#Grupal #Incesto #Teen #Virgem

Menina da casa

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LizH

Liz, seus 5 irmãos e seu pai, começam como brincadeira, mas no fim a menina ganha seis machos pra compartilhar seu corpinho jovem e virgem.

Conto de ficção.

Minha família me chama de chaveirinho, afinal sou a caçula de cinco irmãos homens, mesmo que Marc seja adotado, não há distinção entre nós. Além de ser a mais nova, sou a mais baixinha, medindo 1,42cm nos meus 14 anos de idade.
Todos são super presentes e ciumentos comigo, meu pai é mais livre com essas coisas, mas meus irmãos são sempre exagerados, eles me levam pra escola, me pegam, não deixam meninos chegar muito perto de mim, vivem me dizendo para não me abrir muito com homens adultos. Mas mesmo com isso, sinto que eles me amam, só não sabem como controlar o ciúmes, ainda mais agora que estou começando a ficar mais mocinha, meu corpo está mudando bastante, estou ficando com um bumbum maior, uma cintura fina e meus peitinhos são médios mas estão crescendo, meus cabelos loiros e longos abaixo da cintura, minha pele clara e olhos verdes, tudo isso faz chamar atenção pra mim, tanto que já faz algum tempo que tenho que usar sutiã.
Infelizmente minha mãe faleceu após meu nascimento, então todos eles me tratam como a coisa mais preciosa da vida deles, este é também o principal motivo de todos morarmos juntos, afinal eu tenho irmãos de 30 a 18 anos, todos já responsáveis e com seu trabalho, mas quando nasci devido a todas as complicações eles prometeram pra minha mãe que cuidariam de mim para o resto da vida, conforme eles foram ficando mais velhos eles foram aumentando a casa e hoje quase todos tem um quarto que poderia ser quase um apartamento de solteiro, trabalham e ajudam papai com os negócios.
Ficou evidente que estou crescendo, quando comecei a ter alguns pensamentos estranhos, tipo o quanto meus irmãos são bonitos, Marc é o mais lindo de todos, ele é alto com seus 1,90 cm, moreno, olhos castanhos claros, cabelo castanho, braços fortes e um sorriso lindo com covinhas, eu acho que estou reparando nisso porque Marc é o mais presente no meu dia a dia e com quem tenho mais cumplicidade, ele é nosso irmão mais velho, então cuidou de todos nós.
Um dia, depois da aula estou com Marc na cozinha, já almoçamos e estamos tomando picolé, Marc está mexendo no celular quando um pedaço do picolé quebra e desce por minha blusinha solta.
- Marc, me ajuda aqui.
Ele primeiro olha o que está acontecendo, depois seus olhos parecem admirar o picolé derretendo em meu corpo abaixo da gola da blusa e descendo, a sensação fria do picolé está me deixando alerta, meu corpo arrepia, quando já estou quase largando o sorvete na mesa para tirar o pedaço de dentro de minha blusa eu sinto Marc encostar seus dedos na gola de minha blusa, puxar ela para abrir mais, depois encostar um dedo dobrado no topo do meu peito e subir até meu pescoço, ele leva o dedo com o picolé até a boca e o lambe com gosto, deixando seu dedo todo limpo, eu olho fixamente para ele enquanto ele faz isso, ele ainda olha meu decote e diz.
- Ainda está sujo, quer que eu limpe?
- Sim, limpa pra mim Marc.
Ele volta com o dedo à boca, lambe um pouco, depois o encosta quase no bojo do meu sutiã e o sobe quase ao meu pescoço, lambe ele novamente até estar limpo, depois me diz.
- Mais limpo que isso só se eu lamber.
Eu fico muda, mas as sensações em meu corpo são muitas, o calor sobe de minha barriga para meu pescoço, um arrepio deixa meus pêlos do corpo todos em pé, o biquinho do meu peito ficou durinho e só consigo pensar na sensação de Marc tocando em mim, desta vez é algo diferente, que me fez sentir e pensar coisas muito estranhas, mas muito curiosas também.
Vou para meu quarto me trocar, coloco um vestido rodado depois do banho, quando termino vou procurar por Marc, hoje ele vai trabalhar só de casa, então podemos brincar um pouco, conversar ou jogar.
Quando chego ao quarto dele ouço alguns barulhos, algo viscoso, quando abro um pouco a porta vejo Marc de lado, seu braço está se movendo, então quando olho para suas mãos eu me assusto ao vê-lo com algo grosso, com veias e uma ponta grande, redonda e escura, conforme ele mexe com a mão para cima e para baixo ouço Marc fazer sons baixos, ele começa a mover sua mão mais rápido, quando ele começa a contrair o membro pulsante o ouço falando.
- Ah Liz, que gostoso.
Imediatamente saio correndo, meu coração acelerado, vou até meu banheiro, fecho a porta e tento entender o que vi, a pergunta mais estranha me vem. Porque meu irmão estava se tocando e pensando em mim. Porque eu quis ficar e ver ele mexendo em si mesmo, porque aquele membro grosso me deu água na boca.
Pego o celular e pesquiso na internet, vejo um vídeo de um homem se tocando, diz que ele está se masturbando, pesquiso sobre se masturbar para a irmã, encontro diversos sites sobre isso, abrindo o primeiro que diz sobre incesto, como algumas pessoas falam como é bom ter relações com familiares, com filhas, irmãs, primas, estou extremamente vermelha de vergonha com o que vejo, mas aparece uma história de pai e filha, como a menina conta ser muito especial o amor que tem com seu pai, como ele a ensinou a ter prazer, como ele a ama diariamente, de um jeito mais intenso conforme eles experimentam mais um com o outro.
Depois de alguns minutos ouço Marc me chamando da porta.
-Liz, algum problema? Quer jogar comigo?
- Oi Marc, eu já vou, estou só limpando a pia do banheiro, mas pode começar a jogar que eu já vou.
Ouço ele saindo e procuro me acalmar, tento não pensar nele, em seu pênis grande e grosso, em como eu queria que ele me mostrasse. Depois de lavar o rosto desço para a sala, Marc colocou um jogo de corrida de carros e fez suco, me chama para sentar ao seu lado e começamos a jogar, ele me ganha algumas vezes, sempre que ele ganha ele diz que estou devendo um beijo nele por isso. Quando me canso de jogar, peço uma pausa e me ajoelho no sofá, olho para ele e digo.
- Agora vou pagar seus prêmios Marc.
- Hum?
Vou até sua bochecha e beijo próximo a sua boca, Marc sorri mostrando suas covinhas, vejo que ele fica mais lindo conforme me olha, Marc abre os braços e chego mais perto, ele abraça minha cintura e me mantém perto, então vou beijando seu rosto, dando beijinhos leves, conforme meu corpo esquenta fico mais à vontade e com mais pensamentos de querer tocá-lo, começo a beijar seu queixo, perto de sua orelha, descendo por seu pescoço, Marc aperta mais meu corpo e diz com a voz baixa e rouca.
- Ah Liz que gostoso, que carinho bom pequena, mas já está bom.
- Não Marc, você ganhou 6 vezes, eu vou te dar 4 beijos por cada vitória, então ainda tenho alguns pra te dar.
- Tá bom, pode dar meu prêmio.
Volto ao seu pescoço, dou mais alguns beijos, depois vou perto de sua orelha, beijo lentamente atrás dela, quando percebo encostei a língua em sua pele, Marc aperta minha cintura e eu suspiro com o prazer dele me tocando. Faço novamente quando ele não diz nada, sinto o gosto de sua pele, não é salgada, é gostoso e me faz querer mais, as mãos de Marc apertam mais minha cintura, seus dedos estão bem firmes em mim, ele me puxou para mais perto e minha respiração está difícil, coloco a língua para fora e vou de seu pescoço até sua orelha, deslizando com a língua, quando termino ouço Marc apertar os dentes, ele respira fundo e diz.
- Pequena já está bom, vamos jogar de novo.
Desta vez meu irmão me afasta de seu peitoral e me senta no sofá, fico um pouco perdida do porquê ele fez isso, mas eu também não estava conseguindo lidar com todos os sentimentos que ele estava me causando, então fico alguns minutos calada assistindo ele jogar, quando vejo ele fazendo uma manobra difícil eu volto a prestar atenção no que ele está fazendo e vejo como ele tensiona os braços, ele está distraído, então não me vê admirando seu rosto e corpo, quando novamente me sinto quente eu toco em seu braço e lhe digo.
- Marc, me ensina a fazer essa manobra?
- Hum, tá legal, mas ela é difícil, espera só eu terminar essa partida.
Depois que ele finaliza eu me levanto, pego o controle de suas mãos e peço espaço para sentar em seu colo, Marc tenta me fazer mudar de ideia, já que faz muito tempo que não fazemos isso, mas acaba cedendo e me deixa sentar em seu colo. Ele envolve seus braços em mim, me puxa para perto, depois coloca suas mãos grandes em cima das minhas no controle, começamos a jogar, mas à medida que meu corpo esquenta pelo contato com o dele eu começo a me mexer em suas pernas, de repente vem a lembrança de seu pênis duro e inchado em minha cabeça, começo a mexer o quadril pra me ajeitar, mas o contato dele comigo me faz ficar inquieta e agoniada por algo que não sei nomear. Marc me mostrou duas vezes o que fazer pra conseguir fazer o drift, então ele tira a mão do controle e segura minha cintura bem firmemente.
- Agora é sua vez pequena.
Faço os movimentos no controle, mas estou mais concentrada em sentir o colo de Marc, como seu volume está maior, como é gostoso me mover para frente e para trás na extensão dura abaixo de mim, como às vezes o sinto pulsando e como suas mãos apertam minha cintura, me fazendo arfar e ficar mais quente e úmida entre as pernas. Ouço Marc suspirar quando faço um movimento mais forte, então faço novamente, os dedos do meu irmão estão quase me deixando marcas, mas quero continuar, então me esfrego mais rápido nele, minha intimidade começa a contrair e pulsar, o calor entre nós está mais intenso, minha respiração está rasa, Marc me ajuda a me mover em seu colo, seu membro entre minhas pernas longo e duro.
- Ah pequena.
Ouço ele sussurrando, sua voz mostra o quanto ele está gostando assim como eu, vamos mais rápido, o jogo já perdido, Marc só me friccionando para frente e para trás, seu peitoral largo encostando em minhas costas, suas mãos cravadas em minha cintura fina, ele me fazendo rebolar em seu colo, quando o sinto latejar e grunhir baixo, fico atenta, tentando entender o que aconteceu, ele ainda me esfrega em sua extensão mais um pouco, mas para depois de alguns movimentos, coloca a mão em minha barriga, me cola mais em seu peito, beija atrás de minha orelha e me diz.
- Pequena que brincadeira gostosa, mas eu preciso ir trabalhar, tá bom?
- Tudo bem Marc.
- Amanhã estou de folga se quiser brincar mais.
