filha, o senhor aqui é o credor nosso. A gente tá devendo, e pra ele dar mais prazo, você vai... vai ajudar ele um pouquinho. Tipo, ficar com ele ali no sofá.' Ela franziu a testa, os olhos castanhos se arregalando. 'Ajuda como? Pai, que merda é essa? Eu sou lésbica, caralho! Eu não fico com homem nenhum!' Seu Zé corou, mas insistiu, voz trêmula. 'Duda, por favor, é só dessa vez. Pro pai não perder tudo. Vai, senta aí.' Ela olhou pra mim, depois pro pai, o rosto ficando vermelho de raiva. 'Você tá louco? Eu não vou fazer isso! Sai fora!'

Mas Seu Zé a pegou pelo braço magro, puxando ela pro sofá. 'Vai, filha, obedece!' Eu me aproximei, sentindo o pau endurecer na calça só de ver aquela resistência dela. Ela se debateu, mas era fraca, o corpo leve como uma pluma. Eu a segurei pelos ombros ossudos, empurrando ela contra o encosto do sofá. 'Calma, garota. Seu pai precisa de você.' Ela cuspiu na minha direção. 'Me solta, seu porco! Eu gosto de mulher, não de pau fedido como o seu!'

Seu Zé ficou parado ali, encostado na parede, murmurando desculpas. 'Desculpa, filha... é pro bem da casa...' Eu ignorei ele e rasguei a camiseta dela com as mãos, expondo o peito plano, os seios minúsculos como botõezinhos rosados, quase sem nada pra apertar. Ela gritou, tentando cobrir com os braços finos. 'Não! Para! Pai, faz ele parar!' Mas Seu Zé só baixou a cabeça. 'Vai, Duda, aguenta firme...'

Eu a virei de bruços no sofá, abrindo as pernas dela à força. O short jeans escorregou fácil, revelando a calcinha simples de algodão, branca e sem graça. Ela se contorcia, as nádegas magras tremendo. 'Eu te odeio! Sai de cima de mim!' Puxei a calcinha pro lado, expondo a bucetinha apertada, rosada e sem pelos, virgem provavelmente. Meu pau latejava, e eu abri o zíper da calça, tirando ele pra fora, grosso e veiudo, apontando pra ela. Cuspi na mão e passei na cabeça, lubrificando. 'Vai doer um pouco, mas você aguenta.'

Segurei os quadris dela, ossudos e fracos, e enfiei a cabeça do pau na entrada dela. Ela era seca, tensa, e gritou alto quando forcei mais, rasgando pra dentro. 'Aaaah! Não! Tá doendo, caralho!' O pau entrou devagar, centímetro por centímetro, esticando as paredes apertadas da buceta dela, que pulsava resistindo. Seu Zé assistia, olhos vidrados, murmurando 'Desculpa, filha... perdoa o pai...'. Eu comecei a bombar, devagar no início, sentindo o calor úmido se formando apesar dela. Cada estocada fazia o corpo magro dela tremer, os peitinhos roçando no tecido do sofá.

'Para, por favor! Eu não gosto disso, isso é nojento!', ela choramingava, lágrimas escorrendo pelo rosto fino. Mas eu acelerava, o pau agora escorregando mais fácil, batendo no fundo da buceta dela com um som seco. Segurei o cabelo curto dela, puxando a cabeça pra trás, e meti mais forte, as bolas batendo nas coxas magras. 'Grita o quanto quiser, sua putinha sapatona. Seu pai me deu de presente.' Seu Zé se mexeu, voz rouca. '.. Aguenta aí Dudinha.' Ela soluçou. 'Traíra! Eu vou te matar!'

Eu a virei de costas agora, abrindo as pernas finas como varas. Os olhos dela estavam vermelhos, o piercing brilhando com o suor. Enfiei de novo, dessa vez olhando pro rosto dela se contorcer. O pau entrava inteiro, esticando a buceta até o limite, e eu apertava os peitinhos quase inexistentes, beliscando os mamilos duros de raiva. 'Olha só, é lésbica mas a buceta ficou molhada com um homem; tá gostando no fundo né?.' Ela negava com a cabeça, mas o corpo traía, a buceta apertando em volta do meu pau a cada bombada. Eu bombava rápido, o sofá rangendo, suor pingando no peito dela.

Segurei as coxas magras e levantei ela um pouco, fodendo de baixo pra cima, o pau acertando o ponto certo que a fazia gemer misturado com choro. 'Não... sai... ahh!' Seu Zé se aproximou um pouco, ainda desculpando. 'Filha, respira... vai acabar logo.' Eu ri, sentindo o gozo subir. 'Tá certo, Seu Zé. Sua filha é uma delícia apertada.' Com uma última estocada forte, gozei dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta virgem, escorrendo pelas coxas finas quando eu saí.

Ela ficou ali, ofegante e tremendo, a calcinha de lado, o sêmen vazando. 'Acabou... seu filho da puta...', murmurou ela, chorando, voz quebrada. Seu Zé se ajoelhou ao lado. 'Desculpa, Duda... o pai te ama.' Eu me vesti, satisfeito. 'Prazo estendido, Seu Zé. Semana que vem eu tô de volta!.' Saí deixando eles ali, o ar pesado de culpa e cheiro de sexo.

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Comentários (4)

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  • Sofiiiu: Amooo ouvir esses tipos de contos, histórias pesadinhas é um tesão!! T Sofirsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj
  • Rosana: Gozei gostoso kkkk

    Responder↴ • uid:7btesxtim4
  • Corno da Fran: Seu Zé deve ter aproveitado que ela tava aberta e cheia de porra e deve ter comido ela também kkkkk

    Responder↴ • uid:1cxp9x7jvgwp
    • Rabo de Seta: se não tiver feito isso, é trouxa kk

      • uid:2tcl1ltnl4y