Ajudando o amigo na chuva
Um amigo precisou de abrigo na chuva, e minha esposa precisou dele.
Me chamo Caio, 27 anos, branco, olhos verdes, cabelo castanho escuro, curto.
Minha esposa, Sabrina, 24 anos, morena de pele clara, olhos castanhos, cabelo longo preto liso.
Em um dia chuvoso, fomos surpreendidos com nossa campainha tocando, era noite, umas 22h, eu sai para atender, era meu amigo, Vitor, um rapaz magro, bigode fininho, branco, que sempre aparenta preguiça, tem 23 anos.
- Boa noite, mano, tudo bem? O que faz aqui essas horas?
- Mano, meu celular descarregou e eu não consegui chamar o uber pra casa, desculpa aparecer tão tarde mas você foi a única pessoa que me veio na mente, pode me emprestar o carregador? Coisa de 10 minutos, só pra carregar um pouco e eu ir embora
- Claro, entra aí
Vitor estava vindo da casa de uma quadra de futsal, que ficava a umas 3 ruas perto de mim, por estarmos quase para dormir, Sabrina estava "à vontade", com um robe de seda vermelho que marcava todo seu corpo, por baixo usava uma camiseta regata branca e estava apenas de calcinha branca de renda, mas o robe cobria.
Vitor se sentou no sofá aguardando a carga e Sabrina foi à cozinha pegar um suco para ele, percebi Vitor olhando para ela, tímido, mas disfarçando, nada explícito, minutos depois ele levantou com pressa:
- Deixa eu ver se meu celular já pegou pelo menos 10% pra eu ir embora.
A chuva caía cada vez com mais intensidade, assim que ligou seu celular procurou Uber e demorou muito para achar, cerca de 15 minutos, então a Sabrina decidiu subir para o quarto e se deitar pois estava cansada.
Fiquei esperando o Uber com o Vitor, assim que o motorista chegou eu o acompanhei até o portão, porém o motorista antes que ele embarcasse perguntou:
- Esse destino é perto de tal padaria?
- Sim na mesma rua.
- Puts, não vou conseguir te levar lá, vou cancelar aqui, a rua lá tá alagada.
Vitor compreendeu e mandou mensagem para sua mãe que confirmou que as ruas ao entorno da casa tinham alagado (não havia entrado água na casa dele, porém estavam ilhados).
Eu tinha carro, então me prontifiquei caso Vitor quisesse tentar procurar caminhos para chegar em sua casa, mas tudo indicava que não conseguiriamos chegar, então o chamei para entrar e que dormisse na minha casa, no dia seguinte o levava embora, ele assentiu.
Ao entrarmos, Sabrina havia descido, crendo que Vitor havia ido embora, ela estava no sofá me esperando, dessa vez sem o robe porque o deixou no quarto, apenas com uma regata branca pequena marcando seus peitos sem sutiã, e sua calcinha branca de renda, assim que entrei com o Vitor, ela corou, procurando almofadas para cobrir sua calcinha, mas todos tinhamos visto a cena maravilhosa.
Vitor ficou claramente com vergonha e eu fiquei sem graça, Sabrina na tentativa de esconder sua calcinha puxou a regata para baixo, deixando mais marcado o bico de seu mamilo.
Ela falou envergonhada:
- Vitor... desculpa, eu achei que você já tivesse ido.
Vitor olhando para baixo respondeu:
- Não, eu que peço desculpas, o Uber cancelou e eu voltei... não deveria estar aqui a essas horas...
Eu chamei Vitor para subir para um dos quartos que estavam sobrando, estavámos todos desconfortáveis, mas foi um acidente, depois dele se acomodar, fui buscar uma roupa minha para emprestar para ele tomar um banho e tirar aquela roupa de jogo, Sabrina estava deitada, triste, envergonhada, procurei a acalmar dizendo que ela não tinha culpa, Vitor foi tomar banho e o deixei à vontade, fui me deitar com minha esposa que ainda não tinha se perdoado, então a beijei e disse:
- Ele não viu muita coisa, e se tivesse visto teria gostado, relaxa.
Ela se surpreendeu, mas sorriu, as coisas naturalmente esquentaram entre a gente e começamos a transar, durante a transa a beijei intensamente e falei:
- Você por acaso ficou pensando no Vitor ter te visto?
- Não, eu to morrendo de vergonha, para com isso!
(Sabrina e eu nunca tinhamos feito nada diferente, temos 10 anos juntos)
O calor subiu e eu sem pensar disse:
- E se ele participasse?
Ela parou de sentar, mas ficou em cima, com meu pau encaixado dentro dela, me encarando em silêncio, desacreditada, eu senti que havia feito merda, então ela voltou com os movimentos devagar, me olhando ainda, em silêncio, e soltou um:
- Eu jamais imaginaria que você falaria uma coisa dessas
Eu ri... - E você gostou!
- Não... eu teria vergonha, você foi meu único até hoje
- Será que não tá na hora de você ter outro?
Sabrina parou de novo, corou e disse: - Acho que não, melhor não, isso pode dar muito errado, depois não quero ninguém brigando comigo, quero só você.