O restante do dia se passa normal, no outro dia de manhã acordei mais cedo que de costume, papai já saiu para o trabalho e meus outros irmãos ainda parecem dormir, resolvo ir acordar Marc, ver se ele quer começar cedo essa brincadeira nova que estamos fazendo. Abro lentamente sua porta, subo em sua cama, ele permanece dormindo, então levanto um pouco o edredom, me sento em seu peitoral e deito o corpo sobre o seu, ouço o coração dele forte, nem me importo por ele estar sem camisa, parece mais gostoso dessa maneira, conforme me aconchego nele Marc se mexe um pouco, colocando um braço em volta de mim, me prendendo em seu peitoral, ele me posiciona mais abaixo e sinto pelo pijama que meu irmão está nu, imediatamente o calor de seu corpo me envolve, a sensação gostosa dele me segurando de sentir suas coxas quentes encostando nas minhas, aos poucos sinto seu pênis se esticando e endurecendo abaixo de mim, meu coração acelera, olho para seu rosto e Marc sorri, mas ainda dormindo, a mão que estava ao seu lado se mexe e ele a coloca em minha bunda, segurando firme até que eu sinta seu membro me cutucar, ele me arruma até que coloca seu pau entre minha virilha e sua barriga, ele me abre mais, empurrando minha bunda para baixo e seu pau grosso pulsa, parte encostando em minha calcinha, outra parte entrando sob meu pijama largo e encostado em minha barriga, sua mão em minha bunda aperta, dando apalpadas e me fazendo ir para baixo e para cima em seu peitoral, o cheiro dele está mais pronunciado, seu aperto firme, seu calor, percebo que eu começo a ficar molhada e quente, ofegante conforme ele roça seu pau em meu corpo, olho novamente para seu rosto, Marc sorri, mas ainda parece dormir, mesmo que ele esteja investindo tão firme com seu pau em minha virilha, ele faz movimentos devagar, mas fortes, eu gemo baixo quando seus dedos vão para meu rego por dentro da calcinha, ele começa a descer os dedos por minha bunda, aperta firme com sua mão grande, depois o sinto colocando o dedo em meu botão pequeno, ele circula, pressionando, seus movimentos me despertando mais ainda para a vontade de deixar ele fazer o que quiser e só aproveitar as sensações que ele me causa, o quão bom é o que ele está fazendo em meu corpo, ele faz esses movimentos em meu botão por alguns minutos, isso combinado com seu pênis indo e vindo em minha virilha, quando sinto um pouco de dor eu gemo mais alto, Marc entrou com seu dedo em minha bunda, me sinto alargando, ele entrando mais em mim, uma lágrima se solta em meu rosto, mas o calor, minha umidade e meu centro estão latejando fortemente, mesmo que eu quisesse não poderia sair de seu abraço, suas mãos me prendem em seu corpo, conforme a dor passa consigo relaxar, o dedo de Marc está entra e sai de mim.
- Ah Liz, que delícia de buraco.
Olho em seu rosto, ele continua de olhos fechados, parece estar sonhando comigo, mais uma vez fico intrigada por isso, mas sem conseguir fugir do quão é gostoso tê-lo me tocando, quanto seu corpo e mãos grandes me agradam e me deixam ansiosa por mais. Ele se esfrega mais forte em mim, seu dedo em minha bunda me deixa ofegante, também mexo minha cintura para sentir seu pau em mim, quando Marc me aperta mais ele começa a latejar, sinto algo molhado em minha cintura, esse líquido quente e melado molha minha cintura, sinto o cheiro mais forte, coloco a mão e olho, é algo branco e melado, limpo a mão em meu pijama, também limpando minha barriga, o pênis de Marc encolhe e desliza por minha virilha, parte do líquido escorre por cima de minha calcinha, Marc solta minha cintura, depois eu tiro sua mão de minha bunda, me levanto, lhe dou um beijo no rosto e vou para meu quarto me limpar. Quando estou tirando a roupa vejo novamente o líquido, me lembro que saiu do membro de Marc, então passo o dedo em uma parte úmida, depois olho mais de perto, aproximo do nariz e sinto o cheiro, algo estranho e picante, quando coloco na boca por algum impulso maluco me surpreendo com o gosto, talvez levemente azedo, mas a estranheza de tudo me faz gostar do sabor, procuro por mais em minha roupa, mas está seco, então frustrada me limpo, me visto e vou novamente ao quarto de Marc, dessa vez ele está de lado, eu levanto a coberta e me deito perto dele, puxando seus braços para mim e me aconchegando.
- Ah pequena, você está aqui.
- Sim Marc, eu estava querendo seu carinho, então vim te acordar.
- Ah Liz, sempre que você quiser pode vir aqui, mas hum, só tem um probleminha, eu não estou muito vestido agora.
- Tudo bem Marc, assim é melhor, consigo sentir mais seu calor desse jeito.
- Hum, sei. Então vem aqui, vamos ficar de conchinha pra eu te dar carinho.
Meu irmão me puxa mais perto, encaixa seu pênis entre nós, segura minha cintura e coloca minha cabeça em seu braço, com o outro braço ele sai de minha cintura, o passa no meio do meu peitoral, segura firme meu queixo e olha em meus olhos.
- Você gosta assim pequena?
- Sim Marc, é muito gostoso.
- Que bom Liz, que tal um beijinho de esquimó?
- Sim Marc.
Minha voz está ofegante, sinto cada parte de Marc em contato comigo, suas pernas coladas com as minhas, seu centro de encontro ao meu bumbum, seu peitoral colado em minhas costas. Ele parece me olhar diferente, mas aquelas covinhas lindas estão presentes, ele encosta seu nariz no meu, o esfrega, enquanto ainda segura firme meu queixo.
- Você é tão linda, minha pequena.
Fico sem palavras, então Marc esfrega de novo seu nariz no meu, em seguida vira meu rosto, expõe meu pescoço e o cheira longamente.
- Ah, que cheirosa é essa minha irmã linda e pequena.
Sinto o pênis de Marc crescer em minha bunda, me ajeito mais, esfregando ele em mim, meu coração acelerado e meus pensamentos só ligados às sensações que ele me faz sentir, Marc solta meu queixo, vai com sua mão até minha cintura, me pressiona mais e diz.
- Liz, que carinho você quer?
- Eu não sei Marc, assim está muito bom.
- Que tal se eu te fizer cócegas?
- Não, Marc.
Ele não me ouve e começa a me fazer cócegas, sua mão grande subindo minha blusa e seus dedos brincando entre minha cintura e axila, Marc está com o corpo acima do meu, quando sinto um pouco de frio, meu mamilo fica duro, vejo Marc olhar na direção, mesmo que eu ainda esteja rindo eu vejo como ele olha fixo para meu peito que está exposto, não me importo de arrumar minha roupa, sinto prazer por Marc me ver assim, ele desce um pouco seus dedos, saindo das minhas costelas e indo para frente, percorrendo da minha barriga até chegar aos meus mamilos, quando ele o espreme entre os dedos eu ofego, mas continuo fingindo que Marc está só brincando, ele o aperta de novo e o vejo deslizando a língua grande por seus lábios.
- Quer que eu pare pequena?
Somente sacudo a cabeça, Marc aperta novamente o bico, depois abre a mão apertando todo meu monte, ele também desce a cintura até que a ponta de seu pênis esteja bem no meio de minhas pernas, em cima de meu ânus, mas com a barreira da calcinha, ele o pressiona contra meu corpo, fico mais úmida ainda, meu pijama e calcinha me incomodando por estarem entre meu corpo e o dele.
- Oh, Marc, que carinho gostoso.
- Ah que bom que está gostando minha bebê.
Meu irmão cheira meu pescoço novamente, então ouvimos passos vindo em nossa direção, Marc me empurra para baixo do lençol, me apertando e cobrindo meu corpo com o dele.
- Marc, pode levar o carro na revisão hoje, tenho um monte de compromissos fora da cidade.
Meu irmão Carl fala da porta, Marc ainda está apertando seu pênis em minha bunda, sua mão está tampando minha boca enquanto eles falam.
- Claro Carl, me manda o endereço do lugar por mensagem.
- Beleza, viu a Liz? Queria dar um beijo de despedida.
- Ela deve estar em algum banheiro pela casa, eu aviso que você ficará com saudades da nossa pequena.
- Cara, queria vê-la, aquela moleca quebrou meu cubo mágico.
- Vou dar o que ela merece por ser tão arteira, pode deixar.
- Falou mano.
- Carl fecha a porta, Marc puxa o lençol, mas continua me prendendo em seu corpo, seu pênis pressionando mais em minhas dobras, ele permanece com minha boca tampada e me diz.
- Você foi uma menina má, pequena? Vou ter que te castigar então.
Marc solta minha boca, circula seus dedos em meu pescoço, os aperta firme, depois pressiona seu pênis no meio de minha bunda e começa a fazer movimentos de vai e vem.
- Ah bebê você gosta assim, hum?
- Sim Marc.
- Ah que gostoso, minha bebê gosta quando eu sou mau, bom saber.
Marc faz mais alguns movimentos, depois solta meu pescoço, me vira de bruços e me diz.
- Coloca o bumbum pra cima bebê, vou te castigar porque você quebrou o cubo mágico do Carl.
- Marc não, foi sem querer.
Se você fizer como eu falei e rápido eu prometo que vai ser só uma palmada, não várias como deveria ser.
- Tá bom Marc.
Faço como ele disse, levantando a bunda, até ficar de joelhos, Marc se senta atrás de mim, coloca uma mão em minha cintura e diz.
- Eu vou bater em sua bunda e você vai ficar assim, desse jeito, senão eu bato novamente, ok?
- Sim Marc.
Ele prolonga o tempo nesta posição, quando olho para trás, meu irmão levanta a mão e me bate forte, meus joelhos querendo ceder e fugir, mas fico no lugar, o calor da mão de Marc parece marcar meu traseiro, mas as sensações de dor e prazer estão se misturando em minha cabeça, meu centro fica mais molhado, Marc permanece com a mão em meu traseiro, ele começa a deslizar pelo tecido, depois diz.
- Posso levantar seu pijama pra ver se ficou a marca da minha mão Liz.
Somente concordo, com as lágrimas escorrendo por minhas bochechas, sinto ele puxando minha saia e minha calcinha para meus joelhos, ele olha para minha intimidade e diz.
- Está vermelho e inchado, mas é simplesmente lindo, um bumbum redondo, um cuzinho minúsculo, uma bucetinha virgem e extremamente apertada, você quer um beijo pra sarar minha pequena irmãzinha?
Novamente balanço a cabeça concordando, mas Marc se aproxima e diz sussurrando.
- Só vai ganhar beijo se pedir.
Fico envergonhada de pedir mas falo baixinho.
- Marc, me dá um beijinho no bumbum pra sarar, por favor.
- Ah claro meu bebê, vou fazer o que você quiser.
Marc primeiro beija onde depois desliza a língua de onde está dolorido até o centro de meu corpo, quando sua língua chega em minha bunda ele a circula em meu buraco, lambe e suga, a seguir ele dá uma mordida em meus lábios íntimos e passa sua língua em meu interior, eu gemo e me contorço com o prazer dele me provando.
- Hum que delícia, você já está até com melzinho escorrendo.
- Oh Marc.
Ele segura minhas coxas e ergue meu traseiro, me deixa só apoiada com os braços no travesseiro e enterra seu rosto entre minhas pernas, lambe meus lábios, depois esfrega a língua em meu interior, ele abre mais minhas pernas em volta de seu rosto se enfiando mais entre elas, ele suga e lambe, fazendo movimentos circulares, então quando ele suga um ponto extremamente sensível eu gemo seu nome, pedindo mais. Marc solta sua mão de minha coxa e vai com seus dedos por meu rego até chegar em meu cu, ele lambe e baba bastante, depois começa a enterrar dois dedos em mim, eu grito pelo ardor, mas Marc me diz.
- Calma pequena, você já vai gostar disso, confia no seu irmãozão.
- Oh, hum Marc, dói.
- Sim bebê, mas você já está quase gostando, só espera mais um pouco.
- Marc, eu… não sei se o John e o Lion já foram.
- Ah bebê, se eles me vissem aqui, com certeza iriam querer brincar também.
Marc me faz circular as pernas envolta de sua cabeça, ele solta sua outra mão que estava me segurando, leva sua mão até seu pênis, o segura firme e me puxa para perto, sinto o cheiro de seu pênis encostando em meu rosto, ele faz movimentos para cima e para baixo, enquanto isso ele está sugando minha boceta e entrando e saindo com dois dedos em minha bunda, só consigo sentir a descarga de prazer que ele me dá, ele não é gentil com sua mão em minha bunda, mas me molho mais conforme ele me chupa forte, não controlo mais os gemidos altos, também me aperto mais em seu rosto, me entrego aos sentidos e começo a lamber a ponta de seu pênis, Marc segura mais perto de minha boca, esfregando seu pênis grosso e grande em meus lábios.
