Ainda adolescente e já viciada em negros mais velhos. Os seguranças me comeram gostoso.
Fui à balada só pra dançar e terminei dando para três seguranças negros enormes.
Faz muito tempo que não posto nada aqui então vou me apresentar de novo.
Meu nome é Mari, tenho 16 anos, 1,58 de altura, sou loira natural, um corpo uma bundinha bem redondinha, seios médios com biquinhos bem durinhos que sempre fazem volume na minha roupa. Minha cintura é super fininha, o que realça minhas curvas principalmente quando fico de quatro.
Bem, quem buscar meu nome vai ler meus contos anteriores e ver que apesar da idade eu sou bem safadinha e meu tesão é homem negro e mais velho, pelo menos 35 ou mais. Gosto de homem preto do pau grosso, gosto de provocá-los e me sentir desejada, isso me levou à situações como a que aconteceu recentemente comigo.
Todas as minhas amigas do colégio tem identidade falsa para entrar em festinhas e pode beber. Eu não sou diferente. Dessa vez uma amiga nos chamou para uma festa que ia rolar aqui na minha cidade (moro numa capital grande). Era um samba, então eu coloquei uma roupinha bem provocante. Uma blusinha mostrando meio piercing no umbigo, uma saia folgadinha que balançasse bem quando eu rebolasse. Uma calcinha fininha cravada na bunda e sem sutiã, já que a blusinha era apertadinha.
Entramos no samba e minhas amigas já começaram a comentar os garotos bonitos presentes. Eu fiz de conta que concordava mas meu olhar mesmo era para os seguranças do lugar. Todos eram homens fortes, altos, alguns eram bem negros e eu já fiquei com a imaginação a mil pensando no que fazer. Haviam alguns em particular que me chamavam a atenção, eu olhava ficava pensando se podia anotar meu instagram em um papelzinho e entregar para eles de forma discreta sem minhas amigas perceberem nada, mas não tinha como.
Vi que perto do bar havinha uma portinha com um segurança do lado onde eles entravam e saíam, devia ser uma sala de descanso ou algo administrativo mas eu fiquei de olho. Uma hora um deles saiu e eu vi que era uma sala de descanso mesmo pois havia uma mesa, uma garrafa térmica de café, biscoitos, um sofá etc... um segurança estava sentado no sofá. Deu pra ver isso de forma bem rápida mas foi o suficiente para eu começar a pensar em coisas, como sempre. Imagina se eu pudesse entrar com um ali dentro?
Fui até o bar e pedi uma caipirinha bem caprichada, depois outra... na terceira eu estava já um pouco altinha e sem vergonha nenhuma na cara. Minhas amigas estavam já de papo com alguns garotos então deu para me livrar um pouco delas, eu vi que um dos seguranças que mais me atraíam estava na porta cuidando de quem entra e sai, eu meio que me aproximei, em vez de ficar rebolando no meio do povo, virei de costas na direção dele, ainda a uma certa distância, coloquei as mãos no joelho e comecei a rebolar que nem uma putinha, fazendo minha sainha dar umas levantadinhas, com certeza dava pra ver a polpinha da minha bundinha. Depois eu sambava e virava... eu vi que o segurança estava olhando pro meu corpo. Nessas horas nem se passa nessas na cabeça de um segurança negro que a patricinha naquela festa cheia de playboy tava de olho nele. Eu continuei dançando muito e fiquei bem suada, cansada, ofegante. Vi que ele olhava pra mim e olhei de volta pra ele. Eu liguei o modo "cara de pau" e me aproximei.
"Oi moço, desculpa incomodar, eu estou muito cansada, vi que vocês tem uma salinha aí, posso entrar só 5 minutinhos para pegar um pouco de ar e tomar minha água?"
"É quer aqui só podem entrar os seguranças, moça."
"E se você entrar comigo, eu posso? Você fica comigo um pouquinho só pra eu descansar um pouco, vai ser rapidinho..."
Ele se ligou na minha trela, me disse "Olha, só um pouco tá? Depois vão vir outros seguranças pra cá descansar um pouco." E eu disse que tudo bem.
Ele abriu a porta, realmente havia uma mesa e um sofá. O ar condicionado ligado refrescava muito o ambiente.
Ele se fechou a porta atrás dele e disse "Fique à vontade, pode descansar um pouco."
Eu me sentei numa cadeira e falei "Ufa, estou toda suada, que calor lá fora né?"
