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A Lição do Professor de Biologia Parte 2

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Heitor

A lição continuava no ônibus, no fim da excursão. Adrenalina, medo de ser descoberto e tesão se misturavam naquela aula prática, me moldando por inteiro.

O dia no clube tinha sido inesquecível, mas, como tudo que é bom, o relógio não perdoava. Eram quatro da tarde e o sol ainda ardia com força, mas já começava aquela transição típica, em que o calor do mormaço se misturava à brisa. Enquanto eu me acomodava no banco do ônibus, meu corpo parecia flutuar, mantendo aquele balanço residual da água da piscina. Mas a sensação que realmente dominava era o peso do corpo dele contra o meu, o aperto de um abraço que não foi feito para consolar, mas para marcar.
Todos seguiam em fila, exaustos, para os três ônibus estacionados sob o sol forte. Por sorte, acabei no mais vazio. Meu único desejo era me enfurnar na última poltrona, encostar a cabeça no vidro e mergulhar num cochilo profundo para tentar processar o que tinha acontecido.
Ainda no estacionamento do clube, pela janela, meus olhos travaram no professor de biologia Marcos. O nome dele finalmente voltou à minha mente; no calor do momento, lá no banheiro, eu tinha simplesmente esquecido como ele se chamava, tamanha era a intensidade de tudo o que ele estava fazendo comigo. Ele era novo na escola, dava aula para a minha turma há apenas duas semanas, mas em poucos dias já tinha me ensinado muito mais sobre a vida do que qualquer livro de biologia seria capaz.
Olhava para os meus colegas com desconfiança. Como ninguém ouviu meus gemidos no banheiro? Sentia que todos me encaravam; o medo e a angústia de ser descoberto me apertavam.
Já Marcos estava tranquilo, cercado de alunos e rindo, sem qualquer preocupação.
O contraste dele era de enlouquecer. Usava uma regata branca que destacava os braços brutos e ombros largos, mas no rosto carregava os óculos de grau. Aquela armação dava um ar intelectual e sério que, misturado ao corpão de macho, era absurdamente sexy. Parecia um predador culto vigiando tudo pelas lentes.
Só eu sabia do que aqueles braços eram capazes. Enquanto ele fingia ser apenas um professor para os outros, eu sentia o peso da marca dele pulsando fundo dentro de mim.
Marcos abriu um sorriso quando me viu. Antes daquele dia, seria apenas o gesto simpático de um professor querido, mas agora o significado era outro. Havia uma malícia silenciosa ali, um segredo compartilhado que fez meu rosto arder na hora. Quase sem controle, eu sorri de volta, sentindo aquela cumplicidade perigosa vibrar entre nós.
O ônibus ficou parado por cinco minutos, até que o motor velho despertou com um estrondo, fazendo o assoalho inteiro tremer sob meus pés. Era um ronco cansado, anunciando que a jornada de volta para a escola estava começando. Eu estava quase me entregando ao sono, embalado pela trepidação e com os olhos pesando, pronto para apagar.
Foi então que eu senti. Antes de qualquer movimento, o cheiro dele me atingiu em cheio: aquela fragrância crua de macho, misturada ao cloro e ao calor do sol que ainda emanava da sua pele. Nem precisei abrir os olhos; o calor do corpo dele se aproximando era como um ímã, uma presença que eu reconheceria no escuro.
O banco estalou e afundou sob o peso dele. Então, aquela voz grave, que ainda ecoava na minha mente desde o banheiro, ressoou baixa e quente, bem rente ao meu ouvido:
— Ei, Heitor... Vim te fazer companhia.
Aquelas palavras me atravessaram como um choque, despertando cada nervo do meu corpo. O arrepio foi instantâneo, uma descarga elétrica que me arrancou do cansaço. No espaço apertado da última poltrona, a presença do Marcos engoliu o resto do mundo; o cheiro dele, aquele aroma denso de suor de macho e sol, virou o único ar que eu conseguia respirar.
Meu coração disparou, acompanhando o giro pesado do motor. Por um segundo, o ônibus sumiu e eu fui teleportado de volta para o vestiário úmido, para o aperto do último boxe à direita. O calor que vinha dele agora, sentado colado em mim, era o mesmo fogo que me incendiou naquela aula prática.
— Oi... — sussurrei, abrindo os olhos devagar.
Tentei sustentar o olhar, mas foi impossível. Minha atenção foi roubada imediatamente para baixo. Ele estava com as pernas abertas, e a calça de moletom cinza não deixava nada para a imaginação. O tecido fino e macio entregava tudo: uma silhueta pesada e imponente que ocupava quase toda a frente da calça.
— Que foi? Não gostou da surpresa? — ele perguntou, com a voz grave vibrando no meu ouvido.
Ele percebeu meu olhar fixo naquela protuberância absurda sob o moletom e abriu um sorriso de lado, sabendo exatamente o efeito que aquele "instrumento de aula" causava em mim.
— Gostei sim — respondi, tentando manter a voz firme.
— Você está estranho, Heitor — ele comentou, inclinando o corpo. O calor daquela regata branca agora quase encostava no meu braço.
— Não estou... É só cansaço, professor.
— É só cansaço mesmo? — Ele insistiu, os olhos fixos nos meus, como se estivesse lendo cada um dos meus desejos proibidos.
— Sim.
— Posso te perguntar uma coisa? — O tom dele caiu para um sussurro, denso e carregado de segredo.
Eu apenas balancei a cabeça, sentindo a garganta secar instantaneamente.
— Você gostou da nossa aula?
— Gostei sim...
— Pode ser sincero comigo. Pode falar.
