#Gay #Teen #Virgem

A Lição do Professor de Biologia no Vestiário Clube Aquático

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Heitor

Na excursão escolar ao clube, o peso na sunga do professor roubou a cena. O que era tranquilo virou uma aula prática particular e intensa no box do vestiário.

Trocávamos olhares que eu não entendia bem; às vezes sentia que ele me via diferente. Quando a diretora anunciou a excursão para o clube, todos vibraram — o calor estava insuportável.
O sol da tarde ardia na piscina, mas o calor dentro de mim era maior. O passeio parecia comum, até que o professor de Biologia saiu do vestiário. Naquele segundo, meu mundo parou.
Eu só o conhecia de calça jeans e blusão. Agora, ele usava apenas uma sunga azul apertada. O corpo era de tirar o fôlego: braços fortes, bigode, peitoral largo e uma barriguinha de chope que, com a barba por fazer, exalava masculinidade. Meus olhos grudaram na frente daquela sunga.
O volume era pesado e balançava a cada passo. Dava para ver perfeitamente o desenho das bolas e a marca da cabeça do pau contra o pano esticado. Aquilo desconfigurou minha cabeça. Quando ele passou de costas, o coração errou a batida; a bunda era firme, preenchendo o tecido de um jeito que me deixou sem ar. Eu sempre achei o professor Gustavo bonito, mas naquele dia, ele passou de bonito para extremamente gostoso.
Pela primeira vez, senti tesão de verdade. Era um calor novo, intenso. Cresci sofrendo bullying, sendo chamado de "viadinho" por ser afeminado, e neguei até a morte. Eu jurava que não era gay. Mas ver o professor Gustavo ali, daquele jeito, confirmou o que eu guardava no fundo da alma: eu era gay, sim.
Meu corpo ardia. Meu pau, pequeno perto do dele, endureceu na hora dentro da sunga vermelha. O susto veio com um prazer que eu não queria que parasse. Eu não conseguia desviar o olhar daquele volume azul, imaginando o peso de tudo aquilo.
Depois subi o tobogã enorme. No ano passado, eu tinha vindo a este mesmo clube, mas não tinha a altura necessária. Finalmente, este ano, eu tinha o tamanho certo para encarar o desafio mais alto, mas lá no topo, o medo travou minhas pernas. Fiquei parado na beirada, o coração na garganta, até que uma sombra cobriu meu corpo e aquela voz grave ecoou:
— E aí, Heitor, bora?
Era o professor Gustavo. Senti um arrepio que não tinha nada a ver com o vento.
— Pode ir, professor... eu só estou aproveitando a vista primeiro — respondi, forçando um riso de vergonha.
— Não vai me dizer que está com medo, vai? — Ele arqueou a sobrancelha, lendo minha mente.
— Para falar a verdade, estou sim — confessei, baixando a cabeça.
Sem pedir licença, Gustavo se sentou na beirada do escorregador e deu dois tapinhas no próprio colo, entre suas pernas grossas.
— Vem cá, eu te seguro. Senta aqui na minha frente. Eu te abraço bem forte para você não sair voando.
Antes que eu pudesse raciocinar, ele me agarrou pela cintura e me acomodou no meio do seu colo. Sentir o calor daquelas pernas potentes e o volume pesado dele pressionado contra a minha bunda me deu um choque de tesão tão grande que precisei me segurar.
— Pronto? — ele sussurrou no meu ouvido.
Ele me segurava firme, as mãos grandes espalmadas na minha pele. Descemos. O medo virou uma adrenalina deliciosa, mas eu só focava no aperto dos braços dele. Quando emergimos na piscina, senti a mão dele deslizar por baixo da minha sunga, os dedos roçando com firmeza bem no meio da minha bunda.
Olhei para trás, assustado e excitado. Ele sorria de um jeito que me desconcertou.
— Me desculpa por isso — disse ele, com a voz baixa. — É que essa sua sunguinha vermelha entrou todinha na bundinha. Eu só quis ajudar... Me perdoa, fiz sem pensar.
