#Gay

Dei meu cu virgem para um estranho na rua

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Eu tinha 19 anos quando tudo mudou de vez. Era o começo da minha vida adulta em Recife, ainda morando com a família em Boa Viagem, mas já sentindo aquele fogo louco queimando por dentro. Sempre achei que só curtia mulher, mas o tesão por macho começou a aparecer forte, daqueles que não dá pra ignorar. E foi numa madrugada fria, indo pro cursinho às 6 da manhã pela Avenida Conselheiro Aguiar quase deserta, que eu cruzei com o destino que me transformou em putinha de um coroa.

Naquele dia, o sol mal tinha nascido e o ar ainda estava fresco. Eu caminhava rápido, mochila nas costas, quando vi ele encostado na parede de um sobrado antigo, daqueles velhos casarões perto da praia. Uns 65 anos, pele curtida de sol, cabelo branco curto, camisa social aberta no peito peludo. Mas o que chamou mesmo foi o volume absurdo na calça social velha, marcando uma rola que parecia querer rasgar o tecido. Meu coração disparou. Eu desviei o olhar, mas voltei rapidinho, sentindo o pau endurecer na cueca. Ele percebeu na hora. Assobiou baixo, daqueles assobios de macho experiente, e enfiou a mão dentro da calça devagar, ajustando o bicho sem vergonha nenhuma.

Meu corpo inteiro arrepiou. Eu acelerei o passo, mistura de medo e um tesão que fazia as pernas tremerem. "Vai embora, vai embora", eu pensava, mas o cu piscava sozinho, como se já soubesse o que queria. Quando eu ia atravessar a rua pro outro lado, um carro passou buzinando e eu parei. Foi aí que senti a mão pesada no meu braço. Forte, quente. Virei e era ele, perto demais, cheiro de cigarro e loção barata.

— Calma, rapazinho... não vou te fazer mal nenhum — disse com voz rouca, quase paternal. — Só um atrasozinho no cursinho. Vem comigo, tenho uma surpresa em casa que você vai gostar.

Eu congelei. Medo puro. Mas o volume na calça dele roçando na minha coxa enquanto falava... Meu Deus do céu, eu fui. Caminhamos uns quarteirões até uma casinha simples na Rua da Aurora, perto do rio Capibaribe. Ele abriu a porta e me puxou pra dentro. "Sou viúvo há dez anos, fico muito sozinho", murmurou, fechando a porta com chave.

No quarto pequeno, cama de casal antiga, lençol amassado, ele me empurrou com carinho pra deitar. Tirou a camisa, o peito largo, barriga saliente, mas ainda forte. Desabotoou a calça devagar e puxou aquela tora. Grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Latejava forte. Meu medo evaporou. Virei um animal no cio.

— Ajoelha, putinha — ordenou baixo.

Obedeci na hora. Abocanhei o quanto dava. A boca esticava, saliva escorrendo. Ele gemia rouco: "Isso, engole mais... que boquinha gulosa... vai ser minha putinha hoje." Chupei com vontade, lambendo as bolas pesadas, sentindo o cheiro forte de macho. Ele segurava minha cabeça, fodia minha boca devagar, depois mais forte. "Tá gostando, né? Seu cuzinho virgem vai provar isso tudo."

Me colocou de quatro na cama. Cuspiu no meu cu, lambeu devagar, enfiou a língua fundo. Eu gemia alto, rebolando sem querer. "Relaxa, filhote... vai doer um pouco, mas depois é só prazer." Enfiou um dedo, depois dois, abrindo. Eu mordia o travesseiro. Quando colocou a cabeça da rola, gritei. Dor lancinante misturada com tesão absurdo. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro. "Isso, aguenta... tá abrindo bonito pro coroa." Estocava forte, batendo a barriga na minha bunda grande. Eu sentia cada veia pulsando dentro de mim. Doía pra caralho, mas eu queria mais. Soltei um peido sem querer de tanto esforço, ele riu: "Olha só a putinha suja... relaxa que eu gosto."

Fodia sem dó, chamando de vagabunda, de cadelinha. "Todo dia vou te comer assim, hein? Vai vir aqui toda semana me dar esse cuzinho apertado." Eu gozei sem nem tocar no pau, jorrando na cama, tremendo inteiro. Ele acelerou, gemendo alto: "Toma, toma tudo..." Tirou de repente, me virou de frente, agarrou meu cabelo e gozou na minha cara. Jatos quentes, grossos, escorrendo no rosto, na boca. "Bebe tudo, não desperdiça, sua putinha."

Depois me levou pro banheiro. Ligou o chuveiro quente. Entramos juntos, nos beijando com língua, água escorrendo. Ele ensinou como limpar o cu direito pra próxima vez: "Tem que estar prontinho pra mim, entendeu? Senão punição." Me abraçou forte, ensaboando meu corpo, apertando minha bunda. "Você é minha agora. Quando passar por aqui de novo, entra direto."

Saí dali com o cu ardendo, pernas bambas, mas feliz pra caralho. Voltei outras vezes, claro. Ele me ensinava truques novos, me fodia em pé contra a parede, me fazia gozar várias vezes. Cada aventura era mais intensa, mais suja, mais viciante.

Se você quiser saber o que rolou nas próximas vezes, os lugares diferentes que a gente usou aqui em Pernambuco, os truques que aprendi... só acompanhar. Pra achar mais das minhas aventuras, procura na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026

Conta aí nos comentários: você já se entregou assim pra um macho mais velho? Quero saber tudo. Me diz o que achou dessa primeira vez... quem sabe eu conto a continuação só pra você. 😈

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Comentários (2)

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  • Beto: Tem coisas que acontecem na vida que nus deixa aquele gosto de quero mais um cara pediu para .mamar em mim que me daria um trocado aceitei e ele me levou a um banheiro público e começou a mamar quando eu percebi ele estava se masturbando eu olhei e ele disse gostou foi eu fiquei calado ele levantou e pediu para eu virar a bundinha eu virei e ele chupou meu cu aí pronto me entreguei a ele aí ele meteu no meu cuzinho e gosou dentro foi aí que eu me aviciei a dar a bundinha

    Responder↴ • uid:muiqg94x8
  • Bvvbbb: Gostoso conto

    Responder↴ • uid:1da3wgs9nkw4