- Vai pequena, chupa como um sorvete, vai ser muito bom eu garanto.
Coloco a língua para fora e começo a lamber mais, depois vou até a ponta e sugo, o gosto fica mais forte em minha língua, é simplesmente delicioso, vou sugando mais para dentro, mas ele é grande demais, então fico só com um pouco mais que a ponta na boca, Marc sai de meu cu e segura meus cabelos, ele faz um rabo de cavalo em mim e o segura firme me dizendo para abrir bem a boca, faço como ele pede e o sinto empurrando em minha boca, conforme ele entra eu começo a tentar recuar, mas Marc só agarra mais meus cabelos e empurra em minha boca, acho que por conta de estar de cabeça para baixo ajuda a entrar mais fundo, vou sentindo suas veias em minha língua, seu gosto salgado e picante, Marc morde minha buceta inteira, depois suga o pontinho sensível em mim, ele acelera os movimentos em minha boca, estou começando a ficar sem ar, meu queixo está muito arreganhado, ele vai fundo até começar a grunhir e solta seu líquido em minha garganta, tento engolir, seu sabor forte e seu líquido grosso me deixam mole, sou só uma boneca em cima de meu irmão, que ele está usando como quer e é simplesmente perfeito a sensação dele me dando tanto prazer. Marc ainda suga mais minha buceta, chupa meu cuzinho e se deita, mantendo minhas pernas perto de sua cabeça.
- Ah Jesus Liz, eu não deveria ter feito isso, mas você tem me deixado louco, não para de rebolar em mim, quando você veio mais cedo e me deixou gozar na sua virilha eu perdi o bom senso.
- Marc, não briga comigo, eu não sei porquê, mas eu gosto quando você faz essas coisas com meu corpo, eu me perco, só quero mais das sensações que você me dá, não fica triste comigo, por favor.
- Liz, pequena, calma eu não estou brigando com você, eu achei que você não estava sentindo prazer, que só me deixou pegar o que eu queria, mas se você está gostando disso pode ser nossa nova brincadeira minha bebê, você quer isso, que eu brinque com seu corpo, hum?
- Sim Marc, eu quero, eu gostei de você me chupando.
Depois disso tomamos banho e café da manhã, Marc saiu fez o que Carl pediu, quando foi de tarde ele estava sentado no sofá vendo um filme, me sentei ao seu lado e apoiei minha cabeça em seu braço, Marc nos moveu e me apoiou em seu peitoral e começou a me fazer cafuné, a sensação de calor começou a surgir, então desci o rosto até o colo de meu irmão, apoiei o rosto em seu volume e cheirei seu pênis sobre o short. Marc não demorou para ficar excitado, mas quando ele ficou mais volumoso comecei a puxar seu short até expor seu membro, Marc segurou meu cabelo, mas me deixou fazer o que eu queria, comecei lambendo sua carne, passando a língua por sua extensão, dando beijinhos estalados em seu longo comprimento, da base até a cabeça, quando vi uma gota na ponta a abocanhei e suguei, senti ele apertando mais meus fios, ele me direcionou para sua ponta e comecei a colocá-lo em minha boca, abrindo bastante para que ele entrasse, coloquei a mão em sua base e comecei a mover para cima e para baixo, Marc fazia sons baixos, mas me ajudava a entrar mais com seu pau em minha boca.
- Pequena faz movimentos como se estivesse engolindo, faz.
Quando fiz o que ele pediu, Marc estocou para cima e entrou mais em minha boca, ele me pediu para repetir então o fiz e percebi que consegui colocar o pênis de Marc todo em minha boca, fiz movimentos rasos, minha garganta distendida com seu pau enterrado, ele começou a puxar meus cabelos e me conduzir nas chupadas que ele queria, minha intimidade estava molhada, meu cuzinho estava piscando, as sensações dele em mim, do líquido que começava a sair em minha boca.
- Ah bebê, mama meu pau, isso bem fundo, como uma pequena como você consegue fazer isso? Continua meu bebê.
Eu só o ouvia e continuava tentando não me sufocar com ele tão fundo em mim. Marc acelerou os movimentos, lágrimas saiam de meus olhos, líquido escorria entre minhas pernas, até que senti ele jorrando em minha boca.
- Isso bebê, toma o leite grosso do seu irmãozão.
Continuei saboreando seu leite grosso, parte que não cabia escorria por meu queixo, mas a maioria estava em minha boca e garganta. Engoli até que o máximo possível estivesse sido bebido, quando Marc me puxou para cima ele me pediu para tomar o resto que havia vazado de minha boca, comecei a lamber até que ele estivesse limpo, quando terminei meu irmão me pegou no colo e me levou até seu escritório perto da sala, depois de entrar e trancar a porta, ele me senta na mesa e abre minhas pernas, então sobe minha saia e puxa minha calcinha para o lado, ele cai de boca em mim.
- Hummm minha bebê está molhada, você gostou de me fazer boquete foi pequena?
- O quê é boquete?
- É quando você chupa meu pau bebê, e o leite que você bebeu se chama porra.
- Sim Marc, eu gosto do sabor da sua porra.
- Ah caralho, nunca imaginei que seria tão tentador ouvir você falando putaria, agora vamos brincar com a sua bucetinha, vou te dar um banho de língua minha pequena safadinha.
Marc voltou a lamber minha buceta, percorrendo toda sua extensão, depois começou a entrar com a língua em meu interior, ele me abria mais para ele, eu ficava cada vez mais excitada, meus dedos do pé se enrolando com a sensação maravilhosa que ele estava me proporcionando, Marc lambeu meu ânus, depois voltou com dois dedos em meu buraco, ele apertava lentamente até entrar com ambos, só não senti dor porque ele estava sugando meu ponto sensível, eu escorria quando ele fazia isso.
- Seu clitóris é tão macio, você fica tão molhada quando eu chupo ele, nem percebeu que eu coloquei três dedos no seu cuzinho dessa vez. Está bom bebê?
- Oh Marc, arde um pouco, mas eu já estou me acostumando, hum, ah sim.
- Ah pequena, que cuzinho mega apertado e delicioso você tem, eu comprei alguns brinquedos pra gente te deixar bem preparada pra quando eu for te fuder, agora vira de barriga pra baixo que eu vou te chupar bem gostoso.
Ele me vira na mesa, tendo tirado seus dedos de minha bunda ele me dá uma palmada e puxa minha calcinha, depois chupa meu buraco e enfia a língua nele, começando a colocar os dedos novamente, às vezes ele os abre em meu interior, gemo com prazer, meu irmão volta a sugar minha buceta, sobe uma de minhas pernas me deixando totalmente aberta para ele, ele me suga, morde e chupa meu clitóris, enquanto só sinto o prazer dele me lambendo profundamente. Marc não tenta colocar os dedos em minha buceta, ele só penetra meu cu e chupa minha buceta, depois de alguns minutos desse prazer começo a sentir uma pressão no estômago, me sentindo latejar internamente, até que gemo alto, gozando fortemente ele prolonga a sensação me chupando fortemente no clitóris, quando não tenho mais força desabo sobre a mesa, Marc dá uma última palmada em minha bunda e sobe minha roupa, em seguida me diz.
- Vem bebê vou te deixar na sua cama, você descansa um pouco até o Lion chegar e te dar o jantar.
Cochilo por algumas horas, até que sou acordada com um carinho nos cabelos, puxo a mão que com certeza deve ser de Marc e a coloco em meus seios, puxando meu irmão para mais perto e dizendo.
- Eu tive um sonho tão delicioso com você irmão, fiquei molhadinha.
Sinto seus dedos exitantes em beliscar meus seios, mas o fazendo, quando ele está bem perto ouço.
- Hum Liz, o que você disse?
Abro os olhos muito surpresa, por ouvir e confirmar que é meu irmão Lion ao meu lado, imediatamente percebendo que foi ele quem eu fiz apertar meus seios, pra ele quem eu disse ter sonhos molhados. Como Lion é tão lindo quanto Marc, eu escolho tentar ter com ele o que tenho com Marc, Lion pode não ser tão alto em seus 181 cm, mas tem lindos olhos verdes, um queixo quadrado, um sorriso meigo e um corpo magro mas definido. Rapidamente ajo, puxando mais ele para cima de mim e começando a chorar manhosamente.
- Lion, por favor não fique chateado comigo, eu te amo tanto que eu não consigo parar meu corpo e não sentir vontade que você o toque, me desculpe irmão, mas eu não consigo controlar, por favor não fique triste comigo.
Lion me abraça como ele sempre faz quando estou chorando, sei que ele está tentando entender tudo que está acontecendo agora, ele respira algumas vezes, sua mão que estava em meu seio permanece no mesmo lugar, estando agora amassada entre nossos corpos colados, por cima de nossas roupas, ele rapidamente aperta o bico antes de dizer. Quero que ele me dê o prazer que estou começando a sentir com seu toque.
- Princesinha, eu entendo, calma por favor eu só fui pego de surpresa, eu amo você, nunca ficaria chateado por você ouvir os desejos do seu corpo, eu sei como foi ser adolescente, querer sentir prazer a qualquer hora, em qualquer lugar, com qualquer um, pensando nisso eu também acho que é bom que seja eu um dos caras que tem a sorte de ser o objeto do seu desejo, porque como seu irmão eu só vou estar preocupado com você, com o seu próprio prazer.
- Ah Lion, eu estava com tanto medo de você não me querer dessa forma.
- Como não poderia princesa, só se eu fosse cego de não ver a perdição que fica desfilando toda sexy por essa casa, é por isso que seus irmãos são assim tão ciumentos a gente não quer te dar pra qualquer um. Agora repete pra mim porque você ficou molhadinha.
- Aham, você me dava meu primeiro beijo, depois fazia algo que eu não sei o nome, mas beijava meus mamilos e depois esfregava sua virilha neles.
- Oh porra, esse é um sonho bem quente e tentador princesa. Quer dizer que você nem beijou ainda.
- Não Lion, ainda não.
- E você quer mesmo que eu te beije agora?
- Sim Lion, eu quero.
- Então me prova, vem aqui, encosta sua boca na minha, me mostra que você me quer.
Respiro fundo, mesmo que nunca tenha sonhado fazer isso com alguém além de Marc, quando Lion me tocou senti o mesmo calor em meu corpo, o latejar entre minhas pernas, fecho um pouco os olhos e me aproximo lentamente da boca carnuda de Lion, eu percebo neste momento que todos os meus irmãos e meu pai são lindíssimos, que eu teria sorte de ter um momento ousado com qualquer um deles. Encosto meus lábios em Lion, mas não menti ao dizer que ele será meu primeiro, então espero ele agir. Não preciso esperar, Lion enterra seus dedos em meus cabelos, segurando firmemente os cabelos perto de minha nuca, então ele lambe meus lábios, eu arfo abrindo a boca, sentindo Lion enfiar a língua em minha boca, depois me incentivando a fazer o mesmo que ele, ele aproveita e pressiona seu corpo até estar entre minhas pernas deitando por cima de mim e em seguida belisca meu mamilo por cima da blusa de seda que estou vestindo. Meu irmão suga minha língua, depois morde meu lábio inferior e meu queixo, vai lambendo até abaixo de minha orelha e me arrepiando inteira por este ato, nós estamos respirando pesadamente quando ele me pergunta.
- Gostou do beijo, minha princesa?
- Oh Lion, vai ser mais perfeito ainda se você fizer como no meu sonho.
