Flagrei meu irmão fodendo minha sobrinha novinha
O Segredo do Irmã Tudo começou numa tarde abafada de verão em Anápolis, interior de Goiás, o tipo de calor que gruda a camisa nas costas ...
Tudo começou numa tarde abafada de verão em Anápolis, interior de Goiás, o tipo de calor que gruda a camisa nas costas e faz o suor escorrer como segredos mal guardados. Eu, Miguel, 45 anos, servidor público na prefeitura, dirigia meu Gol velho pro sítio do meu irmão mais velho, o Chico, pra ajudar com uma cerca quebrada. Ele tinha 48, corpo forte de quem fritava pastel na lanchonete o dia todo, barba por fazer e uma filha única, a Sabrina, de 14 anos, loirinha magrinha com sardas no nariz arrebitado, olhos verdes espertos e um corpinho que já desenhava curvas femininas, peitinhos pontudos esticando as blusinhas, bundinha redonda balançando nos shorts jeans curtos, pernas finas mas torneadas de tanto correr no mato.Cheguei sem avisar, sol batendo forte no quintal de terra vermelha, cheiro de mandioca frita e poeira no ar. O carro do Chico não tava na frente da casa de tijolos aparentes, mas ouvi gemidos abafados vindo do barracão nos fundos — slap-slap ritmado, como carne batendo em carne úmida. Curioso, me aproximei de fininho pela lateral, porta entreaberta deixando ver tudo: Sabrina de quatro num monte de palha de milho, shorts arriados nos joelhos, calcinha rosa de lado expondo a bundinha branca empinada, bucetinha rosada piscando melada. E atrás dela, o Chico, calça na cintura caída, pau grosso e veiudo bombeando fundo, mãos calejadas apertando os quadris dela. "Toma, filhinha...sei que tu gosta".
No barracão, enquanto eu espiava escondido, senti um tesão indescritível, meu irmão era um depravado, era para eu ficar revoltado, chamar a polícia, mas não, assisti tudo até o final com o meu celular gravando tudo. Sabrina parecia desconfortável com o pai bombando por trás. Chico a segurava firme pela cintura fina, quadris fortes estocando sem piedade, pau grosso enterrando fundo na bucetinha rosada dela. "Pai, tá doendo!", gemia ela baixo e contrariada, rostinho sardento franzido, corpo magrinho se contorcendo na palha. Ele ria rouco, mãos calejadas apertando mais: "Calma, filhinha, tu vai se acostumar com o pau de um macho de verdade." Ela mordia o lábio, gemendo baixo, olhos verdes úmidos, sempre me parecera uma menina tímida, quietinha nas visitas à lanchonete, ajudando com pratos, longe de ser a vadia que agora se entregava pro próprio pai.Dias depois, cruzei com ela na estrada poeirenta de Anápolis, indo pra escola a pé, mochila nas costas, uniforme colado no corpo suado: saia cinza curta revelando coxas finas, blusa branca semiaberta no colarinho, meias até os joelhos. Parei o Gol ao lado, baixei o vidro: "Entra, Sabrina. Preciso falar contigo, é rapido." Ela hesitou, mas obedeceu, o seu perfume adolescente logo invadiu o carro. Pela ansiedade fui direto. "Eu vi tudo no barracão. Teu pai te comendo como uma cadela. Se não me der essa bucetinha, conto pros teus colegas da escola, todo mundo vai saber que tu é a puta do pai." Ela congelou, olhos verdes arregalados, boquinha tremendo em silêncio, mãos finas apertando a mochila. "Pensa bem até amanhã", disse eu, largando-a na entrada do colégio.Ainda no mesmo dia, mensagem no WhatsApp: "Tio Miguel, eu topo. Mas não sei como." Respondi rápido: "Amanhã te pego na saída do colégio. Levo pro meu apartamento. Vem de uniforme." Meu pau endureceu só de imaginar, aquela menina que peguei no colo e levava para tomar sorvete, virando minha putinha por devido a chantagem.No dia seguinte, esperei na entrada