Dudinha: pagando um boquete para o vizinho baiano (part 1)
Olá! Esse conto é pra mim uma forma de colocar no papel alguns fetiches que tenho e que gostaria de expor em conto, sem ideias viajadas dms. Não curto nada desproporcional ou muito forçado; pau de 30 cm, BBC de 2 metros de altura, nada disso. Eu curto homem mais velho, mas do tipo básico mesmo: magro, preto de preferência, sem pose de galã de filme, com aquela postura seca e ranzinza. A grande diferença de idade é o que mais me dá tesão, nunca me atraí por jovens. Ent, o conto serve pra quem tem gostos iguais ou semelhantes aos meus.
O plot saiu de um rp que eu fiz por aí, e se você curte rp também, pode me chamar nas minhas redes:
- Twitter/X: @ghizzee
Lembrando que todos os personagens são fictícios, criados por mim. Fiz uma referência visual para o protagonista do conto com base em modelos faciais genéricos modificados com IA. Boa leitura.
Sou Eduardo, estava no auge dos meus 16 anos. Era terça-feira, 18h47, e eu no quarto deitado de bruços na cama, rolando no celular depois de um treino pesado de pernas na academia. Meu corpo ainda estava quente, suado nas coxas e na bunda, onde o foco do dia tinha sido squats e leg press. Lembrei da tarefa do professor no curso. Eu fazia tec. Eletromecânica integrada ao Ensino Médio no IFSC Araranguá. O curso é completo: a gente faz as disciplinas normais do ensino médio como português, matemática, história e biologia pela manhã, mas à tarde rolam as aulas técnicas específicas de eletromecânica, tipo instalações elétricas prediais, automação industrial, desenho técnico com AutoCAD e projetos integradores com simulações de circuitos. O dia a dia é corrido, aulas das 7h30 às 17h, com intervalos curtos, laboratórios práticos onde a gente monta quadros elétricos reais ou testa motores, e visitas semanais a fábricas da região, como as de cerâmica ou logística em Criciúma e em outras cidades vizinhas. Tem prova toda semana, e o projeto final do semestre é validar uma instalação completa com normas da ABNT e NR-10. É chatinho, mas eu tiro notas boas sem precisar me matar de estudar.
Abri o chat com um vizinho, senhor Aloysio no WhatsApp e sorri de canto de boca. "Acho que aquele doidão pode me ajudar se pá." Digitei com calma, escolhendo palavras para soar inocente, mas sabendo que ia forçá-lo a me receber sozinho.
Eu: Oiee, vizinho, o professor passou conteúdo de instalações prediais, mandou a gente consultar um engenheiro civil de verdade pra validar o projeto final. Ele falou q tem que ser alguém que trabalha na área. Meu pai disse que você pode dar uma olhada rápida. Pode ser hoje ou amanhã? É só o diagrama elétrico e o memorial descritivo, pfvr 🥺
Ele visualizou até que rápido. Cerca de 10 minutos depois veio a resposta seca, como sempre:
Aloysio: Pode ser hoje mesmo. Vem umas 19:30 e trás o arquivo em PDF.
Eu respondi na hora, já sentindo aquela coceira de provocação:
Eu: Blz. To indo aí.
Guardei o notebook na mochila e pensei: "Perfeito. Casa vazia, ele sozinho, e eu com a desculpa perfeita." Minha mãe estava em casa com minha irmã mais nova de 8 anos, cuidando dela depois do jantar, e meu pai estava fora, viajando a trabalho. Eu tinha muito tesão naquele macho. Nunca dei, nem nunca fiquei com homens, só com duas meninas da escola em rolês rápidos, mas aquele tipo de macho "coroa" me fazia ficar duro desde que o conheci nos churrascos que meu pai faz em casa. Aloysio tinha uns 40 e poucos anos, era negro, um pouco magro, cabelo sempre “na régua”, bem cortado e crespo. Eu tenho bem mais corpo do que ele — tenho 1,72m, 78kg bem distribuídos, coxas grossas, panturrilhas torneadas, abdômen levemente marcado —, mas ele é um pouquinho mais alto, uns 1,75m talvez, e sua postura era o que me pegava. Ele não costuma ficar de risadinha ou conversando baboseira durante os churrascos na minha casa. Fazia alguns meses que Aloysio tinha se mudado pro meu bairro, mas ele já tinha amizade com meu pai há cerca de 4 anos, desde que se conheceram em uma obra ligada à logística do pai. Segundo o que meu pai me informou, Aloysio é natural da Bahia.
Eu usava uma camisa cinza claro, fina de manga curta que marcava meus ombros e peito, e uma calça moletom branca que colava nas minhas coxas e na bunda. Sempre fui viciado em academia desde os 13 anos, isso ajudou a ter um corpo chamativo, adoroo treinar coxas e glúteo, faço séries pesadas cinco vezes por semana. Sou branquinho, pele rosada, pau de 14cm rosadinho, olhos azuis e cabelo loiro curto, cuzinho rosado apertado e nunca usado, tudo isso fruto da descendência de alemães e italianos da família, típico de famílias do sul do Brasil.