— Eu gostei... gostei de te mamar — confessei, baixando o tom até o limite para que o som se perdesse no barulho do motor. — Mas, na hora que você me colocou por trás... doeu muito...
Mal terminei a frase e o semblante dele mudou. O ar de mestre dominante deu lugar a uma preocupação real, quase aflita.
— Eu sabia... me perdoa, Heitor — ele disse, a voz vacilando. — Eu realmente não queria te machucar. Eu fui muito bruto, te maltratei demais... Tirei até sangue do seu rabinho. Me perdoa, eu não resisti ao calor do momento, fui um idiota completo. Você me desculpa?
Ele me olhava com uma intensidade nova, uma mistura de culpa e um cuidado que eu não esperava receber do homem que, minutos atrás, tinha me dominado com tanta força.
Olhei bem nos olhos dele, encarando aquela culpa que não combinava em nada com o homem que tinha me dominado no vestiário. Sustentei o olhar por alguns segundos, dei um meio sorriso e disparei:
— Desculpa? Não, não desculpo.
Ele arregalou os olhos por trás das lentes dos óculos, parecendo surpreso e até um pouco assustado com a minha resposta.
— Sério? — ele murmurou, a voz falhando.
— Seríssimo. Não desculpo porque não tem nada para ser desculpado, professor. Você só estava fazendo o certo comigo. É seu instinto de macho, você não consegue controlar. Me promete uma coisa? Promete que nunca mais vai pedir desculpas por tratar sua fêmea do jeito que ela tem que ser tratada?
O silêncio reinou entre nós por um segundo, quebrado apenas pela vibração do motor sob nossos pés. Ele ficou ali, imóvel, absorvendo cada palavra minha. Foi como se o peso da culpa tivesse sido arrancado dos ombros dele por um gancho. Aquele olhar de preocupação sumiu num piscar de olhos, dando lugar a algo muito mais intenso e sombrio.
A postura dele mudou instantaneamente. Ele se empertigou no banco, os braços na regata branca pareceram se tencionar e o volume no moletom cinza se agitou, como se respondesse ao meu chamado. Ele agora me olhava de cima, com a autoridade de quem tinha acabado de receber permissão para ser ainda mais bruto.
— Prometo — ele sussurrou. Um sorriso enorme e carregado de satisfação se espalhou pelo seu rosto, os olhos brilhando por trás das lentes dos óculos.
O calor que emanava dele parecia triplicar, transformando o banco do ônibus em uma estufa. Marcos se inclinou, eliminando qualquer fresta de espaço entre nós. Senti o tecido do moletom cinza encostar na minha coxa, e o calor daquele volume enorme atravessou o pano, queimando a minha pele com uma temperatura absurda.
— Então você gostou mesmo? — ele perguntou, a voz vibrando grave e bem baixa.
— Claro — respondi, sentindo meu rosto ferver. — No começo doeu muito, mas depois eu gostei demais. Na verdade, eu amei. Nunca tinha sido tratado assim... Eu odeio quando sentem pena de mim, que me tratam igual a um coitado, e você não teve dó nenhuma.
A resposta dele não veio em palavras. Marcos avançou e me deu um beijo quente e urgente, uma invasão que me pegou de surpresa. O contato foi tão intenso que o pânico me atingiu e eu me afastei bruscamente, com o coração saindo pela boca.
— Você está doido, professor? — sussurrei, os olhos disparando para todos os lados. — Alguém vai ver a gente aqui!
Ele soltou uma risadinha baixa, confiante, sem recuar um centímetro. Pelo contrário, pressionou ainda mais o volume do moletom contra a minha perna, me deixando sem saída.
— Vai nada. Olha lá — ele apontou com o queixo, mantendo o ar de superioridade. — Só tem uns sete gatos pingados lá na frente, todo mundo enterrado no celular com fone de ouvido. Ninguém está nem aí para o que rola aqui atrás.
Antes que eu pudesse argumentar, ele me atacou de novo. Sua boca encontrou a minha com ainda mais força, uma invasão faminta que me deixava tonto. A língua dele explorava tudo com uma autoridade absurda, enquanto suas mãos grandes e firmes envolviam meu pescoço, me mantendo cativo, colado ao calor daquela regata branca. O gosto dele era viciante, e o volume do moletom cinza contra a minha coxa parecia ferver, pulsando no ritmo do meu coração. Ali, no fundo daquele ônibus velho, nada mais importava.
Marcos se afastou apenas alguns milímetros, a respiração quente batendo no meu rosto. Ele me encarou com uma dúvida que parecia incomodá-lo.
— Eu achei que você não tinha gostado... — confessou, a voz rouca. — Porque você nem gozou também.
Fiquei em silêncio, sentindo uma confusão enorme. Aquela ideia era totalmente nova para mim.
— E fêmea goza também? — perguntei, genuinamente curioso, olhando para ele por trás dos óculos de grau que o deixavam tão sério e sexy.
Marcos soltou um riso curto, mas carregado de uma satisfação possessiva.
— Claro que goza. Só que não é para procriar. O gozo delas não tem "filhotinhos" igual ao do macho — ele explicou, entrando no modo professor de biologia, mas com um tom muito mais sombrio e íntimo. — O gozo da fêmea serve para avisar ao macho sobre a satisfação dela. É o ápice do prazer. E um macho... um macho adora saber que conseguiu levar a fêmea dele até lá.
— Sério? — sussurrei, fascinado.
— Sim — ele respondeu, e o olhar dele desceu faminto para a minha boca antes de travar nos meus olhos. — Você quer mais uma aula prática agora, para aprender como isso funciona?