Enquanto falava, ele ajustou a sunga azul, acomodando o volume pesado que parecia crescer. Ao apertar a base, a pressão fez a cabeça inchar sob o tecido esticado. Aquela visão fez meu coração disparar. Virei de costas rápido, tentando esconder meu pau duro, mas que era tão pequeno que quase não fazia volume na frente.
— Sem problemas, professor... — murmurei, enquanto o via mergulhar e sumir na água.
À uma da tarde, os professores chamaram para o almoço. A piscina esvaziou e a fila do restaurante ficou enorme. Como odeio a sensação de roupa molhada, fui direto ao vestiário colocar um short seco, mas não imaginava o que encontraria.
O banheiro estava quase vazio, em silêncio. Eu mexia na mochila quando senti uma presença: era o Gustavo. Ele passou por mim com um olhar confiante que me arrepiou. Sem dizer nada, parou no armário ao lado e, com uma naturalidade chocante, desceu a sunga azul, ficando totalmente nu na minha frente.
Virei de costas na hora, fingindo procurar meu short, mas a curiosidade queimava. Olhei por cima do ombro e perdi o fôlego. Ali estava o "monstro adormecido". Mesmo mole, o pau dele era o triplo do meu quando estava duro. O saco era grande, cercado por pelos escuros que desciam pelas pernas grossas. Eu tentava olhar escondido, com o coração saindo pela boca.
Criando coragem, tirei minha sunga. Fiquei nu diante dele, sentindo uma vulnerabilidade que me excitava. Percebi os olhos dele percorrendo meu corpo; ele disfarçou rápido, mas o clima mudou. Gustavo veio até mim, caminhando pelado. Parou tão perto que o pau dele encostou de leve na minha coxa. O choque térmico percorreu meu corpo inteiro.
— Heitor, tem um desodorante para emprestar? — perguntou, com a voz grave. — Esqueci o meu na pressa.
Atrapalhado, peguei o frasco na bolsa. Ao entregar, ele levantou os braços, revelando as axilas cabeludas. Ele usou o spray, e o aroma se misturou ao cheiro natural de homem que ele exalava.
— Valeu, cara. Salvou meu dia — disse, com um sorriso de canto.
Na hora de entregar o frasco, ele deixou o objeto escorregar. O plástico bateu no chão e rolou para debaixo dos armários. Parecia de propósito, um último teste. Ele pediu desculpas com uma voz calma, mas sem nenhum arrependimento; só queria me ver obedecer.
Abaixei-me em silêncio. Enquanto tateava o piso frio e escuro, vi de canto de olho: o olhar dele estava fixo em mim. Ele não disfarçava. Observava cada detalhe da minha bunda, empinada e totalmente exposta. Senti o peso daquele olhar queimar minha pele, me deixando vulnerável.
Ao me levantar, meus olhos grudaram naquele pau. Naquela altura, a visão era privilegiada: a cabeça grande do membro estava a centímetros do meu rosto. Paralisei, admirando a grossura e a cor daquela pele. Quando finalmente fiquei de pé, com as pernas bambas, encontrei o olhar dele.
Gustavo deu uma risada baixa, de quem sabia exatamente o que estava fazendo comigo.
— Gostou?
— Do quê? — perguntei com a voz fraca, tentando fingir inocência.
— Do meu pau. Você não tira os olhos dele, moleque. Nem para disfarçar você serve — disse ele, com uma risada rouca que revirou meu estômago.
— Me desculpa, professor... É curiosidade. Juro que não tem maldade — respondi rápido, o rosto queimando de vergonha.
— Curiosidade? — Ele deu um passo firme, diminuindo o espaço entre nós. — Que tipo de curiosidade você tem?
O sussurro grave vibrou no meu peito enquanto ele me cercava contra os armários frios.
— Tenho curiosidade em macho, em homens de verdade. Nunca tinha visto um homem assim, tão homem, pelado na minha frente — confessei, o coração batendo na garganta.
