#Incesto #Teen

Finalmente provei a buceta da minha mãe

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Fabinho

Sem que nenhum dos dois tivesse ideia disso, eu e minha mãe planejávamos seduzir um ao outro.

Sem que nenhum dos dois tivesse ideia disso, eu e minha mãe planejávamos seduzir um ao outro. A única coisa que faltava era cruzar a linha divisória do proibido... e isso agora estava perto.

Quando saí do meu quarto e fui até a sala, tudo estava no mais absoluto silêncio. E lá estava ela, sentada no seu lugar no sofá, lendo um livro. Ela estava usando aquele robe vermelho, e eu sabia que não era à toa. Sentei na poltrona e perguntei se ela não se incomodava se eu ligasse a tv, e ela disse que não. Estávamos ambos nervosos, mas tentávamos esconder sob uma calma controlada.

Enquanto eu assistia a um filme, do outro lado da sala minha mãe fingia me ignorar.

Em seu robe curto de cetim vermelho, que ia até o meio da coxa, ela tava muito gostosa. Por baixo, usava apenas um conjunto de sutiã e calcinha fio-dental vermelhos e rendados.

Minha mãe então começou a puxar assunto, enquanto reunia coragem pra fazer sua investida. Ela não percebeu que eu também estava planejando a minha.

E justo quando eu estava prestes a me levantar, ela desviou os olhos do livro em sua mão, levantou as pernas, apoiadas no sofá, e com uma voz suave, me pediu pra ser um bom filhìnho e lhe fazer uma massagem nos pés.

"Massagem? Aí tem coisa!", pensei comigo mesmo.

Mas é claro que não perdi tempo em me levantar da minha poltrona. Então, sentando do seu lado no sofá, peguei os dois pés nas mãos e os coloquei no meu colo. Em seguida, segurei o pé esquerdo dela e o ergui até que estivesse a poucos centímetros do meu rosto.

Comecei a massagear a pele macia do pé dela com os polegares. E enquanto fazia isso, discretamente, minha mãe moveu o pé direito para que repousasse sobre o meu pau, que já tava ficando duro. Ela olhou pra mim e disse:

"Espero que isso esteja indo longe demais."

"Claro que não", eu disse.

Eu massageava lentamente o pé dela, subindo pelo calcanhar e percorrendo a sola até a ponta dos dedos. Então, ao sentir o pé direito dela massageando meu pau, não tinha mais dúvidas de que ela tava me provocando. Foi a minha deixa pra erguer o pé dela e beijar cada dedo levemente, olhando nos seus olhos antes de trocar de pé.

Ao levar o pé direito dela ao rosto, eu a encarei, enquanto lambia do calcanhar até a ponta dos dedos, assim como fiz com o esquerdo. Em seguida, levei cada dedo à boca e chupei, girando-os na língua e arrancando um gemido dela.

Ela suspirou, olhando pra mim, e disse:

"Acho que isso está indo longe demais agora, filho".

Perguntei se ela queria que eu parasse e ela ficou pensativa, até dizer que não, e eu continuei beijando o seu pé.

Enquanto acariciava o seu pé, fui deslizando a mão pela sua perna, até onde o seu robe cobria a sua coxa. E podia ver o montinho da sua buceta, coberta pelo tecido fino da calcinha.

Então, sem me conter, eu fui lambendo a sua perna, seguindo o meu caminho até o paraíso. Cheguei até a sua coxa e continuei lambendo, enquanto ela se suspirava mais profundamente.

Com a mão por baixo do seu robe, eu acariciava o relevo da sua buceta na calcinha, tirando um gemido dela. Até que puxei de lado o tecido e meti o dedo, fazendo ela se contorcer de prazer. Eu mal podia acreditar que estava fodendo a minha mãe com o dedo e ela não só estava deixando, como estava adorando. Acho que não havia mesmo nada a fazer, a não ser lhe dar o que ela queria.

Então, como um devoto, eu me ajoelhei diante da minha mãe, desamarrei o seu robe, revelando os seios fartos em seu sutiã vermelho. E me inclinei sobre o seu corpo e beijei o seu ventre — o mesmo onde ela me abrigou um dia. Aos poucos, fui descendo em direção ao meu destino, que parecia selado.

Ajoelhado entre as suas pernas, eu inalava o perfume almiscarado da sua buceta, enquanto beijava e lambia a parte interna das suas coxas, provocando-a com o que ainda estava por vir.