"É, por isso a gente bota o ar no mais frio"
Eu comecei a me abanar, abri um pouco as pernas e balancei um pouco a saia, só o suficiente para ele ver minha calcinha e minha cara de pau.
"Obrigado viu, moço? Salvou muito aqui, aposto que essa sala tem muita história né?" e dei uma risadinha meio safada.
Ele riu e disse "Olha, já ouvi relatos mas pelo menos comigo nunca rolou nada não"
"Sério, um homem como você? Negão forte assim com essa altura, aposto que você tem quase 1,90 deve estar cheia de patricinha lá fora doida pra pegar um assim."
"Que nada, essas patricinhas só querem saber dos playboy filhinhos de papai lá fora"
"Apois eu mesmo não jogava fora uma oportunidade de pegar um negão assim no meio do samba..."
"Ah, mas aqui a gente tá trabalhando, vocês estão curtindo..."
"Então descansa um pouco, fecha a porta e descansa um pouco comigo"
Ficou mais que claro o convite, ele relutou um pouco... abriu a porta só um pouco, cochichou algo com alguém do lado de fora e fechou a porta de novo, fechou a porta com chave e eu me levantei e sentei no sofá, ainda meio ofegante, ele veio na minha direção e se sentou do meu lado. Rapidamente ele já me puxou pela nuca e meteu a língua grossa dele na minha boca. Eu retribuí o beijo e montei em cima dele com as pernas abertas. Nossas línguas se esfregando em um beijo forte já me deixavam louca, ele deslizou as mãos nas minhas pernas por baixo da minha sainha e já apertou minha bunda com aquelas mãos pretas enormes, eu continuei beijando e rebolando até sentir um volume imenso nas calças dele. Eu comecei a gemer baixinho, ele também. Coloquei minhas mãos pra baixo e comecei a abrir a calça dele, queria muito chupar aquele pau e queria muito olha pra ele também. Saí de cima dele, me ajoelhei entre as pernas dele no sofá e puxei aquele mastro negro pra fora.
O pau dele era grande, bem grande, tinha umas veias grossas e um cabeção vermelho. Um pau lindo. Eu não perdi tempo e já coloquei na boca, chupei do meu jeitinho, cuspindo nele e punhetando com as duas mãos para deslizar bem gostoso. O pau dele já estava brilhando, duro como uma pedra e apontando pro teto. Por mais que eu ame uma esporrada na boca, eu queria dar pra ele, então me levantei, virei de costas e levantei a sainha, pedindo para ele tirar. Ele foi tirando minha calcinha e dizendo "que maravilha de bundinha". Enquanto abaixava minha calcinha, ele enfiou a cara na minha raba e meteu aquele linguão nela. Eu senti a linga dele deslizar no meu grelo, na entrada da minha bocetinha e no meu cuzinho. Depois eu virei de frente, ele colocou a mão na minha bocetinha que já estava escorrendo um líquido incolor, louca pra ser comida e passou um dedo entre os lábios dela... falou "nossa, que molhada..."
"É tesão guardado, desde que eu entrei nessa festa que eu queria um peu dentro de mim"
"Deixa eu pegar uma camisinha aqui."
"Não precisa, eu tomo pílula pra isso..."
Ele ficou meio sem palavras, eu apenas montei em cima dele de novo, o pauzão dele continuava brilhando de molhado, encaixei a cabeçona na entrada da minha bocetinha e fui descendo. Uma sensação deliciosa foi tomando conta de mim, eu olhei para baixo e vi a diferença do tamanho dele para mim, o pau dele parecia muito grosse e grande para uma menina do meu tamanho, mas os lábios da minha boceta estavam abertinhos em forma de "V" enquanto aquele colosso negro ia entrando centímetro a centímetro. Ele não escondeu a surpresa quando viu que eu sentei até o pau dele entrar inteiro em mim, senti a cabeçona roçando no meu útero e perguntei a ele "tá centinho minha boceta lá dentro?"
Ele já estava de olhos fechados gemendo levemente, me segurando pela bunda e disse "estou, tô sentindo seu útero na cabeça do meu pau".
Eu comecei uma rebolada gostosa pra frente e pra trás, meu grelo estava encostando nele e isso me dava muito tesão, era uma questão de tempo até eu gozar no pau dele, fui acelerando a rebolada e gemendo mais alto. "Ain... ain... ain... eu vou gozar no teu pau"
Ele respirava fundo e forte, eu senti a gozada vindo e minha boceta começou a ter espasmos, eu dei uma leve esguichada nele e minha boceta apertava o pau dele, pulsando da minha gozada, ele abriu os olhos e ficou assustado com todo aquele meu fogo.