— Talvez essa curiosidade acabe ano que vem, na matéria de anatomia — ele disse, com uma promessa perigosa na voz. — Mas até lá...
Antes que eu pudesse reagir, ele agarrou meu pulso. A mão dele, grande e quente, guiou meus dedos diretamente para o seu pau. O contato súbito com a carne nua me deu um choque; tentei recuar, o frio na barriga me atingindo em cheio.
— Ei, calma... relaxa — disse ele, mantendo a pegada firme. — Não precisa ter medo, Heitor. Meu pau não morde. É só um pau... igual ao seu.
No momento em que ele pressionou minha palma contra aquela pele, senti um calor absurdo. Era uma quentura viva, pulsante, que queimava minha mão. A textura era firme e macia ao mesmo tempo; eu estava fascinado.
— Pau de macho assim, de pertinho, eu nunca vi — confessei com a voz embargada, enquanto ele guiava meus movimentos.
— Bobagem. Meu pau não tem muita diferença do seu — ele afirmou com uma naturalidade que me desarmou.
— A diferença é enorme — rebati, comparando. — O meu é pequenininho, professor. É menor do que a cabeça do seu. E o meu saquinho parece uma bolinha de gude perto do seu... que parece do tamanho de duas laranjas.
Gustavo soltou uma gargalhada, achando graça da minha honestidade. Ele soltou meu pulso, mas continuei ali, segurando aquele peso por conta própria por alguns segundos, antes de finalmente puxar a mão de volta.
— Me desculpa, professor... eu não devia.
— Não precisa se desculpar pela sua curiosidade — ele disse, sério, mas gentil. — Ser um menino curioso é um superpoder para o cérebro, Heitor. Isso impulsiona o aprendizado e prepara você para o futuro.
Ele usou o mesmo tom didático das aulas de genética, mas o contexto ali era outro. Gustavo pegou minha mão novamente e a fechou sobre o membro. Comecei a sentir cada detalhe: a pele era macia, mas as veias por baixo eram grossas e saltadas. Senti o membro pulsar ritmicamente, como um segundo coração.
— Sente como ele reage ao seu toque? — Gustavo sussurrou.
Debaixo da minha palma, o sangue bombeava com força. O que já era impressionante triplicou de tamanho, esticando a pele até ficar rígida como uma rocha. Em segundos, ficou tão grosso e comprido que parecia maior que meu antebraço.
Aquele tamanho começou a me assustar; nunca vira nada tão potente. Era uma força da natureza na palma da minha mão, emanando um calor que queimava. Meus dedos pequenos mal envolviam aquela circunferência enorme, e a mistura de impotência com desejo me deixou zonzo.
— Assusta, não é? — ele disse. — É o corpo de um homem reagindo a você, Heitor. Não tenha medo dessa força.
Eu estava paralisado. A cabeça do pau, agora gigantesca e de um roxo profundo, latejava contra meu pulso. Era um poder físico que eu nunca imaginara, e saber que eu causara aquela transformação me dava um frio delicioso na barriga.
— Você vai longe, menino — continuou, com a voz rouca. Sua mão cobriu a minha, ensinando-me a apertar e deslizar pelas veias saltadas que pulsavam sob a pele quente. — Lide com isso como uma aula prática, um aprendizado sobre o corpo de um homem de verdade.
Eu estava hipnotizado. A "explicação" técnica justificava o que eu sentia, transformando o desejo em conhecimento. Sob o pretexto da ciência, eu tinha permissão para explorar cada centímetro dele.
Enquanto ele falava, o líquido transparente e viscoso da ponta do pau melava tudo. A cabeça do membro latejava com uma vitalidade que me deixava tonto. Eu não parava de olhar para o brilho daquele melaço e para a forma como o corpo dele reagia ao meu toque.
— Professor, o que é esse líquido na cabeça? — perguntei, curioso, como se estivesse em uma aula sobre um assunto que eu não dominava.
