#Assédio #Bissexual #Estupro #Virgem

Conversão Forçada

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Eco

Meu padrasto homofóbico me estuprou para que eu virasse hétero...

Aviso: este conto é um relato cru, extenso e não contém romantização ou fetichização do assunto - é contraindicado para pessoas sensíveis e não recomendável para pessoas "saudáveis". Leia por tua conta, risco e compulsão.

Eu me chamo Sarah, tenho 19 anos e vou contar algo que aconteceu comigo dois anos atrás, algo que ainda mexe comigo hoje e não consigo mais guardar segredo, algo que não posso ter preso dentro de mim.

Sempre fui sáfica - apaixonada por meninas, desde a infância, desde a maternidade - minha mãe diz que após nascer eu nunca aceitei que qualquer pessoa me tocasse, apenas ela, as enfermeiras e outras mulheres, ou se não, eu começava a chorar nas mãos de qualquer um até voltar pro colo dela.

Mesmo após crescer, nunca comecei a gostar de garotos, meu lugar favorito era isolada deles e cercada pelas meninas que eu gostava e adorava com todo o meu coração. Eu sempre preferi a presença e calor feminino e isso é algo especial e muito além de atração física ou apenas "uma fase", sou naturalmente apaixonada por Elas.

Mas agora, vivo com pensamentos intrusivos sobre pênis, homens e ser estuprada outra vez... eu sempre fui bonita e assediada desde novinha, sei que meu tamanho, meu rosto e até meu cabelo faziam homens fantasiarem com eu sendo mulher deles ou pior, mas eu nunca pensei que o pior fosse mesmo acontecer, e aconteceu dentro da minha própria casa.

Eu era tão acostumada com propostas de namoro e propostas indecentes, e tão confiante ao rejeitar todas elas que nunca me preocupei com como me vestia ou como me comportava por causa Deles - eu sou completamente feminina, em aparência e hobbies - talvez por isso não pensassem que também gosto de meninas e achavam ter alguma chance.

Minha confiança começou a quebrar e essas preocupações começaram a surgir depois que minha mãe arrumou um novo namorado. Um moreno alto, meio musculoso e que só usava roupas e perfumes caros. Eu sei que esse é o tipo de muitas mulheres, mas eu nunca achei ele atraente e nunca gostei de ver ele com minha mãe, e eu sempre estive certa em detestar tudo sobre ele, mesmo não tendo um motivo tão claro na época.

Fora o meu ciúmes dela, nada aconteceu por um bom tempo, seu namorado trabalhava como socorrista offshore, embarcado numa plataforma de petróleo, e só ia nos visitar na última semana de cada mês, antes de sumir outra vez. Ele tentava me agradar, me presenteava com maquiagens e produtos de skincare que minha mãe recomendava por saber que eu queria e até me dava uma "mesada", mas eu sempre desprezei tudo isso.

Em pouco tempo de namoro ele se mudou pra casa da minha mãe. Ainda passava a maior parte do tempo fora pelo trabalho ou o curso de piloto que fazia, mas era presente o suficiente para desagradar minha vida. Tinha coisas e fotos dele na sala, tinha ligações dele perdidas no meu WhatsApp, tinha visitas da família dele todo final de semana - apesar de que eu gostava muito da minha nova "avó" que era chique e muito vaidosa - e ele era um assunto frequente que eu era obrigada a ouvir.

Mesmo minhas amigas eram iludidas com ele e vigiavam seu Instagram diariamente, cheio de "destaques" em barcos e helicópteros, de golfinhos e cachorrinhos, de paisagens bonitas e em família, tudo uma armadilha, uma completa fachada para o monstro que é por dentro, mas apenas eu percebia isso... Você também percebe, não é?

Quanto mais tempo ele passava em casa, mais desconfortável era. Sozinhos, eu percebia ele me olhando de canto de olho enquanto eu cozinhava, enquanto eu me arrumava para a escola, enquanto me maquiava para sair, até enquanto eu tomava sol na varanda ou na sacada, o dia inteiro, se eu não me trancasse no quarto ele com certeza estaria me vigiando em qualquer outro lugar da casa, e quando minha mãe chegava, não era muito melhor, ele ainda usava ela para tentar se aproximar, fazendo ela falar por ele, como tinha boas intenções, propostas de passeios "em família", perguntas sobre planos futuros...

Tudo isso durou um ano até ele entender que eu não cairia naquele papinho de padrasto bonzinho e mudar seu comportamento. Passou a agir como se não existisse um problema entre nós, mesmo eu tendo o afastado o quanto pude sem ser agressiva, ele começou a agir como se estivesse tudo bem e fossemos próximos como ele queria, que desgraça... Quando alguém mais estava perto, ele não parava de falar, sempre me obrigando a responder o que falava diretamente comigo ou fazendo comentários sobre mim e "nossa" rotina com os outros.

Pior do que isso, foi quando ele começou a invadir meu espaço pessoal e me tocar, sempre de forma que pudesse dar desculpas e dizer que "não foi intencional". Ainda lembro dele chegando perto demais quando passava por mim, pondo a mão nos meus ombros e na minha cintura para pedir licença e me mover antes de eu perceber, tocando meu braço e segurando minha mãe, abraçando minha mãe logo quando eu queria a abraçar, forçando "abraços em família", passando a mão no meu cabelo enquanto eu estava sentada no sofá...

E os comentários... Ele era cada vez mais incoveniente, "como seu cabelo tá bonito", "como você tá cheirosa", "como você cresceu", "ela sempre foi magrinha", "tem o rosto pequeno", "cintura fina", "corpo durinho", "bunda empinadinha", "sempre se arrumando", "gasta rios para ficar bonita assim", "deve estar namorando escondido", "deve estar cheia de namoradinhos", "deve fazer inveja nas meninas da idade dela", "dá orgulho ter uma filha assim." Tudo isso na frente da minha mãe, na frente da família dele, na frente das minhas amigas, sempre na frente de alguém...

Imagine viver todas essas coisas estando na minha pele, a sensação de impotência por não ter como acabar com nada disso, apenas ver tudo escalar lentamente, por meses... Aquele nojento assediou até mesmo minha primeira namorada e eu chorei por dias depois de ver ele encostar na garota por quem eu era apaixonada e tinha acabado de apresentar para minha mãe... Tive que fingir sem graça não me incomodar com ele tão perto de nós, mas meu coração começou a dói desde aquele dia.

Minha primeira namorada era idêntica a mim. Cabelos longos e castanhos, nariz afilado, corpo magro, pele clara e bronzeada. Nossas únicas diferenças realmente "marcantes" eram a pequena diferença de altura - ela com quase 1,70 e eu 1,65 - meu cabelo liso enquanto o dela ondulado, e os seios dela que eram maiores. Ela era perfeita e eu sentia muita muita raiva toda vez que aquele homem forçava abraços na hora de cumprimentar, ainda sinto e me sinto horrível por apenas eu perceber ele apertando o corpo dela nele e ela também não dizer nada...

Desde que esse homem entrou na minha vida, todas as minhas "boas lembranças" foram estragadas assim. Meu aniversário sempre foi o dia mais esperado por mim, deveria sempre ser o dia mais feliz do ano, mas o dia dos meus 16 foi o início de um pesadelo. Minhas amigas e minha namorada tinham passado a noite comigo, meu pai veio me visitar na casa da minha mãe depois de anos vivendo no exterior, até a minha "avó" que eu admirava muito estava lá, ajudando no almoço do meu aniversário até chegar a primeira experiência ruim do dia...

Minha mãe entrou no meu quarto e trouxe o namorado logo atrás. Ela tinha vários presentes nos braços e ele sacolas, ela disse para eu abrir e ver o que eu tinha ganhado, eu tentei empurrar aquele momento para depois é aquele cara para fora, mas as meninas começaram a dizer "abre, abre, abre..." e de tanto insistirem eu concordei, a casa inteira estava dentro do meu quarto eu comecei a abrir os presentes e agradecer, até minha mãe pegar uma sacola específica e dizer "abre esse". Eu já tinha entendido que era do namorado e abri a contragosto.

Abri e mostrei para todo mundo o que era uma lingerie. Minha mãe pelo visto não sabia o que ele tinha comprado porque pela primeira vez chamou a atenção dele. "Você é maluco? Ela só tem 16 anos." - "O que é que tem? Você teve ela com essa idade e você sabe que ela é exigente com o que veste, principalmente quando vai sair de noite.", foi o que ele respondeu, na frente da minha namorada, do meu pai e dos pais dele, insinuando que eu estava transando e confirmando que o presente era dele, mas conseguiu se livrar do assunto desdizendo tudo com piadinhas e ficou por isso mesmo.

Tentei ignorar tudo e voltar para o meu dia feliz, mas mesmo tendo conseguido deixar todo mundo desconfortável, não foi o suficiente para ele. Minha namorada já estava chateada e agitada por causa de mais cedo, mas também não podia demonstrar pois ninguém além da minha mãe e uma amiga nossa sabia que éramos namoradas, eu pensava que minha mãe tivesse contado isso ao namorado, mas descobri que não quando viraram minha vida de cabeça para baixo na hora do parabéns.