- Eu não sei se podemos princesa, isso é algo bem adulto pra você.
- Lion, podemos então nos beijar mais, foi tão bom, me sinto latejando.
- Ah princesa, como eu posso resistir ao seu corpo, hum?
- Lion, me beija irmãozão.
Ele novamente me beija, já aprofundando em minha boca, sugando e deslizando sua língua na minha, às vezes beliscando duramente meu mamilo que está duro por ele, faço movimentos com a cintura, para roçar nele, para sentir se ele está excitado comigo como eu estou por ele. Sinto o pau de Lion começar a ficar duro conforme nos beijamos intensamente, minha buceta está escorrendo e pulsando querendo que ele a toque, ele nos coloca de lado para tocar em minha bunda, gemo com seu toque firme, com seu aperto forte, com ele deslizando seus dedos por baixo de meu short frouxo, Lion começa a fazer movimentos de fricção entre nossos sexos, ofego com o quão bom é tê-lo entre minhas pernas. Ouço a porta abrir lentamente, vejo Marc atrás de Lion, Lion permanece me beijando enquanto Marc nos olha, ele simplesmente sorri de lado e faz um gesto para que eu continue, não demora para que ele saia pela porta e eu sinta Lion entrando mais com seus dedos agora passando por minha virilha por trás das coxas, ele vai devagar até os lábios de minha buceta, eu gemo seu nome em sua boca, contraindo a buceta quando ele toca os dedos nela, mas logo abrindo mais minhas pernas para que ele tenha melhor acesso.
- Hum princesa você realmente ficou bem molhada por mim, não foi?
- Oh sim Lion, eu tenho ficado muito molhada esses dias.
- Que tal eu te fazer um carinho pra ela ficar um pouco satisfeita?
- Por favor Lion, toca na minha bucetinha.
Lion se afasta de minha boca, puxa meu short e calcinha, olhando diretamente para minha buceta virgem, ele desliza a língua por seus lábios enquanto olha para meu centro molhado, depois toca dois dedos em minha frente, me deitando de barriga para cima, puxando minhas coxas para abrir as pernas.
- Abre sua bucetinha pra mim princesa.
Arreganho bem as pernas, deixando os joelhos um pouco dobrados, ainda puxo minha blusa para cima e exponho meus seios para ele, olhando fixamente em seus olhos eu digo.
- Lion, por favor.
- Porra, como eu vou te dizer não princesa.
Ele dirige dois dedos diretamente em meu clitóris, o esfrega em movimentos delicados e circulares, me deixando mais lubrificada e aproximando seu rosto de minhas pernas, ele beija minha coxa, depois dá uma mordida e eu gemo gostando muito de tê-lo em mim.
Coloco minhas mãos em seus cabelos castanhos enrolados o puxando para mais perto, meu cu pisca de vontade de tocá-lo também, mas fico satisfeita quando Lion lambe meu clitóris, depois o suga ruidosamente enquanto o manipula em sua boca, Lion sobe a outra mão para meu seio, começando a massageá-lo deliciosamente.
- Oh Lion, mais por favor, está tão quente, tão gostoso.
Quando ele intensifica a sucção em meu clitóris eu meio ofego, meio grito com quanto prazer ele me dá, então ele coloca dois dedos em meu canal e começa a entrar com eles em mim.
- Minha princesa ainda é virgem da bucetinha também não é?
- Sim Lion.
- É a primeira vez que você tem dedos aqui meu amor?
- É irmão.
- E você gosta que eu esteja tocando na sua bucetinha?
- Oh sim, muito.
Ele somente toca rasamente meu interior, quando ele tenta aprofundar os dedos arde um pouco, mesmo com todo líquido me molhando, Lion os lambe e os coloca novamente em minha buceta, quando ele sente minha barreira ele para e grunhe, ainda chupando meus lábios íntimos e beliscando meus seios, sinto Lion puxando o short depois, até que seu pau esteja de fora, ele se ergue em cima de mim, se colocando entre minhas pernas, quando a cabeça de seu pênis toca minha buceta ele geme profundamente.
- Caralho que bucetinha quente e linda você tem irmã, como eu gostaria de me enterrar fundo nela.
- Ah Lion, que gostoso é sentir seu pau na minha bucetinha.
Lion faz movimentos com seu pau em toda minha buceta, quando a cabeça passa por meu buraco, ele tenta enfiar um pouco, mas parando logo em seguida quando a ponta entra em mim, depois ele vai com seu pau para minha bunda e também aperta a cabeça em meu buraco de trás, ele sente que me abro para ele, ele ainda tenta penetrar, mas assim como Marc o Pau de Lion é grosso, ainda não o vi, mas quando gemo um pouco dolorida com a pressão que ele faz, o sinto se afastando, ele sobe mais em meu corpo até que seu pau esteja em meus peitos, ele esfrega a cabeça em meus mamilos, sinto a umidade dele em mim, seu cheiro masculino e que me dá água na boca, Lion coloca suas mãos juntando meus seios, eles quase pressiona seu pau entre meus peitos, quando ele começa a fazer movimentos para frente e para trás eu levanto a cabeça, até que minha língua toque em seu pau, o vejo sendo menor que o de Marc, mas tão grosso quanto, com uma cabeça caramelo e líquido a cobrindo, Lion só me deixa fazer o que quero o lambendo, ele vem mais para frente e sugo sua cabeça, ele solta meu seio, puxa um travesseiro para baixo de minha cabeça e me deixa como quero, com a boca perto de seu pau, com ele roçando meus seios.
Coloco as mãos na bunda de Lion e o puxo mais para perto, saboreando ele em minha boca, abrindo mais para ele entrar, gemendo e sugando ele para mim. Lion faz mais movimentos, até que metade de seu pau esteja em minha boca, o puxo mais pelas coxas, ele não resiste e geme comigo sugando seu pau delicioso.
- Ah princesa, como você pode ser virgem e já conseguir sugar meu pau tão profundamente. Vai amor suga mais meu pau nessa boca quente e pequena.
Faço como ele quer e me enterro mais em sua carne, seu pau entrando e alargando minha garganta, Lion me fazendo gemer com o prazer dele sentado em mim, com seu pau em minha boca. Sinto ele começar a estocar mais forte e mais rápido em minha boca, sugo fortemente, respirando com dificuldade enquanto ele estoca seu pau grande em minha boca. Já estou ansiosa por sentir o gosto de sua porra, para saber seu gosto.
- Ah desse jeito eu vou precisar trocar seu apelido para putinha, como uma princesa poderia sugar meu pau inteiro, enterrar ele tanto em sua garganta, você nasceu pra isso meu amor, nasceu pra sugar o pau do seu irmão.
Mesmo com ele em minha boca eu gemo com o prazer que ele me dá, ele belisca meus peitos, entra em minha boca, sinto suas bolas batendo em meu queixo, quando ele começa a urrar de prazer e gozar jatos grossos em minha boca.
- Ah porra, como você não está sufocando minha princesa, ah que boca faminta, você está me sugando tanto.
Seus jatos começam a ser mais rápidos do que posso engolir, então Lion puxa o pau de minha garganta e termina de gozar em minha boca, ele se apoia na cama tentando recuperar o fôlego, enquanto estou perdida saboreando e engolindo sua porra em minha boca. Alguns minutos depois Lion está deitado ao meu lado, abraçando meu corpo em cima do seu.
- Princesa, eu nunca me imaginei sentindo tanto prazer quanto senti com você, mas me promete que não vai contar isso para ninguém, nossos irmãos não vão entender como não consegui me controlar e deixar que você fizesse isso.
- Eu prometo Lion, mas podemos fazer isso novamente outro dia.
- Ah pequena você está mesmo despertando uma putinha aí dentro não é?
- Foi muito gostoso ter você me tocando Lion.
- Eu sei princesa, também foi surreal para mim estar enterrado até o talo em você, se você quiser podemos fazer sim meu amor, eu já te disse, nunca te negaria nada.
- Lion, eu te amo.
- Eu também te amo princesa.
Lion me beija novamente, me apertando em seu corpo, segurando minhas coxas coladas a ele, ouvimos passos, Lion se afasta nos cobre e só permanece me abraçando, ouço batidas na porta e a voz de Marc do outro lado.
- Liz você viu o Lion, ele ficou de fazer o jantar.
Marc entra no quarto enquanto fala nos vendo abraçados na cama ele abre um sorriso e brinca.
- Bem que eu desconfiei que você estaria ocupado fazendo carinho nessa pequena bebê carente.
- Ah Marc, eu quis dar um pouco de atenção pra nossa princesa, ela estava tão solitária aqui.
Que tal vocês me darem espaço e eu deitar aí um pouco, depois descemos e pedimos pizza para todos?
- Ok, mas só um pouco a Liz deve estar com fome, né pequena.
Vou me encostando mais em Lion, Marc deita em minhas costas, me imprensando entre eles, mesmo tendo gozado a pouco meu centro já lateja com o calor deles em volta de mim, Lion pressiona seu pau em minha frente e Marc em minhas costas. Ambos não fazem movimentos que sejam evidentes, mas os sinto da mesma maneira, como Marc está apertando minha bunda, como Lion está com a mão em meus seios, quando sinto a mão de um em minha cintura e do outro em minha coxa e eles conversando entre si, sei que poderíamos fazer muito mais juntos e só isso já me deixa louca de desejo por eles.
- Lion você percebeu que nossa pequena está muito crescida ultimamente, como ela está tão bonita que chega ser difícil não tocá-la.
- Claro que percebi Marc, é isso que me dá medo, se nós que somos irmãos não conseguimos manter nossos corpos longe imagina quando ela voltar das férias e começarem a dar em cima dela.
- É cara, vamos precisar botar medo em alguns moleques, pra eles não tocarem no que é nosso, eu falei com nosso pai, ele nos deixou dar um celular pra ela, pensei em montar um grupo da família e deixá-la bem ocupada pra que ela não tenha tempo de fazer amizades com outros garotos.
- Sim, é um começo, mas como nossa princesa é tão carente vamos precisar dar mais amor pra ela, assim ela não faz esse biquinho sexy pra outros.
- Sim Lion, que tal se começarmos agora, você dá beijos no rosto dela enquanto eu a abraço por trás, depois revezamos.
- Oba, vou adorar.
Dito e feito, Lion começa a me beijar no rosto, por algumas vezes até me dá selinhos, mesmo com Marc conosco, eles também apertam mais seus paus perto de mim, ambos rígidos e me cutucando. Parece que eles fizeram um acordo de não perceber os toques mais ousados um do outro em meu corpo. Sinto meu coração acelerado e minha buceta se molhar quando Marc puxa meu cabelo e cheira meu pescoço, solto um pequeno gemido e o ajudo a fazer movimentos de penetração tanto na frente como atrás.
- Sabe Marc, acho que a Liz está mais carente que eu percebi, que tal se nós falarmos com os nossos outros irmãos e com o papai, pra darem muito carinho pra ela, apertarem esse corpinho todo, fazer ela ficar bem feliz.
- Você está certo Lion, então Liz você quer isso? Vai aguentar todos os seus homens te dando muito carinho?
- Hum sim Marc, vai ser muito bom.
Marc sussurra em meu ouvido, “que safadinha essa bebê, vai ter muito pau nessa bundinha.”
- Tá Marc vamos jantar estou ouvindo o estômago da Liz exigindo comida.
- Ah claro irmão, vamos pequena depois te dou seu leite pra dormir.
Nós descemos e jantamos, conforme meus irmãos chegam da faculdade, ou do trabalho eles beijam meu rosto ou me abraçam, papai é o último a chegar, mas saio correndo para que ele me pegue em seus braços longos, meu pai é o mais alto de todos, mais até que Marc. Quando passo minhas pernas envolta de sua cintura meu pai me segura pelas coxas e beija meu rosto docemente.