Gustavo deu um sorriso de canto, com prazer em ensinar. Ele se aproximou ainda mais, envolvendo-me com o calor do seu corpo nu.
— Isso, Heitor, é o lubrificante natural do homem — explicou, didático e malicioso. — É o sinal de que a “máquina” está pronta. O corpo produz isso quando o desejo fica forte, para que tudo deslize. É a prova física de que a aula está ficando interessante.
Enquanto falava, ele guiou meu dedo até a ponta do membro, fazendo-me tocar naquela gota viscosa. Depois, usou meu próprio dedo para espalhar o líquido pela cabeça do pau, que latejava sob o toque.
— Viu como a pele fica mais sensível? — perguntou. — Esse líquido anuncia o prazer que vem a seguir.
Eu olhava fascinado para meus dedos brilhando. A explicação dele fazia tudo parecer uma descoberta científica, embora meu corpo gritasse de tesão. Eu aprendia sobre minha própria natureza.
De repente, passos na entrada do vestiário me fizeram saltar. Afastei a mão instantaneamente, o coração disparado de medo. Logo, o silêncio foi quebrado pelo barulho de alguém urinando nos mictórios, do outro lado da parede.
Mesmo com o pavor de ser descoberto, o desejo foi mais forte. No automático, levei os dedos ao nariz. O cheiro era inebriante: cheiro puro de macho, com o toque ácido de urina e o aroma agridoce daquela baba. Aquilo me fez viajar; um arrepio elétrico subiu pela minha espinha.
Levado por um impulso desconhecido, levei os dedos à boca. O gosto era complexo: uma mistura de azedo, doce e salgado. Chupei cada dedo, limpando a essência dele com a língua, sem tirar os olhos do professor.
Gustavo sorria, adorando me ver vulnerável, saboreando-o. Quando os passos sumiram e o banheiro silenciou, tentei me afastar, achando que a loucura acabara. Bobagem minha.
— Onde você pensa que vai? — perguntou, segurando meu pulso com uma força que impedia a fuga. — A aula não terminou, Heitor. Na verdade, está só começando.
Ele me puxou com firmeza até o último box. O som da porta de alumínio batendo e o trinco sendo passado ecoaram como um sinal de que o mundo lá fora não importava mais. Naquele espaço abafado, o cheiro de sabonete se misturava ao odor natural de homem que ele exalava.
— Hoje a aula prática vai ser sobre a propagação da espécie.
— Propaga... o quê? — perguntei, confuso com a palavra difícil.
— Calma, você vai entender — ele disse, aproximando-se com aquele olhar dominante. — Mas, para isso, eu preciso que você faça o papel da fêmeazinha. Você consegue? Eu vou ser o seu macho.
— Fêmea? E como eu vou saber fazer isso? — perguntei, sentindo um frio na barriga.
— É fácil — ele respondeu, a voz grave e carregada de autoridade. — Na natureza, toda fêmea é submissa ao seu macho alfa. Tudo o que você tem que fazer é me obedecer. Você consegue?
Eu não consegui dizer nada; apenas balancei a cabeça em um “sim” mudo.
Sem perder tempo, Gustavo me prensou contra a parede. O gelado dos azulejos contrastava com o calor absurdo do corpo dele. Ele segurou meu rosto e me deu um beijo de língua voraz. Eu nunca tinha beijado ninguém, estava perdido, mas ele conduzia tudo. Sua língua invadia minha boca com força, explorando cada canto e sugando a minha com uma vontade que me deixava tonto. A barba por fazer arranhava minha pele, uma sensação bruta que só me dava mais tesão.
Enquanto nossas bocas se devoravam, senti suas mãos pesadas descerem pelas minhas costas até agarrarem minha bunda com força. Ele me suspendeu, prensando seu membro gigantesco e latejante contra minha barriga. O pulsar daquela carne contra a minha pele disparava choques elétricos por todo o meu corpo.