Meu coração disparou, batendo contra as costelas. Olhei para a frente do ônibus, para os poucos alunos distraídos, e senti o pânico subir pela garganta.
— Você está maluco! E se alguém vier aqui atrás para ir ao banheiro? Vai ver tudo!
Marcos não disse nada, mantendo aquele sorriso de quem tem o controle absoluto. Ele se levantou com agilidade, os braços fortes saltando na regata branca, e alcançou a mochila no bagageiro. De lá, puxou um lençol de piquenique enorme.
— Pronto. Agora, se alguém inventar de vir ao banheiro ou usar o bebedouro, eu só cubro a gente — disse, rindo baixinho, com a cara de quem se sentia um gênio audacioso.
Fiquei em silêncio, hipnotizado pelo tecido xadrez e depois pelo rosto dele, enquadrado pelos óculos. O motor rugia, o asfalto passava rápido lá fora, e o plano dele era pura loucura.
— Bora... eu prometo que dessa vez não vai doer tanto — ele sussurrou, a voz carregada de uma confiança que me arrepiou a alma. — Dói mais na primeira vez mesmo. Agora seu cuzinho já está mais acostumadinho com o meu pau... Eu quero fazer minha fêmeazinha gozar.
As palavras dele eram cruas, diretas e tinham um efeito devastador no meu corpo. O medo e o desejo travavam uma batalha frenética dentro do meu peito enquanto eu encarava aquele lençol de piquenique, nosso único e frágil esconderijo.
— Promete que não vai doer tanto? — perguntei, com a voz trêmula. — Se doer muito, você para.
— Paro, sim — ele respondeu rápido, mas o brilho predatório por trás das lentes dos óculos dizia exatamente o contrário.
— Igual da última vez, né? — brinquei, com um fundo de verdade, lembrando que no banheiro ele não tinha parado nem por um segundo, ignorando meu choro enquanto me possuía com força.
Ele não respondeu. Apenas soltou aquela risada baixa de macho dominante, sabendo que eu já estava entregue.
— Eu não sei se vou conseguir segurar os gemidos... — confessei, olhando tenso para as poltronas lá na frente. O motor do ônibus fazia um barulho ensurdecedor, mas qualquer som no fundo parecia um tiro no silêncio.
— Eu juro, a segunda vez é mais de boa — ele insistiu, encurtando a distância.
O calor que vinha dele me deixava tonto. Discretamente, por cima da calça de moletom, ele pegou no volume grande, ajeitando-o com um aperto firme que fez o tecido cinza esticar ao limite, desenhando a cabeça do pau bem na minha frente.
— Você não cansa? — perguntei com a voz fraca, ainda tentando recuperar o fôlego. — Me devorou horas atrás lá no banheiro e já quis de novo agora no banco?
Marcos soltou aquele riso grosso que me fazia tremer inteiro. Ele me olhou de cima, com a autoridade de quem sabia que mandava em cada pedaço da minha pele.
— Macho que cansa de comer não é macho de verdade — respondeu, com toda a sua arrogância natural. — E veja pelo lado bom: seu buraquinho agora já está todo lubrificado com a minha gala. Está molhadinho, macio e escorrendo... É quase uma xota de verdade esperando por mim, vai escorregar facinho.
Senti o peso das palavras dele enquanto ele se aproximava ainda mais.
— Está preparado para mais uma aula prática? — sussurrou, a voz vibrando no meu pescoço enquanto jogava o lençol sobre nossos colos, escondendo o que suas mãos estavam prestes a fazer.
Eu não consegui dizer nada. Apenas balancei a cabeça positivamente, sentindo um sorriso enorme e involuntário se abrir no meu rosto — um sorriso que chegava a doer as bochechas. Era uma mistura de nervosismo, entrega e uma vontade louca de descobrir esse tal "ápice" que ele tinha prometido.
Marcos terminou de ajeitar o lençol sobre nossos colos, selando nossa cabana escura e abafada. Ali embaixo, o mundo — a escola, os outros alunos, a estrada — deixou de existir. O motor do ônibus trabalhava pesado, subindo uma ladeira, e aquela vibração constante parecia massagear o meu corpo, aumentando a tensão.
— Relaxa, Heitor... — ele murmurou, quase colado à minha boca. — A gente tem o caminho todo até a escola.
As mãos grandes e calejadas dele buscaram o cós do meu short sob o lençol com uma firmeza absoluta. Quando a pele quente dele tocou a minha, senti um choque elétrico. Ele começou a baixar minha bermuda com calma, explorando cada centímetro com uma paciência que não teve no vestiário; a cueca ele deixou e começou a brincar com a minha parte da frente.
Me beijava e O peso me prensou contra a poltrona, e o ronco do motor virou nosso escudo. Agarrei seus ombros largos, sentindo os músculos sob a regata enquanto minha respiração encurtava. Eu estava nervoso, mas o sorriso de entrega não saía do meu rosto. Eu era dele.
As mãos grandes dele apertando meu pau me levavam ao delírio, subindo e descendo as mãos, mas ele parou do nada. No automático, tentei continuar por conta própria, mas levei um tapa seco na mão. Recuei na hora.
— Não, fêmeazinha não goza mexendo no pau — ele ordenou com autoridade sob o lençol. — Só mexi aí pro seu grelinho ficar durinho. Essa coisinha, fêmea, não brinca com isso.
Fiquei confuso.
— E como eu vou gozar então? — perguntei com a voz falhando.
— Vai gozar só com o prazer do meu pau te amaciando por dentro — ele respondeu, convicto.
— É... e tem como? — Minha mente travou, enquanto eu sentia aquele calor enorme e rígido pressionando minha coxa com força.
