#Coroa #Gay #Teen #Voyeur

Pego, mas não preso...

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pretus

Adoro voyeurismo. Desde que me lembro, sempre gostei de olhar para os paus dos caras. Pode ser mole ou durão, não importa. Só fico de pau duro quando vejo um homem nu e eu consiga ter um vislumbre de seu pau e bolas. Quando era bem jovem eu costumava ficar no playground do meu condomínio observando os caras mais velhos com seus filhos ou netos. Eu tinha muita ereção ao vê-los circulando por lá. Quando eles se deitavam na grama para brincar com os seus, eu podia ver as pernas grossas saírem dos seus shorts. Meu pau pingava sempre que eu via uma cabeça ou bolas saindo entre suas pernas. Um ruivo grande não usava roupas íntimas, seu pau balançava por toda parte enquanto ele jogava futebol. Quando ele se sentava, seus shorts soltos mostravam tudo. Eu mentia que estava interessado no esporte para poder olhar o short dele, enchia minha mão dentro do meu short e brincava com meu pau duro até atirar minha porra na grama. Eu fiz isso muitas vezes em muitas situações diferentes. Durante as férias de verão “escolares”, o playground do prédio ficava vazio, então eu explorava ao redor e ia para o parque da cidade. Um dia eu estava andando por uma nova área do parque e tive que fazer xixi. Fui para o banheiro. Duas pessoas estavam nos mictórios. Um era mais velho tipo uns 25 anos e eu me lembro de pensar que eles poderiam ser irmãos ou algo assim. Entrei no Box ao lado dos mictórios e tive uma boa surpresa. Havia um buraco no divisor. Eu coloquei meu olho nele e pude ver os mictórios. Ambos os caras estavam acariciando seus paus semi-duros, percebi que não eram irmãos ou coisa assim. Então o cara mais velho apontou seu pau para o buraco para que eu visse e começou a acariciá-lo. Eu estava tão animado que logo comecei uma punheta. O mais novo estendeu a mão e brincou com a enorme ereção do outro. Ele se abaixou para chupar e de repente minha visão foi bloqueada por sua cabeça. Eu ouvi gemidos, subi no vaso sanitário e olhei. O cara mais velho estava fodendo a boca do garoto. Ele olhou para mim e sorriu. “Você gosta de assistir, garoto?” Ele perguntou. “Sim, senhor,” eu respondi. O outro garoto agora estava de joelhos. “Você também gosta de chupar, garoto? Venha aqui e deixe-me foder sua boca.” Eu pulei para baixo e fui. Ele colocou a mão na parte de trás do meu pescoço e a empurrou para baixo ao encontro seu pau. O outro garoto ainda estava chupando. Ele disse a ele para lamber suas bolas por um tempo. Seu pau molhado e latejante se libertou e ele empurrou minha boca para ele. Minha língua girou ao redor da cabeça grande pela primeira vez na vida , e eu sorvi cada gota enquanto ele o deslizava para dentro e para fora da minha boca. Eu engasgava quando ele empurrava fundo, mas adorava a sensação de veludo dele. Sorvi todo o seu pré gozo de gosto muito bom. Finalmente eu consegui fazer mais do que apenas olhar para o pau de um homem. Eu queria provar a porra quente desse homem e engolir. Eu queria ficar sozinho com ele e vê-lo completamente nu, tocá-lo em todos os lugares. De repente ouvimos alguém chegando, guardamos nossos paus, ele e o garoto saíram. Entrei novamente no Box e imediatamente olhei o buraco de espiada, vi o estranho fazendo xixi, mas não consegui ver seu pau. Então o estranho foi embora. Eu me sentei no vaso sanitário desapontado. Eu esperei muito tempo. Eu estava prestes a sair quando ouvi uma motocicleta parar. O grandão entrou. Ele usava botas pretas e calças pretas de uniforme. Ele abriu sua jaqueta de couro, sua camisa, revelando um peitoral farto peludo e abriu o zíper de sua calça. Seus dedos pescaram e trouxeram um pau gordo, longo e macio. Adorei ver seus pelos pubianos saindo da abertura de sua calça. Um fluxo forte de mijo saiu do pau dele. Quando ele terminou, ele o sacudiu por um longo tempo. Enquanto eu o observava, ele se inclinou e nossos olhos se encontraram. Ele então se levantou e começou a acariciar seu pau. Brincando com ele, trazendo-o para uma ereção completa, movendo lentamente a mão para cima e para baixo. Ele o pressionou no buraco a milímetros do meu olho e depois deu duas batidinhas na porta do Box. “Você gosta de me ver, garoto?” Ele disse. “Abra a porta.” Eu fiquei de pé e a destravei. “Ooh merda,” eu deixei escapar. Era um policial! Eu queria poder desaparecer ou algo assim! Então percebi que ele ainda estava brincando com sua vara dura, ainda mostrando para mim. “Você gosta disso?” Ele perguntou. Eu ainda estava congelado de medo. “Responda-me garoto, você quer. Fale mais alto, você é chupador ou não?” “Sim, senhor, eu gostaria de chupar, senhor.” Eu disse baixinho. “Fale garoto, não consigo te ouvir, você quer ou não?” Ele começou a guardar. “SIM SENHOR, por favor, eu quero.” Ele olhou para a porta do banheiro, ouviu por um minuto e depois entrou no Box. Ele me disse para colocar a tampa para baixo e me agachar nela para que meus pés estivessem fora do chão. Ele trancou a porta do Box, se moveu em direção a mim e balançou o seu pau duro na minha cara. “Lamba minhas bolas, garoto,” ele ordenou. Eu me inclinei e provei seu saco salgado. As duas bolas peludas ficaram ótimas na minha língua. “Chupe-as,” ele disse. Elas eram grandes, então eu peguei uma de cada vez e as banhei com minha boca molhada e faminta. “Lambe embaixo do saco, garoto!” Comecei a trabalhar no meu pau com uma punheta rápida.” Subi minha boca abocanhei a cabeça inchado. Quando cheguei à ponta, ele agarrou minha cabeça, empurrou minha boca em sua carne dura e começou a foder minha boca. Enquanto ele fodia, ele puxava o pau para fora e dava um tapa no meu rosto com sua ereção molhada. Então ele deslizava profundamente pela minha garganta até eu engasgar. Então ele começou a foder rápido e forte. “Você gosta, hein, garoto. Você gosta de chupar pau de policial?” Seus dedos agarraram meu cabelo e seguraram minha cabeça imóvel com o pau até minha garganta . Ele começou a gemer. A cabeça e corpo do pau dele latejaram e incharam. Seu creme de policial começou a disparar, inundando minha boca. O cheiro e o sabor eram esmagadores. Eu consegui colocar meus dedos na cabeça do meu pau. Isso era tudo o que eu precisava e atirei na minha carga. Quando seus espasmos pararam, ele empurrou algumas vezes minha boca para baixo e para cima de seu pau. “Lambe-a, quero tudo limpo”, ele ordenou. Em um minutinho deixei tudo limpo. Então ele puxou para fora, enfiou dentro das calças e fechou o zíper. “Fique aqui até eu sair”, ele ordenou. “Eu venho aqui quase todos os dias a essa hora. Da próxima vez, vou levá-lo para um passeio na minha moto. Você pode segurar meu pau, enquanto passeamos procurando um lugar agradável e tranquilo. Aposto que você quer esse pau de policial na sua bunda”. Apenas assenti balançando a cabeça. “Apareça aqui na quarta feira, nesse mesmo horário, vou te levar em num lugar bem bacana” Dias depois estávamos em sua moto rumo ao local escolhido por ele, com uma das mãos eu acariciava seu peitoral peludo e com a outra massageava a varona ainda escondida na calça. Chegamos a um sítio desabitado que estava sendo leiloado, e fomos para uma construção de madeira “um paiol” nos fundos do enorme terreno. Já lá dentro confessei ser virgem e que ele seria meu primeiro homem. Ele apenas deu um leve sorriso e se dirigiu a mim. Deixei-o me despir na morosidade que lhe dava tempo de examinar cada parte do meu corpo que ia ficando exposta. Era algo aflitivo e, simultaneamente, excitante. Enquanto tirava minha camiseta pela cabeça, seus lábios úmidos tocaram nos meus. Com o meu tronco nu, veio o beijo avassalador que fez minhas pernas ficarem bambas e minha boca receptiva àquela língua que entrava em mim sorrateira e gananciosa. Apoiei minhas mãos sobre seus ombros e deixei que me puxasse para junto dele. O beijo se prolongou até que nos faltasse o ar. Depois de me encarar por alguns minutos, outros beijos úmidos foram descendo pelo meu pescoço, tocaram meus ombros que ele acariciava, desceram até os mamilos onde meus biquinhos enrijecidos mostravam o quanto aqueles toques estavam mexendo comigo. ”Com tesão?” Sussurrou ele. ”Muito!” Respondi, quase gemendo. “Então chupa meus peitos também” Chupei-os com volúpia e paixão. Após minha calça e minha cueca caírem aos meus pés, aquelas mãos vigorosas se fecharam sobre as minhas nádegas, agarrando-as e amassando minhas carnes, não consegui mais esconder minha ereção que estava me deixando doido. Corei quando ele conferiu minha pica e deu uma risadinha safada. “Agora acredito que você é mesmo virgem.” Balbuciou. “Machos se ligam muito em serem o primeiro a colocar o cacete numa fendinha.” afirmou. “E, a tua, é deliciosamente estreita. – emendou, no mesmo instante em que soltei um gemidinho por sentir seu dedo entrando no meu cu. Minhas mãos tomaram sua cabeça e eu colei minha boca na dele, tão afobado que já não disfarçava o quanto eu queria. Instantes depois eu estava completamente nu, ele sem camisa com o peitoral vigoroso a meu dispor. Deitado em um monte de feno e de bruços, eu tinha minha bunda explorada por suas mãos cobiçosas, vagando sobre a pele branca, abrindo meu reguinho