O beijo foi interrompido pelo estalo seco do tapa em minhas nádegas. A ardência veio acompanhada de um gemido involuntário, mas a dor logo foi atropelada pela invasão: um de seus dedos penetrou, movendo-se com uma calma torturante, explorando cada centímetro do meu aperto. Enterrei o rosto em seu pescoço, perdendo o fôlego.
— Queria aprender, não queria? — O sussurro de Gustavo queimou meu ouvido. Ele se encaixou entre minhas pernas, possessivo. — Vou te ensinar como um homem toma o que é dele, Heitor.
Ele se afastou o suficiente para me subjugar com o olhar. Era pura soberania.
— Tem curiosidade de saber o sabor de um homem de verdade? — A voz dele vibrou como um trovão baixo, estudando meu tremor.
Minha voz sumiu. Apenas assenti, entregue àquela imponência.
— De joelhos, Heitor. Agora.
A ordem não permitia hesitação. Meus joelhos bateram no chão úmido do box. Dali, a visão era avassaladora: o pau dele, ereto e imponente na altura do meu rosto, exibia veias pulsantes sob a pele tensa. O aroma viril me atingiu em cheio, embriagando meus sentidos antes mesmo do primeiro toque.
A mão de Gustavo fechou-se na minha nuca, os dedos afundando no meu cabelo com força. Ele me puxou para mais perto.
— Agora você vai sentir o peso do conhecimento, moleque — sentenciou. A autoridade na voz dele me fez estremecer por inteiro.
Abri a boca devagar. O calor que emanava daquela cabeça pulsante já me queimava o rosto. Quando meus lábios finalmente envolveram a ponta e a grossura real se revelou, a ficha caiu: o que eu sentira antes com as mãos não passava de um rascunho. Ele soltou um suspiro rouco, projetando o quadril, e eu soube que a aula seria brutal.
Não havia mais espaço para timidez. Abri-me a boca ao máximo que pude, tomando-o com a fome de um animal. O membro era tão maciço que esticava minhas bochechas, preenchendo cada milímetro e roubando meu fôlego. Minha língua trabalhava freneticamente, circulando a cabeça, embriagada pelo gosto forte e pelo calor que vinha das entranhas dele.
Gustavo rosnava. A mão firme na minha nuca ditava a cadência, mas o controle dele era frágil. De súbito, ele perdia o freio e enterrava minha cabeça contra seu quadril. O membro batia fundo na garganta, arrancando lágrimas e engasgos, mas a dor era apenas o combustível para que eu o quisesse ainda mais profundo.
— Isso, Heitor... Suga tudo. Aprende o gosto de um homem — ele arfava, a voz falhando enquanto se entregava à minha boca.
As veias dele pulsavam contra o meu paladar. O cheiro, o sabor e a pressão absoluta anularam qualquer senso de proibido. Eu estava ali, de joelhos, prestando a atenção mais visceral da minha vida àquela lição prática de biologia. A cada estocada profunda, o peso prometido se materializava: uma pressão interna, um calor que derretia meus sentidos e me deixava submerso no poder que ele exercia sobre mim.
Saciado, Gustavo me arrancou do chão com força bruta. Virou meu corpo de uma vez, esmagando meu peito contra os azulejos gelados do box. Suas mãos agarraram minhas nádegas, afastando-as com vigor e deixando meu cuzinho exposto, vulnerável ao ar úmido.
Sem aviso, o calor da língua dele me atingiu. Ele me explorou com vontade, untando-me com saliva, preparando o terreno com uma voracidade que me fez perder o pouco fôlego que restava. O contraste da língua quente contra a pele arrepiada me fez arquear as costas, totalmente à mercê do que viria a seguir.
— Agora a aula vai ser profunda, Heitor. Relaxa — sussurrou Gustavo, a voz rouca carregada de intenção.
Senti a pressão daquela cabeçona massiva contra a entrada. Antes que eu pudesse processar, ele forçou. O impacto foi avassalador; o membro abria caminho com uma autoridade bruta, esticando minhas fibras ao limite. A dor aguda me fez dar um grito contido contra o azulejo, minhas unhas arranhando desesperadamente o rejunte da parede.