Mais uma vez aquele babaca conseguiu mexer com a gente, durante a noite, a festa foi divertida como todos os anos até o bolo chegar. Todos me deram parabéns e começaram a cantar, no final, ele começou a cantar aquele "com quem será" como se eu ainda fosse uma criança a ser provocada; quem se provocou foi minha namorada que grito para ele calar a boca e deixou todo mundo surpreso antes de declarar que estávamos juntas. Sim, ela simplesmente decidiu e fez isso sem me dar tempo para sequer pensar.

Eu fiquei surpresa, assustada e feliz, confirmei quando questionaram e ajudei todos a ficarem mais surpresos ainda... O mais surpreso de todos foi aquele homem. Minha mãe puxou ele para algum canto e eu não o vi mais até chegar em casa depois que minha festa acabou. Esse provavelmente foi meu último dia "feliz", vi ele de cara feia e quase me senti satisfeita, e isso teria se concretizado se ele apenas estivesse envergonhado com tudo o que fez e continuasse assim, mas vocês já sabem o que realmente aconteceu, ele só ficou mais agressivo.

Minha mãe me disse ter escondido dele que eu era lésbica, nas palavras dela, por ele ser "da igreja" e "de família conservadora", mas ela sabia que ele era um preconceituoso de merda e o manteve alí mesmo assim, até eu ter que sofrer sozinha por isso. Olhares de raiva e desprezo, comentários sobre eu ser uma pervertida e doente mental, gritos, tanta coisa desproporcional... Ele mudou completamente e não melhorou em nada. Eu vivia tão assustada esperando o próximo ataque que comecei a passar tantas noites quanto eu podia fora de casa enquanto ele estava lá.

Vivi mais um ano involuntariamente nesse inferno até o pior dia da minha vida. A quarentena ainda não tinha acabado e minha mãe estava com todos os sintomas de covid, não conseguia sequer ficar de pé, então ele voltou a falar comigo direito. Eu cheguei a pensar que ele fingisse apenas para pedir que eu fizesse os trabalhos de casa já que ela não conseguia mais e ele era um inútil, mas ainda estava assustada demais para conversar com ele, até me empurrado e jogado coisas em cima de mim ele já tinha feito antes de chegar a esse ponto.

Sem poder sair e sem poder fazer mais nada pela minha mãe, eu passei o dia inteiro encontrando o que eu pudesse arrumar na casa, estava exausta quando ele se aproximou mais uma vez e me ofereceu um copo de "vitamina" que eu tomei e me arrependi instantaneamente. Sempre pensei que ele pudesse fazer algo comigo se eu abaixasse a guarda e entrei em desespero imaginando que ele tinha batizado aquele copo, comecei a me sentir estranha e decidi me trancar no quarto... Não adiantou.

Ele realmente pôs algo no meu copo e eu fiquei tão mole que desmaiei e nem vi como ele entrou no meu quarto... Quando recobrei a consciência, apenas senti ele em cima de mim e tirando minha blusa. Tudo aconteceu tão rápido para mim que se embaralhou na minha mente, eu me sentia tão fraca que não consegui fazer nem dizer nada quando percebi o que estava acontecendo, meu peito e minha garganta apenas começaram a se apertar e meus olhos a escorrer lágrimas enquanto eu tentava fugir dali e não conseguia mover um único músculo.

"Relaxa cadela, já já você vai conseguir sentir tudo outra vez." Eu me lembro de todas as atrocidades que ele me disse aquela noite. "Você se acha boa demais para estar com homens, mas eu vou te mostrar o que é um homem de verdade", "vou te ensinar o que é bom de verdade", "eu vou te transformar em uma mulher de verdade", "você vai sentir o que é bom de verdade", "comigo você não vai pagar de sapatão", "vou te fazer gostar de piroca"...

Ele arrancou toda minha roupa com tanta força que balançou meu corpo e fiquei com o rosto virado para o colchão sem conseguir respirar direito, montou em cima de mim enquanto continuava falando coisas nojentas e passava a boca em mim, lambendo minhas costas do meio até o ombro, repetindo que me transformaria em mulher, que me comeria como sempre quis, que meu corpo era perfeito para aquilo... Eu não consigo esquecer nada, me lembro até do bafo de bebida que ele tinha aquela noite.

Eu nunca tinha enfiado nada maior que um dedo dentro de mim, ele abriu e abaixou as calças sem sair de cima de mim, e me penetrou a força até eu começar as gritar e chorar desespera, sentindo uma dor insuportável por todo o meu corpo... Quando meu corpo começou a responder já era tarde demais, ele tinha me deflorado e ele era tão forte que eu não poderia fazer mais nada, gritei minha mãe, mas ela também não fez nada... Eu apenas chorava e implorava para ele parar com aquilo, mas ele não parou, ele me bateu tão forte que senti gosto de sangue na minha boca.

