#Assédio #Gay #Traições

Meu chefe me comeu na mesa do escritório

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Novinho safado

O relato que vou contar aconteceu há mais ou menos uns dois anos. Eu estava na faculdade e estagiando, mas também dava aulas particulares nos horários livres pra complementar a renda. Estava cadastrado numa plataforma em que os alunos ou pais podiam me procurar para as aulas.

Certo dia, recebi uma mensagem de uma mulher muito bonita, parecia uma modelo. Estranhei, a princípio, pois não imaginava do que se tratava. Ela estava procurando um professor para uma menina de 14 anos (Não poderia ser sua filha, pois ela era nova). A ideia era ter aulas 4x por semana e auxiliá-la com as tarefas de casa. Proposta tentadora. Aceitei e fui para o primeiro encontro.

Chegando lá, encontrei Priscila. Mesmo natural, ela ainda era muito bonita e simpática. Conversamos bastante e ela me perguntou o que fazia, em que estagiava e trocamos algumas figurinhas. Mencionou que seu marido estava precisando de um estagiário, ele era engenheiro e tinha uma loja de móveis. Não entendi bem para que seria, mas me coloquei à disposição. A aluna era filha da secretária, morava com eles e era bem mimada.

No segundo dia que voltei, entrei no apartamento, sentei na sala e do nada vejo Daniel (o esposo) vindo de toalha na minha direção. Eu estava sentado na sala de jantar. Ele me cumprimentou com um sorriso simpático, disse que a esposa havia falado sobre mim. Eu só prestei atenção eu seu peitoral peludo, barriguinha de pai de família, barba escura e o sorriso marcante. Travei na hora. Não estava acostumado com isso. Ele estava indo tomar banho para depois sair. Disse que falaria comigo em breve para agendar uma entrevista. Quase não me concentrei na aula.

Antes do fim de semana, Daniel me manda mensagem perguntando se poderíamos nos ver na loja dele na segunda-feira depois da aula. Falei que sim e fui com minhas melhores expectativas. A loja era muito elegante, com um show-room sofisticado, portas de vidro e poucas pessoas. Quem me atendeu foi um vendedor, falei que tinha uma reunião com Daniel e ele logo me direcionou para sua sala. Daniel veio ao meu encontro cheio de alegria, apertando minha mão e abraçando. Ele tem um jeito meio povão, apesar da elegância no vestir sempre impecável. Ele não era super bonito, mas também não era feio. Acho que seu charme ajudava.

Após a entrevista, me senti quase contratado. Ele queria que eu começasse daí a dois dias. Ficamos só de acertar contrato e salário. Não pensei duas vezes. Avisei onde estava estagiando que iria mudar. Ia ganhar quase o dobro, mas também trabalharia um pouco mais. No primeiro dia, cheguei meio perdido, sem saber o que fazer e pra onde ir. Fiquei na copa conversando com a copeira e logo depois chegou outro menino que também iria trabalhar conosco, mas em outra área. (Ele era primo do outro sócio, por sinal, que eu ainda não conhecia).

Esperei até a hora que Daniel chegou e me levou pra sala dele, onde fiquei por um bom tempo, pois eu estava sem notebook, então teria que trabalhar com o dele. Ficamos os dois na mesma mesa com as cadeiras lado a lado. Impossível não perceber a mala e as coçadas que ele dava espontaneamente no saco. A mesa ao lado era do outro sócio, que entrou em certo momento e, para minha surpresa: PUTA QUE O PARIU! Que homem bonito! Pedro era branco, alto, cabelos e barba loiro escuro, rosto e nariz finos, um sorriso ainda mais cativante e encantador que o de Daniel, a elegância também superior e um corpo bem cuidado de academia. A diferença é que ele não era tão expansivo como Daniel, fazia o rígido e chato da empresa.

Pedro me cumprimentou e seguiu para sua mesa. Não sei se ele gostou muito da minha presença, mas eu não tinha o que fazer. Fui pra casa e não parei de pensar no encanto que era aquele homem. Porém o mesmo era casado e tinha um filha, expostas no porta-retrato em sua mesa. Tinham alguns gays assumidos na empresa e isso me deixou mais confortável, mas da parte dos sócios ainda se sentia um pouco de machismo. Diga-se o mesmo para os montadores de móveis e seus ajudantes. Eu ainda não havia dito a ninguém que era bi, mas, certo dia, na mesa da copa, um dos montadores, Gustavo, começou a destilar seu preconceito em “como alguém não gosta de buceta”.