Eu não parei, comecei a rebolar de novo, dessa vez ele comecou a mover minha bundinha pra cima e pra baixo, fazendo o pau dele entrar e sair de dentro de mim, era maravilhoso. Cada estocada era um arrepio diferente, eu o beijei e fiquei quicando no pau dele até ele dar uma gemida bem forte, eu sabia que ele ia gozar.
O pau dele começou a se contrair e pulsar, eu sentia os espasmos do pau dele dentro de mim e uma coisa quentinha lá dentro da minha boceta me preenchendo. Era a porra dele, um esperma grosso, quente, abundante. Ele gozou um bocado, enquanto o pau dele pulsava porra dentro de mim eu continuava o movimento, ele gemendo que nem um cavalo me deixava louca
Uma hora ele foi terminando de gozar e nos beijamos, ele sorriu no fim do beijo e me chamou de safada.
"Eu sou insaciável, posso passar a noite inteira nesse seu pau aqui."
"É mas eu tenho que trabalhar"
Eu fui saindo devagar de cima dele, quando o pau dele saiu de dentro de mim caiu em cima do umbigo dele. Um monte de esperma caiu em cima do pau dele. Ele disse "pega aquele rolo de papel ali para eu me limpar"
"Não, eu limpo"
Eu me ajoelhei de novo entre as pernas dele e comecei a chupar a porra dele inteira com a língua, fazendo barulhos de chupada, a porra ainda quentinha estava deliciosa e eu engoli cada gota. Depois peguei o pau semi mole dele e fui lambendo e chupando até ficar novinho em folha.
Eu fui me recompondo, coloquei a calcinha de volta, ainda sentia um restinho de porra escorrendo de dentro da minha bocetinha mas eu adorava essa sensação.
Ele, por seu lado já tinha colocado a calça de volta e estava passando um pano na cara suada.
De repente alguém bateu na porta e uma voz disse "Carlos, ainda tá aí? Sou eu Gerson."
Ele abriu a porta e deixou o outro segurança passar... para minha surpresa era o que eu mais tinha gostado, o maior de todos.
Ele viu que a porta estava trancada, o Carlos abriu, ele viu que ele estava trancado com uma loirinha dentro e soltou um sorriso sarcástico.
"Desculpa, essa é a Mari ela estava querendo tomar um pouco de ar, estava muito cansada".
O tal do Gerson disse "ela ainda está com cara de cansada..." com um sorriso safado no rosto. "Você ainda quer descansar, Mari?" eu falei "Sim, quero ficar um pouco mais aqui se o senhor deixar". Ele disse "Claro, que sim, fique à vontade... Carlos, você ainda tá no horário de descanso ou já podemos fazer a rotação?" e o Carlos ficou todo sem graça "Não, não, já estou bem, você está bem Mari? Quer ficar aqui?" eu disse "Sim, vou ficar um pouco mais, já já eu saio, obrigado pela água."
O Carlos saiu e fechou a porta o Gerson era um negro de tirar o chapéu, era alto como o Carlos mas era bem mais musculoso e a pele era mais preta. Ele me olhou sentadinha e ainda suada na cadeira e disse "não precisa ficar com vergonha não é a primeira vez que isso acontece aqui" também viu o sofá bagunçado e disse "nossa vocês mandaram ver em..."
Eu soltei um sorrisinho e disse "É o Carlos me tratou com muito carinho."
"Então por quê você ainda quer ficar aqui? Já conseguiu o que queria pelo visto"
"É que uma vez é boa mas a melhor é sempre a segunda né...?" Nem eu acreditei na minha safadeza.
Ele me pegou pela cintura e me disse "Então essa vai ser maravilhosa" Foi me beijando sem saber que minha boca estava ainda com gosto da porra do amigo dele.
Eu repeti o que fiz com o Carlos e botei o pau dele para fora.. O pau era grande bem parecido ao do Carlos então não precisa de mais detalhes, só mudava que a cabeça do pau dele era bem preta. Eu me abaixei e chupei um pouquinho até ficar brilhando e deixar o meu homem com muito tesão.