Saí de casa pela porta lateral, andei os dez passos pela calçada até o portão dele. A rua estava calma, pouco movimento de carros ou gente, só o som distante de uma TV na casa vizinha. Bati no portão três vezes.
Logo o portão abriu em alguns instantes. Aloysio apareceu exatamente como eu esperava: camisa polo vermelho escuro e bermuda, olhar firme, sem um sorriso.
— Opa, pode entrar. — Ele forçou um sorriso sutil, me olhando dos pés à cabeça.
Entrei devagar até chegar no interior da residência, ajustando meu óculos de grau redondo no rosto, passando perto o suficiente pra sentir sua presença, limpo, sério, sem perfume exagerado. Fechei a porta atrás de mim com o pé e fui subir na escada atrás dele, olhando as costas retas e reparando no relógio de aço no pulso esquerdo até chegarmos na sala de estar. O lugar era muito bem decorado e organizado: sofá de couro marrom, mesa de centro com revistas técnicas empilhadas, paredes com quadros abstratos neutros e uma TV grande na parede oposta. Entrava uma brisa gostosa pelas janelas abertas, trazendo o ar fresco da noite, com cheiro de grama cortada do quintal. Por dentro eu sorria.
— Pode ficar à vontade — ele disse —, se quiser comer alguma coisa.
— Ah não senhor, eu jantei há pouco mais de uma hora, tá suave — respondi, rindo pelo nariz.
Ele indicou o cômodo do escritório com um gesto de cabeça.
— Como tá o Roberto? — ele perguntou de um jeito amigável sobre meu pai.
— Viajou a trabalho, tá resolvendo umas coisas em Criciúma. Acho que ele volta sexta — respondi enquanto andava, mas sempre com um sorrisinho de canto.
Chegamos no cômodo depois de subir mais alguns degraus, era igual ao que eu imaginei: mesa de vidro com monitor grande, cadeira preta de escritório, estante com pastas e livros de engenharia, tudo organizado demais, sem uma poeira fora do lugar. Sentei ao lado dele, abri o notebook e girei a tela na direção dos dois. O diagrama unifilar ocupava quase toda a tela, com linhas marcadas em cores diferentes para circuitos de força e iluminação.
— O professor pediu pra gente justificar cada escolha de disjuntor e o caminho dos dutos. Mas eu acho que tá ok, só falta alguém com experiência olhar.
Falei com a voz normal, mas carregando aquele tom levemente debochado que uso quando quero cutucar alguém. O reflexo azulado da tela do notebook e do monitor batia direto no meu rosto, deixando meus olhos brilharem por cima dos óculos redondos enquanto eu observava a reação dele.
Aloysio aproximou o rosto do monitor, rolou a tela devagar com o mouse, os olhos castanho escuros fixos nas linhas do diagrama. Ficou em silêncio por uns bons quarenta segundos, o único som no escritório sendo o clique baixo do mouse e o barulhinho distante do ar-condicionado. Eu me inclinei um pouco mais pra perto, fingindo prestar atenção no esquema, mas na verdade só tava imaginando como chegar onde queria. Meu pau deu uma pulsadinha discreta dentro da cueca, só de sentir aquela presença rígida e tão perto.
Depois de um tempo que pareceu ainda mais longo, ele apontou com o dedo indicador pra um ponto específico no diagrama.
— Aqui — disse ele, voz firme e pausada, — Você botou o disjuntor termomagnético de 40 A num circuito que tem demanda calculada de 52 A. Isso não passa em inspeção. Tem que subir pra 63 A e botar DR tipo A, sensibilidade 30 mA. Norma NR-10, item 5.3.2, se não to enganado.
Eu: Ah, é? E por que no simulador deu certo??
Perguntei rindo pelo nariz mais uma vez, o deboche saindo natural, mas por dentro sentindo um frio gostoso na barriga com o jeito seco como ele corrigia.
Aloysio não sorriu. Apenas virou o rosto levemente na minha direção, cara fechada, olhar firme.
— O simulador não paga multa de fiscalização — respondeu sem rodeio, quase cortando a frase. — Corrige isso e me mostra o resto.
Ele continuou lendo o memorial descritivo de quatro páginas, virando cada folha com calma, a caneta azul marcando devagar. O tempo parecia se arrastar de propósito. Primeiro ele apontou o segundo erro, batendo a caneta no papel com um toque leve:
— Aqui no dimensionamento dos dutos. Você usou 25 mm pra um circuito de força com três cabos de 10 mm². Precisa de no mínimo 32 mm, senão esquenta e perde a garantia da instalação. E falta o laudo de aterramento no quadro geral — completou, fazendo mais uma marcação precisa. — Sem isso o projeto fica incompleto.
A voz dele era firme, sem emoção exagerada, cada palavra saindo como se ele estivesse dando uma ordem de obra corriqueira. Eu me inclinei ainda mais, o ombro quase encostando no dele, sentindo o calor que saía do seu corpo e a respiração controlada. Meu coração batia um pouco mais rápido, mas mantive o sorrisinho debochado no rosto.
Depois de mais uns minutos de silêncio — ele relendo o último parágrafo, marcando uma última observação —, Aloysio empurrou a cadeira um pouco pra trás, o encosto rangendo baixo.
