Comi o cu do irmão da minha esposa e...
Era uma daquelas férias que mudam tudo. Eu, casado há sete anos, vivia uma rotina certinha em Olinda, mas quando o irmão mais novo da minha esposa aparecia pra passar uns dias em casa, o clima virava outro. O garoto, agora com 19 anos, chegava cheio de energia, jogava videogame até de madrugada, mexia em tudo e falava sem parar. Eu sempre resmungava, mas no fundo aquilo mexia comigo de um jeito que eu nunca admitia. Até que numa noite quente de janeiro, com a casa vazia e o tempo sobrando, a curiosidade virou desejo, o desejo virou putaria e a putaria virou a maior loucura da minha vida. O que começou como uma brincadeira de macho comparando rola terminou comigo de quatro no sofá da sala, gemendo alto enquanto o cunhadinho metia com vontade, e depois eu cavalgando ele na cama dele até a gente gozar juntos, suados, ofegantes, com o cu ardendo e o coração na boca. Se você tá lendo isso agora, prepare o coração (e talvez a mão), porque vou contar cada detalhe sujo, cada gemido, cada cheiro, cada pensamento safado que passou pela minha cabeça naquela noite. E se quiser acompanhar as próximas aventuras, é só procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Quem sabe eu não posto mais fotos e vídeos dessas putarias todas… quem sabe você não vira parte da história?
Minha esposa, a Ju, trabalhava o dia todo no centro do Recife e ainda fazia cursinho à noite, das 18h às 21h30. Eu, em escala na refinaria, tinha dias livres que coincidiam com as férias do moleque. Naquela noite específica, ela saiu às 19h45 pro ponto de ônibus na Rua do Imperador, me deu um beijo rápido e disse: “Cuida do menino, hein? Ele fica impossível quando tá sozinho”. Eu ri por fora, mas por dentro já sentia um frio diferente na barriga.
O garoto, chamado Lucas — magrinho, pele morena queimada de sol, cabelo cacheado bagunçado e um sorriso safado que ele nem tentava esconder —, tava largado no sofá da sala da casa em Olinda, jogando FIFA no controle. Eu sentei do lado, peguei o segundo controle e entrei na partida. Jogamos uns 40 minutos, xingando, rindo, até que ele pausou o jogo de repente e virou pra mim com aquela cara de quem vai falar merda.
— Mano… posso te perguntar uma parada?
— Manda.
— Jura que não conta pra Ju?
Olhei pra ele, arqueei a sobrancelha. Ele nunca tinha pedido sigilo antes. Meu pau já deu um pulo discreto dentro da bermuda só com a expectativa.
— Pode falar, moleque. Fica entre nós.
Ele respirou fundo, coçou a nuca e soltou:
— Qual o tamanho da tua rola?
Eu caí na gargalhada, mas senti o sangue subir. Respondi que nunca tinha medido direito, mas que era “normal”. Ele fez biquinho, descrente.
— Mostra com a mão então, vai.
Ele abriu as duas mãos, tipo mostrando o comprimento de uma vara de pescar imaginária. Eu ri mais ainda, mas entrei na onda. Larguei o controle, fiz o gesto: uns 17 cm, mais ou menos. Ele torceu o nariz.
— Pensei que fosse maior, véi. Pra tua idade…
— E o teu, então? Mostra aí.
Ele fez um gesto um pouquinho menor. Eu duvidei na cara dura:
— Tá mentindo, isso aí não tem 16 cm não, seu pirralho.
Ele ficou vermelho, mas sustentou o olhar.
— Mostra o teu de verdade que eu mostro o meu.
Naquele segundo meu coração disparou. Senti um calor subindo pelo peito, o pau endurecendo devagar dentro da cueca. Nunca tinha sentido tesão por homem, quanto mais por parente. Mas tinha algo na ousadia dele, na naturalidade, no proibido daquilo tudo que me deixou louco de curiosidade.
— Se o teu for mesmo desse tamanho, eu mostro o meu — falei, voz já mais rouca.
Ele mordeu o lábio, hesitou uns segundos, depois puxou a bermuda e a cueca juntas até o joelho. O pau saltou pra fora, duro, reto, uns 16 cm reais, cabeça rosada brilhando de excitação. Meu pau latejou forte na hora. Ele guardou rápido, rindo nervoso.
— Agora mostra o teu, combinado é combinado.
Eu cruzei os braços, encostei no sofá e falei com malícia:
— Vem aqui tirar ele pra fora.
Ele riu, achou graça, mas veio. Ajoelhou na frente do sofá, levantou minha camisa, abriu o botão da bermuda, desceu o zíper devagar. Quando puxou a cueca, meu pau pulou pra fora, duro, veias saltadas. Ele ficou olhando fixo, olhos brilhando, boca entreaberta. Parecia que tava imaginando mil coisas.
Deixei ele admirar uns segundos, depois subi a cueca de novo.
— Chega, né?
Ele voltou pro sofá pulando, rindo. Mas eu sabia que a brincadeira não tinha acabado. Minutos depois ele soltou:
— Tu já chupou rola?
