#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Crescendo separadas

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Twinkletwin

Conto de incesto lésbico real, casal de gemeas

Olá, eu sou Tatiana e vou contar minha historia com minha irmã gêmea Vanessa.
Crescemos separadas, eu com a nossa vó e ela com nossos pais, até os 15 anos. Nossos pais não tinham condições boas, então foi a forma que deu.
Quando estavamos perto de completar 16 anos, a vó teve um problema médico e como não poderia cuidar dela sozinha, fomos morar com meus pais. Éramos os 5 na casa.
Como eu e Vanessa crescemos separadas, tinhamos contato por telefone apenas (não tinha tanto essa coisa de celular na época e nem rede social) e eventuais visitas uma a outra. Então não sabia bem a personalidade dela até que começamos a dividir o quarto e no meio da noite eu começava escutar ela gemer embaixo da coberta.
Eu fiquei assustada, nas primeiras vezes achei que ela estava passando mal kkkk mas acabou que eu entendi com o tempo e ela nem fazia questão de disfarçar. Eu nunca havia namorado, mas entendia sobre sexo e de vez em quando batia uma também, mas no banho, e desde que a gente mudou, eu não tinha feito mais.
Eu comecei a achar que Vanessa fazia de proprósito, ainda mais quando ela começou a querer se aproximar de mim, me abraçava, as vezes pegava no meu peito na brincadeira. E não vou mentir, me dava tesão, eu nunca havia sido tocada por outra pessoa e mesmo sendo minha gêmea, eu queria que ela continuasse.
Fizemos uma festa pequena de 16 anos, só uns primos, tios e nós, a familia não tinha condições. Vanessa disse que me daria um presente e fiquei feliz, mas ao mesmo tempo chateada pois não havia comprado nada.
Naquela mesma noite, ela se escorregou pra baixo do meu lençol quando fomos dormir e foi logo botando a mão por dentro da minha calcinha, mandando eu ficar quieta. Ela tava só de calcinha já e eu já tinha começado a ficar molhada desde a hora que ela saiu do banho antes de deitar.
Ela me beijou de lingua enquanto passava a mão na minha buceta peludinha antes de começar a brincar com meu grelo. Eu gozei em segundos, como disse, nunca havia sido tocada e também não tinha o hábito de me tocar. Ela puxou o lençol e me descobriu, tirou meu short e a calcinha e abriu minhas pernas, começou a me lamber toda e botou a ponta de um dedo na minha entradinha, metendo bem devagar.
Eu gozei de novo e ela me limpou com o lençol. Não deixou eu fazer nada com ela, apenas me puxou pra perto e botou um dos peitos na minha boca mandsndo eu chupar enquanto ela mesma se masturbava.
Tudo foi muito doido pra mim.
Na noite seguinte, a mesma coisa. Mas ela sentou na minha coxa e se esfregou até gozar.
As vezes quando a mãe e o pai iam levar a vó no médico, qualquer canto da casa era um canto pra ela me foder. As vezes do nada ela abaixava meu short pra me dedar ou lamber meu cuzinho (e semanas depois eu descobri o fetiche dela com cu).
Continuamos assim, fazendo as coisas as escondidas até sairmos de casa pra faculdade. Morávamos num alojamento gratis pra alunos da faculdade, só nós duas e foi aí que realmente engatamos em algo sério. Não ficamos mais com outras pessoas e começamos a explodar nossos fetiches.
Nossa fsmília cortou o contato quando começou a desconfiar que algo estava estranho e é melhor assim. Hoje já temos 37 anos e seguimos juntas.

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