#Incesto #Teen #Virgem

Meu primo e eu - 2: A primeira experiência

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Julinha19

Continuação do conto: Meu primo e eu - 1 Descobertas Se vc não leu a primeira parte recomendo ver antes para poder entender.

Como vcs comentaram e disseram pra continuar, aqui vai o segundo relato. Espero que gostem.

Observação importante: comentários incentivam bastante.

Bom, vamos lá...

Depois da minha descoberta, a masturbação começou a fazer parte da minha vida. Estava incluída na minha rotina.
Era na hora do banho, antes de dormir, as vezes ao acordar. Puberdade é uma fase de descobertas.
Eu comecei a reparar em corpos de meninos e de homens, ficava imaginando, tendo pensamentos de curiosidade e erotismo.
Várias vezes me pegava nas aulas de educação física, observando os meninos jogando futebol. Saindo da escola sem camisa nos dias de calor. Era diferente, confuso e bom ao mesmo tempo.

Mas a coisa pegava em casa mesmo, quando comecei a ver o Davi de outra forma. Ele estava presente nas minhas sessões eróticas em que eu esfregava com vontade minha bucetinha e apertava meus seios com bastante intensidade. E nem passaria pela minha cabeça que o nosso momento chegaria em breve.

Uma certa noite, eu estava na sala vendo filme deitada no sofá. Estava com um shortinho da Hello Kitty e uma camisetinha com alcinha, era um conjunto bem bonitinho. Minha tia estava na cozinha lavando a louça e o Davi tava no sofá do lado, que fica em L, deitado de frente pra mim jogando no celular.
Ele tava de regata branca e bermuda curta. Bem gatinho.
Tinha vezes que ele olhava pra mim, para meu corpo. Tinha certeza que era pras pernas, mas disfarçava. Por isso eu achava que era coisa da minha cabeça, mas aos poucos fui percebendo.
Eu observava ele as vezes, desviando o olhar, e esse jeito dele todo tímido o deixava mais atraente. Era gostoso ver ele assim, e o fato de me sentir desejada era demais. Imagina só os pensamentos que passavam pela minha cabeça. Minha tia entra na sala.

Tia: Gente, vou ter que trabalhar essa noite, tem um evento importante e precisam de mim. Deixei as sobras na geladeira caso tenham fome. Não durmam tarde e não falem com estranhos.
Davi olhou pra mim e deu risada.
Tia: O que foi Davi?
Davi: Mãe não somos mais crianças, não precisa se preocupar.
Eu: Pode deixar Tia, qualquer coisa a gente manda mensagem.
Minha tia sorriu. Ela confiava na gente.
Tia: Tá bom, boa noite, e não durmam tarde.
Só concordamos. Minha tia se arrumou e saiu em seguida. Já que ela não estaria em casa eu aproveitei pra ver se poderia assistir um filme de terror e perguntei ao Davi.

Eu: Quer ver um filme de terror?
Davi (mantendo os olhos no celular): Eu não curto muito não.
Eu: Ah vai... Eu não queria ver sozinha.
Davi: Ouxi, se tem medo, por que quer ver? Kkk.
Eu: Porque sim ué. Tô entediada. Então vamos ver o que tá passando na TV?
Davi: Tá bom vai, eu preciso colocar meu celular pra carregar mesmo.

Ele se levantou e colocou o celular na tomada ao lado da TV. Eu aproveitei pra ficar admirando ele todinho. Confesso que olhava para as costas dele, os braços, as pernas, e a bundinha dele, bem gostinho. Confesso que sentia vontade de apertar aquela bundinha e morder. O shorts marcava bem kkk. Confesso que nunca fui de observar bunda de homens, mas ao reparar o corpo de Davi, isso acabou mudando pra mim. Comecei a admirar mais. Hoje me chamam a atenção kkk.
Ele voltou e veio se sentar ao meu lado. Abri espaço dobrando as pernas e ele se sentou na ponta enquanto eu fiquei deitada no restante do sofá. Vi que ele se esforçava pra não olhar pra mim, para minhas pernas e minha bunda. Meus pés tocava o quadril dele. Esse toque parecia mexer com ele, e eu não fazia de propósito, só era inevitável. Confesso que era engraçado porque ele tentava se afastar, só que não tinha espaço no sofá. Eu não estava nem aí kkk, pra mim era é bom. Qualquer toque ou contato fazia crescer algo em mim que eu não sabia explicar o que era.