— É claro. Na verdade, é o único jeito. Fêmeazinha não usa o grelinho, é inútil. Só machos sentem prazer no pau. O prazer verdadeiro de fêmea é só no rabo.
Olhei para ele com a mesma curiosidade que tinha em sala, absorvendo aquela lição proibida como se fosse a matéria mais importante da minha vida. Marcos se inclinou, o rosto colado ao meu, os olhos brilhando com uma intensidade selvagem.
— Você vai entender... — sussurrou, e seu hálito quente atingiu meu rosto. — Depois de hoje, vou desconfigurar seu cérebro com o prazer que você vai receber no rabo. Nunca vai querer usar essa coisinha.
Para enfatizar, ele deu mais um tapa estalado no meu pau. Não doeu, mas serviu para lembrar quem mandava ali.
— Jura, professor? — perguntei, sentindo um frio na barriga e uma ansiedade inédita.
— Juro e digo mais — continuou, a voz profunda como um rosnado no meu pescoço. — Vou te comer tanto que primeiro vou deixar seu cuzinho com o formato perfeito da minha pica. Com o tempo, de tanto receber pica, esse buraquinho vai se transformar. Vai virar uma espécie de bucetinha.
Eu arregalei os olhos, sentindo um calor diferente subir pelo meu rosto. Ele falava com uma convicção que me assustava e excitava ao mesmo tempo enquanto o ônibus sacolejava.
— O buraquinho adquire o formato de uma vagina de tanto receber pica de macho — explicou, como se recitasse uma lei da natureza. — Esse vai ser meu presente para você: te dar uma bucetinha de tanto a gente ter aula prática.
No meio do nervosismo, soltei uma risadinha curta. Achei que ele estava brincando para aumentar o clima, mas o sorriso dele sumiu na hora. Marcos não gostava de ser contrariado, muito menos quando falava sério sobre o que pretendia fazer comigo.
— É sério. Não estou brincando — disse com o olhar firme, a mão pesada apertando minha coxa.
Ele tateou o bolso, puxou o celular e a luz da tela brilhou forte entre nós. Depois de mexer por um minuto, virou o aparelho para mim. Na tela, havia a foto de uma bunda aberta, com o buraquinho nitidamente recém-usado. Não parecia um ânus comum; as preguinhas estavam flácidas, esticadas para as laterais, formando uma fenda rosada que lembrava exatamente os lábios de uma vagina.
— Vou te deixar assim, vou te dar uma xotinha no lugar do cuzinho de presente — sussurrou, e um arrepio percorreu cada vértebra da minha coluna. — É a natureza, Heitor. Toda fêmea tem que ter uma vagina para chamar de sua.
Olhei para a foto e depois para ele, sentindo a vibração do ônibus. A ideia de carregar a marca dele de forma permanente, de ser moldado pelas suas mãos, despertou algo profundo em mim. Era uma vontade de pertencer.
— É meu sonho, Marcos... — confessei, com a voz embargada. — Ter a bucetinha abertinha só para o seu prazer.
Ele soltou uma risada satisfeita, orgulhoso da minha entrega. O som vibrou no peito largo dele e senti que não havia mais volta. Ele já começava a se mover no banco para cumprir a promessa.
— Mas quem é esse? — perguntei, sentindo uma pontada aguda de ciúme. Meus olhos ainda estavam fixos no celular; a ideia de que outro corpo já tinha sido moldado por ele daquela forma me incomodou profundamente.
— Era um menino, outra fêmeazinha assim como você, lá da minha antiga escola — ele respondeu, com a voz desleixada, sem dar importância.
Fechei a cara na hora. O ciúme subiu quente e amargo. Eu queria ser o único, queria exclusividade. Olhei para ele com raiva, mas Marcos não se abalou; pelo contrário, soltou um riso baixo, quase um deboche.
— O que foi? — perguntou, inclinando o rosto e apertando minha coxa com força. — Eu sou macho, Heitor. Onde eu estiver, tem que ter uma fêmeazinha para me servir. É a ordem das coisas.
Tentei desviar o olhar, mas ele segurou meu queixo com firmeza, me obrigando a encarar a imensidão escura dos seus olhos. O ônibus deu um solavanco, e o calor dele parecia me queimar.
— Em vez de ficar com esse ciuminho bobo, acho bom você aproveitar o seu momento — continuou, a voz carregada de autoridade. — Se você quer ser a minha fêmea, tem que mostrar serviço.
Aquelas palavras soaram como uma ordem. O ciúme ainda estava ali, mas a necessidade de provar que eu era melhor, a fêmea mais bem moldada que ele já teve, falou mais alto. Eu queria que ele nunca mais precisasse mostrar a foto de ninguém para explicar o que é a perfeição.
— Eu vou aproveitar... — sussurrei, a respiração falhando enquanto ele se ajeitava no banco, dominando completamente o espaço entre nós.
Marcos me prensava contra o vidro gelado, enquanto o calor dele me incendiava. As cortinas fechadas transformavam o fundo do ônibus em um bunker sombrio. Os poucos alunos sobreviventes ao cansaço dormiam profundamente; não havia Regiane, professora de português, ou qualquer vigilância, apenas nós dois.
Sem pensar, enfiei minha mão por dentro do moletom dele. Ele estava sem cueca. O contato com a pele nua foi um choque; minha mão mal conseguia envolver aquele mastro rígido e pulsante.
Com agilidade, ele desceu as calças e me puxou para o colo, de frente para ele. Nossas respirações se chocavam na penumbra. Ao tirar a minha cueca por completo, senti o tecido grudado, encharcado pela gala dele que ainda escorria. Era uma sensação quente; estar molhado assim, na parte de trás, me fazia sentir como se eu quase tivesse uma bucetinha. Eu só queria que aquele buraquinho sumisse e desse lugar ao formato perfeito de uma xota, esculpida por ele.
Marcos não precisou de esforço. Ele usou o próprio gozo que me sujava para guiar a cabeça do pau. Quando ele forçou contra a entrada, selei meus lábios nos dele. A ponta queimava, mas eu estava pronto.
De repente, ele entrou. Sem a luta da primeira vez, o pau sumiu inteiro dentro de mim com uma rapidez impressionante. Como eu já estava lubrificado por dentro com a porra dele, meu corpo só abriu e sugou tudo. Meu buraquinho finalmente entendeu quem era o dono.
Quando senti o impacto no meu limite, lá no fundo, gemi abafado. Não era agonia, era uma coceira profunda que eu nem conhecia. O único alívio era ter o pau dele ali, me preenchendo e me moldando, provando que o leite de macho era o único lubrificante que eu precisava para me transformar.
Afastei o rosto apenas o suficiente para encará-lo, deixando escapar um sorriso de puro prazer. Eu me sentia completo com ele me ocupando daquele jeito.
A carne macia do meu cuzinho não tentou brigar contra aquele membro duro feito pedra. Já tinha aprendido a lição no vestiário; sabia que era uma batalha perdida. Desta vez, em vez de resistir, minha entrada se rendeu completamente, abraçando-o com força e envolvendo-o em uma massagem apertada — a massagem que se faz em um vencedor.
Marcos percebeu a mudança na hora. Ele apertou minha cintura com as duas mãos, me mantendo fixo, sentindo como eu o recebia.
— Eu te falei, não falei? — sussurrou, a voz vibrando de satisfação contra o meu rosto. — Seu cuzinho já sabe quem é o dono dele. Daqui para frente, seu rabo já vai estar mais acostumadinho, sempre pronto para me receber.
Sentir cada centímetro dele me preenchendo, vulnerável e completo, me arrancou um suspiro profundo.
— Parece que a bucetinha se abriu toda para o meu macho — respondi, deixando as palavras dele moldarem minha realidade.
— A fêmea sempre sabe quando o dono chega — continuou, intensificando o olhar. — Por isso ela se abre toda, doida para o macho depositar mais filhotinhos no útero. É a lei da vida, Heitor.
Baixei os olhos por um segundo. Para minha surpresa, meu pau continuava ali, ereto e pulsante. No vestiário, ele tinha ficado mole, como se toda a energia fugisse para a dor. Mas agora, sentindo o prazer daquela massagem interna, ele parecia comemorar junto comigo.
Eu estava excitado pelo que acontecia no meu rabo, provando que a teoria do Marcos fazia um sentido perigoso na minha cabeça.
Ele começou a se mover no ritmo do motor. Nossas bocas continuavam coladas, abafando tudo, enquanto as mãos dele guiavam minha cintura com uma firmeza inquestionável. Ele controlava minha subida e descida. A descida era o melhor; aquela dorzinha aguda e deliciosa toda vez que a cabeça enorme dele batia lá no meu fundo, no ponto mais profundo.
A sensação era tão intensa que eu sentia que ele atravessaria meu corpo. Toda vez que ele me suspendia, o membro tentava sair, mas minhas preguinhas tinham vontade própria: grudavam nele, sugando-o de volta para dentro, sem querer deixá-lo partir.
De repente, ele travou minha cintura com força e começou a empurrar. Agora o movimento era dele. As estocadas ficaram brutas, violentas, fazendo meu corpo estremecer contra o dele. O som das bolas batendo era abafado pelo lençol de piquenique, escondendo nossa batalha de prazer.
Marcos me comia com uma rapidez feroz, me maltratando sem hesitar. E eu adorava cada segundo. Eu me sentia o menino mais forte do mundo por aguentar tamanha potência, por receber tudo o que ele tinha para dar. Ali não havia espaço para pena ou doçura; só para as imposições dele e para a força bruta que eu era obrigado a suportar.
Você aguentava tudo com um sorriso no rosto, sentindo uma satisfação inédita. Eu não era uma vítima; era a fêmea dele, provando ser resistente o suficiente para o meu macho. Meus gemidos vazavam pelos cantos da boca dele, misturando-se ao calor da nossa respiração enquanto o ônibus cortava a estrada no escuro.
Com um movimento ágil e bruto, ele me virou de costas, com os pés em suas coxas, me forçando a agachar sobre ele. Marcos me abraçou por trás, os braços fortes como correntes no meu peito, enquanto as estocadas ficavam ainda mais profundas e implacáveis. Nessa posição, não havia defesa; o pau dele botava ordem no lugar, deixando claro, em cada batida seca, quem era o dono.
Dali, virado para o corredor, eu via toda a extensão do ônibus. Qualquer um que acordasse veria a putaria rolando na última poltrona, mas o risco só alimentava o fogo.
O ar-condicionado estragado deixava tudo abafado, mas o que incendiava o lugar era o cheiro: um aroma forte de acasalamento, mistura crua de suor e o fluido de um macho dominando sua fêmea. Aquelas pessoas dormiam sem saber que respiravam o cheiro do meu cuzinho sendo queimado e moldado pela carne quente e dura do Marcos.
Senti as mãos dele subirem e apertarem meus mamilos com força, enquanto ele enterrava o rosto no meu pescoço, bufando como um animal.
Senti o suor dele pingar nas minhas costas enquanto o ritmo acelerava, seus óculos começando a embaçar por causa do vapor dos nossos corpos. Eu via os vultos imóveis dos outros alunos, enquanto meu corpo era jogado com uma violência deliciosa. Eu estava sendo marcado, transformado; cada estocada era um carimbo de posse cravado no meu ser.