- Meu amor estava com saudades do papai é?
- Sim paizinho, hoje eu estava com saudades de todos vocês.
- Vem aqui amor, vamos sentar no sofá.
Ele nos leva até o sofá e se senta comigo em seu colo, quando ele nos apoia permaneço com meu centro colado a ele, já sentindo um pouco de calor tomando meu corpo. Quando ele me olha profundamente eu sorrio e lhe dou um beijo, em seguida encosto minha cabeça em seu peitoral.
Meninos vocês não estão dando carinho suficiente pra nossa menina, ela está precisando de tanto que não quer desgrudar desse velho.
- Ah paizinho, não é assim, o Lion e o Marc me deram bastante atenção hoje, mas eu quero o seu carinho.
- Eu sei amor, mas eles precisam te dar todo o amor possível, você é a única mulher da nossa vida, precisa de tudo de nós.
- Eu te amo muito paizinho.
- Também te amo meu amor.
Nós assistimos um pouco de TV, papai nos deixa sozinhos, Marc me chama para fazer pipoca, quando chegamos na cozinha ele me agarra por trás e me puxa para a dispensa. Ao chegar lá ele me faz ajoelhar e já tira seu pau pra fora, me fazendo abrir a boca e chupá-lo profundamente e rápido.
- Ah isso bebê, me engole fundo, estou louco pra te sentir desde que te vi com o Lion, você o seduziu não foi? Assim como a mim, quero que você faça isso com todos nós, que você deixe esse fogo na sua bucetinha mais forte, você vai ser perfeita e nos deixar te fuder não vai pequena?
Eu balanço a cabeça, querendo ter o prazer que ele me prometeu, saboreando seu pau em minha boca, Marc é rude e rápido, pouco se passa até que ele esteja gozando fundo em minha boca. Marc abre seu bolso e tira um objeto pequeno e redondo do bolso, depois ele me pede pra virar, sinto ele puxando minha calcinha para o lado, depois sua língua percorrendo meu cuzinho latejante, até que sinto algo frio em contato comigo, ele desliza o objeto que tem uma jóia na ponta por meu cu até que ele entre em mim, eu ofego com a invasão, sentindo minha buceta contrair com a sensação de ter meu cuzinho preenchido.
- Você vai ficar com esse plug até dormir, agora eu quero que você vá pra sala e sente no colo do Lion, pega a coberta e cubra as pernas de vocês, depois começa a rebolar no pau dele e o deixe brincar com você até cansar. - Combinado?
- Hum Marc, isso está um pouco apertado em mim, não sei se vou conseguir ficar em silêncio.
- Ah bebê, você vai conseguir sim e vai amar, agora me dá meu beijo.
Voltamos para a sala, obedecendo meu irmão mais velho vou até Lion e me sento em seu colo, quando me ajeito sinto a virilha de Lion pressionando o plug em minha bunda, não demora para ele segurar minha cintura e começar a me apertar em seu pau grosso e duro.
- Minha princesa já está com saudades é?
Lion sussurra em minha orelha, depois que ele fala ele lambe atrás da minha orelha e aperta minha cintura com os dedos. Já deslizando seus dedos até minha calcinha, ele nem espera eu cobrir nossas pernas com a coberta, já está com os dedos se enfiando em meu canal ainda virgem. Sua outra mão entra por baixo de meu vestido e aperta meu biquinho duro.
- Oh Lion, eu… não vou conseguir ficar sem gemer.
Seus outros irmãos vão adorar saber que você gosta de carinho na bucetinha minha princesa, geme pra mim, geme.
- Hum Lion eu fico com medo deles brigarem.
- Então fica quietinha que eu vou fazer você gozar meu amor.
Lion manipula minha bucetinha com maestria, ele faz movimentos circulares, alguns de penetração, mas sem entrar fundo, também belisca e pressiona meu clitóris sensível por ter brincado a poucos minutos com Marc e pelo plug anal que estou usando. Lion não o percebe, ele só mexe em minha buceta e dá pequenas estocadas de seu pau entre minhas pernas, alguns minutos se passam do seu carinho prazeroso, então começo a latejar e gemer mais alto para Lion e gozo deliciosamente com seu carinho, já descansando em seu corpo. Poucos minutos se passam, Lion ainda segura meu peito o expondo e mostrando pra quem quiser que ele está agarrado a ele, quando Carl se levanta, vem até nós e beija minha cabeça, ele claramente vê Lion os espremendo, mas só me diz boa noite e vai para seu quarto, pouco se passa e Jhon também vem até nós, me dá o selinho de sempre e nos diz.
- Lion leva a Liz pra cama, já está bom de brincadeiras por hoje.
Não entendo como eles não notam ou não reclamam de Lion estar pegando em meu peito e por talvez terem me ouvido gemendo, mas gozei tão forte que os pensamentos não são processados direito.
- Lion, amanhã eu pego a Liz na natação, tenho um horário livre.
- Combinado An, vê se dá mais carinho pra nossa princesa como o papai mandou.
- Sim, vou fazer como você e o Marc, ficar tão grudado nela que não dá pra saber onde um começa e o outro termina. - - Você quer isso anjinho?
- Sim An, quero muito mais dos meus irmãos mais lindos.
Andrew nos deixa, eu que coloquei o apelido dele de An e todo mundo adotou, ele é o caçula, só tem 18 anos, mas é tão ciumento quanto os outros. Também é muito parecido com nosso pai, ambos tem cabelos castanhos claros, queixo quadrado, olhos castanhos amendoados, um lindo sorriso com covinhas, mas diferente do papai An tem 180 cm e papai tem 195cm, acho que An ainda vai ficar mais alto, mas só o tempo dirá. Quando estamos sozinhos Lion arruma minhas roupas, me pega no colo como uma princesa e me leva até minha cama, ele beija minha boca e expõe meus seios, os suga um pouco e depois lambe minha buceta por cima da calcinha.
- Princesa eu estou exausto, guarda um pouco de carinho pra mim amanhã, tá bom. Ah e sobre você e nossos irmãos, todos nós desejamos secretamente o que você me confessou hoje meu amor, você só precisa achar a oportunidade e se abrir pra gente, continua mostrando e esfregando esse corpinho em qualquer um de nós que a gente vai cair de boca nesse paraíso e pode ficar tranquila, nós só temos ciúmes com os de fora, você é nossa, só nossa. Te amo.
- Também te amo Lion, pode deixar eu vou brincar com todos vocês, inclusive com o papai.
- Isso princesa, se divirta.
Eu nem tenho tempo de tirar a roupa para dormir e Marc entra em meu quarto, ele me vê abaixada de bunda pra cima, ele me diz para parar, se aproximando e ajoelhando, minha boca enche d'água ao ver ele expondo seu pênis já rígido, ele espreme o tubo de gel que está em sua mão em seu pênis, depois diz pra mim.
- Vamos ver se o plug te preparou para mim pequena? Quero enfiar ao menos a cabeça em você hoje.
- Marc, você faz com carinho pra não doer?
- Meu bebê, vai ser muito prazeroso, pode ter certeza. Agora levanta mais o bumbum e larga a calcinha no chão.
Marc nos ajeita no chão, ele se aproxima mais e tira o plug, olha meu buraquinho, que está latejando de tanto tempo sendo alargado, depois segura seu pênis e o circula e desliza em meus buracos, ele sente o quão molhada estou por ele e Lion, depois vai para meu cuzinho, se alinha e entra em mim, deslizando devagar, mas sem parar em mim, eu grito pelo susto, mas logo já me sinto contraindo de prazer por tê-lo em mim, nossa união perfeita está acontecendo, latejo descontroladamente e Marc diz.
Viu pequena, eu sei exatamente como seu corpo me quer, você foi feita pra ser fodida por nós, seus machos, agora relaxa pro pauzão do seu irmão bebê.
- Oh Marc, está me rasgando.
- Só um pouco pequena, mas pode ficar tranquila que hoje esse é o máximo que você vai ter que aguentar vai ser a cabeça.
- Hum, sim.
Marc começa a tirar e colocar seu pau em minha bunda, ele geme e diz que meu cuzinho é tão apertado que ele não vai aguentar muito, poucas estocadas depois e ele goza em mim, meu canal se enchendo com seu leite grosso.
- Ah pequena, você vai ser uma putinha, vou te ensinar muito bem.
- Vou ser o que você quiser, Marc.
Passando alguns minutos, Marc já me deitou na cama e colocou outro plug em meu canal, prendendo seu leite em mim, esse tem a mesma largura que a anterior, mas ele vai mais fundo.
- Pequena, fala pro Lion que sua bucetinha só quem pode tirar a virgindade é o pai, mas se você quiser pode deixar ele comer esse cuzinho gostoso. Agora dorme, não pode tirar o plug até amanhã cedo, tá bom?
Foi um pouco difícil dormir com a porra do meu irmão e o plug maior em meu cuzinho já não tão virgem mais, mas eu lembrava a cada minuto como senti prazer com meus irmãos hoje, como estou feliz por eles me darem o carinho que eu quero, como é simplesmente perfeito tê-los me dando tanto prazer.
Acordo com Lion beijando meu rosto e boca, ele com seus olhos verdes percorrendo meu corpo, suas mãos grandes, seu corpo moreno e esbelto, além de um lindo rosto com traços bem masculinos e marcados, quando finalmente acordo ele me beija na boca, entrando com sua língua em mim, sugando minha língua, aprofundando nosso beijo enquanto aperta meus seios expostos, ele dá pequenas mordidas em minha boca, depois levanta, expõe o pau e me pede para chupá-lo, faço com muito prazer o que ele pede tendo adorado ser acordada dessa maneira prazerosa, o chupo até ele gozar fundo em minha garganta, então depois que engulo sua porra ele me diz para tomar banho, no banho tiro o plug e limpo minha bunda, esperando que Marc não reclame por eu ter tirado o acessório, sinto que meu cuzinho está mais aberto e bem sensível, até o toco com a ponta dos dedos, porém tenho certeza que quero mais dos meus irmãos dentro de mim, quero gozar tão forte quanto ontem quando Marc já estava em meu canal apertado. Sou obrigada a me arrumar para a escola devido ao horário, poucos minutos depois desço e encontro Carl na cozinha, estou com o uniforme da escola, odeio quando é dia de usar short como hoje, mas Carl abre um sorriso quando me vê pronta.
- Minha gatinha está muito linda hoje, vem aqui pra eu te dar um abraço.
Carl é o mais baixo de meus irmãos, mas ainda tem 1,78 cm aos 26 anos, ele também é o mais largo deles, não por ser gordo, mas por ser musculoso, ele é personal trainer, então está sempre com roupas justas, cabelo curto, barba feita, um sorriso gentil, e pra completar olhos castanhos marcantes.
Ao me aproximar dele, Carl me ergueu pela cintura e me fez circular as pernas nele, ele segurou em minhas nádegas e me encostou no balcão.
Baby, o Marc me falou pra eu te pedir um beijo igual ao que você dá no Lion, você dá pro seu irmão mais lindo e gostoso?
- Dou sim Carl.
Vou me aproximando de seu rosto, ele não fecha os olhos como Lion, mas encosto nossos lábios e passo a língua na costura de sua boca, Carl fica surpreso, mas passados poucos segundos ele abre a boca e fecha os olhos e me deixa enfiar a língua, ele solta uma mão e a enfia em meus cabelos presos, ele aprofunda nosso beijo, quase me sugando completamente em sua boca. Eu gemo pela sensação dele, percebi que quanto mais desse prazer eles me dão, mais eu quero, mais necessitada eu fico. Estamos muito ofegantes quando nos separamos, Carl me mantém perto e diz em meu ouvido sussurrando.
