#Gay #Teen

Dei para o vizinho no mato

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branquinhogay18sp

O início, a afirmação e a busca pelo prazer no sexo gay.

O despertar naquele dia pedia uma bela piscina e eu logo abri a janela para que os raios de Sol entrassem com as primeiras brisas do amanhecer. Um banho e coloquei em forma de toques o meu desejo guardado. Passei a mão no meu cu e fiquei excitando, mordi o lábio de olhos fechados! Ensaboei e deixei a água escorrer, quem sabe meu tesão não dissiparia? Fiquei pensando no pedreiro que fez uma reforma no apê da titia! Por lá, meu cu conheceu o poder da sua rola preta bem carnuda e perdi a virgindade. Safado, o olhar denunciou tudo e acabei cedendo no banheiro enquanto titia trabalhava e deixava sós com ele. Sexo forte e rápido, ele abrira as portas para convencer que meu rabo podia mais e peguei o gosto pela coisa! Meus quinze anos nada dizia, o importante que eu desejava e aconteceu. No sítio da titia, naquele momento, eu teria que tentar arrumar um jeito de resolver minha tara pois meu cu piscava direto pedindo a entrada de pau e não sabia onde encontrar. Tomei café com titia e fiquei calado enquanto mastigava um pão com manteiga e tomava café trocando sorrisos com ela. Meu cu branco deu nova piscada e fui longe, pensando noutro pau preto, o amigo da titia que ela comentava naquele café da manhã. Aos dezesseis, eu ainda não havia dado para este cara e como ele casado, achava impossível. Como seria dar para um cara casado? Ele comeria sem remorso? Foderia bem mais que a mulher dele? Colocaria alguma tara extra nesta foda? O certo que a mente desejou e a realidade estava longe de acontecer. Meu cu tinha necessidade, não havia tempo para pensar em investimentos a longo prazo. A minha ansiedade fazia presente, meus olhos castanhos fitavam o horizonte e eu estava distante como esperando ver um caralho chamando para dar. Meu corpo já passava por transformações, a minha bunda estava ganhando formação e sendo destaque para machos dispostos a olharem e tentaram sentar cacete no meio dela.

Saí com titia para fazermos compras nos sítios próximos e dissipei a ideia de sexo. Meu intuito era evitar a punheta deixando o desejo passar. Morando com ela, eu já não tinha mais meus pais por perto, meu pai achou outro rabo de saia e minha mãe havia passado para outra, eu estava praticamente livre, leve e solto para encarar as dificuldades e prazeres do mundo. Aos quinze, o pedreiro fez a festa no apê de titia como disse e a partir daí o sexo começou a chegar pela minha tara visando ampliar a curiosidade. No meio do mato, um velho com tara bem afiada não perdeu tempo ao ver tomando banho no rio! Ficou balançando seu caralho preto, alisando, batendo uma e chamou minha atenção. Local isolado, ele tinha a liberdade para isto e eu a liberdade para excitar-me! Cheguei perto, fiquei vendo a audácia, magro, cinquenta e poucos anos, mordi o lábio, olhei nele e entramos mais adentro da mata para mamar rápido e ceder meu rabinho com as mãos numa árvore, gemi, era um pau grosso, comprido, cabeçudo, a penetração foi sinal que eu precisava daquilo e mesmo tendo dor, aguentei para ficar excitado, cheio de tara no corpo e levar uma leitada dentro após suas investidas fortes e rápidas! O cu pingando porra mostrava um novinho safado e com vontade de dar mais se pintasse alguém para dar sequência. Não apareceu. Após espalhar o leite na minha bunda, levantei a roupa para sairmos fora. Chegavam os primeiros turistas para o local e escapamos do flagra no momento certo! Esta relação marcou bastante, muito pelo inesperado, a sensação completa de liberdade e também pela manutenção na minha continuidade no sexo gay.

Dentro do carro de titia eu esperava uma solução ao meu problema com meus dezesseis anos. Ela conversava e eu estava aéreo. Voltei à realidade após uma chamada de atenção. Um preto com enxada passava ao lado da estrada de terra e eu imaginei sexo com ele. Não conhecia, deveria ser alguém próximo, eu era quase um extraterrestre por lá precisando ganhar mais amizades. A escola era meu único ambiente e a cidade era distante para ir a pé. Naquela calmaria onde bois e vacas, galinhas, passarinhos, árvores e matagal se uniam, sexo era coisa rara e a forma de obtê-lo precisaria de cuidados. O ocorrido no mato com aquele velho safado não se repetiria, nem dali era, provavelmente nem veria mais. Nestes lugares, a fama corre rápido caso existam flagras, a maioria dos machos é casado e as oportunidades rareiam ao não ser que exista um silêncio coletivo capaz de permitir ao longo do tempo um sexo contínuo. A lógica apontava para algum caseiro safado capaz de fazer meu rabinho feliz escondido da verdadeira dona do pau. A saída era esta ou o destino tratar de agir colocando eu e alguém tarado em locais certos e bem escondido. O tesão ia aumentando com titia passando em locais onde precisava pegar alimentos para o dia a dia. Um vendedor musculoso, um cara passando pela estrada, um outro capinando mato, tudo isto alimentava meu tesão e eu ficava imaginando como seria receber um caralho novamente. Nossa volta ao sítio promoveu um desespero que eu precisava resolver mesmo com ela presente.