Eu: O que você quer ver?
Davi: Vai procurando aí.
Comecei a zapear. Ele as vezes virava, olhando de relance para meu corpo. Engolia seco, era muito fofo e excitante. Eu estava adorando isso. Conforme eu parava num canal, via que era chato, mudava de novo.
Davi: Tu não vai parar em nenhum canal não? Se decide.
Eu: Oxi, nem tá passando nada nessa droga.
Davi: Como você sabe, não para em lugar nenhum.
Eu: Tá, tá bem, parei nesse, vamos ver. Mas terá que ver até o final hein. Se ficar chato a culpa é sua.
Parei em um canal que tava tentando uma cena romântica.

Ficamos em silêncio vendo. De repente a cena começou a ficar mais intensa e os personagens começaram a se beijar com o homem pressionando a moça contra a parede. Era uma cena bem quente. Eu e Davi só víamos e não falávamos nada. No filme eles se jogam no chão e tiram a roupa. Era uma cena de sexo quase explícito. Eu olhei para o Davi foi aí que eu percebi. Um volume no shorts, que era notório a barraca armada kkk. Eu comecei a ficar excitada também. Ambos estávamos ofegantes vendo aquilo. Ele tentava disfarçar inclinando o corpo pra frente, juntando as pernas e eu achava engraçado. Meu pés tocavam o quadril ele, acho que isso reforçava a excitação. Eu decido quebrar o silêncio.

Davi: Desse canal você gosta né?
Ele (sem jeito): Oi? Que nada, pode tirar se quiser, deve ter coisa melhor.
Resolvi provocar: Sei... Você nunca assistiu esses filmes ou piores? Tipo porno?
Davi me olhou sério. Era muito fofo ele nervoso. Ficava quase irresistível. Tava amando isso kkk.
Davi: Oxi, eu? Não.
Eu cutucando ele com meus pés: Mentiroso. Eu sei que você vê. Todo menino vê essas coisas.
Ele: Bem hã... Eu... (Hesitante) já vi, mas vocês meninas não vêem?
Eu levantei e me sentei demonstrando interesse na conversa.
Eu: Acho que sim.
Ele rindo: Acha? Vê ou não vê? É sim ou não. Você já viu?
Confesso que tava com uma certa vergonha de falar no assunto, mas ao mesmo tempo excitada.
Eu: Bom, eu já vi algo.
Era notável, ambos estávamos excitados e as cenas do filme só reforçava. Estávamos realmente envolvidos num misto de curiosidade e medo para aonde essa conversa iria levar.
Eu reparava no volume do shorts de Davi e ele tentando esconder, mas era impossível. Eu acho divertido como é fácil perceber que um homem está excitado, impossível esconder kkk.
Eu: Vocês meninos são tudo tarado kkkk.
Ele (chocado): Ouxi eu não sou não.
Eu: Ah sim! O que você faz quando vê?
Ele confuso: Como assim?
Eu: Tipo... (Sem jeito) Você já bateu uma punheta Davi?
Ele ficou vermelho com a pergunta, todo sem jeito. Evitava olhar pra mim e pra TV. A reação dele só me deixava mais excitada.
Eu provoquei mais: Ahh, seu silêncio já diz tudo kkk.
Ele: Não, não, pode parar, eu não disse nada.
Eu: Eu tenho curiosidade em saber. Dizem que os meninos fazem isso. Você faz?
Ele demora pra responder e eu encaro diretamente tentando pressionar uma resposta.
Ele todo encabulado: Sim.
Aquela conversa estava tomando outro rumo. Nós viamos o filme com cenas quentes e falávamos essas coisas. Era estranho, mas bom. Davi estava contido, e eu provocativa. Eu estava me divertindo demais deixando ele constrangido por estar excitado. Ele tava todo duro e desconfortável no sofá.