— Olha pra eles, Heitor... — sussurrou rouco, me apertando. — Olha como ninguém imagina que você está sendo devorado aqui atrás.
Eu sentia a pressão absurda lá dentro; o "presente" prometido estava sendo esculpido a cada segundo. De repente, vi uma cabeça se levantar lá na frente. O pânico gelou meu sangue. Apertei a coxa de Marcos com força desesperada e ele entendeu o sinal. Com um movimento bruto, ele me lançou de lado no banco, colando seu corpo ao meu e continuando a me comer ali, de ladinho, peito contra peito.
Minha cabeça batia no encosto a cada estocada, e o som de passos no corredor aumentou.
— Tem alguém vindo... — gemi baixo, trêmulo.
— Calma — rosnou ele, sem medo.
Marcos continuava a me bombar, ignorando o perigo. Eu tentava empurrar a perna dele, mas ele mantinha aquele sorriso, usando o risco como combustível. Os passos chegaram em cima de nós. No limite, ele se levantou, sentou no banco rápido e jogou o lençol sobre mim, me cobrindo todo. Mesmo sentado, o pau dele continuava fincado em mim.
O aluno parou bem ali do lado, no escuro do fundo do ônibus. Eu sentia o pau do Marcos pulsando dentro de mim, imóvel, mas latejante, enquanto meu coração parecia que ia explodir.
Ouvi a porta do banheiro bater com um baque seco. Assim que o som ecoou, ele voltou a se mover dentro de mim, agora comigo deitado e ele sentado me comendo de ladinho, mantendo o disfarce sob o lençol.
Segundos depois, a porta abriu novamente. O movimento dele parou no ato. Uma voz feminina, de uma das alunas, perguntou curiosa:
— Cadê o Heitor? Ele sumiu da frente.
— Está aqui — a voz de Marcos saiu firme e calma, sem rastro de excitação. — O moleque apagou, caiu no sono pesado.
— Ah, tá... — ela respondeu, convencida, e ouvi os passos se afastando.
O silêncio voltou, quebrado apenas pela vibração da estrada. Marcos soltou um suspiro pesado, relaxando o corpo sobre o meu, mas sem sair de dentro de mim. O calor sob o lençol estava insuportável, mas era uma sensação de vitória. Ele me protegeu e não interrompeu a aula por nada.
Ele se deitou completamente por cima de mim, e senti o peso esmagador e maravilhoso de um macho. Minhas pernas pequenas tentavam se fechar em volta das suas costas largas, buscando um apoio que não existia. Eu quase sumia sob o corpo dele, afundando no estofado, enquanto o pau dele continuava a trabalhar lá dentro como uma máquina incansável, sem errar o ritmo por um segundo.
Enquanto me possuía, ele aproximou o rosto e pediu para que eu abrisse a boca. Sem hesitar, ele cuspiu ali dentro. Estranhei por um segundo, mas o instinto falou mais alto e engoli tudo. Era visceral, primitivo, mas, vindo dele, me dava um tesão absurdo. Ele então passou as mãos sob os braços, colhendo o suor dos sovacos e esfregou no meu rosto, me marcando com seu odor de forma bruta.
Em entrega total, estiquei a língua e lambi seus dedos salgados. Marcos, sentindo minha devoção, abriu os braços, fazendo meu rosto sumir debaixo da sua axila. Minha língua trabalhava ali com dedicação; estava entregue, lambendo o suor de um macho enquanto ele me usava.
Aquele foi o meu ápice. Ele invadia cada um dos meus sentidos, reescrevendo quem eu era naquele banco. Sentia meu rabo sendo esticado ao limite, moldando-se àquela carne dura; meu olfato era dominado pelo cheiro da masculinidade dele; meu tato se perdia na sua pele úmida e minha visão se preenchia com aquele corpo dominante, que me cobria como uma sombra feroz, o paladar salgado pelo seu sour.
Até minha audição estava entregue. No silêncio tenso, o único som era o baque seco e ritmado das bolas dele contra minha bunda a cada estocada. Era um som animal, um estalo constante marcando o tempo da minha submissão. Todo o meu ser estava em adoração absoluta, uma devoção que eu nunca imaginei sentir por outro homem.
A combinação daquela devoção com as estocadas violentas atingindo o fundo do meu buraquinho fez algo novo acontecer. Sem que ninguém encostasse no meu pau, senti uma pressão subir pela espinha e, de repente, jorrei um líquido branco e ralo, quase uma aguinha, muito diferente da porra grossa dele. No mesmo instante, soltei um urro de prazer que vibrou contra a pele dele.
Era maravilhoso. Aquela sensação era diferente de tudo; uma explosão que vinha de dentro para fora, provando que o professor estava certo: eu não precisava tocar naquela "coisinha inútil" para chegar ao céu.
Quando aquele líquido jorrou sem nenhum toque, eu soube que ele tinha vencido. Ele quebrou a lógica do meu corpo. Eu tremia, com o rosto colado ao seu peito, sentindo as últimas ondas do orgasmo percorrerem minhas pernas enquanto ele continuava a me bombear com uma força sem fim.
— Isso... — ele rosnou. — Goza como uma fêmea, Heitor. Sente o que é ser meu de verdade.
— Então isso é gozar? É tão gostoso... — balbuciei, em choque com a intensidade daquela explosão vinda de dentro, sem aviso e sem toque.