Em seguida, olhando em seus olhos, eu puxei a sua calcinha lentamente, descendo pelos quadris até que ela me sorriu diante da minha ousadia. E não só isso. Ela levantou as pernas, cooperativa, deixando que se revelasse aos meus olhos famintos a sua buceta peluda.

Eu fiquei boquiaberto olhando pro corpo dela, quase que completamente nu, em toda a sua beleza. Ela tinha seios enormes e uma buceta peluda e carnuda, e o ligeiro brilho entre os seus lábios expostos indicava que estava excitada. Meu pau ficou duro feito pedra.

Nossa, ela tava toda molhada... per minha causa! E o aroma dos seus fluidos me inundava os sentidos, enquanto acariciava sua silhueta curvilínea.

Finalmente, com as suas pernas bem separadas, eu lambi com a parte plana da língua, desde o períneo, passando pela sua fenda vaginal, subindo pelos lábios até o seu clitóris ereto.

Era lindo como ele se pronunciava, envolto de pêlos e implorando pra ser chupado. E foi o que eu fiz. Na mesma hora, ela deixou a cabeça cair na almofada do sofá, gemendo e suspirando.

Enquanto deslizava a língua sobre aquele seu pequeno botão, eu o levei entre os lábios e o chupei, tentando acompanhar o ritmo dela, que segurava a minha cabeça entre as suas pernas. Então comecei a girar a língua ao redor do seu clitóris, chupando com mais força e fazendo minha mãe gemer ainda mais.

Ao senti-la começar a tremer, eu meti dois dedos nela e comecei a penetrá-la, acompanhando o seu ritmo, movimento a movimento.

E enquanto estava dentro dela, podia sentir os músculos da sua buceta se contraírem e tensionarem. Então curvei os dedos, tentando encontrar seu ponto mais sensível.

Ela convulsionava e se contorcia, desfrutando um intenso orgasmo. Ao sentir as ondulações nos músculos do abdômen, como um sinal do seu clímax, ela apertou a minha cabeça com as coxas. E eu adorei cada gota do seu gozo, que me escorria pela língua enquanto a chupava.

Por um instante, não conseguia respirar, mas aproveitei cada momento enquanto o orgasmo da minha mãe se intensificava até atingir um êxtase que sempre sonhei lhe proporcionar. A excitação cresceu dentro dela e, pela primeira vez na vida, ela explodiu numa inesperada ejaculação do seu gozo no meu rosto e me escorrendo até a boca.

Eu tentava lamber cada gota como um náufrago sedento, até que ela finalmente começou a relaxar suas pernas. Então me levantei, segurei o seu rosto em minhas mãos e a beijei profundamente. Enquanto ela forçava a língua na minha boca, nós partilhávamos o sabor do sexo um do outro, como um segredo só nosso, passado de mãe pra filho.

Quando terminei, minha mãe se levantou e me abraçou demoradamente, como faria uma mãe amorosa. Mas, ao nos separarmos, nossos olhares se encontraram, e agora não havia mais apenas mãe e filho. Éramos um garoto, quase um homem, e uma mulher madura, que se desejavam intensamente.

Então, nos aproximamos e nos lançamos num beijo violento. Ambos sabíamos que aquele era o momento, que era para ser. Minha boca se pressionava contra a sua, sem pensar na natureza proibida do nosso beijo. E enquanto nossas línguas se encontravam e se provavam pela primeira vez, era tudo novo pra nós dois.

Estávamos sentados no sofá, num abraço tenso, nos beijando como adolescentes. Ambos desesperados para devorar um ao outro, com as cabeças girando de um lado para o outro.

Através do abraço, começamos a nos tocar, sentindo o calor da pele um do outro. Eu tirei o seu robe, deslizando-o por seus ombros. Em seguida, senti seus seios por cima do sutiã. Eram enormes, maiores que pensei, vendo de longe.

Então, beijei o pescoço dela, fazendo ela gemer, antes mesmo de chegar onde eu queria. Ela se entregava e se deixava tocar, suspirando enquanto eu beijava suavemente as laterais de cada seio. Então, ela estendeu a mão e alcançou o fecho do sutiã, soltando e deixando cair no colo, expondo os seios excitada, e agora completamente nua.