Eu: Tenho curiosidade.
Ele me olha bem sério e desconfiado.
Eu: E... Já saiu aquilo? Tipo... Você já gozou batendo punheta?
Agora ele estava me olhando e mais ofegante, sério apesar de nervoso ainda.
Ele: Bom... Sim. Por quê?
Eu: Eu tenho curiosidade ué. De saber como é, de ver.
Ele: Ouxi! Sério?
Com o filme rolando aos sons de gemidos e nossa conversa, era uma questão de tempo até acontecer algo.
Eu: Sim. Você poderia me mostrar né. (Falei envergonhada)
Ele não acreditando: Sério? Eu? Na sua frente? Eu acho que...

Eu me aproximei dele e nos encaramos em silêncio. O rosto dele sério olhando pra mim era demais. Davi tinha um jeito de menino adolescente em formação misturado com inocência. Nós olhamos nos olhos agora. No impulso dei um beijo no rosto dele.
Eu: Você já beijou na boca?
Ele só acenou com a cabeça que não.
Eu: Quer me beijar?
Ele não respondeu, só se aproximou e me deu um selinho. Foi rápido mas eu me arepiei todinha. Em seguida eu avancei e deu um beijo nele. Esse foi bem gostoso.
A gente tava se descobrindo, não sabíamos o que estávamos fazendo. Até que nossas línguas se encontraram. Foi desajeitado mas foi muito bom. Eu dei o primeiro passo, isso tava despertando ele também. Foi no automático. Eu coloquei minha língua primeiro e ele correspondeu em seguida. Paramos e ficamos nos olhando. Davi sorriu pra mim e eu me derreti toda sorrindo de volta. Eu podia sentir seu cheiro, isso era incrivelmente sedutor pra mim.
Eu olhei pra baixo e vi que o volume tava impossível de não ser notado na bermuda dele. Eu insisti.
Eu: Deixa eu ver? Vai.
Ele cedendo, se levantou. Estava ofegante e trêmulo, bem nervoso. Ele abaixou a bermuda com certa hesitação, e eu acompanhava ela descendo revelando a cueca azul que ele usava, que estava com um volume no formato do pau dele bem marcado. Era lindo de ver. O pauzinho dele lutando pra sair. Eu via fascinada. O cheiro, o formato, a pele branquinha dele. O jeito que marcava a cueca, o som da respiração dele realçando a ansiedade. Era muito excitante.

Eu: Tira. Tira tudo.
Ele atendeu meu pedido e tirou a bermuda e em seguida arrancou a cueca e jogou no sofá. E eu vi ele ali todo excitado sem a parte de baixo e com o pinto duro feito ferro. Fiquei fascinada. O pau era lindo. Davi não era circuncidado, então a pele cobria a cabeça, tinha uns pelinhos nascendo e as bolas eram lisinhas e volumosas. Eu esperava que fosse menor pela idade, mas era bem grosso e tamanho era considerável, mas não medi então não vou arriscar um número kkk, basta saber que era muito gostoso.

Davi então pegou nele com vontade e começou a bater uma punheta. Eu fiquei vendo fascinada. Era um misto de excitação com curiosidade. Eu olhei pra ele vi aquele rostinho lindo com uma expressão bem gostosinha, com gemidos roucos e ofegante. Ele apertava e fazia o vai e vem com vontade. Olhei pra ele.