— Isso, moleque — ele respondeu com triunfo, mantendo o movimento lento para não perder o calor. — Gozou só com o prazer do meu pau. A partir de hoje vai ser assim: prazer de verdade, só comigo no rabo. Vou deixar seu cuzinho no meu número certinho, para nenhum outro conseguir te comer. Para entrar aí, teria que ser mais macho que eu e ter um pau maior.
— Faz isso então — desafiei, querendo ser a medida exata dele e de mais ninguém.
Marcos passou o dedo na minha barriga, recolhendo o líquido ralo que eu tinha expelido. Aproveitei a pausa para tirar mais uma dúvida.
— Por que a minha é ralinha e a sua é tão grossa? — perguntei, curioso.
— Gala de fêmea é assim mesmo — explicou com superioridade. — Não tem filhotinhos, é ralinha e não serve para nada. Só serve para deixar o macho com mais tesão quando vê a fêmea entregue. Mas o gostinho... o gostinho é muito bom.
Para minha surpresa, ele levou o dedo à boca e o chupou com vontade, saboreando. Fiquei fascinado.
— Quer provar gozo de fêmea? — perguntou com um sorriso de canto.
Balancei a cabeça que sim, curioso para entender o que ele via de especial. Ele se inclinou e me deu um beijo de língua profundo, transferindo o líquido para mim e finalizando com uma cusparada quente. O gosto foi decepcionante; quase sem sabor, apenas um amarguinho leve no final. Nada que justificasse a reação dele, mas, na boca do Marcos, eu era o banquete mais delicioso do mundo.
— Não gostei de quase nada — confessei. — A sua sim que deve ser gostosa...
— Quer provar? — perguntou com um olhar desafiador e sombrio.
— Quero.
Marcos saiu de dentro de mim com um movimento seco, deixando um vácuo gelado no meu buraquinho, que pulsava sentindo a falta dele. Ele me puxou pelo braço, me tirando do banco e me colocando de joelhos entre suas pernas. O pau dele, livre, cheirava à minha própria carne misturada ao suor. Recebi aquele membro na boca com um apetite voraz.
Mamei com gosto, ansioso pelo sabor do suco de um macho de verdade. As bolas grandes e pesadas pareciam carregar um estoque infinito; desci até elas, chupando as duas ao mesmo tempo. Minhas bochechas ficavam esticadas pelo tamanho. As bolas reagiam à minha atenção, pareciam pulsar dentro da minha boca, estavam produzindo carga extra a cada movimento, pensei.
Eu as soltava com um barulho de vácuo, subindo para o pau e engolindo cada centímetro possível. Ordenhava aquela peça como se fosse um animal selvagem, apertando com a mão enquanto a língua fazia o resto. O professor estava possuído, de olhos cerrados e cabeça para trás, tão entregue que nem percebeu o colega se levantando lá na frente e vindo em nossa direção.
O pânico me atingiu. Em um reflexo, me encolhi sob o lençol de piquenique. O rapaz passou rápido e entrou no banheiro sem olhar para o canto escuro. Tentei me levantar, com o coração saindo pela boca, morrendo de medo de ser pego ali, ajoelhado entre as pernas do professor.
Mas Marcos foi mais rápido. Ele me deu uma chave de perna firme e autoritária. Cruzou as pernas, apoiando o pé sobre o joelho e prendendo minha cabeça contra suas coxas grossas e seu pau. Era a mesma posição que ele usava na mesa da sala para corrigir provas, mas agora servia para me manter cativo, forçando meu rosto contra seu membro.
Eu estava preso, escondido apenas pelo lençol e pela sombra do banco, sentindo a pulsação dele aumentar contra minha garganta enquanto o colega ainda estava a poucos metros, dentro do banheiro.
— Fica aí, já estou gozando... — ele rosnou, a voz como um trovão abafado. — O leite do seu macho já está saindo.
A pressão aumentou. Ele empurrou minha cabeça com uma força que me tirou o fôlego, as unhas arranhando meu couro cabeludo com uma possessividade bruta. Senti a cabeça do pau dele ir mais fundo do que jamais havia ido. O membro sumiu dentro de mim, os pentelhos fazendo cócegas no meu nariz, enquanto as bolas pesadas se contraíam em um ritmo frenético em meu queixo.
De repente, a carga veio. O jato de leite grosso atingiu diretamente minha garganta, quente e impetuoso. Meus olhos lacrimejaram pelo impacto e pela falta de ar. Era tanta porra que transbordou, escorrendo pelos cantos da boca e molhando as bolas dele.
Aquele sabor me consumiu. Se o meu gozo era sem graça, o dele era uma explosão: ácido, amargo e agridoce, carregando toda a força do homem que ele era. Engoli o máximo que pude, sentindo o líquido descer pesado, selando minha entrega.
O barulho da porta do banheiro me trouxe de volta. O colega voltou pelo corredor, distraído com o celular, alheio ao que acontecia a centímetros dele. Assim que ele se acomodou, Marcos relaxou a chave de perna.
Afastei-me ofegante. Longos fios de baba e porra ligavam minha boca ao membro que agora pulsava, relaxando. O esforço de ter o pau dele tão fundo me causou um ataque de tosse incontrolável. O som ecoou seco e alto pelo fundo do ônibus.
No mesmo instante, a mão grande e suada de Marcos voou para a minha boca, abafando a tosse e me prensando contra o banco. Ele me olhou fixamente, com um brilho de satisfação selvagem, enquanto eu tentava recuperar o ar com o gosto dele impregnado em mim.
— Não tem nem duas horas que você encheu meu rabo de porra no banheiro e seu saco já estava lotado de novo — comentei rouco, entre os resquícios da tosse.