do colégio público, sol goiano queimando o capô. Ela saiu pelo portão, uniforme impecável mas corpo já suado: saia cinza plissada subindo nas coxas claras, blusa branca justa marcando peitinhos pontudos sem sutiã, meias brancas até os joelhos, sapatilhas pretas, cabelos loiros presos em rabo de cavalo, sardas destacadas no rosto corado. Entrou no carro calada, pernas cruzadas tensas, mochila no colo. "Boa menina. Hoje tu vira mulher do tio."Meu apartamento era simples, no segundo andar de um prédio sem graça: sala com sofá gasto, quarto com cama de solteiro e ventilador rangendo. Tranquei a porta, puxei-a pro colo no sofá. "Relaxa, Sabrina. Vou te comer com carinho primeiro." Comecei devagar, beijando o pescoço sardento, mãos subindo pela saia, sentindo as coxas tremendo. Desabotoei a blusa branca devagar, botão por botão, revelando peitinhos pequenos e firmes, mamilos rosados endurecendo no ar condicionado fraco. Beijei cada um, chupando suave, língua rodando enquanto ela gemia baixinho: "Tio... Faz com carinho, tá? ." Tirei a blusa pelos ombros, depois a saia zipada na lateral, deslizando devagar pelas pernas finas, meias saindo com ela. Calcinha rosa infantil por último, puxei pro lado primeiro, dedo médio roçando a bucetinha lisinha já úmida apesar do medo. "Tá molhadinha, pirainha tímida." Tirei tudo, deixando-a nua, corpinho magrinho exposto, sardas no colo, olhos verdes baixos mas buceta piscando.Deitei-a na cama de bruços, beijei as costas, desci pros glúteos redondos, língua no ânus apertado enquanto dedilhava a entrada rosada. Virei de lado, pau duro roçando a coxa, enfiei devagar , era apertadíssima, paredes vaginais quentes contraindo como no meu pênis. "Ai, tio... dói um pouquinho", sussurrou ela, mas abracei forte, bombeando lento, carinho no início, mão no clitóris esfregando. Ela relaxou, gemendo e respirando fundo, rebolando tímida.Então me diz com sua dos pré & adolescente, "eu nunca dei minha pepeka para outro homem". " E quando o teu pai começou a te foder?" Perguntei curioso sem deixar de bombar o pau lentamente dentro dela. " Faz tempo tio". Ela falou com a cara de menina travessa. Meu tesão virou fúria: aquela menina já era experiente!" Virei-a de quatro, bundinha empinada, pau mergulhando fundo com estocadas brutas, slap-slap no quarto ecoando, mãos puxando o rabo de cavalo loiro. "Grita, vadia! "Sou a putinha do tio!" Ela gritava agora, sem timidez: "Fode, tio! Enfia tudo!" De lado na cama, perna levantada, meti olhando os olhos verdes lacrimejando prazer. Em pé contra a parede, ela de costas, pernas finas abertas, eu erguendo uma coxa enquanto bombava de pé, peitinhos quicando, suor escorrendo pelas sardas. "Tu és minha agora!"Não aguentei mais: joguei na cama pro papai-mamãe, pernas dela nos meus ombros, pau afundando até o talo, beijando a boquinha carnuda com tesão, minha língua invadindo sua boca, mordendo lábios, enquanto estocava furioso. "Goza pro tio, Sabrina!" Ela convulsionou, unhas cravando minhas costas, buceta sugando. Gozei dentro, jatos quentes enchendo o útero mirim, pulsando colado nela, beijos molhados prolongando o êxtase. Saí pingando, ela ofegante, sêmen escorrendo: "Tio... Gostei" Duas semanas depois meu irmão me liga: " Precisamos conversar, seu depravado. A Sabrina me contou tudo." Continua
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Comentários (2)
Mary novinha: Que delícia de conto, amo essas histórias proibidas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkRutrib: Melhor coisa é um bom incesto, ótimas experiências, e ótimo conto. T Rutrib
Responder↴ • uid:1e8s4gy9oqca