Eu: Quer ver meus peitos enquanto bate?
Ele só acenou que sim. Eu tirei minha blusinha e o sutiã com uma certa vergonha confesso. Ele ficou fascinado ao ver meus seios sendo revelados. Não eram grandes, mas delicados e bem macios. Começou a bater com mais vontade. Peguei a mão ele e o puxei pra ele se sentar. Ele se sentou ao meu lado. Peguei a camisa dele e a tirei deixando ele peladinho.
Eu: (Sorrindo) Assim é melhor.
Passei o braço dele envolta de mim e encostei no peito dele. Peguei no pau dele e ele gemeu. Aquela voz de menino na puberdade com gemido rouco e quase sussurante me deixou com um tesão maior ainda.
Eu olhei rindo pra ele e ele sorriu de volta. Fiz um sinal apontando para os meus peitos e ele entendeu e pegou neles. Começou a apertar. Neste momento percebi na hora minha buceta molhadinha. Comecei a punhetar ele. O pau dele tava quente, suado e muito duro. A sensação era incrível. Poder tocar, sentir, apertar, fico molhada só de lembrar.

Era incrível estava lá ele e eu no sofá abraçados com as mãos dele nos meus peitos e eu com a minha no pau dele. O que me excitava muito era que ele estava totalmente pelado, eu deitada no peito dele podia sentir aquele corpo quente e gostoso só pra mim. Era como se eu o dominasse e o colocasse numa situação vulnerável.
A gente gemia. Eu tocava nas bolas macias dele e subia para o pau, apertava e punhetava. Ele gemendo gostoso pra mim. Eu começava a lamber os mamilos dele. Nessa hora ele não aguentou, começou gemer e eu acelerando mais. Ele jogava a cabeça para trás e gemia ofegante, totalmente entregue. E eu amando aquilo tendo-o apertando meus peitos enquanto lambia seus mamilos.
Neste momento acelerei mais, não me contive, fui com intensidade e ele curvou o corpo pra trás, suas pernas começaram a esticar. Certamente ele estava chegando ao seu limite. A respiração aumentou com os gemidos. Teve um momento em que percebi o pau dele endurecer mais e pulsar.

De repente aconteceu, ele solta jatos fortes, gozando intensamente. O primeiro jato atingiu a barriga dele, os outros foram mais longe com um atingindo meu queixo. Levei um susto, mas mantive. Foi incrível ver aquilo. Era um tesão indescritível. Eu não acreditava, ele gozando ao meu toque, aquela expressão de prazer máximo, sentindo o pau dele pulsar intensamente na minha mão. E eu me impressionei o quanto ele gozou. Foi uma gozada farta, parecia uma fonte jorrando aquele néctar, aquele leite quente e gostoso. O cheiro forte me deixou até tonta, era incrível.

Ele relaxou e desabou no sofá. Eu espremi um pouquinho mais até sair tudo e tirei a minha mão toda melada do pau dele, chegava a escorrer entre meus dedos. Olhei pra ele e rimos juntos. Demos um beijo, nos olhamos e em seguida me levantei e coloquei minha blusinha e olhei pra ele.
Eu: Obrigada por isso. (mostrando minha mão e limpando meu queixo).
Ambos rimos espontaneamente.

Saí e fui para o banheiro me limpar, quando eu voltei ele já tinha subido. Vi que ele foi tomar um banho. Ele estava muito cansadinho, dava pra notar. Eu fui para o meu quarto, e fiquei lá refletindo no que aconteceu. Eu parecia não acreditar. E agora como seria minha relação com meu primo? Isso só o tempo vai dizer.

E assim foi a primeira experiência comigo e meu primo Davi. A primeira de muitas.

Espero que tenham gostado e gozado também kkk. Foi o primeiro conto que ousei escrever e realmente não sei se sou boa nisso. Quem vai dizer serão vcs. Se quiserem uma continuação comentem aí. A continuação vai depender dos comentários.

Muito obrigada e Beijinhos.

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Comentários (1)

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  • Gabyzinha: doida pra encontrar uma pessoa assim!! T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:3nwp9ttw20j