Sinceramente, eu não sabia o quê estava fazendo ali, podia morar com a outra tia na cidade de São Paulo, por lá as minhas chances eram grandes e quem sabe estaria mais enturmado e até fazendo surubas? Novinho, paus não faltariam para estas coisas, dois, três ou quatro caras desejando foder, mandar esperma lá dentro e realizar minha vontade por completo. A realidade dizia que eu estava em sítio quase isolado, pouco atrativo e o Outubro passando depressa. Não havia escolha e pedi para ir ao rio e titia deixou pedindo para tomar cuidado. Cheguei e para meu azar, tudo vazio e sem chance de acontecer algo. Dei um tempo e fiquei de bunda para cima deitado na grama próxima com a toalha embaixo lendo um livro. A sorte estava lançada e se algum macho pintasse e abordasse, comeria sem qualquer dificuldade. Após uns vinte minutos, apareceu o meu vizinho, fiquei com o cu na mão como se diz por aí, ele estava descartado, seria dar muito na cara e a saída foi ficar no papo com ele sem pensar em nada além da conversa.

Conversando, suas olhadas vieram e sorrisos, eu já estava sentado e levei uma passada de mão na perna, fiquei constrangido e ele continuou, dizendo que eu bonito e se não queria ver o presente que ele queria dar! Sentindo confiante ali, o moreno de pele clara com seus trinta e poucos anos, óculos escuros, abaixou a bermuda para mostrar a bela ferramenta já dura, comprida e cheia de intenções. A minha resposta foi alisar aquilo mesmo sentado, ele ficou em pé, balançando, olhando para ver se ninguém pintava para levar flagra, tomei coragem e punhetei o pau já de quatro, olhando e pedindo para fazer sexo! Eu não esperava que ele pudesse ter alguma tara por mim, poderia ser o local vazio que deu ocasião para mostrar aquilo que ele já guardava algum tempo! Procuramos um local na mata fechada, estendi a toalha, paguei uma boquete bem molhada distribuindo a saliva no pau cabeçudo e fiquei de quatro para ganhar penetrada e um vai e vem sem pressa! Um caralho comprido que mexia dentro do meu corpo, provocando prazer e dor ao mesmo tempo, contribuí ao deixar acontecer, apertando meu pau e contendo o som dos meus gemidos! Seus braços cruzaram minha barriga e o pau enterrado fazia um sexo gostoso! Vendo facilidades, caprichou e mandou montadas, sofri um pouco com a tensão no fundo do cu. Acabei gostando e ele bombava forte, meu rabo estava em prazer completo, sendo excitado a cada socada! A sensação em fazer sexo no mato é dupla: medo de flagra e liberdade total. O fato dele ser casado dava uma pimenta extra e excitado, impondo varadas fortíssimas com as bombadas, ele gemeu para soltar um gozo caprichado dentro do meu cu branco com sua vara tarada e pulsando! Tirou e meu cu soltou porra imediatamente! Uma nova piscada e mais porra. Limpei aquilo com um lenço que levava e tratamos de levantar as nossas roupas rapidinho! Sorrindo pela safadeza, putaria concluída e muito gostosa, voltamos para a beira do rio onde lavei o lenço melado tirando o esperma e deixei secar na grama. Após uns quinze minutos, saímos fora, eu fui na frente e ele deu um tempo para não chegarmos juntos. Já no sítio, tomei um banho e lavei bem o rabo destruído e latejando. Realizado, fiquei na sala no papo com a titia que via televisão.

Esta experiência abriu mais a minha mente provando que não há fidelidade e estava colocando um tabu desnecessário diante dos meus olhos. Qualquer macho seria opção desde que gostasse de gay novinho. Bastava manter o silêncio e tudo daria certo. Fiquei com medo de algum comentário, minha inocente mente não percebeu que o cara não colocaria tal assunto na roda e nem chegaria para titia e falaria, afinal, era casado e fazendo sexo com garoto adolescente. Por fim, minhas escapadas ao rio renderam boas fodas com ele. Moreno claro, estatura mediana, rosto redondo, careca, trinta e quatro anos, acabou falando a idade, virei uma espécie de amante para socorrer suas taras que eu já tinha quase certeza, a mulher dele não dava o cu. Não perguntei e deduzi. As fortes bombadas quando ele fazia a montada marcaram minha vida. O sofrimento valia a pena e eu sabia que meu corpo estava se adaptando para esta posição. O Dezembro chegara e realmente meu desejo era sair dali. Praticamente depressivo, o sexo com o vizinho no mato era uma forma de relaxar e tentar dar ânimo para segurar uma sobrevida naquele local, não deu e optei em morar com minha outra tia em São Paulo. Meu pai sequer dava o ar da graça, a nova mulher dele nem queria ouvir falar no meu nome, fiquei nas mãos das tias definitivamente. O bom que senti confiança para colocar todos os meus desejos em prática quando pintasse algo. Safadinho, novinho, eu aprendera que o sexo era gostoso e principalmente com homem.

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Comentários (3)

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  • Gabyzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Beto: Esse conto fez eu lembrar de quando eu dei meu cuzinho pela primeira vez. Meu vizinho é eu sempre íamos tomar banho no rio antes do almoço e nesse dia ele pediu meu cu do nada eu não disse nada ele disse quem cala contente me encostou no barranco e comeu meu cu e eu cem dizer nada ele gosou e disse teu cuzinho é muito gostoso não diga a ninguém só vai ser eu que vou comer seu cuzinho e assim foi ele me comeu muito tempo

    Responder↴ • uid:muiqg94x8
    • Wal: Que delícia crlh ja cumir muito cuzinho gostoso

      • uid:1ep19hyg5kle