Brinquei com papai no carnaval.
Me vesti de mulher e o meu pai me ajudou a colocar a calcinha, ou tirar a calcinha.
Tinha mais de quatorze anos, sou moreno cor de jambo e cabelos cacheados, todo bombadinho por natureza. O meu pai é branco e todo peludo, tinha 46 anos e muito gostoso. Minha mãe faleceu quando eu tinha 8 anos de problemas renais e depois disso vivia eu meu pai sozinhos. No carnaval, eu e meus amigos resolvemos ir para o coreto da pracinha vestidos de mulher.
Nosso bairro era muito simples, meio interior. Consegui umas peças de roupas com uma amiga que, até uma calcinha me emprestou. Chegou a noite e fui pro meu quarto me vesti. Na hora de colocar a calcinha, coloquei a piroca pra trás mas a cabeça e o saco vazava e quanto mais eu tentava a piroca ficava meia bomba e piorava a situação.
Deixei daquele jeito mesmo pois iria usar uma mini saia que, com certeza cobriria. Quando cheguei na sala, o meu pai assistia tv sentado no sofá. Ficou me olhando meio estranho, tipo não aprovando muito como eu estava vestido pois ele não gosta muito de carnaval.
Perguntei se estava legal e balançou a cabeça confirmando e me mandou tomar cuidado pra não me confundirem com uma menina. Sorri e lhe disse que não tinha perigo.
Fiu calçar a sandália franciscana que tenho. Estava próxima da porta e me abaixei com a bunda virada pro meu pai. Depois que calcei, ele me chamou pra perto de si e me mandou virar de costas, levantou a minha saia, mandou eu me curvar e comentou em tom de riso, que a minha "buceta" não cabia naquela calcinha , que a cabeça do grelo e as bordas da "buceta" estavam vazando.
Começamos a sorrir e lhe disse que ninguém iria ver pois a saia cobriria e ele respondeu que ele viu. Fiquei sem saber o que responder e então eu perguntei o que deveria fazer. Ele perguntou se poderia tentar ajudar e aceitei de boa, sem maldade.
Me mandou virar de novo pra ele, de costas e me curvou. Enfiou os dedos pelas bordas da calcinha e tentava de todo jeito guardar tanto a cabeça do meu pau quanto o meu saco naquela calcinha minúscula. Chegou a perguntar se eu tinha comprado aquilo e lhe disse que era emprestada de uma menina da minha sala de aula.
O meu pai estava de samba canção e sem camisa. Aqueles dedos grossos dele tentando enfiar o meu pau dentro daquela calcinha estava mexendo com a minha libido e foi quando eu lhe disse pra deixar do jeito que estava, tentando sair de perto dele. Ele não deixou me segurando pelo freio da calcinha e quando ele fez isso, o seu dedo indicador passou com força pelo olho do meu cu, me fazendo dar um pulo pra frente mas ele não largou a calcinha.
Fiquei meio sem graça e quando olhei por entre as minhas pernas, percebi que o meu pai estava com a piroca muito dura. Ficou passando os dedos no freio da calcinha e as vezes trocava de mão e cheirava a outra. Perguntou qual era a idade da minha amiga e lhe disse que ela tinha 17 anos.
Aí é que ele não parava de alisar a calcinha. Me perguntou se eu já tinha comido ela e lhe disse que não, que ela não dava oportunidade. Nesse meio tempo eu já estava totalmente sem graça pois a minha piroca já estava muito dura e com certeza não daria mais pra guardar alí dentro.
O meu pai me puxou com força pro seu colo e caí de bunda no meio de suas pernas. Senti a pressão da sua pica na minha bunda. Ele me pediu pra tirar a calcinha. Eu, totalmente sem graça e sem entender nada, fiz o que ele pediu. Minha piroca deu um salto pra frente, levantando a frente da mini saia.
Ele pegou a calcinha e começou a cheirar e eu sentado no seu colo, sem calcinha e sentindo o seu pau grosso me encoxando. Ele cheirava a calcinha, e fazia movimento pra frente e pra trás na minha bunda, totalmente fora de si, agarrado em meu corpo.
Foi tudo tão rápido que eu não sabia o que fazer. Acabei ficando quieto em seu colo e foi aí que senti o seu pau fugi pela abertura da samba canção e se roçar pele com pele no meu rego. Fiquei muito nervoso mas também estava sentindo uma sensação boa, não sei explicar.
A piroca do meu pai babava muito e ele gemia bem grosso mas baixinho perto do meu ouvido e aquilo estava me dando tanto tesão que eu sentia o meu pau ficar pulsando por baixo da saia. Até que senti a cabeça do pirocão do meu pai acertar o olho do meu cu.