- Ah baby, você é tão doce, pena que eu estou muito atrasado, senão eu ia experimentar o mel entre as suas pernas, vou tentar chegar cedo hoje, você deixa eu te chupar bem gostoso baby?
- Aham sim Carl, eu vou esperar ansiosa por isso.
- Ah, que baby safadinha.
Assim que ele diz ele me dá um leve tapa na bunda e me desce de seu colo. Hoje é o único dia que nenhum dos meus irmãos pode me levar para a escola, então fico surpresa quando vejo o papai na porta de casa me chamando.
- Vem menina, vou te levar hoje.
- Oba, é verdade paizinho.
- É sim, vem.
Fazemos um trajeto tranquilo, quando paramos um pouco antes da escola, olho para meu pai e ele me puxa pela cintura para seu colo. Meu pai ainda é novo em seus 43 anos, então é prazeroso ver seu rosto e admirar sua beleza, vendo que todos nós puxamos um pouco de suas características, mesmo que eles todos digam que sou uma cópia exata de nossa mãe, ainda percebo algumas características do papai em mim. Volto a prestar atenção no que ele está fazendo quando o sinto esfregar sua barba em meu pescoço, enquanto me puxa de pernas abertas em seu colo, ele não diz nada, mas ofego com o fogo que cresce em meu interior, vou rebolando em seu colo enquanto ele beija meu pescoço e ombros, quando ele aperta minha bunda eu sinto seu pau grosso como o de Marc. A esta altura meu corpo já está mais que entendendo como é delicioso tê-los todos me dando prazer, então eles não precisam pedir permissão, eu quero ser deles. Por isso deslizo nele, me sentindo molhar entre as pernas e meu cuzinho piscando de tantas sensações intensas que sinto quando ele se aproxima de minha boca. Papai me olha profundamente quando diz.
- Menina, você está gostando desse jeito dos seus irmãos te darem carinho?
- Sim paizinho.
- Você acha que pode aguentar 6 homens tocando você, chupando seu corpo e seus buracos, arregaçando suas pregas e se enterrando fundo no seu corpinho? Nós não vamos nos contentar com pouco, você pode ser até fodida por três ou quatro de uma vez quando você estiver mais acostumada. É isso que realmente quer? Passar as horas em casa sendo nosso brinquedo sexual.
Como sempre papai é direto e não minimiza o que pode acontecer, ele é extremamente explícito pra que eu saiba exatamente o que pode acontecer se aceitar essa nova rotina. Mesmo com um pouco de receio eu já sei minha decisão e estou ansiosa para tudo que está por vir.
- Papai eu quero, mas só se você também brincar comigo, você nunca mais namorou depois da mamãe, eu quero ser isso pra você, eu ainda não sei fazer muita coisa, mas cada nova coisa que vocês me mostram me deixa viciada, ansiando por mais, eu não sabia que poderia ser tão bom gozar.
- Ok, então aprende direito que no sábado eu vou tirar seu cabacinho da bucetinha, já sei que Marc fudeu seu cuzinho então deixa eles brincarem com seu buraquinho e até lá eu quero que você já tenha mostrado pra todos os seus irmãos como você quer ser tratada agora, combinado?
- Sim paizinho.
- Agora vem aqui que o Marc falou muitíssimo bem dessa sua boca safadinha.
Ele me põe no banco, abaixa a roupa e lhe faço um boquete como Marc gosta, rápido, forte e profundo, ele me enterra mais em sua extensão quando começa a esticar forte e profundamente, enterrando seu pau completamente quando começa a gozar em minha garganta, assim como Marc papai é comprido e largo, me deixando cheia ao ponto de não respirar direito, mas cada gota de sua semente me deixa mais viciada e carente por eles, minha buceta lateja até que eu o tenha limpado completamente.
Na saída da escola vejo o carro de Carl parado na porta, ele tem aquelas caminhonetes gigantes e a dele é azul, sua cor favorita, ele chama a atenção de algumas mães por seu porte físico e cara de safado, assim que eu chego mais perto ele me dá um beijo no rosto e me leva para o carro, ele dá a partida no carro e me diz.
- Eu não aguentei esperar mais baby, estou com saudades já.
- Ah Carl, adorei a surpresa, você vai me dar carinho quando a gente chegar em casa.
- Sim baby, você vai ter todo meu amor hoje.
Carl coloca a mão em minha coxa e a sobe por minha perna, quando está próximo a virilha eu vou com o corpo mais a frente e abro mais as pernas, o calor em meu interior clama pelos dedos do meu irmão, parece que eles ligam algo dentro de mim, que me faz querer contato físico e desejar todas as safadezas possíveis com eles. Mal ele estaciona na garagem coberta, ele me puxa para seu colo, abrindo minhas pernas e segurando minha cintura apertado.
- Baby, que tal você me dar um presente de agradecimento por ter ido te buscar?
- O que você quer Carl?
- Não sei, que tal você escolher.
Vou mais perto de seu rosto e lhe beijo, já entrando com a língua em seus lábios, não demora pra ele tomar controle dos movimentos, segurando firmemente meu rabo de cavalo e chupando minha língua, começo a rebolar em seu colo, sentindo seu pênis distendendo por baixo do short fino.
- Ah Carl, que gostoso seu colo.
- Me dá a mão aqui baby, tem algo mais gostoso pra você tocar.
Ele leva minha mão para dentro de seu short, me fazendo sentir algo metálico na ponta da cabeça de seu pau gordo, eu fico curiosa e puxo pra fora, olhando o pênis do meu irmão, a cabeça perfurada com um piercing de argola, sua extensão bem curvada para cima, fora bolas grandes e duras. Me ajeito no vão do banco e passo a língua por toda sua extensão, Carl me deixa brincar um pouco passando a língua em todo seu pau, quando ele geme pedindo.
- Ah baby, chupa ele pra essa boca pequena, mama no Carl neném.
Só faço como ele pede sugando primeiro a cabeça, fazendo movimentos repetidos de sugar e engolir, depois desço por sua extensão até que ele entre profundamente, Carl me ajuda a entrar empurrando minha cabeça e penetrando minha garganta, vou chupando ele, enquanto fico molhada por seu sabor, por quão bom é tê-lo profundamente em mim.
- Caralho baby, você é muito especial, isso mama…. Ah porra, vai pro banco de trás bebê.
Meu irmão puxa meu cabelo para soltar seu pau, ele me conduz pro banco de trás, me deita nele e puxa minha calcinha pro lado, minha saia já está fora do caminho quando ele lambe toda extensão de minha bucetinha molhada.
- Que delícia porra, minha baby safadinha está pingando, pena que o papai proibiu até que ele tire sua virgindade, senão eu meteria de uma vez nesse buraquinho apertado.
Carl suga meu clitóris, chupando forte, depois lambe toda minha buceta, ele vai até meu botão traseiro, circula a língua e baba em volta, depois entra com um dedo em meu ânus, quando ele percebe que está fácil o acesso ele coloca o segundo, depois começa a entrar e sair, volta a sugar e lamber minha buceta enquanto eu gemo seu nome.
Meu irmão se lambuza com o quão molhada ele está me deixando, seus dedos entram e saem em minha bunda, ele enfia a língua em minha umidade apertada e virgem. Então ele me sobe e começa a encaixar seu pau em minha bunda, entrando devagar, até que a cabeça de seu pau abra caminho pelo meu cuzinho necessitando de sua atenção, ele me alarga abrindo minhas pernas e segurando minhas nádegas, sua cabeça já está dentro quando ele a tira, puxa um frasco de creme o espreme em meu buraco e volta com seu pau para meu anel de couro, estou gemendo e o deixando meter em mim, necessitada dele mais colado ao meu corpo.
- Caralho baby, que cuzinho apertado. Está doendo nenêm?
- Oh Carl, dói um pouco, mas já está quase passando, continua.
Ele permanece com a cabeça do pau em minha bunda por algum tempo até que ele começa a friccionar meu clitóris, quando relaxo Carl começa a entrar lentamente, sua extensão me alargando e me fazendo sentir arrepios com o quão distendida ele está me deixando. Quando ele entra completamente, ambos gememos alto, meu irmão fica parado e ofegante, o suor brotando de sua pele, suas mãos apertando minha cintura e me contendo colada a ele.
- Isso baby, deixa meu pau entrar. Que delícia porra, estava em meus sonhos mais delirantes foder minha irmãzinha.
- Hum Carl, mais por favor.
- Você é mesmo perfeita baby.
Meu irmão começou a se mover em meu interior, deslizando sua extensão em todo meu caminho até a entrada de meu buraquinho, ele voltou a entrar devagar, eu comecei a gemer mais alto com tanto prazer que estava sentindo. Eu só sabia me contorcer e agitar meu corpo para encontrá-lo no meio do caminho, conforme fui me acostumando Carl começou a aumentar a velocidade, seu pau estava latejando em minhas entranhas, até que ele circulou seus dedos em meu pescoço e começou a bombar fundo e rápido em mim, pouco se passou e senti ele expelindo sua porra dentro de minha bunda, quando comecei a me sentir mais cheia também gozei com a atenção insistente dele massageando meu clitóris, no fim Carl desabou sobre mim e me beijou, dizendo que eu era sua baby safadinha.
Nós entramos pra casa depois de vários minutos recuperando o fôlego, tomei banho e dormi a tarde, por volta do horário do jantar despertei e senti um leve ardor em minha bunda, então fui falar com Marc para ele me ajudar, quando cheguei na cozinha estavam três de meus irmãos conversando, eu ouço John e An tentando entender sobre nossa atual situação.
- Marc, como assim nós todos vamos compartilhar a Liz como mulher, cara ela é uma adolescente ainda, nós não podemos simplesmente foder ela como fazemos com mulheres adultas. - disse Andrew.
Isso mesmo cara, você já viu o quão pequena ela é, meu pau vai rasgar os buraquinhos dela. - diz John apoiado na bancada.
- Eu estou cuidando disso, o cuzinho dela já está bem aberto, depois que o papai tirar a virgindade dela podemos começar a foder a bucetinha, com seis de nós ela vai estar acostumada muito rápido.
- Mano, a Liz quer isso mesmo? - John questiona.
- Perguntem vocês a ela, vem aqui pequena, diz pros seus irmãos o que você está sentindo com o Carl, o Lion, papai e eu te dando carinho.
- Eu gosto muito Marc, principalmente quando vocês me deixam chupar o pau de vocês.
- Conta pra eles o que você fez hoje.
- Eu fiz boquete no papai e o Carl entrou com o pau inteiro no meu bumbum.
- E você gostou pequena?
- Sim Marc, eu gosto.
- Que tal se a gente mostrar pra eles amor. Vem aqui vem.
Marc desceu sua bermuda, bombou o pau e me puxou para perto, segurou meus cabelos e me ajudou a lamber toda sua extensão, depois eu comecei a sugar seu pênis delicioso para minha boca, o fazendo entrar em minha garganta, Marc me fez ajoelhar e começou a fazer movimentos de penetração em minha boca, ser fodida por ele enquanto meus outros irmãos assistiam estava me deixando extremamente úmida e carente. Principalmente porque tenho três homens lindos me devorando com os olhos, reparo em como John é mais bronzeado que nós, com seu porte de galã de novela, cabelos curtos castanho escuro, olhos sedutores e 187cm e com certeza tendo um pau tão grande quanto os outros.
Marc então fala para John deitar no chão e me chupar enquanto An chupa meus seios. Eles todos tiram minhas roupas me deixando nua no meio da cozinha, cada um dando atenção para partes diferentes, me deixando sobrecarregada e pulsando de prazer. Comecei a engolir o pau de Marc para minha garganta, não satisfeita até que chegasse ao fim de seu comprimento, quando estava fundo em minha garganta ouvi Marc gemer, eu choramingava por tê-los me tocando e me dando prazer, brinquei um pouco com Marc, mas muito cedo ele me puxou para longe e disse para Andrew experimentar como eu era boa, ele exibiu seu membro, um pouco menor que de Marc, mas com uma cabeça mais gorda e evidente, o lambi primeiro, babando em sua extensão, saboreando o gosto dele, mesmo sendo a primeira vez que eu chupava An ele já me dominou e me fez engolir toda sua extensão.