A copeira já estava ligada em mim e curiosa de saber o que eu curtia, soltou algum comentário, o que alegrou a mesa e principalmente Gustavo, que ria e tirava onde sem parar dizendo que eu era gay. Depois de negar e da situação de pressão, eu revelei que era bi e que sim (é possível). Na cabeça do macho machista de calça jeans, camisa suada e mão sempre no saco, aquilo não era possível. Ele amava demais uma buceta. “Mas Deus criou o homem para a mulher. Pronto e acabou!”. Apesar de seus quase 30, Gustavo era um crianção alto e magro, sem barba, metido a pegador.

O tempo foi se passando, eu me acostumei com o surto. Agora sabiam Gustavo, a copeira e uma das técnicas que fiz amizade. O tempo foi passando e eu sempre na sala da diretoria, mesmo com meu notebook funcioando, quando Daniel chegava me chamava para resolver as coisas junto com ele. Me tornei quase sua propriedade intocável para servi-lo em coisas que nem tinham a ver com o estágio, mas tudo bem. O TDAH o deixava distraído e de repente estávamos conversando besteiras. Alguns dias precisei ir para outra loja (no carro com Daniel) ou esticar até o fim do expediente. Eu não gostava, pois mudava minha rotina e as amizades que eu já tinha lá e quando esticava o horário, eu perdia aulas da faculdade ou deixava de descansar.

Depois de um tempo, Pedro (o outro spocio) ficou mais simpático comigo, sempre cumprimentando no começo da manhã e me pedindo coisas com mais frequência, inclusive serviços particulares para seus projetos de arquitetura, redigir recibos, contratos, montar apresentações. Aquele aspecto rude foi tomado por uma voz doce, educada e elogios. “Tu é o cara!”, “Só tem você mesmo!”. Eu sabia que era puro interesse, mas estava disposto a ser escravinho dele.

Eu já estava acostumado a ultrapassar o meu horário, mas ficar até depois do expediente da loja era raro. Deu 15h e eu estava pronto para sair quando Pedro me liga e pede para que eu reajuste a apresentação de um projeto para ele, que deveria enviar até o fim do dia para a cliente. Puta merda! Não tava nem um pouco a fim. Mas né... Ele havia deixado o notebook na mesa dele e me deu as coordenadas de onde estava a apresentação. Encontrei e comecei a mexer, estava uma bagunça, fora da identidade visual. Tive que trocar fotos, fontes, mudar páginas. Deu 18h e eu ainda estava lá. Pedro chegou com a cara mais sínica. Todo mundo indo embora e eu lá.

- Desculpa, mano, te fazer esperar assim, mas eu preciso mandar isso hoje e sou muito lento pra essas coisas. Sei nem como te agradecer.

Eu já estava finalizando, sentado na mesa de Daniel, que nem tinha aparecido por lá nesse dia. Pedro ficou observando alguns minutos, depois foi pra mesa dele. O percebi um pouco inquieto, esticando as pernas, mudando de posição e mexendo no celular. Eu olhava de relance, fingindo não estar notando. Ele estava com a roupa de sempre: calça skinny, camisa polo ensacada e um mocassim preto, relógio. Diferente de Daniel, eu não ficava confortável perto dele, algo me deixava acelerado e com medo, mesmo quando ele me tratava bem.

Umas 18h30min terminei e fui mostrá-lo como ficou, levei o notebook até sua mesa e fiquei inclinado passando os slides. Ele prestava atenção e aprovava, mas ainda estava inquieto, se movendo e encostando o braço em mim. Pedro agradeceu muito e então deixei o notebook com ele e fui guardar minhas coisas. Enquanto guardava meu notebook, prancheta e outras coisas, Pedro me chama. Eu gelei novamente. Teria feito alguma coisa errada? Ia ter que ficar ainda pra corrigir alguma coisa? O coração acelerou e eu engoli seco. Me virei e ele pediu: “Vem até aqui!”.

Quando cheguei perto da mesa dele, o safado estava esticado na cadeira com um volumão na calça e com a mão em cima. Nunca tinha percebido volume nele, mas puta que o pariu. Fiquei imóvel e mudo.

- Achei que você merecia um agrado por ser tão gentil ultimamente.