— Calma... respira. O conhecimento dói no começo, mas depois você não vai querer outra coisa — ele ditou, mantendo a pressão constante, obrigando meu corpo a se moldar ao seu tamanho absurdo.
— Está lacradinho ainda, Heitor? — rosnou, sentindo a resistência da minha virgindade contra a força do seu pau.
— Sim... sou virgem, ou melhor, era — confessei entre dentes, tremendo sob o peso dele.
Gustavo soltou um riso abafado, puramente predatório. Colou o peito suado em minhas costas, prensando-me contra a parede.
— Tem curiosidade de aprender como um macho alfa engravida uma fêmeazinha? — sussurrou, e senti seu volume pulsar, com pressa de me tomar.
— Sim... eu quero aprender — respondi, totalmente entregue.
— Então presta atenção. Você vai aprender agora como a espécie se propaga.
Ele ligou o chuveiro. O chiado alto do aparelho elétrico velho ajudaria a abafar os gemidos. Ele travou a mão no meu quadril como um torno e buscou apoio na parede com a outra. Veio o impulso: lento, mas irresistível.
A dor foi um clarão. Parecia que meu corpo estava sendo partido ao meio por aquela grossura descomunal. Meus dentes travavam minha boca, mas um gemido vazou e ecoou pelo banheiro. Eu sentia cada milímetro da minha pele ser testado ao limite absoluto.
Ele não parou. Empurrou com autoridade, centímetro por centímetro, até que o calor do seu saco encostou na minha bunda. Tinha entrado tudo. Eu estava completamente preenchido pelo “professor”, sentindo, enfim, o peso do conhecimento que ele tanto prometia.
— Agora você é meu aluno particular, Heitor — sentenciou.
Ele começou a se mover, e a dor aguda transmutou-se em um fogo interno. Era uma batalha desigual: a maciez da minha carne lutando contra a brutalidade da dele. Gustavo me manteve imóvel por um tempo, deixando o membro descansar no meu fundo, obrigando meu cu a se dilatar e aceitar aquele preenchimento absurdo.
No box, o único som era o das nossas respirações pesadas. Eu sentia cada milímetro dele me esticando, uma plenitude que beirava o insuportável.
— Agora a aula vai a fundo — sussurrou, a voz vibrando contra minhas costas. — Sente cada veia, Heitor? Cada curvatura? Consegue sentir o meu sangue pulsar dentro de você?
— Sinto... — respondi, a voz embargada, sentindo nossos calores se fundirem em um só.
— Ótimo — ele testou meu aperto, possessivo. — Odeio a sensação de que meus alunos não entenderam a matéria. Gosto do dever cumprido. Gosto de ensinar minuciosamente, até que a lição esteja gravada na sua memória.
Ele apertou meu quadril com força e iniciou movimentos circulares lentos. A cabeça do membro roçava em pontos internos que me faziam perder os sentidos.
— Um bom professor não deixa dúvidas, Heitor. Vou garantir que você saiba o que é ser uma fêmea sendo possuída por um homem.
Ele recuou quase todo o corpo e voltou com uma estocada profunda. O ritmo era de entrega absoluta. Movia-se com uma calma torturante, me fazendo sentir cada milímetro da invasão. Enquanto deslizava, Gustavo me dava beijos molhados no pescoço, sussurrando palavras que me deixavam ainda mais entregue.
De repente, as mãos dele passaram por baixo dos meus braços em um abraço apertado. Ele me suspendeu, tirando meus pés do chão. Todo o meu peso recuou contra o dele. O pau entrou ainda mais fundo, atingindo lugares que eu nem conhecia.
— Relaxa o corpo no meu... deixa eu te carregar — dizia, com a voz abafada no meu ombro.
Ali, suspenso e preenchido, eu me sentia pequeno, mas protegido por aquela força bruta. Ele mantinha o vaivém rítmico, me balançando enquanto me possuía. Ser carregado e penetrado por um homem daquele tamanho era algo que nenhuma teoria explicaria. Era o aprendizado prático do poder que ele exercia sobre mim.