- Caralho que florzinha safada essa que temos em casa, você está certo Marc, a Liz precisa de nós, olha como ela está faminta por meu pau. Isso maninha mama gostoso, sou todo seu.
Jhon chupava meu clitóris, às vezes mordendo meus lábios vaginais, abrindo minhas pernas e percorrendo toda minha intimidade, Marc se afastou enquanto se masturbava e nos observava dando prazer um para o outro, eu estava pingando de desejo, era minha primeira vez sendo compartilhada por dois deles e era simplesmente perfeito, meu corpo estava em chamas, eu queria eles profundamente em mim.
- John, que tal se você foder nossa bebê, você já deixou ela toda molhadinha mesmo.
- Liz, você quer isso, quer meu pau enterrado no seu cuzinho?
Como An não me tirou de seu pau eu só o olhei e balancei a cabeça concordando para John, mesmo que ainda estivesse um pouco ardida por ter feito sexo com Carl mais cedo, meu corpo exigia que eu me entregasse a eles, eu os queria, eles seriam meus e eu deles, todinha deles.
Eles me arrumaram rapidamente com John deitado no chão e An me segurando para sentar no pênis de nosso irmão, Marc retirou um creme do bolso o entregou para John que lambuzou meu buraco e seu pau, depois ambos me ajudaram a descer vagarosamente pela extensão de John, quando eu consegui sentar nele, An voltou com seu pau em minha boca, enfiando rapidamente até minha garganta, John subiu um pouco minha cintura então ele começou a me foder por baixo enquanto An estava meio ajoelhado na minha frente, ele puxava meus cabelos para que eu fizesse os movimentos de entrar e sair com seu pau em minha boca, eu comecei a gozar assim que eles pegaram o ritmo.
- Porra Liz, seu cuzinho está me matando, isso Liz, deixa meu pau te dar prazer. - disse John.
- Mano, nunca nenhuma mulher conseguiu me dar tanto prazer só com a boca, olha como nossa florzinha me aguenta inteiro. - ouvi Andrew elogiando.
- Isso mesmo caras, deixem a nossa bebê bem satisfeita e cheia de porra, ela adora. - Marc disse ainda nos olhando, consegui vê-lo e percebi que mesmo que ele só olhasse ele gostava de me ver dando prazer aos nossos irmãos.
Eu comecei a ajudar John no percurso de entrar e sair de minha bunda, enquanto sugava An profundamente em minha garganta, Marc se aproximou e segurou meu pescoço, ele apertou minha garganta com seus dedos grandes e me deixou com pouco ar, só quando lágrimas rolaram de meus olhos é que ele afrouxou seus dedos, gozei imediatamente, com meus irmãos gozando em seguida, nós desabamos no chão da cozinha, Marc me tirou do colo de John e me levou para minha cama, me deu um beijo no rosto e ainda enfiou o plug anal em mim.
- Bebê, descansa um pouco, daqui a pouco eu volto com o An e o Lion, amanhã já é sábado, então vamos ter um longo dia pela frente.
Mal ele havia saído e desmaiei na cama, mesmo estando alargada pelo plug e com porra no fundo de meu cuzinho, eu estava plenamente satisfeita com tudo que fizemos, com como meu corpo adorou cada nova sensação com meus irmãos.
Acordei cerca de uma hora e meia depois, fui tomar banho e tirar o plug de minha bunda, lavei toda a porra que ainda estava em mim, quando sai do banheiro Andrew estava sentado em minha cama, ele me olhou enrolada na toalha e me chamou para mais perto, fui de bom grado para seus braços.
- Florzinha você está bem? Não fomos muito rudes com você?
- Não An, eu gostei de tudo, papai já tinha me dito que se eu aceitasse vocês, eu teria que aguentar todos e meu corpo quer isso, eu só preciso de tempo para me acostumar.
- Vem aqui mais perto minha florzinha.
Ele me puxou para seu colo, abrindo minhas pernas em volta de sua cintura, soltando a toalha e a deixando ao nosso redor, meu irmão me beijou avidamente, começando a me aquecer de novo com seus toques, suas mãos em minha cintura nos aproximando mais, ele estava mordendo meus lábios quando o senti colocar seu pênis para fora e começar a esfregá-lo em minha bucetinha ainda virgem, o contato de seu pênis me fazendo molhar rapidamente, quando comecei a gemer de prazer ele colocou dois dedos em minha buceta e dois em meu cuzinho, como já estava mais alargado, seus dedos entraram facilmente em mim.
- Ah Liz, deixa seu maninho te comer também.
- Sim An enfia seu pau em mim.
Ele me levantou em seu colo, babou em seus dedos, os passou em meu buraco e cuspiu em seu pau, depois começou a me distender conforme entrava em minha bunda.
- Oh Andrew, que delícia é sentir você em mim.
Meu irmão segurou em minha bunda e minha cintura me ajudando nos movimentos de entra e sai, conforme aceleramos o movimento, eu gemia com o prazer que ele estava me dando, quando ele voltou a me masturbar eu logo gozei, contraindo duramente, eu me sentia vazia por não ter um pau em minha bucetinha necessitada, mas queria muito que fosse meu papai a estrear meu buraco virgem. Andrew nos virou, me deixando de quatro na cama, ele segurou meu pescoço e começou a apertá-lo, me deixando com pouco ar, mas toda vez que algum deles fazia isso meu corpo acelerava em direção ao orgasmo, eu senti An batendo sua pélvis em minha bunda conforme ele socava fundo em mim, quando ele começou a gozar em meu cuzinho eu também gozei com ele me deixando sem ar, era delicioso sentir o peso e o calor de seu corpo em mim conforme eu voltava do orgasmo.
- Oba, a Liz já está preparada pra nós Marc. - disse Lion entrando no quarto, logo em seguida Marc passava pela porta.
- Afasta pro lado An, vou aproveitar que Liz já está lubrificada com sua porra. - falou Lion subindo na cama e retirando as roupas.
An me deu um beijo na testa e me disse que havia sido perfeito, que depois poderíamos brincar mais, se levantou e saiu do meu quarto. Lion me colocou novamente de quatro, apoiando meu bumbum com o travesseiro e arengando minhas pernas, ele entrou de uma vez com seu pau, meu buraquinho já mais aberto deles brincarem, ele foi até o fundo de minha bunda e começou a masturbar meu clitóris, enquanto beijava meus ombros e cabelos.
- Ah princesa, você gosta de ser o buraquinho de porra dos seus irmãozãos?
- Sim Lion, é muito bom.
- Diz pra mim se doer tá princesa.
- Não Lion, não dói, vai mais fundo, é muito gostoso assim. Oh!
Lion começou a se movimentar, seu pau abrindo mais meu cuzinho, que piscava de prazer e expelia a porra de meu outro irmão, Lion beliscou meus seios me fazendo gemer mais alto, Marc sentou na cama e me deu seu pau pra mamar, eu logo o suguei profundamente, com Marc segurando meus cabelos ele começou a ir até minha garganta, fazendo movimentos acelerados, quando ele parou os movimentos eu soltei um choramingo abafado, mas ele manteve o pênis em minha garganta e me enforcou um pouco. Eu delirei de prazer e pela falta de ar, foram segundos mágicos de delírio prazeroso. Marc me puxou de seu pau e deixou Lion me comer.
- Ah que princesa putinha essa nossa, gozou gostoso enquanto o Marc fodia sua garganta.
- Vai Lion goza logo eu quero comer nossa pequena também.
Meu irmão acelerou os movimentos, segurando meus cabelos e me fodendo fortemente, não demorou para ele gozar em meu buraquinho e urrar de prazer enquanto me enchia de mais porra. Lion sentou na cama e me deixou de bunda pra cima, então foi a vez de Marc me posicionar, ele me puxou para a beirada da cama, abriu minhas pernas me deixando de quatro mas apoiada no colchão, ele se ajoelhou no chão olhou para meu buraco cheio até a borda de porra e disse.
- Eu sonhava diariamente em te ver assim pequena, deveria ter dito para o papai para termos feito isso quando você começou a nascer os peitinhos.
- Marc, eu estou me sentindo vazia, por favor irmãozão me dá seu pau grosso.
- Hummm que delícia minha pequena putinha.
Marc atolou seu pau até o fundo em mim, eu gritei com a invasão, ele ainda era maior que todos os outros, então ele terminou de arrebentar minhas pregas quando me invadiu, ele nos prendeu engatados um ao outro e me disse.
- Ah caralho, que cu apertado, nem parece que você já deu ele pra quatro hoje. Vamos bebê, rebola na minha rola.
- Ah Marc, dói um pouco.
- Eu sei como melhorar pequena.
Marc me sufoca com seus dedos, enquanto circula o quadril tentando me abrir mais com seu pênis extremamente grande. Conforme fico sem ar eu gozo com a sensação de prazer que me toma.
- Ah pequena você gosta mesmo de ser possuída por seus irmãos né?
- Hum Marc, sim, oh sim.
Meu irmão me fode com força, seus dedos cravados em minha cintura e gemendo enquanto estimula meu clitóris. Minhas pernas já não funcionam, meus pensamentos estão todos perdidos no prazer absoluto que tenho com Marc, me viciei nesses sentimentos que tenho por eles.
Nossos corpos fazendo barulho ao se colidirem, a porra grossa escorrendo de minha bunda, o pau enorme de Marc cavando profundamente em mim, tudo isso me leva a gozar duramente mais uma vez e conforme me contraio espremendo meu buraco apertado, meu irmão também goza preenchendo mais meu buraquinho de couro, enquanto estou perdida de prazer, ele me leva para minha cama, coloca minha toalha embaixo de meu corpo e me deita, me dá um beijo no rosto e diz.
- Foi simplesmente perfeito bebê, agora dorme, que amanhã você vai perder o cabacinho pro papai. Te amo Liz.
- Te amo Marc.
Eles saem do meu quarto e eu apago na cama, algumas horas depois sinto Lion me pegando no colo, me dando banho, quase grito ao sentir meu cuzinho sendo lavado, mas não demora muito e Lion já me seca e me veste, me levando até a mesa de jantar.
- Vem florzinha vou te dar o jantar. - Diz An ao meu lado.
Ele me dá comida, cuida de mim até que eu fique satisfeita. Então papai diz.
- Minha menina amanhã é o grande dia, eu e Marc já conversamos, então faça como ele falar amanhã.
- Sim papai.
- Você gostou do que fez hoje?
- Muito pai.
- Que bom querida, amanhã nós vamos nos divertir então, mal vejo a hora.
- Eu quero muito paizinho.
- Que bom bebê, agora descansa bastante.
Lion me leva no colo para meu quarto, passa uma pomada gelada em minha bunda, que logo deixa uma sensação de dormência, ele me beija profundamente e diz.
- Eu te amo princesa, hoje você foi simplesmente perfeita, está sentindo dor amor?
- Não Lion, só está muito sensível ao toque.
- Logo você se acostuma, amanhã vai ser muito bom, você vai ver.
Dizemos boa noite e Lion deixa meu quarto, não demoro para dormir, estando exausta depois de tanto sexo que fiz hoje. Durmo bastante, na manhã seguinte quando vou tomar banho olho no espelho, acabo percebendo como estou diferente, meu corpo está marcado com os dedos de meus irmãos, meu cuzinho já está um pouco dilatado e só de lembrar deles começo a ficar molhada novamente, depois do café da manhã mais normal que tomamos em dias, quando termino Marc me pega no colo e me leva para o quarto do papai, todos os meus irmãos estão lá, alguns deles já tirando a roupa. Papai me chama, me pega no colo e me beija longamente, depois que estou ofegante ele nos separa e diz.