Fiquei um pouco desesperado, sem saber como sair dali pois ele me segurava com força e me apertava contra o seu peito, até que, tive a ideia de por os pés pra cima do sofá pra ver se conseguia sair dali no impulso. Só que deu errado.
A cabeça da pica que já mirava o olho do meu cu, entrou suavemente, se alojando aos poucos dentro de mim e eu só tive tempo de fazer uma careta e me largar no seu colo, e a pirocona entrou toda de uma vez. Fiquei mole nos braços do meu paizão, enquanto ele não parava de me socar a vara suavemente.
Olhei pra o seu rosto de lado e ele não parava de cheirar aquela calcinha de olhos fechados e gemer. O que me restou foi deixar tudo aquilo acabar, ficando quieto em seu colo e sentindo aquela jibóia acabar com as minhas pregas.
Era ruim mas ao mesmo tempo era bom. Até me animei a dar umas quicadas na vara dele e o puto gostou tanto que me encheu o cu de leite grosso, agora gemendo alto e me apertando com os dois braços, jogando a calcinha pro lado.
Ficou com o rosto virado pro teto de olhos fechados e descansando um pouco, com a piroca instalada no meu cu. Quando deu por si, me olhou naquele estado e começou a pedir perdão pois tinha se descontrolado. Os seus olhos estavam marejados mais não me tirava do colo.
Eu me arranquei daquele tronco e vi sangue e um pouco de sujeira no seu pau enquanto o meu cu vazava porra. Não falei nada e fui pro banheiro me lavar. Como o meu cu ardia e tinha uma sensação de vazio. Depois do meu asseio, fui na sala ver como ele estava e o puto estava de pau duro de novo.
Falei pra ele tomar um banho. Ele me perguntou se eu não ia pro coreto na maior cara de pau e lhe respondi que não tinha condições. Fui pro meu quarto e fiquei deitado, pensando em tudo o que tinha acontecido. Passava o dedo no meu cu sensível e achava gostoso aquela sensação.
Não estava conseguindo ter raiva do meu pai, pelo contrário. Ficava pensando que, se acontecesse de novo, eu deixaria. Minha cabeça estava muito confusa. Ele abriu a porta do meu quarto e perguntou se eu queria comer algo e lhe disse que não.
Ele entrou no quarto, deitou comigo na cama. Eu estava de ladinho e ele se pôs atrás de mim, me abraçou pela cintura e ficou me pedindo perdão, que ele tinha perdido a linha ao saber que aquela calcinha era de uma jovem e que faz tempo que ele não come uma buceta, que na hora ele não pensou no que estava fazendo, que por favor eu o perdoasse.
Falei pra ele relaxar pois eu achei estranho mas também interessante. Eu nunca tinha passado por isso e não tinha noção de como era. Um molecão grande e bobo. Ele começou a beijar o meu rosto e me agradecer por eu ter sido compreensível com ele.
Começou a me apertar e me trazendo cada vez mais pra perto de si. A minha piroca começou a ficar dura e quando a sua mão encostou na minha barriga, ele sentiu o meu pau duro, pegou e apertou delicadamente. Eu gemi pois senti um tesão absurdo. Nunca ninguém havia segurado no meu pau.
Naquele momento o meu pai percebeu a minha ingenuidade e me disse que poderíamos se ajudar mutuamente. Não entendi bem e ele me explicou que eu daria prazer a ele e ele me ensinaria a fazer amor. Não era fazer sexo pois o que sucedeu daí pra frente foi a coisa mais deliciosa da minha vida.
Nunca deixei de namorar depois disso. Namorei muitas meninas e sempre senti tesão por elas. Nada mudou nos meus pensamentos quanto a isso. Mas nunca deixei de ajudar o meu pai. Toda vez que ele precisava de mim, eu estava disponível. Não viramos um casal. Ele era o meu pai e eu o seu filho e amante.
Nunca comi o meu pai mais ele já chegou a dar umas mamadas discretas no meu piruzão. Sentia orgulho de ter um filho pirocudo e garanhão. Eu também já mamei ele algumas vezes. Eu gostava de quando o seu pau estava com um cheiro forte de homem, suor ou uma punheta batida mais cedo e o pau não foi lavado.
Hj sou um homem casado e dei um neto pro meu pai, que é o seu orgulho. Moro na cidade grande e papai preferiu ficar na casa dele. Mas toda vez que posso, sempre vou lá, dar uma "força" pra ele. Ele merece.
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Comentários (1)
Lotar: Bem-vindo de volta :) Ótima história, Fiquei muito animado imaginando esse lindo papai peludo
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