Eu não escutei aquilo não. Só podia ser brincadeira. Logo vindo da boca de quem? Ele não estava se oferecendo pra mim não, né?

- Agrado? Não tem de que, estou à disposição de vocês. Quando preciso faltar ou viajar, vocês nunca se opõem. – Fingi de sonso.

Pedro puxou o zíper e olhou nos meus olhos. Eu engoli seco mais uma vez, as mãos tremiam e o coração parecia querer pular fora. A cueca branca deixava mostrar ainda melhor o monstro que ele guardava ali.
- Vem cá, vem! Só tem a gente aqui. Eu dispensei o vigia.

O cretino já tinha planejado tudo. Todo dia antes das 18h, o vigia noturno já está por lá. Até o momento ele não tinha passado. Não sei o que me deu, mesmo com todo o medo que tomava conta do meu corpo, do nervosismo, eu só fui me abaixando e ajoelhando na frente daquele macho. Era muita areia pro meu caminhão. Ele abriu um pouco mais a calça, deixando exposto aquele mastro maravilhoso. Devia ter uns 22cm grosso.

- Aproveita, vai! Hoje você merece.

Puxei a cueca e o pau pulou na minha cara, branquinho, cabecinha rosa, as veias marcadas. Eu baixei a cabeça e comecei a engolir como se fosse o primeiro pau que eu via na vida, saboreando cada pedaço. Suguei a cabeça, passei a língua pela extensão inteira, até engoli-lo como um bom puto sabe fazer. Pedro pressionava minha cabeça para enfiar até o fim e eu já estava quase sufocando com aquilo.

- Isso. Bom menino. Mama bem que eu sei que você gosta. Sem pressa.

As palavras dele, a voz me faziam arrepiar dos pés à cabeça. Pedro desceu as calças até a altura do joelho e ficou de pé. Suas coxas eram bem definidas, pelos bem fininhos, o pau era totalmente lisinho e bem cheiroso. Lambi suas bolas com tanto gosto, deixando-as bem babadas, enquanto seu pau era esfregado na minha cara. Eu olhei pra cima e Pedro estava quase na ponta dos pés e olhando pra cima de tanto tesão. Eu estava sofrendo pra dar conta daquele pau, mas eu não ia desistir. Suas bolas estavam pesadas, parecendo que não gozava há dias. Voltei para o pau e acelerei a mamada, com toda a maestria que modéstia parte tenho. Ele tirou a camisa e que físico. Eu imaginava que era assim, mas nessa situação só aumentava mais meu tesão. Peito e abdômen durinhos e lisinhos. Agora, com as duas mãos na cintura, o safado empurrava sem dó na minha garganta.

- Tira a roupa, vai. Deixa eu ver esse teu cuzinho.

Não sei como em poucos minutos chegamos àquele ponto e a esse tipo de discurso. Não parecia a mesma pessoa. Eu também já estava fora de mim e só obedeci. Tirei o tênis, a calça. Antes que eu tirasse a camisa, ele veio por trás de mim, apalpou minha bunda e foi baixando minha cueca. Eu podia sentir sua respiração no meu pescoço. Fechei os olhos e só vivi aquele momento. Seu pau encostando em mim, sua mão descendo leve pelo meu quadril e eu já estava todo arrepiado. Se eu fosse mais corajoso, teria dito pra me comer imediatamente. Meu cu piscava descontrolado.

- Debruça aqui sobre a mesa. – Eu só obedeci. Não disse uma palavra desde a primeira ordem que me deu para abaixar. A mesa que ele me empurrou era a mesa de Daniel. PQP Eu ia fuder na mesa do chefe. Se ele descobrisse, eu ia ficar literalmente fudido. Pedro abriu minhas pernas e, de repente, sinto sua língua saboreando meu cu. O safado sabia como domar. Chupou como um louco faminto, metendo a língua dentro e tirando. Não sei se aquilo era um agrado pra mim ou ele estava louco pra fazer isso há muito tempo.

- Vai dar esse cuzinho gostoso pra mim? – Pedro levantou e já estava pincelando minha entradinha com aquela jeba branca. Fazia tempo que eu não dava e estava extremamente apertado. Ele cuspiu no pau e foi empurrando. Nossa senhora. Eu tava tentando ser forte, viu, mas não tava dando não. Segurei o quadril dele e tentei afastar, mas instantaneamente ele segurou minhas mãos e deu um empurrão com força, passando quase metade da rola. Eu dei um grito normal não. Achei que ia me partir no meio.