Continuamos transando sem tocar no assunto, mas eu havia percebido que ela estava interessada porém relutante, depois de transarmos, como costume, fomos tomar banho (temos outro banheiro em nosso quarto), eu sai primeiro e sem pensar no que estava fazendo mandei mensagem pro Vitor:
- Mano, tá acordado?
- To sim
- Cara... sobre o que aconteceu com a Sabrina, me desculpa de novo
- Relaxa, eu não vi nada
- A gente conversou bastante aqui e acho que a gente tá precisando de um amigo...
- Ahn?! Como assim?
- Quer foder minha mulher?
- Não mano, somos amigos, para com essas ideias
- Não vai estragar nossa amizade mano, só uma vez, pra tirar a gente da rotina
Vitor demorou pra responder, e eu com medo da Sabrina sair do banheiro e me pegar no meio dessa conversa, mas logo ele respondeu:
- Vou confessar que eu fiquei com vontade depois de como ela estava no sofá, mas não quero estragar nossa amizade
- Não vai, chega aqui
Vitor entrou no quarto, fiz sinal de silêncio e expliquei que a Sabrina não sabia, estava planejando entrar no banheiro e a vendar, mas antes que eu pudesse, ela abriu a porta nua, enrolada na toalha, ao ver o Vitor ela se assustou e disse:
- Vitor? O que...? Ai meu Deus... segunda vez hoje que você me vê em situações delicadas
Eu percebi o clima tenso entre os dois, então respondi calmamente:
- Amor, eu... falei pro Vitor que precisamos sair da rotina, e ele aceitou
Sabrina permaneceu sem reação, em silêncio, me olhando, então eu levantei, apaguei as luzes e a conduzi para a cama, Vitor estava tímido, mas aos poucos foi tocando nela, Sabrina ainda sem falar nada ficava ofegante sentindo quatro mãos percorrendo seu corpo, de repente Vitor abocanhou um dos peitos e eu o outro, foi aí que Sabrina sussurrou:
- Gente, isso vai terminar errado, melhor a gente parar
Eu ignorei, Vitor me olhou esperando que eu falasse algo, mas também ignorei completamente, ainda estavam desconfortáveis então eu respondi:
- Eu vou sair um pouco pra vocês ficarem mais à vontade
- Não sai... - pediu Sabrina - eu vou ficar mais tímida ainda
Vitor concordou e tiramos a roupa tranquilamente, enquanto eu comecei a chupar a buceta de Sabrina, Vitor se deitou ao lado dela sem muita atitude, mas acariciando sua barriga, então eu insisti para que relaxassem, Sabrina se inclinou e beijou seu pescoço, quando me dei conta, Vitor estava beijando a boca dela lentamente, e como ele se virou, percebi que seu pau estava duraço, era do mesmo tamanho do meu, aproximadamente uns 19cm, porém mais fino, mas bonito, estava próximo ao meu rosto, o que me deixou desconfortável, mas o cheiro da rola que entraria na minha esposa me dava mais tesão, então, ele se levantou e colocou o pau na boca da Sabrina, que o mamava enquanto eu ainda chupava sua buceta.
Depois de alguns minutos, posicionei Sabrina de quatro, e a penetrei enquanto ela ainda chupava o Vitor, depois, trocamos os lados, a visão dele atrás dela me encantou, ela me olhava enquanto chupava, sorrindo como agradecimento, ele metia forte, e a cada estocada o som do seu saco batendo na buceta dela preenchia o quarto.
Depois, Sabrina foi sentar em Vitor, montou nele e eu fiquei um pouco atrás, vendo ele apertar a bunda da minha esposa, enquanto ela escorregava para cima e para baixo, era uma cena deliciosa vê-lo preenchendo a buceta dela, me posicionei atrás dela e coloquei meu pau junto ao dele, sem pedir nem avisar, entramos os dois na buceta, Sabrina gemia e se contorcia de prazer, a sensação era incrível em sentir os dois paus em uma buceta apertada, e a cada vez que a gente se movia eu sentia o pau do Vitor dentro dela, comecei a me questionar do porque eu estava gostando de sentir o pau dele, continuamos naquela posição por alguns minutos, depois eu tirei e deixei apenas ele, alguns minutos depois, Vitor pediu pra trocar porque senão iria gozar.
Comecei a comer a Sabrina que sentou de costas em mim, enquanto chupava o Vitor que estava em pé na frente dela, ele me olhava, sorria, e então o inesperado, Vitor avisou que iria gozar, Sabrina continuou chupando, e ele se surpreendeu, deu uma gozada farta na boca de Sabrina que na hora parou de sentar e ficou esperando ele terminar enquanto engolia tudo.
Sabrina e eu continuamos, enquanto Vitor ficou deitado, soado, sem muitas forças, não demorou muito e eu gozei também.
Vitor nos agradeceu, foi para seu quarto, na manhã seguinte todos agimos normalmente, Vitor chamou seu uber e foi embora.
Futuramente tivemos novos contatos, mas isso eu conto em outro conto.
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