Bebado na favela fui fudido por 5 mendingos
Era uma noite quente e abafada na favela de são Paulo um daqueles dias em que o ar cheirava a churrasco de rua e som alto de funk batendo nas paredes de tijolo cru. Eu tinha ido pro baile funk no campinho ali perto, bêbado pra caralho depois de encher a cara com cachaça barata e cerveja quente que os amigos me davam . Vestia uma camisa folgada, short jeans rasgado e chinelo, dançando colado com as minas, mas o tesão acumulado me deixava zonzo – meu pau semi-duro roçando nas bundas delas, imaginando mais. O baile tava pegando fogo, com MCs gritando rimas pesadas sobre putaria e crime, luzes coloridas piscando no escuro.
Mas aí veio o vacilo: eu me separei dos amigos na multidão suada, tropeçando pra fora do portão improvisado de arame farpado, a cabeça girando com o álcool e o grave dos subwoofers. Pensei em voltar, mas o beco estreito atrás do campinho pareceu um atalho pra casa – erro fatal. O chão era irregular, com poças de lama e lixo espalhado, latas de cerveja amassadas e preservativos usados. Eu cambaleava, rindo sozinho de bobagem, quando ouvi risadas roucas vindo das sombras.
Eram cinco mendigos, figuras conhecidas da favela, dormindo ali no beco improvisado com papelão e lonas velhas. O líder, Zé, um negão de uns 40 anos, barba desgrenhada e cicatrizes no braço de brigas antigas, tava acendendo um cigarro de palha. Ao lado, Mané, magro e tatuado com desenhos caseiros, fumava um baseado roubado; depois, o Gordo, barrigudo mas forte de carregar entulho; o Careca, com pauzão já meio duro só de me ver; e o Novato, jovem mas roludo, olhos famintos. Todos fediam a rua – suor azedo, urina velha e terra úmida –, corpos marcados pelo sol e noites frias, mas com uma virilidade que me paralisou.
"Olha o fresco do baile caindo aqui", Zé rosnou, se levantando devagar, o short caindo um pouco pra mostrar o pauzão negro pendurado, veiudo e grosso mesmo mole. eu gaguejei, "Ei, tô só passando...", mas o álcool me traiu –minha voz saiu mole, e eles viram o volume no short. Mané foi o primeiro a me agarrar, me empurrando contra a parede de tijolo rachado. "Passando? Aqui é nosso território, putinho. Vamos te dar um 'passe livre'." Ele rasgou minha camisa com mãos calejadas, expondo meu peito suado, enquanto Zé me beijava o pescoço com boca de nicotina, mordendo forte o suficiente pra deixar marca.
eu gemi, o tesão bêbado tomando conta – não resisti, na verdade, queria aquilo. Eles me jogaram no chão, sobre um monte de jornais velhos e trapos fedorentos, o cheiro de mofo subindo. Zé abriu as pernas e puxou minha cara pro saco peludo dele, o pauzão de 25cm endurecendo na minha frente . "Chupa, vadia do funk! Limpa meu pau sujo." eu obedeci, lambendo o suor salgado acumulado do dia, o gosto de azedo me fazendo salivar mais. Engoli a rola grossa, sentindo as veias pulsarem na língua, enquanto ele socava devagar, me fodendo a boca como se fosse um buraco qualquer.
Enquanto isso, Mané baixou meu short, expondo meu cu apertado e pau duro. Ele cuspiu na mão – cuspe grosso de fumante – e enfiou dois dedos, me preparando "Tá molhadinho já, hein? Tava pensando em rola no baile ?" Então veio o pau dele, curvo e de 22cm, entrando seco no teu cu, me rasgando com a fricção inicial. eu gritei na rola de Zé, a dor queimando como fogo, mas o álcool amortecia, transformando em prazer Mané socava ritmado, bolas peludas batendo na minha bunda, cada estocada ecoando no beco vazio, me fazendo contorcer no chão sujo.
O Gordo não perdeu tempo: ajoelhou do meu lado e meteu o pau gordo e cabeçudo na mão, me forçando a bater punheta enquanto chupava Zé. "Vai, aperta, puta! Sente o cheiro de homem de verdade." meu pau vazava pré-gozo, e o Careca veio por baixo, lambendo minhas bolas e pau com língua áspera, me chupando devagar pra me deixar louco. O Novato, também botou o pau na minha boca
O Novato, tarado iniciante, tirou a rola da minha boca e disse tu vai tomar mijao viado mijou um pouquinho no meu peito – jato quente e amarelo, cheirando a cerveja velha –, marcando território. "Pra você lembrar de nós, fresquinho."e mirouO Novato, tarado iniciante, mijou um pouquinho no teu peito – jato quente e amarelo, cheirando a cerveja velha –, marcando território. "Pra você lembrar de nós, fresquinho."mirou na minha boca e soltou muito mijo e eu no tesao que tava comecei a tomar tudo
A coisa escalou pra suruba pesada. Eles me viraram de bruços, Zé agora me fodendo o cu que Mané tinha aberto, seu pauzão de 25cm esticando tudo, me enchendo até o limite. "Sente isso batendo no teu fígado, vadia!" Ele fodia forte, suor pingando das costas dele pro meu corpo, o som de pele batendo alto no beco. Mané meteu a rola minha boca, pau ainda com gosto do meu cu, me fazendo sugar o resíduo. O Gordo se deitou e me fez sentar no pau dele, eu comeceia levar duas rolas no cu – dois paus grossos se esfregando dentro de mim, me dilatando ao máximo, dor lancinante misturada com ondas de prazer que me faziam gozar sem tocar, meu esperma espirrando no peito peludo do Gordo.
O Careca e Novato me usavam as mãos e boca alternadamente: paus veiudos se revezando na minha língua, me enchendo de baba e pré-gozo, enquanto mijavam mais – um na minha boca outro nas costas, o líquido quente escorrendo pro chão lamacento. Eu engasgava, tossia, mas implorava bêbado: "Mais, me fodam mais, seus porcos sujos!" Eles riam, me chamando de "puta do baile" e "cu de favela", fodendo sem dó, corpos suados colando no meu, cheiro de machos marginalizados me sufocando.
Durou o que pareceu horas, foi umas duas horas de foda, paus saindo e entrando, cu e boca cheios o tempo todo. Zé gozou primeiro, jorrando porra grossa e farta no meu cu, enchendo até vazar pelas coxas. Mané na boca, leite azedo escorrendo pelo queixo. O Gordo explodiu dentro, misturando esperma, enquanto Careca e Novato me banharam na cara, porra quente pingando nos olhos e nariz. Você gozou de novo, corpo convulsionando no chão, exausto, coberto de suor, mijo e porra.
Eles me largaram ali, rindo e voltando pros trapos, mas Zé me deu um tapa na bunda: "vai embora mas cuidado ra não ser fudido no caminho,os caras aqui no peri não perdoa não .. sai andando O baile ainda ecoava distante, mas agora eu estava perdido precisava de ajuda, e foi o que fiz, pedi socorro só não esperava por isso
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Comentários (1)
Mamãe sofiazinha: Amoo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk