O garoto católico levou pau na portaria - Parte II
Depois daquela gozada, ele voltou querendo mais
Venho contar mais uma experiência com meu loirinho católico. Leiam a parte 1 para contexto.
Depois daquela quinta-feira da gozada na cara dele, sempre que podia ele passava ou olhava para dentro da portaria. Seja chegando de perua da escola e passando pela entrada de pedestre, seja brincando com a molecada no condomínio, chegando ou saindo de carro com os pais dele.
Eu sempre aceno com a cabeça pra ele, sutilmente, e solto um sorriso de canto. Ele automaticamente segura um sorriso e vira o rosto.
Como mencionado, ele é loiro, tem 14 anos e vou passar mais características dele para vocês. O cabelo dele é liso, escorrido. As vezes deixa crescer um pouco e chega quase no ombro. Tem a pele bem clara, fica vermelho com o sol rapidamente. Lábios ganhando carne, é um garoto baixo para a idade dele e para o padrão da molecada de hoje, ele tem por volta de 1,60m. Imagino que ele vai crescer mais um tanto até atingir a idade.
É o relato de hoje é do dia 1 de janeiro, eu estava cobrindo a folga da galera na portaria e os pais do garoto promoveram um almoço em família no salão de festas do condomínio.
Muita molecada, gritaria e risos altos, algumas palavras inadequadas para a idade. Eles estavam sentados em um banco se zoando, mas meu garoto estava quieto olhando pra cá.
Eu precisava falar com ele sem levantar nenhuma suspeita. Utilizei um envelope para anotar meu número, saí pela porta e levantei pra ele, como se fosse uma correspondência que tinha chegado pra ele. Ele levantou e veio até mim, eu entrei e logo ele chegou e entrou pela porta.
“Oi”, disse ele, tirando o cabelo do rosto.
Eu fui direto ao ponto. “Está aqui meu número, me chama para conversarmos, mas sempre apague as conversas ok?”
“Beleza”.
“Como foi aquele dia a sua volta para casa?”, perguntei, me referindo ao dia relatado na Parte 1…
Ele disse que foi correndo pra casa, alguns meninos e meninas viram o rosto dele sujo de porra e perguntaram o que era, ele não disse nada e seguiu correndo. Disse que entrou correndo em casa e foi tomar banho.
Perguntei se ele tinha gostado, ele apenas acenou com a cabeça positivamente, colocou o cabelo atrás da orelha e olhou para o meu pau rapidamente, voltando os olhos para o meu rosto.
Disse que se ele quisesse mais, que poderíamos fazer.
Quando a molecada veio chama-lo para almoçar. Eram 5 moleques e 3 meninas, aparentemente na mesma faixa de idade.
Se quiser, come rápido e corre pra cá… e ele foi.
O relógio marcava 12h53.
Eu fui olhar algumas coisas nos papéis da portaria, ver as câmeras.. trabalhar pra variar.
Dali a pouco, ouço um toque na porta, bem sutil, e uma respiração ofegante.
Perguntei quem era, e escutei: “é o Diego, do 23”.
Olhei no relógio, eram 13h15. Mandei ele entrar e trancar a porta.
“Veio buscar mais?”
Me aproximei dele, ele olhou pra baixo. Coloquei o cabelo dele atrás da orelha, passei meu polegar nos lábios dele e forcei a entrada, ele chupou a ponta do meu dedo.
Nessa hora meu pau começou a subir, começou a ficar duro e marcar minha calça. Mandei ele tirar a minha calça e minha cueca. Meu pau saltou pra fora com minhas bolas grandes (na verdade a bola direita é grande rs). Ele então pegou meu pau, meio sem jeito com a ponta dos dedos.
Ver aquilo me deixou com muito tesão. Falei pra ele começar a chupar, e pegar na rola com gosto igual aquele dia. E ele começou a por a boca na cabeça do meu pau.
Precisa de treino, vou deixar ele craque rsrs.
Segundos depois coloquei Ele de joelhos dobrados na minha frente, chupando a minha rola, e eu comecei a observar mais o corpo dele.
Aquela posição destacava a bunda dele, pernas ganhando gordura, a cabeça no vai e vem com o cabelo balançando.
Tirei a rola da boca dele, um fio de saliva com semen ficou ligando a boca dele e meu pau, ele rompeu o fio com as mãos e olhou pra mim, de baixo pra cima, totalmente entregue, submisso.
