Sozinha com o cachorro
Sempre fui uma pessoa tímida. Não saía muito de casa, nem tinha muitos amigos. Tinha dificuldade para fazer novas amizades, eu era do tipo que só falava se alguém falasse comigo primeiro. Tudo ficou ainda pior quando precisei mudar de cidade e abandonar os poucos amigos que tinha. Meu pai recebeu uma proposta de trabalho boa demais para recusar, e eu, ainda no ensino médio, enfrentei um período bem difícil. Como já disse, fazer novos amigos nunca foi fácil para mim. Por conta disso, minha rotina era simples e repetitiva: acordar cedo, ir para a aula, voltar para casa, fazer as tarefas diárias. Depois, tomava um banho para relaxar. Meus pais trabalhavam o dia inteiro e só chegavam à noite, então, enquanto estava sozinha, eu tinha total liberdade em casa. Nos dias frios, eu usava um pijama folgado com um short largo, sem calcinha por baixo. Era bem prático: bastava puxar para o lado e acariciar minha buceta quando o desejo aparecia. Mesmo quando não estava assistindo nada erótico, eu gostava de ficar ali, a mão entre as pernas, só pelo prazer do toque, como se fosse algo automático, reconfortante. Já nos dias quentes, que eram a maioria na nova cidade, eu dispensava quase tudo. Usava apenas um top ou um cropped, o suficiente para cobrir meus peitos caso passasse por alguma janela e desse de cara com um vizinho. Já na parte de baixo, nada, nem calcinha. Deixava apenas um short pendurado na maçaneta da porta, pronto para emergências ou para atender alguém.Depois do banho, eu me sentava em frente ao computador e passava horas navegando na internet, redes sociais, séries… Mas, na maior parte do tempo, era pornô ou contos eróticos que me prendiam de verdade. Eu gostava especialmente dos que falavam de incesto lésbico. Aquelas histórias me excitavam de um jeito profundo, quase proibido.Tínhamos um cão de guarda, um enorme rottweiler. Na antiga casa, ele ficava só no quintal, cuidando do jardim e das coisas externas. Mas, como a vizinhança era nova, apesar de tranquila, meu pai achou mais seguro dar a ele acesso ao interior da casa também. Na maior parte do tempo, eu ficava tão imersa nos contos que lia que acabava esquecendo completamente da presença dele.Certo dia, eu estava lendo um conto muito gostoso sobre madrasta e enteada, e, ao mesmo tempo, assistia a um pornô lésbico para “ilustrar” a história. Estava tudo muito bom, eu já tinha gozado uma vez e minha buceta estava melada. Resolvi então ir até a cozinha beber um pouco de água e pegar algo para comer. Enquanto estava inclinada, pegando uvas na prateleira mais baixa da geladeira, senti o cachorro se aproximando por trás. Ele encostou o focinho na minha buceta e ameaçou dar umas lambidas. Pulei de susto, corri de volta para o quarto e tranquei a porta. Mas não consegui parar de pensar naquilo.Com o passar dos dias, comecei a procurar contos eróticos e vídeos sobre zoofilia. Ficava cada vez mais interessada. Comecei a observar mais, a reparar mais nele. Às vezes, enquanto assistia televisão, eu no sofá, ele no tapete, eu descia para perto dele no chão e começava a fazer carinho, passava a mão na barriga, acariciava suas bolas, pegava na capa do pau dele e fazia movimentos de punheta até deixá-lo totalmente duro e pra fora. Eu gostava de ver e tocar, mas nunca consegui chupar como via nos vídeos, achava nojento. Eu também me virava para ele, abria as pernas e deixava que visse minha buceta, que cheirasse e desse algumas lambidas leves, sem prolongar muito. Depois de mais alguns dias, eu estava decidida a tentar uma penetração. Esperei meus pais saírem e não fui para a escola, precisava de todo o tempo possível. Como sempre, eu não estava vestida. Escolhi um lugar no corredor, próximo ao banheiro. Meus pais só voltariam à tarde, mas se algo acontecesse fora do previsto, eu conseguiria ouvir o portão abrindo, daria tempo de correr para o banheiro, trancar e fingir que estava tomando banho. Fiquei de quatro no chão e chamei o cachorro. Ele veio, cheirou, deu algumas lambidas na minha buceta e então montou em mim. Não vou mentir, os primeiros minutos foram bem difíceis. Eu era magra e delicada, e ele era pesado, foi complicado manter o equilíbrio com ele em cima de mim. As unhas dele arranhavam minhas coxas enquanto tentava acertar o local. Consegui me equilibrar em uma mão e, com a outra, encaixar o pau dele na minha buceta. Senti dor no início, como se estivesse sendo rasgada, mas o ritmo e a voracidade das estocadas tornaram tudo muito mais prazeroso do que doloroso. Abaixei a cabeça, arqueei as costas e empinei bem a bunda para que ele socasse gostoso. Depois de alguns minutos, senti ele gozando dentro de mim. Ficamos parados por um tempo, engatados pelo famoso nó. Ele tentava sair e tirar o pau de dentro de mim, mas minha buceta era apertada e ele estava inchado, a cada movimento eu sentia dor. Por fim, ele deu uma puxada brusca e se soltou de uma vez. Dei um grito de dor e desabei no chão, quase chorando. Ele se aproximou, deu uma lambida na minha buceta, depois saiu e foi se limpar em um canto. Reuni forças, fiquei de joelhos e então pude sentir a porra dele escorrendo para fora de mim. Quando olhei para a poça no chão, percebi que eu também havia sangrado um pouco. Levantei, limpei toda a bagunça e fui tomar banho. Passei a tarde deitada, sentindo dor; minha buceta ardia. No dia seguinte, acordei como se tivesse sido atropelada por um ônibus. Resolvi novamente não ir para escola, era sexta-feira e eu já tinha faltado na quinta. Passei a manhã deitada, mas então tive uma ideia: queria tentar mais uma vez. Se doesse, pelo menos teria o fim de semana para me recuperar deitada. Dessa vez, pensei melhor antes, assisti uns vídeos para ficar com mais tesão e a buceta bem molhada. Foi bem mais tranquilo, o pau dele deslizou com facilidade para dentro de mim. Afastei mais as pernas, arqueei mais as costas e consegui sentir ele indo mais fundo, mas sem tanta dor quanto antes. Quando terminamos, limpei a bagunça novamente e voltei a me deitar. Não pude repetir nos dias seguintes, porque meus pais estavam em casa. Mas comecei a fazer aquilo praticamente toda semana, sempre que ficava sozinha. Com o tempo, fui ficando mais desinibida e comecei a fazer até mesmo com meus pais em casa, trancada no quarto com ele. Fiz isso por um tempo, até me formar e me mudar de cidade, dessa vez sozinha sozinha, para ficar mais perto da faculdade. Até hoje sinto falta disso. O tempo curto e a correria não permitem mais. Às vezes penso em arrumar um novo cachorro, mas acabo mudando de ideia, o trabalho de manter um cachorro de porte grande em um apartamento não compensa. Além disso, desenvolvi um fetiche novo e mais fácil de manter. Mas espero um dia conseguir repetir isso de alguma forma, porque tenho a sensação de que nunca tivemos uma despedida de verdade.
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Comentários (2)
Doctor: Ótimo conto deu muito tesão eu já assisti
Responder↴ • uid:1cxwio8inkrmseisei: Qual o novo fetiche? e passa a usar um nickname sempre, assim sempre que postar seus contos vao estar organizados
Responder↴ • uid:1eujkxmnqyfm