- Calma. Calma. Foge não! Relaxa que eu sei que você aguenta. – O puto passou a mão nas minhas costas e eu arrepiei novamente, meu cu foi piscando e engolindo lentamente o pau dele pra dentro de mim. A dor já tava diminuindo e eu já estava me sentindo mais aberto. Ele cuspiu de novo no meu cu e empurrou mais uma vez. Gemi. Senti as bolas já encostando e Pedro começando a macetar. A partir daí ignorei tudo e só queria ser usado e abusado por aquele homem. Comecei a gemer e me curvar como uma cachorra. Meu cu já estava tomando o formato da rola dele. Então ele me virou pra cima, de frango e nossa... Foi surreal olhar no olho dele. Socou mais uma vez e meu pau já tava ensopado de baba, sujando toda a minha barriga.

Pra minha supresa, Pedro se abaixou e me tascou um beijo molhado e demorado. Meu cu mordia o pau dele. Eu não queria sair dali nunca. Ficamos um bom tempo assim. Depois ele se levantou e apoiou a mão no meu peito. Tirava e colocava o pau de novo e eu nem ligava mais com a dor. Ele deu uma bombada tão forte que eu gritei mais uma vez e levei uma tapa na cara.

- Grita não, porra. Ta aqui, agora aguenta. Vou encher esse seu cuzinho de leite.

Me soltou e pediu que eu levantasse. Me encostou na parede e me beijou mais uma vez. O ar-condicionado tava no talo, mas estávamos molhados de suor. Pressionado contra a parede, ele segurou minhas pernas e me levantou fazendo seu pau roçar no meu cu de novo. Me agarrei no pescoço de Pedro e sem dificuldade ele encaixou de novo e me penetrou. – Caralho, que pau gostoso. – Ele me fodeu tão forte como nenhum outro que eu já tenha ficado, nem mesmo os negros. Eu gemi descontrolado e já estava segurando o gozo faz tempo, pois ele batia exatamente no ponto G.

- Quer leite no cu, quer? Leite grosso de macho?

- Quero! – Essa foi a primeira palavra audível que eu dei depois que começamos aquilo. Pedro me suspendeu e me soltava como um boneco, até que não aguentei mais e gozei jatos e mais jatos nas nossas barrigas. Meu cu piscava e na mesma hora senti as jatadas quentes me preencherem todo. Pedro olhou pra mim com um olhar bobo de dor, de tesão, de mágica. Seus olhos azuis pareciam estar cheios de lágrimas. Ele me beijou mais uma vez, mordendo meus lábios com força.

Pedro me colocou no chão e eu fui melado pro banheiro tentar me limpar e tomar um banho. Usamos os papéis toalha pra limpar a bagunça na sala. Eu não tinha caído na real no que tinha acontecido. Voltei pra sala pra pegar minhas roupas e o pau de Pedro mesmo mole, ainda era uma maravilha.

- Gostou do agrado? Se depender de mim, não será a última vez.
- Não sei nem o que dizer. Gostei muito. Espero que não saia daqui o que aconteceu. Por favor.
- Digo o mesmo. Tenho uma família a zelar.

Peguei minha mochila e saí pela saída dos fundos, passando pela copa e entrando no corredor lateral que é bem escuro. Sinto alguém me puxar. Porra! O resto do leite escorreu depois do susto. O coração voltou a acelerar.

- Coisa feia, viadinho. De você eu esperava tudo, mas do Pedro. Não se salva nenhum pelo visto.
- O que você está dizendo?
- Não vem dar uma de sonso. Isso aqui. – Me mostrou no celular um vídeo de 8min da minha transa com Pedro. Caralho! Merda! Merda! O que eu fiz? Minha vida tava destruída agora se aquilo saísse dali. Eu não tenho nem dinheiro pra barganhar.
- Pelo amor de Deus, apaga isso. Não foi porque eu quis. Você vai me fazer perder o emprego e ainda acabar com uma família. Eu não tenho o que te oferecer.
- Quem disse que não tem? Eu quero terminar de arrombar esse teu cu. Tu vai sair como se não tivesse acontecido nada, vai me esperar ali na parada e eu vou passar de moto pra te pegar. Se for pra casa ou quiser dar uma de esperto, já sabe o que vai acontecer.

CONTINUA...

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