Me virou de costas e me guiou até o sofá de novo, mas dessa vez me fez ficar de quatro no sofá, levantou minha sainha e abaixou minha calcinha. Não deu pra esconder a molhadeira que estava nela. Ainda havia um pouco de porra saindo de dentro. Ele falou "levou uma gozada dentro? É assim que você gosta?" eu falei "sim, gosto de sentir pele com pele, do jeito que tem que ser". Ele me posicionou bem no sofá, com as costas arqueadas, e a bunda bem arrebitada, oferecendo minha bocetinha inteira para ele. Ele foi encaixando o pau dentro dela e ele entrou sem muitas dificuldades, em parte por eu estar MUITO molhada, em parte por acabar de ser comida por um pau grande.
Mesmo assim, o pau dele entrou diferente, me tocou lá dentro de um jeito mais gostoso, ele me pegou forte pela cintura e começou a bombar, os ovos dele se chocavam no meu clitóris e quando ele socava fazia um barulho "ploc ploc ploc ploc". Eu sentia os impactos da pélvis dele na minha bundinha enquanto gemia forte. Senti uma vontade de gozar muito mais forte que a primeira vindo, minha boceta começou a apertar o pau dele com as contrações do meu orgasmo. Ele ficou surpreso e disse "nossa que gozada forte essa sua" e eu fiquei apenas com meus olhos fechados sentindo o pau dele deslizando facilmente para dentro e para fora de mim. Uma hora ele também começou a gemer forte como um homem de verdade e aquele rio de porra começou a me preencher de novo, cada pulsada do pau dele era uma esporrada mais forte que a anterior, definitivamente ele tinha mais porra que o Carlos.
Eu estava em êxtase, nas nuvens, realizei minha vontade na festa. Ele tirou pau de dentro de mim e sentou ofegante no sofá. Eu levantei e coloquei a calcinha com toda porra dele dentro de mim.
Depois sentei do lado dele e fiquei com a cabeça no ombro dele alisando seu peitoral, dizendo que tinha sido delicioso. "Você tem uma cinturinha muito linda, me deu muito tesão", disse ele. "Por isso gozei rápido" e eu respondi "eu também gozei rápido, viu a força do meu orgasmo?".
Ele foi relaxando e eu massageando o pau meio mole dele enquanto falava que estava sentindo a porra dele dentro de mim. "Vou passar o resto da festa com sua porra dentro de mim, acho que até amanhã ainda vou sentir um pouco escorrendo, sua porra é muito quentinha, estou realizada".
Nisso o pau dele deu um sinal de vida e eu não perdi tempo. abocanhei ali mesmo e comecei uma chupada devagar. O pau foi endurecendo de novo devagar, eu fiz um lacinho no cabelo para não atrapalhar e fiquei chupando até o pau dele ficar totalmente duro de novo. Ele começou a gemer novamente, o vigor voltou ao seu corpo e eu fui caprichando na chupada. Coloquei na boca o ovão dele, lambi o mastro até a cabeça, dei umas cuspidas e fui punhetando devagar enquanto chupava. Sentia as veias grossas do pau dele na minha língua, uma delícia, ele se tremia todo. Vez ou outra eu colocava o pau dele bem fundo na minha garganta e ele soltava um gemido gostoso. Depois de paparicar muito o pau dele, comecei uma chupada seguida de uma punheta com o cabeção dele dentro da minha boca. Ele foi se tremendo todo e de repente começou a urrar. O pau dele ficou pulsando de novo, um esperma grosso, abundante, delicioso, com gosto de homem negro. Assim como na minha boceta, cada pulsada era um bocado de porra, eu fui engolindo cada uma delas e gemendo junto com ele. Ele deu uma última gozada e eu deixei o pau dele limpinho, brilhando e lustroso como deve ser.
Ele disse "que chupada maravilhosa, tão novinha e já sabe chupar assim?"
"Quer que eu te conte outro segredo? Eu tenho 16 anos, entrei com uma identidade falsa, mas fica aqui entre nós dois em..."
Ele deu um sorriso safado e falou, "putinha, ainda é meia noite e essa festa vai até as 4 ou 5 da manhã, eu ainda vou te comer hoje de novo".
"Pode ter certeza, vou ficar de olho na porta, quando você quiser é só me dar o sinal, mas cuidado para minhas migas não verem".
Ele aceitou...
Nisso, ele abriu a porta e me deixou sair da salinha, a baladinha estava escura então foi fácil. Eu saí de fininho e me juntei às minhas amigas. "Mariiiii onde você estava?"
"Amiga eu peguei um boy no andar de cima mas já deixei ele e fim pra cá ficar com vocês"
Elas riram e continuamos a balada....
Obviamente esta história e esta balada não terminaram neste momento, outras coisas aconteceram naquela salinha mas isso é material para outro conto.
Espero que gostem desse comecinho...
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