Eu engasguei com a saliva.
— De homem? Não. E tu?
Ele baixou a cabeça, envergonhado.
— Já… no vizinho lá de Paulista, o Biel.
Eu conhecia o Biel. Garoto grandão, uns 22 anos. Imaginei os dois se pegando e meu pau pulsou mais forte.
— E é bom?
— É foda, mano. Se quiser eu faço em ti.
Meu coração quase saiu pela boca.
— Eu não sei fazer… tu que já fez podia me ensinar.
— Quer que eu faça primeiro pra tu ver como é?
— Quero. Mas depois tu deixa eu fazer em ti também.
Ele sorriu malicioso, veio pra perto, abriu minha bermuda de novo. Segurou meu pau com a mão quente, abriu a boca e engoliu quase tudo. Desceu e subiu umas cinco vezes, babando tudo, depois largou e voltou pro sofá rindo.
— Só isso? — reclamei, voz tremendo de tesão.
— Agora é tua vez.
Fui até ele. Mandei tirar a bermuda toda. Ele obedeceu. Ajoelhei entre as pernas dele, abri um pouco mais, segurei aquele pau quente, dei uma cheirada funda — cheiro de macho jovem, suor limpo, tesão puro. Abocanhei quase tudo, chupei com vontade, subindo e descendo, babando, sentindo ele pulsar na minha boca. Eu me sentia uma vadia, e adorava. Tirei da boca, bati o pau na língua, olhei pra cara dele.
— Tô fazendo melhor que tu, né?
Ele riu.
— Se quiser eu faço de novo, mas direito.
Enquanto chupava devagar, abri a bunda dele com os dedos, vi o cuzinho apertado, rosado.
— Esse rabinho já levou?
— Algumas vezes… dói no começo, mas depois fica bom pra caralho.
— E se eu quisesse meter?
Ele arregalou os olhos.
— O teu é maior… mas se tu quiser me dar o teu, eu como.
Olhei o relógio: 20h10. Ju chegava umas 22h. Tinha tempo.
Mandei ele tirar tudo e deixar a roupa no banheiro, caso ela chegasse cedo. Levei ele pro quarto de visitas, passei KY no pau dele, voltei pra sala, fiquei de quatro no sofá, empinando a bunda. Ele riu:
— Caralho, tu é peludo pra cacete.
— Sou macho, porra — respondi, voz rouca.
Ele encostou a cabeça no meu cu. Empurrou rápido demais, doeu pra caralho. Segurei o quadril dele.
— Calma, moleque! Devagar, senão não rola.
Ele obedeceu. Foi entrando aos poucos. Senti meu cu abrindo, ardendo, mas o tesão era maior. Quando encostou a barriga na minha bunda, eu puxei mais, mexi o quadril pra ajeitar. Pedi pra segurar ali uns segundos. Depois autorizei:
— Pode meter devagar.
Ele começou um vai e vem gostoso. O barulho do lubrificante, os ovos dele batendo no meu saco, meu pau duro balançando. Eu gemia baixo, sentindo cada centímetro. Virei o rosto pra olhar ele: olhos semicerrados, boca entreaberta, focado na minha bunda engolindo ele inteiro.
Fomos pro quarto dele. Deitei de costas na cama, abri as pernas. Ele meteu de novo, devagar no começo, depois mais forte. Beijamos — beijo desajeitado, mas cheio de tesão. Depois sentei no colo dele, rebolando, subindo e descendo, sentindo ele me abrir todo. Meu cu ardia, mas eu queria mais. Pulei forte, bunda batendo, pau chacoalhando. Ele apertou meus joelhos, respirou fundo.
— Tô quase…
— Quando for gozar, pega meu pau e bate pra mim. Vamos gozar juntos.
Ele assentiu. Apoiei as mãos, ele quicou embaixo de mim, metendo fundo. Quando começou a gemer alto, segurei a mão dele no meu pau. Ele bateu rápido. Senti o pau dele pulsar dentro de mim, ao mesmo tempo que jorrei porra forte, gemendo alto, pernas tremendo. Gozei muito, mais do que nunca. Ele esvaziou dentro de mim, pau pulsando, corpo todo tenso.
Caí em cima dele, ofegantes. Ficamos assim uns minutos, coração batendo juntos, pau dele amolecendo dentro do meu cu dolorido. Levantei devagar, peguei papel higiênico, limpei ele. Ele foi pro banho. Sentei na privada, sentindo o cu latejar, o cheiro de sexo no ar, e pensando: “caralho… amanhã ela sai cedo. Eu tô de folga. Isso aqui só começou”.
Se você chegou até aqui babando, imagina o que vem nas próximas aventuras. Quer ver mais? Quer saber como foi a segunda rodada, quando eu meti nele também? Então comenta aqui embaixo o que você faria se estivesse no meu lugar. E não esquece: pra acompanhar tudo, é só ir em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Te vejo na próxima putaria. 😈
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Comentários (1)
Mamãe sofiazinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk