Transformei minha filha numa puta. Quinta parte
Meses se passaram como um furacão de tesão e segredos na casa serrana, onde o cheiro de eucalipto misturava-se ao suor de nossas fodas diárias.
Meses se passaram como um furacão de tesão e segredos na casa serrana, onde o cheiro de eucalipto misturava-se ao suor de nossas fodas diárias. Minha relação com Mônica virara um namoro tempestuoso, daqueles que devoram tudo ao redor. Toda oportunidade virava pretexto: rapidinhas no banheiro enquanto os meninos jogavam bola na rua, ela me visitando na oficina com shorts curtos que mal cobriam a bunda redonda, fingindo pedir carona mas se entregando de joelhos atrás do capô de um Opala enferrujado. "Pai, me fode aqui, rápido, antes que o Seu Zé volte", sussurrava ela, bocetinha lisinha já molhada, engolindo meu pau grosso enquanto eu tapava sua boca com a mão calejada. Um final de semana na serra gaúcha, num hotelzinho de beira de estrada, foi o ápice: trancados no quarto com vista para os pinheiros, não saímos da cama por 48 horas. Comi ela de todo jeito. Aos 15 anos, ela florescera: coxas mais grossas do karatê, quadris largos convidativos, seios roluços esticando as blusas, cabelos crespos negros caindo selvagens, olhos pretos faiscando volúpia, boca carnuda sempre úmida de desejo. Ela crescera muito rápido desde a primeira vez que a peguei. Tenho certeza que foi devido a estimulação sexual das nossas transas. Era uma potranca no cio, minha puta particular.No dia do aniversário dela, levei-a para jantar num restaurante simples em Canela , luzes baixas e cheiro de churrasco no ar. Ela se vestia com mini saia preta justa colando nas curvas novas, coxas morenas reluzindo, blusa branca de botões semiabertos revelando o colo moreno e a renda amarela do sutiã, sutilmente aparecendo. Andamos de mãos dadas pela rua gelada como namorados, eu com calça jeans surrada e camisa social, ela roçando o braço no meu peito, sussurrando " Estou adorando o passeio, pai". No restaurante, atitudes de amantes: entre garfadas de picanha, cerveja e refrigerante, ela se inclinava pra me beijar com volúpia, língua dançando na minha boca, mão fina sob a mesa apertando minha coxa até o volume endurecer. Percebi os olhares, homens admirando a ninfeta morena com peitos saltando, mulheres reprovando com caretas, sussurrando " ele tem a idade para ser o pai dela!?". "Deixa eles olharem, princesa. Tu é minha rainha", respondi rouco, dedão traçando sua coxa sob a toalha.Voltamos ao hotel a pé, mãos entrelaçadas, olhares famintos de passantes cravados nela — um cara assobiou, um grupo de jovens parou pra encarar a potranca rebolando ao meu lado. No quarto, chaveei a porta com urgência. "Hoje, Mônica, quero comer teu cuzinho como presente do teu aniversário." Ela sorriu safada, olhos pretos brilhando, girando pra mostrar a saia subindo na bunda empinada. Despi-a devagar: blusa caindo, sutiã amarelo soltando os seios maiores, roluços firmes com mamilos rosados duros; saia deslizando, revelando calcinha de renda amarela enfiada na fenda morena. Nua, pele brilhante contrastando com a lingerie de renda, deitei-a na cama king size, abri suas pernas torneadas. Coloquei a calcinha de lado, mergulhei a língua na bucetinha lisinha, inchada de tesão, lambendo de baixo pra cima, clitóris pulsando na minha boca. "Ai, pai... lambe tudinho!", gemia ela ofegante, quadris subindo, balbuciando "ai, pai, que gostoso".Virei-a de bruços, bunda redonda empinada como altar. Puxei o fio dental pro lado, mordisquei o ânus que piscava, língua forçando a entrada apertada enquanto dedilhava a buceta por baixo, sucos escorrendo pros meus dedos. Cuspi na rosquinha morena, indicador entrando devagar nas pregas quentes — ela estremeceu, "Devagar, pai... é apertado". Empurrei o médio junto, dois dedos lacrando o cuzinho adolescente com carinho, girando pra relaxar. "Tá gostando, filha?" "Hum, pai... continua", gemeu ela, rebolando no meu rosto. Era o sinal. Ajeitei-me atrás, pau duro como ferro, veias saltando, apontando na entrada untada. Deitei o peito nas costas morenas dela, segurando suas mãos finas, e empurrei a glande — apertadíssimo, anel muscular resistindo. "Ai, aí... tá entrando no meu cuzinho, pai!", ofegou ela, unhas cravando o lençol. Fui devagar, metade do pau enterrada, comecei vai-e-vem lento, acelerando, sentindo as paredes quentes apertarem como luva. Até o talo, bolas batendo na buceta melada. Bombeei furioso por cinco minutos, ela gemendo " tô sentindo, sentindo ele dentro do meu cuzinho!", corpo magro suando sob mim. Gozei louco, jatos quentes inundando as entranhas dela, pau pulsando, ela gozando junto, buceta esguichando no