— São esses três pontos principais — disse ele, fechando a caneta com um clique seco. — Corrige, atualiza o arquivo e manda no WhatsApp até quinta. Se precisar de outra olhada, avisa.
Salvei tudo rapidamente, fechei o notebook, guardei na mochila e levantei devagar, esticando as costas de propósito, sentindo a camisa cinza clara colar um pouco. O tecido da calça moletom branca marcava minhas coxas grossas enquanto eu me alongava.
— Valeu — falei. — Não quero tomar o tempo do senhor também.
— Que nada — respondeu ele, já se levantando também, a postura reta como sempre. — Pode vir aqui se tiver qualquer dúvida.
Parei um segundo na frente da mesa e dei um meio-sorriso sarcástico, olhando direto nos olhos dele. Ele me encarou de volta, sem piscar, e vi claramente o olhar dele descer devagar pelo meu corpo, primeiro no peito esticado na camisa fina, depois nas coxas marcadas na calça moletom branca, demorando um segundo a mais na altura da virilha. Não foi rápido. Foi intencional. Senti um calor subir pelo pescoço e uma pulsada forte no pau, mas mantive o sorriso, o deboche ainda firme no rosto.
O ar entre nós ficou mais pesado por aqueles poucos segundos, como se os dois soubéssemos que aquilo ali não era só pra fins acadêmicos.
— É que nem quero ficar te chamando no Whats toda hora também — dou risada —, acho que já deve tá puto comigo, né?
— Nada, pode mandar mensagem, não tem problema — ele responde, com tom levemente humorado.
— Você tem filhos, Alo? — pergunto amigavelmente.
Ele demora um instante pra responder, enquanto desligava o computador.
— Não, acho até melhor assim, menos preocupação — ele responde num tom calmo.
— Mas o senhor é casado? Nunca vi sua esposa — perguntei, com curiosidade, apoiando as mãos no encosto da cadeira.
— Não, sou divorciado faz muito tempo. Também é bom assim, casamento não é pra todo mundo — ele responde, mais uma vez com tom de humor.
— Ah… que pena que não deu certo. Bom, te confessar viu… também queria morar sozinho, poder trazer qualquer pessoa pra casa sem ter que ficar dando explicações e tals, é dahora — respondi, seguido de uma risadinha.
No fundo, estava ainda mais animado com essa informação de que ele não tem compromisso. Pesava menos na minha consciência.
— Sim, não tive sorte. Fora que hoje em dia, são tudo um rebanho de vagabunda — ele fala engraçado, mas com tom mais agressivo.
Eu soltei uma risada.
— Mas também, né… por que o senhor não treina? — perguntei rindo —, tá fraquinho, Alo.
Já tinha falado algo parecido enquanto conversamos pelo WhatsApp há uns dias.
— Eu? Isso é coisa pra viado, não tenho tempo — ele diz mais uma vez, mas com tom de impaciência agora.
— Ué??? Eu treino, mó bom, pow — disse rindo.
Ele também sorriu, mas olhando pra mim com certo aborrecimento.
— Eu sou viado então? — perguntei rindo, mantendo o tom de zueira para testar os limites dele, mas no fundo sentindo uma mistura de excitação e ansiedade, porque eu sabia que estava cutucando o ponto que eu queria.
Ele não respondeu nada, só me olhou com o rosto se fechando aos poucos, os olhos escuros fixos nos meus, sem piscar, o que me deixou ainda mais agitado por dentro, meu coração acelerou um pouco, e eu senti um formigamento no corpo todo, especialmente na parte de baixo, onde meu pau estava semi-duro desde que entrei na casa.
— Cuidado, Alo, sou mais forte que ti, toma cuidado — continuei na zueira, abaixando um pouco a manga da camisa cinza clara e flexionando o braço para mostrar o bíceps branquelo, bem definido dos treinos diários. Eu tava eufórico com a brincadeira, o coração pulsando rápido, e por baixo da calça moletom branca, meu cuzinho piscava involuntariamente, uma sensação quente e apertada que me fazia querer mais provocação.
Aloysio deu um sorriso sem graça, daqueles que não chegam aos olhos, só um movimento rápido dos lábios finos, enquanto desviava o olhar pro meu bíceps por um segundo.
— Tá dando resultado a coisa — ele falou de um jeito sem graça, voz grave e pausada, ainda olhando pro músculo antes de voltar ao meu rosto.
— É claro, melhor do que você. Não tô gostoso?? — perguntei dando uma risada alta, ecoando no escritório pequeno, sentindo uma onda de confiança misturada com tesão, porque eu não costumo fazer esse tipo de zueira com ele fora do WhatsApp, lá é mais fácil, só texto, mas ali cara a cara estava me divertindo demais.
— E o cuzinho já deu? — ele perguntou de repente, o que me fez gelar na hora, um frio na espinha seguido de calor no rosto, mas eu ri alto para disfarçar, o coração batendo forte no peito enquanto processava a ousadia dele, surpreso mas excitado com a virada direta da conversa.
— Puts, claro que não, né??? — respondi dando uma risadinha nervosa, com o coração batendo forte e acelerado, sentindo o pulsar nas veias e uma onda de tesão subindo pelo corpo todo, porque eu sabia que aquilo era uma provocação pesada, e no fundo eu queria que ele continuasse nessa linha, testando meus limites. A gente tinha se desentendido algumas vezes por conta de ideologia e visão de mundo via WhatsApp, e quando Aloysio vem pros churrascos na minha casa, mesmo que eu odiasse seu ponto de vista bobo e conservador, sua visão fascistoide sobre e a sociedade que me irritava pra caralho, mas ao mesmo tempo eu tinha desenvolvido um tesão absurdo nesse macho, era exatamente essa rigidez dele, essa postura de macho, que me deixava duro só de pensar, uma malícia interna que eu escondia atrás do sarcasmo, querendo ver se ele quebrava a casca e me dominava de vez.
— Tinha que ser o chatão — eu disse rindo pelo nariz, tentando manter o tom de deboche pra não entregar o quanto eu estava agitado, mas por dentro eu já imaginava cenários, meu pau latejando debaixo da calça moletom branca, babando pré-gozo na cueca, e meu cuzinho piscando mais forte, uma sensação apertada e quente que me fazia querer me entregar ali mesmo.
Ele se aproximou de mim devagar, botando uma mão na minha cintura e apertando forte com os dedos, a pele escura contrastando com a minha branquela rosada, o toque firme enviando um choque elétrico pelo meu corpo. Eu não dei nenhum passo pra trás, fiquei parado ali, olhando pra ele rindo de canto de boca, o tesão misturado com um medo bom, porque eu sentia a malícia dele agora, aqueles olhos fixos nos meus, observando cada reação minha, como se ele soubesse exatamente o quanto eu queria aquilo, uma ousadia que me excitava mais do que qualquer coisa.
— Ajoelha — ele falou com voz firme, grave e sem variação, um comando direto que me pegou de surpresa, mas que eu obedeci na hora, o coração quase saindo pela boca enquanto eu ia agachando devagar na frente dele, os joelhos tocando o piso frio do escritório, olhando pra cima pra ver a expressão neutra dele, sentindo uma vulnerabilidade deliciosa, meu pau agora completamente duro e pressionando a calça, o cuzinho contraído de tesão.
— Isso — ele disse curto, voz pausada, sem elogio extra, só confirmando o quão é tarado, e eu sorri por dentro, a malícia crescendo, sabendo que eu tinha iniciado a provocação mas agora ele estava no comando, e aquilo me deixava ainda mais excitado, pronto pra ver até onde ia.
Tirei a expressão sorridente do meu rosto por alguns instantes, sentindo um misto de choque e tesão puro ao ver Aloysio abrir o zíper da bermuda jeans com um movimento rápido e prático, sem hesitação, tirando o pau pra fora. Meu coração batia forte no peito, ecoando nos ouvidos, enquanto eu reparava que ele nem estava de cueca por baixo, a rola preta pulou pra fora, dura e reta, uns 19cm de comprimento, grossa na base, com veias levemente marcadas e alguns pelos pretos densos na virilha, não depilada mas aparada. O cheiro masculino, forte e natural, subiu até meu nariz, me deixando ainda mais agitado, o pau dele balançando levemente a centímetros do meu rosto. Rapidamente, voltei a sorrir, a malícia voltando com força, porque eu queria aquilo mais do que admitia, o contraste da pele escura dele com a minha branquela rosada me excitando absurdamente.
— Uuuh... Safado... — sussurrei, sorrindo pra ele, os olhos azuis fixos nos dele por cima dos óculos de grau redondo, sentindo uma onda de deboche e desejo, como se eu estivesse no controle mesmo ajoelhado.
Levei minha mão esquerda até seu pau, envolvendo a base com os dedos, sentindo o calor pulsante e a rigidez, e comecei a tocar uma punhetinha pra ele lentamente, subindo e descendo o punho com movimentos suaves, o pré-gozo já lubrificando a pele escura, fazendo um som leve de "shlick-shlick" a cada ida e vinda. Meu próprio pau babava mais na cueca, molhando a calça moletom branca, e eu sentia o cuzinho piscando sem trégua.
— Vagabundo — ele murmurou, voz grave e carregada de desprezo fingido, os olhos semicerrados, olhando cada reação minha, a malícia dele evidente na forma como ele me testava, sabendo que eu ia obedecer apesar do sarcasmo.
— Uis.. tá bravo comigo é? — perguntei sorrindo, batendo uma punheta mais ritmada agora, o "shlick-shlick" ficando mais audível no silêncio do escritório, sentindo o tesão dele crescer na minha mão, o pau latejando forte, enquanto eu mantinha o deboche para mascarar o quanto eu estava louco por aquilo, o coração acelerado e o suor começando a brotar na minha testa.
Comecei a bater o pau contra a minha bochecha rosada, um "tap-tap-tap" leve e úmido ecoando cada vez que a cabeça grossa tocava minha pele, olhando pra cima, o encarando com olhar debochado por cima dos óculos de grau redondo, os lábios entreabertos em um sorriso sarcástico, sentindo a malícia mútua no ar, eu provocando com o gesto, ele controlando com o silêncio, o pré-gozo deixando uma marca molhada na minha bochecha.
— Mama, anda — Aloysio murmurou com aquela voz firme, sem elevar o tom, botando uma de suas mãos sobre minha nuca, os dedos apertando levemente o cabelo loiro, guiando minha cabeça pra frente, a frieza dele me excitando mais, porque era exatamente essa autoridade rígida que eu desejava, mesmo odiando suas ideias conservadoras.
— Pera, calma... — disse rindo, afinando a minha voz de propósito para soar mais provocador, sentindo um frio na barriga de inexperiência misturado com tesão puro, porque eu nunca tinha pagado boquete antes, só recebi, via em vídeos também, mas eu queria tentar, o corpo todo tremendo levemente de expectativa.
Então nem sabia ao certo como fazia isso direito, mas comecei a beijar a cabeça do pau dele, pressionando os lábios macios na glande inchada, passando a língua ao mesmo tempo em círculos lentos, lambendo o pré-gozo salgado que escorria, um "lick-lick" suave e molhado, enquanto o encarava sorrindo, os olhos azuis travados nos dele, sentindo o gosto forte e masculino na boca, o que me deixava ainda mais duro, o cuzinho contraído de desejo.
— Hmm... Que gostinho bom... Hm — soltei enquanto lambia a cabeça daquele pau preto e duro, a língua rodando devagar, provando cada gota, o som úmido de "slurp-slurp" começando a se formar, o tesão me fazendo esquecer qualquer dúvida, só querendo mais daquela dominação fria dele.
O pau de Aloysio começou a ficar mais molhadinho, escorrendo pré-gozo em fios grossos, pingando na minha camisa cinza clara e na calça moletom branca, deixando manchas escuras, enquanto eu lambia tudo, o cheiro dele preenchendo o ar do cômodo.
— Moleque viado — ele disse com tom carregado de tesão, voz rouca agora, os dedos na nuca apertando mais firme, a malícia dele transparecendo na agressividade verbal, como se ele estivesse punindo minha provocação inicial.
— Mama logo, vagabundo — ele insistiu, empurrando levemente minha cabeça pra frente, o comando direto me fazendo obedecer sem pensar duas vezes, o coração martelando no peito.
Decidi obedecer, seguir em frente. Engoli metade do pau dele de uma vez, sentindo a grossura esticar meus lábios e encher a boca, o gosto salgado se espalhando na língua, e comecei a fazer o que as meninas faziam nos rolês que eu tinha tido, só que do meu jeitinho, mamando devagar a rola até a metade, subindo e descendo a cabeça com movimentos ritmados, um "slurp-slurp-gluck" úmido e barulhento ecoando pelo escritório pequeno, ouvindo Aloysio começar a grunhir de tesão, um "grrr-grrr" baixo e controlado saindo da garganta dele. Olhei pra cima, e dei uma risadinha pelo nariz, o deboche ainda ali apesar da boca cheia, sentindo o suor escorrer pelo meu rostinho rosado, gotas pingando da testa.
— Mmmm... Mmmm... Mmmm... Hmmm... — soltava alguns gemidos abafados enquanto chupava a rola preta, soltando risadinha pelo nariz entre as sugadas, o barulho molhado de "pop-slurp" quando eu tirava um pouco pra respirar, suando o rosto inteiro agora, o tesão me fazendo ir mais fundo a cada vez, o cuzinho piscando forte em resposta.
— Isso, mama pica, vagabundo — Aloysio murmurou, em tom agressivo, segurando minha cabeça com a mão, guiando o ritmo, os dedos enfiados no meu cabelo loiro, a frieza dele virando puro controle sexual, grunhindo mais alto com cada "gluck-gluck" que eu fazia, a malícia dele evidente no jeito como ele me usava, e eu amando cada segundo daquilo, o pau meu babando na calça.
Começo a mamar todo o pau agora, engolindo o comprimento inteiro até sentir a cabeça bater no fundo da garganta, me babando todo, a saliva misturada com pré-gozo escorrendo pelo canto da boca e pingando no chão do escritório, um "gluck-gluck-slurp" molhado e contínuo preenchendo o ar. Meu nariz roçava nos pelos da virilha dele a cada descida, o cheiro forte de pau, suor masculino, pele quente, me deixando excitado, o tesão misturado com uma leve falta de ar que fazia meu pau latejar na calça moletom branco, babando cueca adentro.
— Uhmmmm..... Uhmmmmm... Guuhb.. gluuf — eu engasgava, soltando gemidos abafados, respirando ofegante pelo nariz, os olhos azuis lacrimejando um pouco enquanto tentava manter o ritmo, o deboche interno virando puro desejo, porque eu amava a sensação de ser usado assim, mesmo com a inexperiência me fazendo tossir levemente entre as sugadas.
— Toma aí, sua academia — ele disse, em tom agressivo, me insultando com aquela voz firme, me punindo, a malícia dele evidente no jeito como ele curtia o controle, grunhindo baixo de prazer.
Ele me forçou a mamar mais rápido com uma mão sobre minha nuca, empurrando minha cabeça pra frente e pra trás, ditando o ritmo sem piedade, o pau escorregando mais fundo a cada investida, pulsando na minha boca.
— Glub, glub, glub — eu soltava enquanto pagava boquete pra aquele pau preto, sentindo o cheiro de pau no ar se intensificar, misturado com o suor do meu rosto, o "slurp-glub-slurp" ecoando.
— Isso, mama piroca, fdp — ele disse num tom super agressivo, voz rouca e carregada, os grunhidos dele ficando mais frequentes, como se ele estivesse se vingando das minhas provocações ideológicas passadas via WhatsApp ou nos churrascos, aquela visão conservadora dele agora se traduzindo em dominação, e eu adorando cada insulto, porque aumentava o contraste com meu lado progressista.
Mamava forte e rápido, sentindo as lágrimas escorrendo pelo meu rosto rosado, a face toda corada e suadinha, gotas de suor pingando da testa e misturando com a baba na boca, os óculos de grau redondo embaçando levemente, mas eu não parava, o tesão me impulsionando apesar do desconforto na garganta.
Até que meu celular tocou no bolso da calça moletom, o toque vibrando contra minha coxa grossa. Imediatamente interrompi o boquete, tirando o pau da boca com um "pop" úmido, saliva escorrendo pelo queixo, e puxei o celular do bolso, vendo o nome da minha mãe na tela. Nem argumentei com Aloysio, já coloquei o celular no ouvido, mas continuei batendo uma punheta pra ele com a mão livre, subindo e descendo o punho devagar no pau molhado, o "shlick-shlick" leve continuando no fundo.
— Mãe? — perguntei um pouco ofegante, tentando controlar a respiração acelerada, o coração ainda martelando do tesão interrompido.
"Onde você tá? Preciso sair pra resolver uma coisa agora. Você tem que ficar com a Isabella" — ela disse do outro lado, voz prática e urgente.
Puts, logo agora ela tinha que sair. Eu teria que ficar em casa cuidando da minha irmã mais nova, que não podia ficar sozinha em casa. Meu pau ainda duro, babando, mas a realidade era mais dura ainda.
— Tô na casa do Aloysio, ele tá me ajudando com um projeto da escola — digo, um pouco ofegante, tentando não transparecer na ligação, mas sentindo o suor escorrer mais pelo rosto, o ar do escritório agora carregado de cheiro de sexo.
Enquanto isso, Aloysio forçou meu rosto contra seu pau de novo, empurrando a nuca com a mão, sinalizando que queria que eu continuasse o boquete, o pau latejando na minha cara, pré-gozo pingando no meu óculos. Senti uma onda de malícia dele, como se ele curtisse o risco, me testando pra ver se eu obedecia mesmo com a mãe no telefone.
— Pera lá... — me afastei do pau, sussurrando pro Aloysio com tom de voz meio afeminada, rindo baixo pra disfarçar o tesão, mas mantendo a mão na punheta ritmada, o "shlick-shlick" abafado.
"Oi? Eduardo?" — minha mãe interrogou na ligação, percebendo a pausa estranha.
— Eu já tô indo — digo um pouco estressado, bufando levemente, o tesão frustrado misturando com irritação, — só vou terminar de arrumar as coisas e já volto — completei, tentando soar normal, mas a voz saindo um pouco rouca.
"Tá bom, amanhã você pode continuar com os estudos. Pergunta pro Aloysio se ele tá disponível outro dia" — ela falou calmamente agora, sem desconfiar de nada, só focada na logística da casa.
— Tá, vou perguntar — digo, tocando uma punheta mais rápida pro Aloysio, botando a cabeça do pau dele na minha boca de vez em quando pra lamber rápido, um "slurp" sutil entre as frases, sentindo o gosto salgado na língua enquanto falava, o risco me excitando ainda mais, mas sabendo que tinha que parar.
"Ok, era só isso, volta rápido que preciso sair" — ela falou e desligou, o bip cortando a ligação.
Guardei o celular no bolso da calça moletom branca, ainda com a mão esquerda no pau dele, olhando pra cima com um sorriso sarcástico, o rosto todo molhado de baba e lágrimas, sentindo a frustração do momento interrompido, mas já pensando na próxima vez, porque aquilo só aumentava o tesão acumulado, uma malícia interna crescendo enquanto eu via o desejo no olhar de Aloysio, que ainda estava com uma mão na minha nuca, apertando levemente como se não quisesse me soltar, os olhos fixos nos meus.
— Eu vou ter que ir agora, minha mãe tem que sair e alguém tem que ficar com a minha irmã — digo calmamente, mas profundamente irritado com isso, bufando baixo, o tesão frustrado virando uma raiva misturada com desejo, porque eu queria continuar ali, ajoelhado, sentindo o controle dele.
— Puta que pariu — ele reage, voz grave e aborrecida, soltando a nuca e passando a mão na cabeça, o pau ainda duro balançando na minha frente, um sinal claro da malícia dele, frustrado mas não surpreso, como se ele soubesse que eu ia voltar pedindo mais.
— Pois é — respondo rindo pelo nariz, ainda segurando a pica dele na mão, dando uma punheta lenta e provocadora, o "shlick-shlick" úmido ecoando de novo, sentindo o latejar dele na palma, o pré-gozo lubrificando tudo, meu próprio pau latejando na cueca, babando mais com a ideia de adiar mas não parar.
— Posso vir aqui amanhã, você tá disponível? — pergunto, mantendo o tom leve, mas por dentro ansioso, querendo marcar logo pra não perder esse embalo.
— Não, vou trabalhar fora uns dia, só volto sábado agora — ele fala com certo aborrecimento por conta dos compromissos dele, voz pausada e firme, como sempre, mas com uma ponta de irritação que me excitava, porque mostrava que ele queria mais tanto quanto eu.
— Puts... — solto, fingindo decepção, mas já calculando a sacanagem que poderia rolar no fim de semana. — Mas sábado eu posso vir, quem sabe, né? — solto uma risada boba, ainda segurando a pica dele, apertando levemente a base pra provocar, sentindo o calor pulsar na mão.
— Certo, falo contigo depois — ele responde curto, acenando com a cabeça, mas sem soltar o olhar do meu, a malícia evidente no jeito como ele me media, sabendo que eu ia obedecer antes de ir.
Concordo balançando a cabeça, enquanto levanto devagar, soltando o pau dele e esticando as pernas, sentindo o joelho doer um pouco do piso frio, mas o tesão ainda forte no corpo todo, o cuzinho piscando involuntariamente.
— Ei, vai a onde? — ele pergunta com tom aborrecido, voz grave ecoando no escritório, me pegando pelo braço esquerdo com firmeza, não deixando eu me afastar totalmente.
— Pra casa, né — respondo, virando o rosto pra ele com um sorriso sarcástico, sentindo o puxão como um comando disfarçado, o coração acelerando de novo.
— Mas vou gozar na sua boca antes de ir, anda, ajoelha, me faz gozar na sua boca, viadinho — ele diz com tom safado e agressivo, empurrando meu ombro pra baixo, a frieza dele virando pura dominação, os olhos semicerrados de tesão acumulado, como se ele não aceitasse interrupção sem terminar o que eu comecei.
Eu dou uma risada baixa, me ajoelhando novamente sem resistir, o piso frio nos joelhos de novo, sentindo uma onda de excitação com a insistência dele, porque era exatamente isso que eu queria, ser forçado a terminar, mesmo com pressa. Seguro o pau dele de novo com a mão esquerda e começo a bater punheta pra ele, subindo e descendo rápido, o "shlick-shlick" molhado voltando, abrindo a boca e botando a língua pra fora, passando a cabeça do pau dele contra ela, sentindo o gosto salgado do pré-gozo na ponta da língua, um "lick-lick" suave e provocador.
— Vagabunda, bicha — ele murmurou grunhindo, voz rouca, os dedos voltando pra nuca, apertando o cabelo loiro, o tesão dele evidente nos grunhidos baixos, "grrr-grrr".
Fico passando a cabeça do pau dele contra minha língua por uns segundos, lambendo em círculos, até que engulo a cabecinha e faço bico com meus lábios, apertando forte em volta da glande, fazendo uma caretinha boba pra Aloysio, rindo pelo nariz e apertando seu pau com os lábios, sentindo o latejar dentro da boca, o deboche meu misturado com submissão, os óculos embaçando de novo com o suor.
— Cara de puta, seu vagabundo — Aloysio fala agressivo, acertando um tapa de leve no meu rosto rosado, o "tap" ecoando leve, mas enviando um choque de tesão pelo corpo, me fazendo piscar os olhos azuis e rir mais, porque o insulto me excitava, confirmando a malícia dele em me humilhar.
Começo a mamar o pau dele assim, fazendo biquinho, sem engasgar dessa vez, apertando forte com os lábios e sugando ritmado, um "slurp-slurp-pop" úmido, o cheiro de pau forte no nariz, saliva escorrendo pelo queixo de novo, sentindo as veias pulsarem na boca.
— Vou gozar, fdp, viadinho vagabundo — ele murmurou grunhindo mais alto, "grrr-uhh", a mão na nuca empurrando pra frente, o corpo dele tensionando.
Até que sinto o jato de porra grossa e quente explodindo dentro da minha boca, enchendo tudo de uma vez, o gosto salgado e amargo se espalhando na língua, jatos fortes um atrás do outro, "spurt-spurt-spurt", me fazendo engolir rápido pra não transbordar.
— Uhmmm... Hmmm... — solto gemidinhos abafados, olhos semicerrados, sentindo o calor descer pela garganta, o tesão me fazendo tremer os joelhos.
Retiro o pau da minha boca com um "pop" molhado, lambo a cabeça devagar, limpando as últimas gotas, com o pré-gozo e porra grudando no canto da boca, formando aquelas linhas viscosas que colavam da boca até o pau preto de Aloysio, esticando quando eu me afastava um pouco, um "drip-drip" caindo na camisa cinza clara.
Engulo toda a porra que Aloysio gozou na minha boca, sentindo o gosto forte ficar na língua, enquanto dou uma risadinha de deboche, olhando pra cima pra ele, o rosto corado e suado.
— Gostou, Alo? — pergunto batendo a pica amolecendo contra minha bochecha rosada, um "tap-tap" leve, sentindo a malícia voltar, provocadora, mesmo com a boca ainda sensível.
— Demais, vagabundo. Vai ter que fazer de novo, agora já sei que é um viadinho mesmo, não é só a cara — ele fala, voz pausada mas com tom satisfeito, guardando o pau na bermuda e fechando o zíper, os olhos fixos nos meus, a astúcia dele evidente, como se ele tivesse planejado me expor assim em algum momento.