E mesmo não sendo a primeira vez que eu via os seus seios, não perdi tempo e caí de boca, chupando o mamilo esquerdo e girando a língua em volta dele. Senti o seu mamilo endurecer na minha boca, enquanto passava a língua sobre ele, fazendo minha mãe soltar um gemido suave. Com a boca enterrada toda no mamilo esquerdo, eu beliscava o outro, passando o dedo polegar.

Enquanto brincava com os seios fartos da minha mãe, ela agarrou meu pau por cima da bermuda e começou a masturbá-lo, como fez no banheiro. Mas, diferente do outro dia, dessa vez ela queria pegar nele e senti-lo de verdade. Ela então abaixou a minha bermuda e puxou o elástico da cueca com as duas mãos, descendo até o joelho.

Eu me levantei do sofá o bastante pra que ela deslizasse a cueca por baixo, me deixando despir. Então, ela continuou puxando-a pra baixo, enquanto meu pau se erguia, anunciando sua presença, a poucos centímetros do seu rosto. Até que por fim ela abaixou a minha cueca até os tornozelos, me deixando nu da cintura pra baixo.

Assim que meu pau foi libertado, minha mãe o viu, e isso a fez lembrar do que ela fez no banheiro, e de todo o resto que queria ter feito. Pela expressão dela, acho que eu começava a entender o tesão que o meu pai tinha em me chupar.

Minha mãe então se posicionou entre as minhas pernas e admirou meu pau duro por algum tempo. Ela parecia querer memorizar cada curva, cada veia, e o mediu de cima a baixo, talvez imaginando se conseguiria acomodá-lo em sua boca.

E quando ela estendeu a língua e lambeu suavemente a cabeça, eu mal podia acreditar. Era um prazer que habitava apenas as minhas fantasias incestuosas, e bastava apenas a ponta da sua língua pra me fazer gemer.

Antes de abrir a boca ao redor da glande e abocanhar de vez, ela levantou os olhos, pra ver o efeito que causava em mim. Aos poucos, ela foi engolindo, como se realizasse o mesmo sonho que eu. Então, à medida que se acostumava com o tamanho, começou a movimentar a boca para cima e para baixo lentamente, enquanto usava as duas mãos na base, acariciando o meu saco.

Ela puxou a boca até a ponta, circulando a língua ao redor da cabeça coberta de saliva, antes de voltar a abocanhar. Enquanto sentia toda a extensão do meu pau, forçando pra baixo até a base, com meus pentelhos roçando no seu rosto, ela me chupava por inteiro.

Eu tentava me conter, naquele movimento dos meus quadris, mas pra minha surpresa, ela se deixava foder, enquanto eu acariciava o seu cabelo. Podia sentir meu pau crescendo na sua boca, chegando até a sua garganta. Então ela voltou à cabeça, passando a língua e tomando fôlego pra mais uma vez descer com ele todo enfiado na boca.

Você beija sua mãe no rosto todo dia, e sente os seus lábios no seu rosto, te beijando de volta, num lindo gesto de carinho materno. E nem imagina que aquela boca seja capaz de chupar um pau daquele jeito, como se fosse uma puta safada. Isso eu começava a descobrir na minha mãe, enquanto ela mamava no meu pau pela primeira vez.

E então, ao sentir meu corpo começar a tremer, indicando que estava prestes a explodir, eu disse a ela que estava quase gozando.

Ela tirou a boca do meu pau e disse:

"Tudo bem, querido. Goza na minha boca, vai! Goza pra mamãe!"

Foi tudo o que bastou; antes que ela pudesse voltar a colocar a boca no meu pau, o primeiro jato acertou em cheio a sua boca entreaberta, escorrendo pela sua língua de fora e pelo seu queixo, pingando nos seios.

Ela conseguiu levá-lo de volta à boca, onde um segundo jato lhe descia direto pela garganta. Um pouco escorria em volta da boca, mas ela estendeu a língua e passou, lambendo tudo.

Ela saboreava pela primeira vez a minha porra, sentindo o gosto salgado e sorrindo pra mim. Então, abriu a boca e me mostrou o meu gozo repousando na sua língua, antes de fazer questão que eu a visse engolir tudo.

Completamente deslumbrado, eu levantei os braços e tirei a camisa, limpando com ela o que restava, depois que pingou nos seus peitos. E então eu a beijei de novo, dessa vez sentindo o gosto do meu gozo na sua língua. Até que a torrente caudalosa foi se aquietando dentro de nós, e ficamos ali abraçados por um instante.