- Menina, antes de começarmos eu quero que todos os seus irmãos tenham uma lembrança inesquecível deste dia, então deita na cama.
- Meninos podem deixar a Liz preparada para mim.
Lion vem perto de mim, me deita na cama, tira meu pijama e cai de boca na minha buceta ansiosa. Ele percorre toda minha extensão, depois lambe meu cuzinho, babando bastante por todo meu sexo, depois ele começa a esfregar meu clitóris enquanto enfia a língua algumas vezes na buceta outras no bumbum, quando ele me deixa mais sedenta An vem até nós, puxa meu cabelo até que eu esteja com seu pau em minha boca e inicia a penetração em minha boca, ele soca firme até que eu esteja completamente perdida de prazer, não demora muito eles me fazem gozar, me derretendo na boca de Lion. Carl e John trocam de lugar com eles, um entra com o pau grosso em minha boca, enquanto o outro começa a alargar meu cuzinho usando lubrificante, John não é gentil e fode minha boca freneticamente, não demora muito e já estou bebendo sua porra, engolindo seu leite gostoso. John sai e Carl também invade minha boca profundamente, enquanto segura firme meus cabelos e usa minha garganta para cima e para baixo, até que ele se liberte em minha lingua faminta, bebo sedenta sua porra grossa e farta, então antes de acabar sinto Marc se aproximando ele aproveita que estou gozando para começar a penetrar minha bundinha, logo ele já está fundo em mim, ofego de prazer por eles.
- Vê como a Liz gosta disso papai, ela vai amar quando pudermos usar ambos os buraquinhos dela.
- Sim Marc, agora fica na beira da cama, está na minha hora de brincar.
Papai sobe na cama, separando minhas pernas e se posicionando entre elas, quando ele se ajeita totalmente ele me diz.
- Você quer isso filha, quer o pau do papai arrombando sua bucetinha?
- Sim, pai, eu quero tudo.
- Você vai ser nossa meu amor, para sempre.
Ele segura o pênis e o esfrega em minhas dobras molhadas, depois começa a entrar em minha buceta virgem, ele não vai lentamente, então sinto rasgar algo em meu interior quando ele entra profundamente em mim, eu grito com a dor, mas ele fica parado no lugar esperando eu me acalmar e sentir toda a sua extensão massiva e longa;
- Ah que buceta gostosa e apertada minha nenê tem, vou deixá-la bem arreganhada amor, depois seus irmãos podem brincar também.
- Caralho pai, não precisava arrombar ela de uma vez.
- Calma John, a bucetinha da sua irmã ainda vai ficar bem apertadinha quando eu acabar, agora põe seu pau na boca dela, pra ela relaxar mais rápido.
Estou latejando e senti um misto de dor com prazer, meu pai segura minha cintura enquanto olho em volta meus cinco homens babarem de vontade de ter sua vez, Marc é o único que não está se masturbando, mas ele não consegue nem piscar vendo nosso pai entrando em mim, ele me vê olhando e se aproxima, secando minhas lágrimas e direcionando minha cabeça para o pau de John, ele me ajuda a chupar controlando meus movimentos pelos meus cabelos, não demora muito e realmente a sensação de dor muda, arrepios se espalham por meu corpo, papai masturba meu clitóris, o pau de John entra fundo em minha garganta. Lion e Carl também se aproximam, cada um massageia um dos meus seios, depois os sugam e me estimulam a relaxar, as sensações que todos eles me dão é extremamente prazerosa e viciante, papai começa a acelerar os movimentos quando sente que já me acostumei com seu pau grosso.
- Ahm pai, já não está doendo tanto.
Digo quando John afasta o pau de minha boca, sinto mais uma mão em mim, estimulando meu clitóris e olho pra baixo vendo An tocando meu clitóris, ele pouco espera e já está lambendo meu pontinho de prazer, mesmo com papai ainda entrando e saindo de mim.
- Ah filha, que delícia de buceta sua mamãe fez pra gente, desse jeito vou acabar gozando rápido, você quer Liz a porra do papai no fundo da sua bucetinha pequena, quer que o papai te engravide?
Todo o estímulo que estou recebendo já me jogou para o plano do delírio e prazer, tudo que eles dizem me parece tão perfeito então digo.
- Sim papai, pode gozar fundo em mim, deixa meus irmãos também encherem meus buraquinhos. Oh.
- Claro meu amor.
Papai agarra os cabelos de Andrew que ainda estava lambendo meu clitóris e lhe diz para ele entrar em minha bunda. Meus irmãos se afastam um pouco para mudarmos de posição, então An lubrifica mais meu cuzinho e entra com seu pau, quando ele está todo dentro Marc circula meu pescoço com os dedos e diz.
Venham irmãos, vamos fazer a Liz gozar de novo.
Marc me sufoca um pouco com seus dedos enquanto todos os meus outros homens estão espalhados em volta de mim, me tocando, me dando prazer e me fazendo ainda mais deles. O quão bom e prazeroso é o que sinto não me surpreende, tudo que eles tem feito com meu corpo sempre foi muito bom. Mas neste momento eu estou totalmente cheia, molhada e ofegante, enquanto sinto cada centímetro de meu pai e meu irmão em mim.
- Humm pai, está tão bom.
Ele acaba com a distância entre nós e me beija profundamente, quando ele se afasta já estou beijando Marc e assim faço com todos os meus irmãos, quando eles aceleram os movimentos começo a me contrair, minhas entranhas apertando ambos os meus buracos, uma pressão em minha barriga, enquanto os movimentos deles aceleram e batem profundamente em mim.
- Papai, eu vou gozar, oh paizinho.
- Goza no pau do papai filha. Goza gostoso.
Começo a gozar e apertar em volta deles, de seus comprimentos grandes e grossos, conforme eu gozo me sinto ser preenchida em ambos os buracos, meu pai cravando os dedos em minhas coxas e An segurando meus pulsos para trás, Marc ao nosso lado junto com Lion do outro lado, cada um tocando um seio meu enquanto Carl me masturba para intensificar meu prazer e John me beija, meus olhos viram de prazer por senti-los em mim, minhas pernas formigando de tão forte que foi meu orgasmo, papai começa a encher meu canal, seu gozo me deixando mais quente, ele urra de prazer, seus dedos me apertando até que ele sai de dentro de mim depois de parar de gozar, ele puxa Lion para o seu lugar, Andrew me agarra pela cintura estocando fundo e latejando em meu canal.
- Ahm, isso florzinha, ordenha meu pau com essa boceta deliciosa. - Diz Andrew terminando de jorrar fundo no meu canal e dando as últimas estocadas já se afastando.
Quando ele sai, Carl se posiciona atrás de mim, ele lambe meu pescoço e segura meus cabelos enquanto aproveita o esperma vazando de minha bunda para introduzir seu pau duro em mim, papai, Andrew e Marc estão conversando um pouco afastados de nós na cama, mas não consigo prestar o mínimo de atenção com a névoa de luxúria que toma meus pensamentos.
- Ainda não acabamos filha, você precisa dar carinho para todos os seus irmãos.
- Sim papai eu os quero também.
- Viu papai, a Liz precisava de nós desse jeito, ela sempre demonstrou isso não é bebê?
- Oh Marc, é simmm.
Estendo a palavra porquê mal voltei do torpor do orgasmo e Carl e Lion já estão acelerando seus movimentos, sinto a porra quente vazando de mim enquanto eles preenchem meu interior, Andrew e John em nossa volta me tocando onde podem, dessa vez eles ficam de pé comigo entre eles, não preciso fazer nenhuma força enquanto todos eles me seguram, me possuindo e dando tanto prazer que minha pele está arrepiada, suada e quente entre eles.
Novamente os sinto me preenchendo e me tocando, mas agora já estou mais aberta para eles enquanto John e Andrew estimulam o restante do meu corpo.
Carl, essa posição está muito boa, mas vamos deitar para que Liz abocanhe um dos nossos irmãos. - Lion diz, olhando nosso irmão por cima de meu ombro.
Eles nos deitam de lado e me viro para estar com o rosto na frente do pau de Andrew, sinto John deitando em cima de Lion, que lhe dá um pouco de espaço e eles começam a revezar em entrar em mim um de cada vez, às vezes até tentando entrar os dois juntos, mas não conseguindo.
- Caralho John espera a minha vez terminar, a Liz está me espremendo tanto que não vou conseguir demorar. - Urra Lion, não diminuindo os movimentos.
Ele termina as palavras e já está apertando meu pescoço de encontro ao pau de Andrew, sinto John começar a revezar na invasão em minha bunda com Carl, quase tenho quatro deles ao mesmo tempo, mas Lion começa a acelerar as estocadas puxando meus joelhos um pouco para cima, John saí de mim e Carl entra fundo de uma vez, eles começam a se movimentar mais rápido e me foder sempre me tocando, de repente sinto um tapa estalado em meu rosto e vejo que foi Carl que o deu em mim.
- Goza baby, isso goza.
Eles começam a gemer em cima de mim e a gozar, me sinto mais uma vez sendo preenchida por eles, sinto também Andrew gozar em minha boca. Enquanto sou jogada para o paraíso do prazer eles começam a se retirar de mim, todos nós ofegantes tentando retomar o fôlego.
Pouco se passa e sinto Marc me tirar do meio deles, nos afastando para a poltrona no quarto, ele senta comigo em seu colo, encaixa seu pênis em minha buceta encharcada e me movimenta ao longo de sua extensão, suas mãos agarrando minhas coxas e ajudando no movimento acelerado, ele se aproxima, me beija e diz o quanto fui perfeita para todos eles.
- Isso pequena, geme pro seu homem, você viu o que você fez? Deu prazer aos seus seis homens, é assim que você vai se sentir diariamente de agora em diante.
- Ah Marc, está um pouco ardido.
- Hum, tudo bem, eu amo mesmo é foder seu traseiro apertado, você vai me fazer gozar fundo nele, Liz.
Ofego enquanto ele entra em meu canal traseiro, sem nos mudar de posição, mas com uma das mãos ele circula meu pescoço, acelera os movimentos enquanto ele fode meu cu por baixo, ele entra rudemente, meus sons aumentam de volume.
- Oh Marc, como é bom ter o pau do meu irmão.
Marc continua seus movimentos prazerosos, vagamente percebo que dois de nossos irmãos nos observam, papai se retirou, começo a perder o controle dos gemidos, quase gritando para Marc me foder, quando ele finalmente goza meu estado consciente se perde, vejo estrelas em minha mente, sinto o calor em meu interior e sinto que enfim estou no lugar certo, fazendo a coisa certa com meu corpo, meu desejo e meu amor.
Nosso amor é tudo e a partir desse momento nunca mais deixarei de ser a mulher de meus seis homens, terei prazer em atender as demandas de todos eles, irei até pedir para tê-los dentro de mim, pois assim darei a eles meu amor, da forma mais correta que posso imaginar
Com frequência sou compartilhada por eles, conforme me acostumo tenho até dois deles em cada buraco meu e todo climax que eles me proporcionam se torna minha mais intensa felicidade.

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Comentários (3)

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  • Pam: Um dos melhores que li aqui, podia até fazer continuação kkkk parabéns!

    Responder↴ • uid:8d5f701k0k
  • Gabyzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:7btejnns42
  • Nãoimporta: Um dos contos mais bacanas desse site, só a falha das idades que ficou equivocada, mas foi muito bem narrado como um conto deve ser, Parabéns!

    Responder↴ • uid:1dkyqe64pury