Eu sentia cada pulsação dele dentro de mim, um coração de carne batendo no meu centro. Ele me apertava contra o peito suado, garantindo que eu jamais esquecesse aquela lição.
— Não quero te machucar — disse, com autoridade protetora, mantendo-me suspenso. — Mas para um macho engravidar uma fêmea, tem que ser mais rápido e forte. Você quer aprender?
— Quero... — respondi sem fôlego, dependente da força dele.
— Se doer muito, é só pedir pra eu parar — prometeu, mas seus olhos brilhavam com determinação.
Agarrado a mim, o professor moveu-se de forma rápida e visceral. Meus olhos lacrimejavam pela pressão, mas algo me impedia de pedir para parar. Eu aumentava um pouco o volume dos gemidos, esperando que ele tivesse pena e reduzisse a força.
A reação dele foi instintiva. Em vez de maneirar, tampou minha boca, abafando meus gritos, e aumentou a potência. Seguia um comando da natureza.
— Me perdoa, Heitor... — sussurrou, com voz científica e bruta. — Mas, na biologia, um macho não pode ter pena da fêmea na cópula. Se tiver, o ato é incompleto. É a lei da natureza, me desculpa.
Ele dizia isso fixo nos meus olhos enquanto cada estocada me atravessava. Minha mão forçava a perna dele, tentando aliviar a pressão, mas era vão. Contra um homem decidido, eu era apenas um aluno aprendendo como a vida se impõe pelo poder de um macho.
— Isso, Heitor... a fêmea tem que cumprir o seu papel. Ser apenas um buraco para ser fecundado pelo macho alfa. Se a fêmea não der prazer ao macho, ele não goza e ela perde a sua única função: engravidar. Seja forte e aguente tudo, pelo bem da espécie.
Ele me virou de frente, suspendendo meu corpo no colo em um movimento único. Minhas pernas envolveram sua cintura e meus braços circularam seu pescoço. Naquela posição, a conexão ficou profunda. O pau entrava num ângulo que me fazia perder o fôlego.
O transe foi cortado por passos e armários batendo. Alguém entrava no vestiário, mexendo em tudo mais ao fundo do nosso box.
O pânico me tomou. Meu corpo tensionou e minha entrada apertou o membro dele como uma luva. Eu ia gritar, mas o professor foi rápido. Colou a boca na minha, abafando meus gemidos com um beijo faminto, enquanto se movia com força controlada.
Ali, a aula de biologia virou sobrevivência e adrenalina. Eu sentia o pulsar dele e o som do desconhecido do outro lado. Gustavo não parou. O risco dava ainda mais vigor a ele. Apertava-me contra o peito, silenciando o prazer e a dor. Seus olhos fixos diziam que ele não me soltaria até a lição estar completa.
Sentir o perigo perto enquanto era possuído fazia meu coração bater na garganta. O medo se misturava a uma excitação potente com o meu professor.
Depois do silêncio tenso, os passos se afastaram e a porta bateu. No mesmo instante, o professor me colocou no chão. Forçou-me a ficar de joelhos, inclinado para frente, enquanto permanecia em pé logo atrás de mim.
Ele estava dando a vida por aquela aula, movendo-se com uma fúria primitiva. A cada estocada violenta, eu sentia o peso das suas bolas grandes batendo contra mim. Eram bofetadas de carne que estalavam na pele, um som rítmico marcando o ápice do esforço biológico. Eu não era mais apenas um aluno; era o receptor de toda aquela potência.
— Presta atenção, Heitor... — rosnou, a respiração descontrolada. — É assim que a natureza garante a vida. Sem hesitação. Sem limites.
— Coloca seus filhotes dentro da sua fêmea, professor! Engravida meu rabo! — eu gritava, entregue ao instinto, sentindo o suor dele se misturar ao meu.
