Dois amigos de meu pai aproveitaram que eu estava bêbado e comeram o meu cu
ESTA HISTÓRIA ACONTECEU QUANDO EU TINHA 18 ANOS.
Olá a todos, meu nome é lauro, sou casado, tenho 59 anos, 1,90m, 110 kg, olhos castanhos, calvo, grisalho, corpo normal, bunda de média pra grande (fica enorme quando estou de 4), com pelos nas pernas, na bunda e no peito. Sou homem com cara de homem, voz de homem, corpo de homem, jeito de homem, mas gosto de chupar piru e dar o cu para homens.
Na época, com meus 18 aninhos, eu estava numa festa de aniversário de um amigo num bairro próximo ao meu. Durante a festa eu bebi muito e, percebendo que tinha ultrapassado o meu limite, decidi me despedir dos presente e ir embora.
Era bem tarde da noite quando comecei, então, o longo caminho de volta para casa pela estrada de terra esburacada que dava para o meu bairro. Meu estado de embriaguez era tal que eu não conseguia andar em linha reta, mas fica “costurando” de um lado ao outro das margens da estrada. Cheguei até tomar dois tombos.
Estava, assim, tentando não tropeçar e torcendo pra que nenhum conhecido meu me visse naquela condição, quando a estrada ficou iluminada pelos faróis de um carro que vinha por trás de mim.
- Caralho, vou ter que chegar por lado pra esse carro passar. Tomara que eu não caia no mato! – Pensei, chateado por conta daquele episódio inesperado.
Com dificuldade fiquei parado no canto da estradinha enquanto um Opala Comodoro 4 portas, marrom, passava por mim. Porém, logo que ele passou, parou, e ouvi uma voz falando comigo:
- Aí, você não é o filho do Oliveira?
- Sim, sou sim! – Respondi.
- Eu sou amigo dele. Tá indo pra onde?
- Tô indo pra casa!
- Então entra aí que eu te dou uma carona!
- Tá! – Falei, aceitando o convite e me sentindo afortunado por ter encontrado esse amigo de meu pai que tão generosamente me ofereceu carona.
Dei a volta no carro e entrei no banco de trás, já que havia um outro passageiro ao lado do motorista, que reconheci ser também amigo de meu pai. Os dois deviam ter uns 40 anos de idade. Assim que entrei o homem deu partida no carro e seguimos viagem.
- Tá vindo de onde? – Perguntou o motorista, amigo de meu pai, que eu conhecia só de vista e não sabia (e nunca soube) o nome dele.
- De uma festinha! – Respondi.
- Devia estar muito boa já que você bebeu todas, né?
- É verdade! – Respondi e todos nós gargalhamos.
Daí pra frente continuamos a conversar, mas eu estava com tanto sono por causa do álcool que o amigo de meu pai sugeriu que eu me deitasse no banco e dormisse até chegarmos perto de minha casa, quando ele me acordaria.
Feliz com a ideia posicionei-me de lado no banco, encolhi os joelhos pra caber no espaço interno do carro, me deitei e logo peguei no sono.
Não sei quanto tempo se passou, mas quando acordei o carro estava parado e minha calça estava sendo puxada para baixo. Sem entender o que estava acontecendo comecei a balbuciar algumas palavras tentando saber se já tínhamos chegado em casa. Em resposta ouvi o amigo de meu pai me dizendo:
- Você chegou, mas é na casa do caralho!
Ao som de gargalhadas senti minha calça ser retirada totalmente e logo depois a minha cueca. Eu já estava sem o tênis. Sem entender bem o que estava acontecendo e tendo perdido até a noção do tempo, senti um dedo molhado encostando e depois entrando todo dentro do meu cu.
- Tá limpinho, não falei? – Ouvi o amigo de meu pai falando, após tirar o dedo de dentro e mim.
Ele ainda deu mais algumas dedadas até decidir como iriam fazer comigo.
- Eu vou primeiro, depois vai você! – Ele falou para o outro amigo de meu pai.
- Tá, mas como vamos fazer?
- Vou deitar ele de bruços e vou me deitar em cima dele!
- Tá, então eu vou abrir a porta do outro lado também pra não ficar quente!
- Boa ideia!
Feito os acertos o amigo de meu pai, o motorista, entrou no carro e começou a se posicionar sobre mim. Rapidinho ele encontrou a minha entradinha-do-prazer e se enfiou todo dentro do meu ALOJAMENTO-DE-ROLAS, o meu cu.
- Aaah, caralho, entrou tudinho... Aaaaaah! – Gemeu o homem.
Já com o pau devidamente alojado ele montou sobre a minha bunda, ficando eu entre as suas pernas e seus braços esticados. Daí pra frente senti seu pau entrando e saindo do meu cu num vai-e-vem e um entra-e-sai contantes e profundos. Sem qualquer condição de reagir eu me limitei a ficar gemendo na pica do macho.
Depois de um tempo assim o motorista se levantou e deu lugar ao outro amigo de meu pai, começando assim o revezamento dos machos no meu cu. Como quem estava aguardando a vez não queria ficar esperando pra me usar, tiveram uma brilhante ideia: Me puxar e me posicionar no banco de forma que a minha cabeça (e não os meus pés) ficassem para fora do carro. Assim quem estava esperando a vez poderia fuder a minha boca.
E foi isso que eles fizeram. Quem saia do meu cu dava a volta no carro e ia direto pra minha boca. Mas como eu estava muito sonolento e não conseguia manter a cabeça suspensa de forma a poder receber a pica do macho em pé na minha frente, tiveram a brilhante ideia de me segurar pelos cabelos, que eram compridos na época, enquanto fodiam a minha boca que nem uma xota.
Não sei por quanto tempo eles ficaram se revezando em mim, mas me pareceu bastante tempo, até que o motorista se deitou completamente sobre mim e gozou, enchendo o meu cu de porra, e o outro amigo de meu pai fez o mesmo na minha boca.
Os homens então se limparam com a minha cueca, se vestiram, me vestiram e retornamos o caminho. Já em casa fui direto para o banheiro e vomitei a mistura de álcool e comida que estava embrulhando o meu estômago. Depois tomei um banho morno e fui dormir, um pouco chateado, já que o vômito tirou aquele gostinho gostoso da porra do amigo do meu pai que estava na minha boca. Paciência, pelos menos o ardido no cu pelas pirocadas e o molhadinho da porra do outro macho ainda estavam lá, não é? Kkkkkkkkkkk...
Um abraço a todos!
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Comentários (1)
Gabyzinha: doida pra encontrar uma pessoa assim!! T Gabyrskk
Responder↴ • uid:3nwp9ttw20j