"Cala a boca sua vagabunda, isso é o que você merece por não saber o seu lugar", "eu vou fazer o que eu quiser com você, a noite toda sua puta" ... ele foi tão violento, tão agressivo, tão desumano que minha mente se desligou, eu saí de mim e só rezei para meu corpo aguentar aquilo... Ele me penetrou até gozar e depois disso me arrastou para o chão, ficou de pé na minha frente e esfregou o pênis no meu rosto... Eu tentei virar meu rosto para outro lado, mas ele me segurou pelo cabelo e forçou que eu me esfregasse naquela coisa fedorenta... Ele me mandou abrir a boca e quando me recusei ele bateu na minha cara, eu travei os dentes para que ele não abrisse minha boca, mas ele apertou meu nariz cobrindo minha respiração até que eu abrisse a boca para respirar... Ele me forçou a engolir o membro dele até me sufocar, eu não consegui impedir nem fazer nada além de me debater e bater nas pernas dele implorando por piedade, mas ele estava possuído... Eu senti vontade e quase vomitei tantas vezes que minha mente se embaralhou outra vez, minha garganta dói toda vez que me lembro, e eu me lembro disso todo dia, eu sonho com isso quase todas as noites.

Aquela foi a pior noite da minha vida e eu sentia como se ela não fosse acabar nunca. Após tirar minha virgindade e foder minha boca ele continuou me estuprando por uma eternidade de horas e me machucou tanto que mesmo após ele terminar e eu conseguir fugir dali, meu corpo ficou marcado, dolorido, minha vagina inchada e eu não conseguia me mover direito por dias... Minha cabeça estava quebrada e eu não conseguia falar com ninguém, eu dormi duas noites em uma casa em construção por medo ser vista e obrigada a falar tudo isso que aconteceu para alguém, depois que me estabilizei fui para a casa da minha namorada e disse ter brigado, mas não tive coragem de dizer que fui estuprada... Continuei sem conversar com mais ninguém e sequer saí do quarto dela, por vários dias remoendo tudo aquilo dentro de mim e sentindo a dor no corpo...

Dias depois aquele homem começou a me mandar mensagens, dizendo estar arrependido do que fez e questionando se eu tinha contado aquilo para alguém, eu nunca respondia e no final bloqueei ele em cada rede social possível até o ponto de ele me mandar SMS dizendo que estava com minha mãe e se eu não o respondesse ela iria sofrer... Eu liguei para ele desesperada dizendo não ter contado aquilo para ninguém, que ele não precisava fazer aquilo e eu só não queria voltar para casa... Foi daí que ele pediu que eu prometesse não contar nada nunca e se eu obedecesse ele me mandaria dinheiro o suficiente para "ir embora", eu aceitei sem acreditar, apenas para que ele não ameaçasse mais a minha mãe, mas ele realmente me mandou dinheiro 40 mil e eu fiquei sem saber o que fazer... Ele me ligou mais uma vez e disse que mandaria o mesmo tanto todo ano se eu nunca... Você já entendeu.

Eu usei o dinheiro para me mudar e quando tudo isso "passou", chamei minha namorada para morar comigo, mas nunca contei o que realmente aconteceu, nunca contei sobre as inseguranças que desenvolvi, nunca contei o quanto eu sofria e muito menos dos pesadelos ou pensamentos intrusivos que passei a ter... Eu nunca mais consegui ser sincera com ela e por isso decidi terminar... Foi uma tortura perder tudo assim, mas minha voz jamais sairia para dizer tudo isso a ela, mesmo quando eu pensava estar me curando e sendo amada por ela, eu pensava naquele homem me tocando e me forçando a receber aquilo, muitas vezes pensei até mesmo em ela estando no meu lugar... Eu me sinto um lixo porque ainda penso nisso.

Ultimamente tenho relembrado tanto disso, e sem me aproximar de mais ninguém me sinto tão solitária que já busquei e experimentei coisas que antes eu jamais faria... Tenho enfiado coisas nojentas dentro de mim, tenho assistido coisas nojentas também, encontrei e tenho interagido com tantas pessoas iguais a mim na internet... Não saio de casa a dias, apenas consumindo todo isso trancada no meu quarto, revisitando infinitamente o pior dia da minha vida.

Eu perdi minha pureza, perdi meu amor, perdi meu orgulho e minha dignidade, não sobrou nada do que eu era antes de conhecer aquele homem e por causa dele, agora sou mesmo uma doente com mente pervertida.

Fim.

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