Levanto devagar, fico em pé na frente dele, limpando o canto da boca com o dorso da mão, rindo do que ele diz, sentindo o pau meu ainda duro na calça, latejando de tesão não resolvido.
— Tenho cara, é? — questiono com tom irônico, ajustando os óculos no rosto, o deboche mascarando o quanto eu queria mais.
— Tem, ainda me pergunta isso? — ele diz, voz firme, sem humor agora. — Ainda vou comer esse seu cuzinho, pra te botar na linha.
Viro pra mesa, pego a minha mochila com o notebook dentro dela enquanto ouço ele me insultando sem filtro, as palavras ecoando na cabeça, meu pau pulsando forte assim que ouvi ele falar que vai comer meu cuzinho, uma onda de excitação subindo pelo corpo, o virgem apertado piscando de novo, ansioso pela ameaça.
— Uis... Acho que não vai hein — falo segurando a mochila no ombro, virando pra porta do escritório, girando a maçaneta pra sair, mas por dentro já imaginando o sábado, a malícia crescendo.
Aloysio vem atrás de mim rápido, e acerta um tapa forte na minha bunda sobre a calça moletom branca, o "smack" ecoando alto, a mão dele apertando por um segundo.
— AAr — solto um gemido manhoso, seguido de uma risadinha, virando o rosto pra ele, sentindo o ardor gostoso na pele, o tesão voltando com força.
— Puta — ele diz, ainda nitidamente carregado de tesão, voz grave, os olhos no meu corpo enquanto eu saio.
Eu saio do cômodo, vou andando pelo corredor curto, os passos ecoando no piso de cerâmica, até chegar nas escadas, vou descendo degrau por degrau, com Aloysio atrás de mim, sentindo o olhar dele na minha bunda, o ar da casa ainda carregado de cheiro de sexo, meu coração batendo rápido, já planejando o WhatsApp pro sábado.
Assim que chegamos ao andar inferior, na sala de estar, olhei de canto para Aloysio, que ainda me observava com aquele olhar implacável, carregado de desejo não satisfeito, claramente ansiando por explorar meu corpo de forma mais profunda, especialmente meu bundão branco. Senti um arrepio percorrer minha espinha, uma mistura de excitação residual e uma leve ansiedade, pois o tesão acumulado no meu pau ainda latejava contra a cueca, roçando desconfortavelmente na calça moletom branca, enquanto eu tentava retomar o controle da situação, fingindo normalidade após o que havia acontecido no escritório.
— Te chamo no zap caso eu tenha alguma problema com o projeto. Blz? — falei, retomando minha razão, ajustando a mochila no ombro e forçando um tom casual, embora por dentro eu estivesse agitado, a malícia interna me impulsionando a manter o contato, sabendo que qualquer desculpa serviria pra voltar e escalar o que tínhamos começado.
— Certo, mas não esquece de me chamar sábado. Tomara que não apareça algum contratempo — ele afirmou, caminhando comigo até a porta da frente, sua voz firme e pausada como sempre, mas com uma ponta de aborrecimento disfarçado, revelando sua frustração pelo adiamento, os olhos fixos nos meus.
— Nossa... Mas azar o seu se aparecer — disse, zoando ele com um sorriso sarcástico, sentindo uma onda de deboche misturada ao meu tesão, porque provocar Aloysio era parte do jogo que me excitava.
Empurrei a porta e saí da residência, indo até o portão pra sair, o ar fresco da noite do exterior batendo no meu rosto suado, ajudando a clarear um pouco a mente, mas não dissipando o latejar no meu pau, que roçava na cueca a cada passo.
Aloysio veio comigo pra destrancar o portão, os passos dele ecoando atrás. O homem se aproximou, puxando a chave de um dos bolsos da bermuda, e levou a chave até a fechadura do portão, girando com um clique, abrindo o caminho pra rua.
— Tchau, Alo — soltei com um sorriso debochado enquanto atravessava o portão, olhando pra trás por cima do ombro, os olhos azuis brilhando por trás dos óculos de grau redondo, sentindo uma satisfação maliciosa em deixá-lo querendo mais, mesmo com o corpo ainda quente do contato anterior.
Assim que terminei de falar, senti mais um tapa forte na minha bunda, a mão dele acertando com precisão sobre a calça moletom branca, o impacto ecoando um "smack" audível, enviando uma dor prazerosa pela minha bunda malhada e definida dos treinos, fazendo meu cuzinho piscar involuntariamente de novo.
— Auu... — soltei um gemido manhoso, seguido de uma risadinha baixa, virando o rosto pra ele, o ardor na pele misturando com a sensação do meu pau dando um pulso forte na cueca.
— Manda umas foto do cuzinho depois, viado — ele falou, voz baixa, mas grave e agressiva, com um tom de comando, os olhos fixos na minha bunda, revelando sua tara persistente.
— Aham... — concordei com a ideia, acenando com a cabeça enquanto começava a andar pela calçada de volta pra casa, o pau roçando na cueca a cada passo, babando mais pré-gozo, o corpo todo formigando de expectativa, já imaginando as fotos que eu poderia mandar para provocá-lo…
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