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Papai me iniciou no goon

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Gork_o_perv

Quando completei 14 anos meu pai me iniciou na nossa maior tradição familiar: o goon.

Era uma tradição na nossa família, passada de geração em geração entre os homens. Nós somos gooners de berço — o prazer não é na correria, é na espera, no controle, nas horas de entrega total. Meu pai, Roberto, sempre foi o exemplo. Quando eu completei 12 anos, ele já falava que “em breve" seria a minha vez quando se trancava por horas no quarto.

Mas ele esperou o momento certo: só quando eu fiz 14 anos, ele decidiu que estava na hora. Naquela idade, meu corpo já tinha mudado bastante — voz engrossando, pelos aparecendo, ereções constantes —, mas ainda não gozava com porra. Meus orgasmos eram secos, intensos, só contrações e aquela onda gostosa, sem jorrar nada.

Meu nome é Lucas. Na época eu tinha 14 anos. Ainda era adolescente, corpo magro de quem tá crescendo rápido, mas já com tesão acumulado de anos me masturbando escondido. Meu pai tinha 38 anos na época — forte, peludo, braços grossos da academia. Ele me chamou numa sexta-feira à noite:
“Filho, amanhã vamos pro sítio. Só nós dois. É hora da sua iniciação. Você já é quase homem.”

Chegamos no sábado à tarde. Churrasco, cerveja (ele me deixou tomar um gole, “pra relaxar”), conversa sobre futebol e vida. Quando a noite caiu e o silêncio da roça envolveu tudo, ele acendeu um cigarro na varanda e disse baixo:
“Vem pro quarto, Lucas. Chegou a hora.”

No quarto simples, luz amarelada, cama grande, ele tirou a camisa, abriu a calça e sentou na beira. O pau dele já estava grosso, pesado, começando a endurecer só de expectativa.
“Senta aí e observa. Horas, filho. É assim que se faz um gooner de verdade.”

Ele começou devagar. Mão grande envolvendo a carne, subindo e descendo com calma, respirando fundo. Olhos fixos nos meus. Gemia baixo, falava coisas como:
“Sente o cheiro, Lucas. É cheiro de homem. É nosso.”
Eu estava hipnotizado. Meu pau latejava dentro da cueca, duro como pedra, mas eu não tocava. Só assistia. Horas. O pau dele ficava vermelho, inchado, brilhando de pré-gozo. Ele parava antes do limite, respirava, voltava mais lento ainda. Eu suava, tremia, o corpo todo quente de tesão represado.

Depois de quase quatro horas, ele parou, ofegante, o pau pulsando forte.
“Agora é com você. Vem. Pega no pau do seu pai e tira o leite.”

Minhas mãos tremiam quando toquei. Quente. Duro. Veias saltadas. Ele guiou:
“Firme, filho. Assim… mais rápido agora. Tira tudo.”

Eu acelerei. O som molhado enchia o quarto. Ele jogou a cabeça pra trás, grunhiu alto e gozou forte. Jatos grossos, quentes, espirraram no meu braço, no peito dele, na barriga. Ele tremia, gemendo meu nome:
“Bom garoto… bom garoto…”

Mas não terminou.

Ele respirou fundo, o pau começando a amolecer devagar, ainda pingando. Olhou pra mim com aquele olhar sério e carinhoso:
“Agora é a sua vez de ser iniciado de verdade. Tira a roupa, vem aqui.”

Eu tirei tudo. Meu pauzinho estava duríssimo, apontando pro alto, vermelho de tanto tesão acumulado. Aos 14, meu corpo ainda não produzia sêmen nos orgasmos — era seco, só a sensação pura, as contrações fortes sem jorrar. Ele se deitou de costas na cama, corpo suado e largo, e bateu no colo.
“Senta aqui, filho. De costas pra mim.”

Sentei no colo dele. O pau mole, quente e úmido dele encostou bem no meio da minha bunda, aninhado entre as nádegas, escorregadio de porra. Ele me abraçou por trás, peito colado nas minhas costas, barba roçando meu ombro. Uma mão grande envolveu meu pau, a outra apertou meu peito magro de adolescente.
“Relaxa… deixa o pai te levar.”

Ele começou devagar. Mão firme, lenta. Subia até a cabeça, apertava de leve, descia até a base. Eu gemia baixo, o corpo tremendo inteiro. O pau mole dele ali embaixo, quente, mole, molhado, me dava uma sensação de intimidade absoluta.
“Vai devagar, Lucas. Sente cada segundo.”

Ele acelerou aos poucos. Minha respiração ficou curta, o corpo se contraindo. Eu sentia o orgasmo seco chegando — aquela onda que sobe pelas costas, faz os dedos dos pés se curvarem, o vazio gostoso.
“Pai… eu vou… eu vou gozar…”

“Goza pra mim, filho. Mostra que você é um de nós.”

Eu explodi num orgasmo seco violento. Meu pau pulsou forte na mão dele, várias contrações secas, intensas, sem uma gota sequer. Meu corpo inteiro convulsionou no colo dele, eu gemia alto, quase gritando, as pernas tremendo descontroladas. Ele me segurou firme, continuou apertando devagar até as últimas espasmos passarem.

Quando terminei, fiquei largado contra o peito dele, suado, ofegante, exausto. Ele beijou meu ombro, pegou um pouco de seu esperma e passou em meu peito, voz rouca:
“Agora sim, Lucas. Agora você é iniciado de verdade. Um gooner da família.”

Dormimos assim, eu ainda no colo dele, o pau mole dele colado em mim, corpos grudados de suor e porra. No dia seguinte ele me ensinou edging, respiração, como segurar por horas. Mas aquela noite foi o marco: o momento em que deixei de ser menino e virei homem da nossa linhagem.

Hoje, com 19 anos, já gozo com porra como qualquer adulto, mas toda vez que volto pro sítio com ele, a gente repete o ritual. Porque é assim que a gente se conecta, na nossa família. Sem pressa. Sem vergonha. Só prazer longo, puro e compartilhado.

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Comentários (1)

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  • Gayzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:3nwp9ttw20j