Marcos soltou um riso baixo e gutural, saboreando o triunfo. Ele se ajeitou na poltrona com uma calma exasperante, observando-me limpar o canto da boca com as costas da mão.
— Você não é humano — continuei, encarando a imensidão escura do seu olhar. — É um cavalo.
Minhas palavras misturavam espanto e adoração. A virilidade dele era inesgotável, uma força da natureza que ignorava o cansaço. Sob a penumbra, o pacto estava selado: ele era o dono da força, e eu, o receptáculo daquela potência animal.
— E aí? Porra de macho é mais gostosa? — perguntou com um sorriso de canto, vendo-me saborear o rastro que ele deixou na minha língua.
— É muito mais... — respondi. — A minha não tem gosto, a sua tem gosto forte de macho.
— Você só gostou disso porque é fêmea — rebateu, convencido. — Tudo que vem de mim, você gosta. Mas a sua é bem mais gostosa.
— Estou falando sério, quer provar? — desafiei, lambendo as bolas dele, ainda lambuzadas com o resto do leite que transbordou.
— Tô fora — ele riu, com um tapinha leve no meu rosto. — Isso aí eu deixo tudo para você.
— Bom que sobra mais para mim — murmurei, sentindo um orgulho estranho.
O ônibus deu uma parada brusca. Motor silenciado. Chegamos no pátio da escola. Lá na frente, o barulho de mochilas e pés indicava que o bando acordava. Marcos olhou pela janela e voltou-se para mim, autoritário.
— Já que gostou, limpa essa bagunça — ordenou firme. — Não quero gota desperdiçada. Você só sai daqui com tudo limpo.
Obedeci no ato. Com a língua, deixei as bolas dele impecáveis, percorrendo cada dobra daquela pele pesada. Limpei o pau todo, agora mole, mas ainda impressionante e imponente. Lambi até os pentelhos, misturando o suor salgado ao gosto da porra. Um banquete de odores que eu queria gravar na memória para sempre.
— Muito obrigado... — sussurrei, depositando três beijos carinhosos no membro dele antes de guardá-lo no moletom.
Mas o serviço não tinha acabado. "Nada de desperdício", ele disse. Olhei para o lençol, para os pés dele e para o chão. Como uma fêmea devota, usei a língua para varrer cada gota. O rastro do meu macho sumia do ônibus para viver apenas dentro de mim.
Marcos observava tudo, o sorriso de satisfação indo de orelha a orelha. Ele adorava minha entrega total.
Antes de ir embora, passei a mão na minha entrada e a senti abertinha, sensível e estufada pelo rastro dele. Eu sabia que o meu presente — ganhar uma bucetinha no lugar daquele buraquinho — ainda não tinha chegado. Era uma mudança que levava tempo. Entendi que só com ele me maltratando todo dia, me abrindo com força, é que eu finalmente ganharia a forma de fêmea que ele queria.
Marcos se levantou primeiro, impecável, como se nada tivesse acontecido. Ele estendeu a mão firme e me tirou do chão frio do ônibus. Na hora de ficar de pé, minhas pernas falharam, todas bambas e eletrizadas, sentindo o peso daquela aula prática no meu corpo.
— Anda, Heitor. Recompõe essa cara — sussurrou, cúmplice de um segredo vitorioso.
Peguei minha mochila; ele, o lençol impregnado com o nosso cheiro. No corredor, passei pelos colegas que bocejavam e reclamavam da viagem. Eles não faziam ideia. Olhei para eles sentindo uma superioridade silenciosa. Eu tinha sido marcado. Eu era o único ali que sabia o que era ser possuído por um macho de verdade.
Ao descer o degrau e pisar no asfalto, o mormaço das 17h30 bateu no meu rosto. O ar de fim de tarde não esfriava o calor que queimava entre minhas pernas. O sol alaranjado dourava a poeira que subia dos pés dos alunos, mas eu estava em outro mundo.
A cada passo no asfalto quente, meu buraquinho pulsava com um vigor novo, guardando o oco daquela presença. Era um preenchimento absoluto; meu cuzinho lutava para não esquecer o alargamento que acabara de sofrer. Eu ainda não tinha a forma definitiva que ele prometera — aquela abertura receptiva de uma "vagina" particular —, mas sentia o rascunho da obra sendo traçado com precisão.
O que eu carregava ali era o molde exato do pau de Marcos, um relevo de fogo que reorganizou meus tecidos internos. Eu caminhava mais pesado, consciente de que cada fibra havia sido marcada por ele. A transformação exigiria tempo e muitas outras aulas; minhas preguinhas precisavam ser domadas e forçadas a ceder, até virarem um caminho livre para o prazer dele.
Sob a luz alaranjada, aceitei ser a argila nas mãos daquele escultor bruto. Eu era um projeto em andamento, um território conquistado estocada por estocada. A cada batida profunda, eu me aproximava de ser um buraco de prazer perfeito que ele desejava.
O gosto dele permanecia no fundo da garganta. Eu me recusava a beber água; queria prolongar aquela essência o máximo possível.
Marcos caminhava à frente, a própria imagem da confiança. Antes que eu desviasse o caminho, ele parou e olhou para trás. Disfarçadamente, aproveitando a distração dos outros, ele levou a mão ao moletom e deu um aperto firme no volume. Aquele olhar cúmplice dizia tudo: era apenas o começo da minha transformação.
Sorri até as bochechas doerem. Aquela não seria a última aula prática. Eu era a fêmea dele agora. Os livros de biologia e as salas de aula nunca mais seriam os mesmos. Saí pelo portão sentindo-me o menino mais forte do mundo, carregando o leite do meu macho dentro de mim e a promessa de uma vida de submissão aos seus pés.

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