lençol.No dia seguinte, em casa, Mônica renascera: de menina insegura, virou jovem dona de si, sorridente, mandona. Fazia tarefas com garra, notas disparando na escola, relação com Felipe de 22, Alexandre de 20 e o caçula, Diogo de 16 melhorando, ela os provocava com risadas altas, shorts entalados no verão abafado, saias curtas rebolando pela casa. Eu adorava: pau endurecendo toda vez que via as coxas grossas piscarem, mamilos marcando as regatas. Nos pegávamos em todo canto — na garagem de casa, ela de quatro no capô, eu metendo na buceta enquanto consertava um carburador.Até aquele dia quente e abafado de verão, sol queimando o pátio de cimento rachado, ar parado cheirando a óleo e terra molhada. Eu a comia na mesa do escritório da minha oficina, Mônica de short arriado nos tornozelos, pernas abertas sobre a madeira gasta, blusa levantada expondo os seios roluços balançando. "Fode mais forte, pai! Enche minha pepekinha!", gemia ela alto, rebolando no meu pau grosso, sucos escorrendo pras minhas bolas. Estocadas furiosas, slap-slap ecoando, quando vi o vulto entre os carros velhos — o caçula, magrelo de 16 anos, olhos arregalados, mão dentro da bermuda apertando o volume duro. Saí dela num pulo, pau pingando secreções vaginais, peguei-o pelos cabelos desgrenhados. "O que tu tá fazendo aqui, guri?!" Ele tremia, mas revoltado: "Como vocês puderam? Pai fodendo a mana... Se eu contar, vai dar merda pra todo mundo!" Pelo volume na bermuda folgada, masturbava-se vidrado na cena incestuosa.A raiva explodiu — traição queimando no peito. "Tu tava se punhetando vendo o pai meter na tua irmã, seu moleque?!" Bati nele, tapa na cara magrela, empurrando contra a parede de ferramentas. "Para, pai! Eu também dou pra ele!", gritou Mônica, pulando da mesa nua da cintura pra baixo, coxas meladas brilhando. Congelei, pau murchando de choque. "O quê? Tu... com o teu irmão? Me traiu, sua vadia?!" Ela corou, mas olhos pretos desafiadores: "Não é traição, pai. Somos uma família. Não conta pra ninguém, por favor."O caçula, rosto vermelho de tapa e tesão "Foi ela que pediu, pai. Eu só... entrei no quarto dela uma noite, e ela abriu as pernas e disse que queria me dar . Raiva misturada a um tesão doentio brotou — minha putinha compartilhada com o próprio irmão? Mas o pau endureceu de novo, imaginando. "Mostra pra mim, então. Se é assim, fode ela na minha frente, seu puto." Empurrei o moleque pra mesa, Mônica já ajoelhada abrindo a bermuda dele. Pauzinho adolescente saltou, fino e rosado, veias pulsando — meia polegada menor que o meu, mas duro como pedra. Ela chupou gulosa, boca carnuda engolindo até a garganta, olhos pretos me fitando provocantes: "Vê, pai? Ele goza rápido na minha boca."Eu assisti hipnotizado, mão no pau masturbando devagar. O caçula gemia "Mana... que boquinha quente!", mãos nos cachos crespos dela. Ela cuspiu, deitou na mesa de costas, pernas grossas abertas: "Vem, maninho, enfia na bucetinha da mana." Ele montou desajeitado, pauzinho afundando fácil na vagina frouxa de tanto uso, bombeando rápido como coelho. "Ai, que apertadinha... mana, tu é gostosa!" Mônica rebolava, seios balançando, mão esticada pro meu pau: "Olha o pai assistindo, maninho. Fode mais forte pra ele ver como tu me come bem." Gozou em segundos, jatos finos enchendo ela, corpo magro tremendo.Não aguentei: tirei o moleque, posicionei-me entre as coxas dela, pau grosso mergulhando na buceta melada de sêmen fraterno. "Agora vê como se fode de verdade, guri." Estocadas brutas, mesa rangendo, Mônica gritando "Pai, enche de porra misturada! Amo vocês dois!" O caçula, pau meia-bomba, se masturbava de novo, olhos vidrados. Gozei violento, inundando tudo, saindo pra deixar sêmen escorrer. "Da próxima, vocês dois me esperam. Nada sem mim", ordenei rouco. Eles assentiram, cúmplices agora.A situação se desenrolou como vício coletivo. Dias depois, no quarto do caçula, Mônica no meio: eu na buceta, ele no cu estreito dela , lubrificado com cuspe e sucos, pauzinho deslizando enquanto eu bombeava fundo. "Ai, pai no cuzinho e maninho na minha bucetinha!", gemia ela, orgasmo triplo nos deixando exaustos. Diogo e Alexandre desconfiavam dos gemidos noturnos, mas Mônica os manipulava com sorrisos e quitutes, mantendo nosso segredo. Continua
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Comentários (3)
Elivelton: Cara, ouvi uma história parecida na minha cidade
Responder↴ • uid:bemlx7vk0aVargas: Que filha vadia
Responder↴ • uid:bemlx7vk0aFutch: Caralho mano que delícia esse conto , já ouvi falar sobre isso várias vezes , acontece muito por ai né rsrs , T futchamp122 , papais e pessoal com experiência
Responder↴ • uid:1e73h9s2zyji