Ele estava usando uma bermuda um pouco justa no corpo, chinelo estilo sandália e uma regata. Estávamos em um evento da família dele, eu não poderia deixar o garoto sujo, pensei…
Meu pau babando, pingando na frente dele. Eu disse:
“Você parece ser uma delicinha. Eu quero ver essa bundinha. Vira de costas e me mostra”
Ele virou de costas, abaixou bermuda e cueca ao mesmo tempo. Como era justo, estava calor e tal, ele começou a ter dificuldade para abaixar além da metade da bunda. O corpinho todo branquinho, as costas com o formato natural, um pouco de gordura se acumulando nas laterais, e uma banda carnuda, coxas ficando gordinhas, estava parecendo uma menina. Uma delícia aquela visão.
Eu peguei no cabelo dele e segurei com força, me curvei um pouco e cheguei bem perto dele com rapidez e falei sussurrando encostando a barba no pescoço dele:
“Você é o meu putinho e eu vou fazer o que eu quiser com você. Entendeu?”
Ele balançou os ombros com arrepio, vi seus pelinhos finos subindo no corpo inteiro.
Ele é baixinho, eu sou uns 20cm mais alto, não consigo ficar muito tempo curvado para a altura dele, então virei ele pra mim novamente, mandei ele pegar meu pau e bater pra mim, enquanto eu apalpava aquele rabo e terminava de tirar a roupa dele.
Eu apertava aquela bunda clara e gordinha, ficavam marcas facilmente. E eu gosto de deixar marcas rsrs
Comecei a apertar aquela bunda levantando ele, e ele ainda ordenhando a minha rola. Notei respiração ofegante nele, notei ele excitado.
“Você gosta né? Você gosta que aperte esse se rabinho”
Ele novamente se mexeu inteiro arrepiado. Coloquei ele joelhos em cima da minha cadeira, com o peito sobre o encosto. Inclinado pra frente e apertei aquela bunda novamente. Comecei a apertar e abrir aos poucos, revelando um cuzinho rosinha e ainda lisinho.
Eu estava sem acessórios rsrs então molhei meus dedos com bastante saliva e comecei a passar no cuzinho rosa dele, com o polegar tapando o buraquinho e algumas vezes forçando para dentro.
A cada toque do meu polegar no cuzinho dele, ele piscava trancando. Até que consegui colocar a ponta do meu polegar dentro daquele cuzinho, ele fechou na ponta do meu dedo e eu puxei o cabelo dele e cheguei pertinho e disse:
“Vontade de estourar esse cuzinho, deixar cheio de leite pra você”.
Ele se arrepiou de novo.
Olhei no relógio, 13h33. Mais de 15 minutos se passaram, alguém iria aparecer logo. Então eu precisava me apressar.
Então coloquei a cadeira na frente do espelho, mandei ele empinar bem a bundinha pra mim é com uma mão puxei a boca dele pra trás. A visão tinha na minha frente o rabinho empinado, com a curva das costas, e logo na frente o reflexo do rosto dele no espelho com a boca aberta sendo puxada pelos meus dedos.
Então comecei a bater uma com muita vontade. Gozei 5 jatos fortes e quentes de porra, melando a bundinha dele (a porra escorrendo pelo cuzinho) e as costas, foi até metade das costas dele.
“Caralho, que putinho gostoso. Logo vou meter em você”
Espalhei porra pela porta do cuzinho dele com meu pau.
“Esse do seu cuzinho vc deixa aí pra lembrar mais tarde. Suas costas eu vou limpar com o dedo e coloco na sua boca”.
E fiz. Ele bebeu toda a porra. É meu novo bezerrinho.
Ao olhar pela janela, dava pra ver a garotada olhando pra cá intrigada, procurando o Diego.
Mandei ele se vestir e sair.
“Me chame depois, vc tem meu numero”, falei.
Ele se vestiu e saiu naturalmente e fechou a porta.
Vi ele andando meio sem jeito com a porta do cuzinho melada de porra, mas logo parou. Deve ter acostumado rsrs
Na hora que ele saiu, um dos meninos veio até ele todo alegre e com trejeitos, querendo saber onde ele estava.
Parece ser mais um que gosta da coisa carnuda rsrs será que terei surpresas?
Em breve saberemos.
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