Acho que nenhum dos dois estava em condições de continuar com aquela conjunção incestuosa, por mais que eu quisesse ter de novo uma ereção. Precisava me refazer, e ela também parecia exausta. Então, me levando pela mão, ela me conduziu pro banheiro, pra tomarmos um banho juntos.

"Como foi que de repente virou esse homem?", ela me acariciava diante do espelho.

"Acho que eu me apressei em crescer, sonhando com esse dia."

Tentando manter os olhos em seu rosto, meu olhar insistia em se desviar pros seios que habitavam os meus sonhos. Minha mãe percebeu meus olhares e me sorriu, me convidando a entrar debaixo do chuveiro com ela.

Senti o coração acelerar enquanto me metia debaixo da água morna, que parecia aliviar a tensão no meu corpo. Ela se aproximou de mim, sua coxa roçando na minha. Senti o coração acelerar, mas ela apenas riu baixinho, estendendo a mão para acariciar a minha bochecha.

"Relaxa, filho. Eu não mordo; só estamos tomando um banho juntos", disse ela suavemente.

Então, ela se inclinou e me abraçou, sentindo meu corpo nu contra o dela e deslizando as mãos pelas minhas costas. De repente, meu pau já começava a dar sinal de vida de novo, roçando na sua barriga.

"Sabe, tem uma coisa que eu preciso dizer...", eu juntei coragem o bastante. "Aquela carta, fui eu..."

"Tudo bem, querido, eu já imaginava, mas foi bom ouvir de você", ela me sorria.

A visão dos seios dela, suas palavras e seu toque despertaram algo em mim que eu não conseguia controlar.

Eu sabia muito bem o que estava morrendo de vontade de fazer; meu medo era de que isso a assustasse e ela recuasse, como no outro dia. Sabia que os dois tínhamos passado dos limites, mas eu não sabia o que fazer pra terminar o que começamos.

"Você fica excitado ao ver sua mãe nua? Era o que você sempre sonhou?"

"Você sabe que sim, mãe. Não tem outra coisa com que eu sonhe há muito tempo."

"E o que você faz quando sonha comigo?", ela parecia querer conhecer o filho que não conhecia.

"Geralmente, eu já acordo excitado, então preciso me aliviar."

"Nossa!", ela corou ligeiramente. "Sabe, suas palavras, naquela carta, também me deram muito prazer... e, tenho que admitir, me fizeram gozar muito... como há muito tempo eu não gozava."

Senti meu rosto queimar e uma enorme excitação, por ter conseguido tocá-la onde eu queria.

"Que bom que eu te dei prazer... é só isso que eu quero te dar."

"Olha, filho...", ela segurava a minha mão. "Não vou mentir pra você. O que estamos sentindo não é algo que possa ser facilmente resolvido, mas também não dá pra negar..."

Na hora tive medo de que ela estivesse recuando. Tinha medo de ser o único a me sentir assim, de ser um pervertido por me sentir atraído pela minha própria mãe.

Então, vi os olhos dela percorrerem a minha ereção, como se quisesse ver se ela havia diminuído. Mas, pelo contrário, meu pau estava cada vez mais duro.

Suas mãos então guiaram as minhas pelo seu corpo, traçando as curvas dos quadris e das suas costas.

"Você quer mesmo isso? Ainda dá tempo de parar. Podemos fingir que isso nunca aconteceu", ela me olhava nos olhos.

"Eu quero isso, mãe... mais do que tudo. É o que eu sempre sonhei."

E então, não me contive mais e, com seu corpo grudado no meu, eu colei a boca na sua, beijando minha mãe não mais como seu filho. Ela me correspondia, recebendo minha língua na sua boca e chupando, como fez com meu pau.

"Sabe, tem uma coisa que eu queria...", ela esfregava o corpo no meu. "Uma coisa que seu pai e eu já não fazemos há algum tempo..."

Então, sem dizer nada, ela se virou, com o rosto colado no azulejo da parede. E ainda me lançava um olhar por sobre o ombro, esperando a minha reação, como que dizendo: "Vai ficar aí esperando?"