profundo e lisinho para ter minha rosquinha rosada exposta e disponível para sua língua assanhada, que a lambia num tesão incontrolável. A iminência de ser possuído por aquele macho também fazia arder o tesão que estava no meu corpo trêmulo. Vez ou outra, ele enfiava um, dois dedos no meu cu e os movimentava em círculos lá dentro me faziam gemer de excitação. Eu gemia excitado, praticamente suplicando por aquela rola dura que se esboçava dentro da calça dele. Ela devia estar o incomodando, sem espaço para se expandir, pois ele se pôs em pé ao meu lado e começou a se livrar da calça. Ainda se equilibrando sobre um dos pés para que a calça e a cueca passassem, eu levei minha mão até a benga pesada e cabeçuda que balançava sensualmente entre suas coxas peludas. Ela e aquele sacão formavam um conjunto viril e atraente, e minha mão não se conteve enquanto não afaguei e segurei aquela rola latejante. Coloquei-a na boca tão ele se estabilizou sobre ambos os pés, abrindo sutilmente as pernas para que eu pudesse alcançar seus genitais. A glande já estava melada quando terminei de retrair a pele da cabeça e escorreu um fio viscoso e translúcido que aparei com a ponta da língua antes de suga-lo. Um gemido longo escapou dos lábios cerrados dele, quando me sentiu sorvendo e chupando sua cabeçorra estufada. Com ambas as mãos ele agarrou meus cabelos, forçou minha cabeça para dentro de sua virilha, enfiando meu rosto contra aqueles pentelhos densos e sedosos. A pica foi parar na minha goela, me sufocando e me fazendo espalmar as mãos contra suas coxas na tentativa de fazê-lo tirar aquela verga grossa da minha garganta. Tossi antes de conseguir recobrar a respiração assim que a rola saiu da minha boca, mas foi por apenas alguns segundos, pois ele tornou a enfiar o cacetão todo na minha garganta, enquanto o pré-gozo não parava de escorrer, me brindando com seu sabor salgado e agradável. “Chupa minha pica, chupa, meu garoto virgem da bunda gostosa!” Grunhiu ele, cheio de tesão. Não sei quanto tempo fiquei lambendo, mordiscando e chupando aquele cacete, o sacão macio com seus testículos enormes e ligeiramente alongados, que conferiam uma aparência viril àquele pausão. Por algumas vezes ele tirou rapidamente o cacetão da minha boca para não ejacular o gozo que estava ameaçando jorrar. Quando ele soltou o peso de seu corpo sobre o meu a cabeça da rola parou exatamente sobre a minha rosquinha. Eu segurei a respiração, meu corpo tremia. Senti a primeira forçada na porta do cu e as pregas se distendendo. Gemi. Veio a segunda, mais bruta, mais incisiva. Gemi alegre e mas com uma pontinha medo. Inspirei fundo, relaxei ao seu comando e ele meteu o caralhão no meu cuzinho relaxado fazendo-o atolar na maciez morna e úmida. Eu gritei. “Ahhhh”. Foi inevitável, por mais que eu me controlasse, deixar a dor que acabara de arrebentar minhas pregas aflorar nos meus lábios. Ele meteu em mim de bruços, enquanto eu me agarrava a tufos de capim tentando aplacar aquela dor e gemia tentando dar vazão ao prazer que estava sentindo. Meteu em mim de quatro, em pé apoiado na parede, o que tornava suas estocadas ainda mais potentes e dilaceravam minhas pregas. Meteu em mim deitado de costas com ele encaixado entre as minhas pernas abertas e suspensas no ar, enquanto metia sua língua na minha boca e me roubava os mais vorazes beijos que eu só tinha realizado em sonhos. Meteu em mim me fazendo jurar que eu seria só dele, me socando a próstata até eu ganir de dor e prazer, completamente entregue à sua lascívia predadora. A felicidade que eu estava sentindo mal cabia em mim. Enquanto eu era voyer, jamais imaginei que perderia minha virgindade com um macho como ele. O meu gozo com o qual lambuzei meu ventre foi a porra mais gostosa que fluiu do meu pinto, foi, para ele, a prova de que eu estava me sentindo nas nuvens com seu desempenho.
Duas últimas estocadas, profundas e doloridas, precederam o gozo dele. Uma abundância de jatos de porra pegajosa que iam aderindo nos fundos do meu âmago retal, foram me encharcando com sua virilidade. O ar do velho paiol cheirava a sexo, à volúpia, à luxúria. Havíamos nos fundido um no outro. Mas independente o que aconteceu com ele, pois eu nunca mais o vi novamente, jamais esqueci aquele policial que me iniciou. Ele me pegou de jeito, mas não me prendeu…

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Comentários (2)

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  • Coroa: Que delicia e que pena que foi só uma vez.

    Responder↴ • uid:1d3t56ixmg6t
  • Putinho Voyeur: Muito bom

    Responder↴ • uid:41ii09ldm99