Ao ouvir meu pedido, ele me agarrou com fúria renovada. Fincou o pau com tudo, atingindo o ponto mais profundo do meu ser. O impacto me roubou o fôlego enquanto ele se ancorava no meu quadril com as mãos pesadas.
— Tem que gozar bem no fundinho do útero, se não não engravida — sentenciou com a voz rouca, focando na biologia do prazer e no domínio que impunha.
Ele começou a martelar com força descomunal. Cada estocada buscava o limite extremo da minha resistência, decidido a depositar sua carga onde nenhum outro homem jamais chegara.
No limite, o corpo dele tencionou. Gustavo segurou meus quadris com força esmagadora e, com um rugido abafado, me fecundou. Senti uma onda de calor absurda inundar meu interior. Um jato espesso preenchia cada centímetro vazio. Era a semente do macho depositada com autoridade, finalizando a lição.
— Pronto, Heitor... Uma fêmea só se sente completa quando o macho despeja todos os seus filhotes dentro dela. Ela só descobre o seu valor quando sente o útero cheio, transbordando com a gala do seu alfa.
Ficamos imóveis. O único som era o das nossas respirações e o suor pingando no chão do box. A aula sobre a propagação da espécie chegara ao fim. Eu estava marcado, por dentro e por fora, pelo ensinamento mais visceral da minha vida.
O vapor preenchia o silêncio. O professor continuou colado às minhas costas, sentindo o pulsar final do membro enquanto ele cedia, deixando em mim aquela sensação de preenchimento morno.
Senti um vazio súbito quando ele se afastou. Logo depois, veio o rastro do líquido escorrendo pelas minhas coxas.
— Lição aprendida? — perguntou. O tom era firme, com um brilho de satisfação no olhar. — A teoria é importante, mas a prática é o que define quem realmente aprendeu o conteúdo.
— Aprendi sim, professor — respondi, sentindo o peso da entrega. — Meu útero está cheio da sua porra e, pela primeira vez, eu me sinto uma fêmeazinha completa, me sinto engravidada pelo rabo.
Ao ouvir aquilo, o olhar dele mudou. Gustavo me puxou com vontade, colando nossos corpos suados em um abraço forte. Ele me deu um beijo apaixonado, um beijo longo que selava tudo o que vivemos naquele box. Não era mais uma ordem; era um encontro real.
Ele afastou a boca da minha, mas continuou me segurando firme. Olhou nos meus olhos com um sorriso orgulhoso.
— Aprendeu certinho — disse ele, com a voz mansa, confirmando que agora eu fazia parte do mundo dele.
Nos vestimos rápido, mergulhados no silêncio do pós-clímax. Ele colocou um short preto largo, mas o tecido sintético não escondia nada. O volume imponente do seu membro marcava a peça a cada movimento, como se ele carregasse o troféu daquela aula prática.
Saí do vestiário tonto. Minhas pernas ficaram bambas ao pisar no gramado sob o sol. O corpo pesava, marcado pela força dele que ainda parecia pressionar minha pele. No caminho para as piscinas, o cheiro de macho — suor, cloro e o aroma natural do professor — exalava de mim, me deixando meio zonzo.
Cruzei com os outros adolescentes que riam na água. Eu tinha a sensação de que todos podiam ler no meu rosto o que aconteceu naquele box. Por dentro, sentia o líquido dele escorrer levemente, um lembrete úmido de que ele havia me "fecundado".
Nenhuma outra excursão seria igual. O professor não tinha apenas ensinado sobre a reprodução; ele tinha escrito a lição de forma física e permanente em mim.

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Comentários (4)

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  • Lagartixa: Gozei

    Responder↴ • uid:3vi2jybxxic
  • Roberto: Que delícia. Gozei litros. Pena que você não gozou acho que cabe pedir uma aula de reforço alegando prazer unilateral. Se conseguir venha nos contar.

    Responder↴ • uid:1ef9ge59279x
  • Gabyzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Pica grande: Que cuzinho gostoso rosinha

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b