Eu mal podia acreditar que ela estava ali me pedindo aquilo; querendo tomar no cu. Você imagina sua mãe uma mulher, do lar, como dizem, recatada e que vai na missa no domingo. E nem sabe que ela gosta mesmo é de um anal com a cara no azulejo do banheiro. Claro que aquilo fez meu pau latejar na mesma hora. E se ela queria era no cuzinho, eu tava doido pra meter nela.

Posicionando meu pau na entrada do seu cu, ele foi se contraindo devagar. Ainda levou algumas tentativas, mas finalmente consegui meter a cabeça, tirando um gemido dela, ainda que sem resistência.

Lenta e firmemente, consigo inserir um pouco mais. Ela solta um suspiro profundo, mas continua me querendo dentro dela.

Empurro até a metade e não sei qual de nós está desfrutando mais daquilo. Ela geme enquanto empurro e começa a respirar fundo. Tudo o que sei é que a sensação continua sendo algo incrível.

Lentamente, empurro mais um pouco do meu pau para dentro e ela solta um gemido mais agudo. E então, com uma última estocada, estou completamente dentro dela. Ela geme e grunhe muito mais, e leva um tempo pra se acostumar.

Desço o olhar até onde meu pau está enterrado fundo e recuo um pouco. Então recomeço lentamente até o fundo e então começo a foder o cu da minha mãe devagar. Não importa o quanto eu penetre ou saia, ela continua colada à parede, gemendo. Mas depois de me forçar a penetrá-la várias vezes, ouço apenas a sua respiração profunda.

A essa altura, estou com meu pau todo metido no seu cu, segurando ela pela cintura. E quando estou perto de gozar, começo a penetrá-la com mais força e as estocadas são mais curtas.

Um instante antes de ejacular, eu colo no seu corpo, apertando os seus peitos, com a cabeça encostada na sua nuca. Então me empurro o máximo que consigo e gozo dentro dela. O orgasmo é muito melhor do que qualquer outro que já tive e não quero que acabe.

A cada jato de porra, me empurro mais fundo e ouço um grunhido dela. Há algo excitante em ouvi-la gemer a cada estocada minha, o que me leva a penetrar um pouco mais fundo, unindo o seu orgasmo ao meu.

Depois de gozar muito, eu me retiro lentamente enquanto a sua respiração começa a voltar ao normal. E ao final, a visão que eu tenho é o que ficou gravado na minha cabeça: a minha porra escorrer do seu cu.

Saio de dentro dela e preciso me apoiar na parede, enquanto ela relaxa as pernas. Consigo ouvi-la continuar respirando devagar e acho que ela está satisfeita com o prazer que lhe dei. E mal posso acreditar que acabei de fazer sexo anal com a minha mãe, tão incrível e excitante quanto poderia ser uma coisa assim, entre mãe e filho.

Mas, ao terminar o nosso banho e sair do banheiro, não somos mais apenas mãe e filho. Enquanto ela me conduz pela mão pro seu quarto, a sua cama agora é o nosso destino. E nos deitamos abraçado, completamente nus, como aquilo que sempre deveríamos ter sido.

"Sabe de uma coisa?", ela me sorria, montada sobre mim. "Quando seu pai me disse que queria experimentar uma coisa nova, eu fiquei excitada... Quando ele disse que queria uma terceira pessoa na nossa cama, eu fiquei em dúvida... E quando ele propôs convidar você, eu fiquei chocada", ela me sussurrava pertinho da minha boca. "Mas, desde então, essa ideia tão absurda, de ter o meu próprio filho na minha cama, não sai da minha cabeça. Acho que a sua carta foi o empurrão que faltava!"

Ela me olhava no fundo dos olhos, me confessando o seu segredo como se tirasse um peso dos ombros. E me surpreendia descobrir que afinal meu pai me ajudou o tempo todo, desde o começo. Bem, isso me dizia que, pelo jeito, ele queria muito me chupar de novo.

E por falar nele, só agora eu e minha mãe percebemos aquela silhueta ali parada na porta do quarto. Acho que ele tinha chegado mais cedo do trabalho... e agora minha mãe finalmente teria seus dois homens dentro dela, como ela devia estar querendo o tempo todo...

Continua...

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Comentários (1)

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  • Futchamp: Caralho que delícia de conto , já ouvi tanto sobre isso , acontece muito por aí rsrs , T futchamp122 , filhos e mães

    Responder↴ • uid:1dai1nuqrc