Entreguei minha filhinha pros Lobos
Me sinto culpado por ter deixado, mas meu tesão era maior.
Matias= homem alto parrudo, com pelos, muito paizão.
Artur= Rapaz com barbixa, malhadin de esportes de bairro e novo.
Julinha= ainda é um broto
Gregório= homem de estatura média que bebe, parrudo pra magro.
Opa, pessoal. Meu nome é Gregório, tenho 42 anos. Tive uma filha chamada Julinha, que, infelizmente, faleceu pouco depois de ter o seu segundo filho.Quando minha filha estava começando a florescer seus atributos corporais e sua esperteza, a gente morava no interior — vocês já imaginam como é, né? Descobri que ela tinha ficado com um rapaz na casa de um amigo meu, o rapaz era Artur, um rapaz de uns 5 anos mais velho que ela, esse jovem era filho de um amigo meu, o Matias.Ela engravidou ainda muito nova. A gestação e o parto foram extremamente complicados, principalmente porque o útero dela ainda estava em estágio bem inicial de formação.😵💫🤭
Infelizmente, essas coisas acontecem.Quando o bebê nasceu, fui bater na porta do Matias. Conversamos sobre o futuro dos dois. Ele sugeriu que Julinha fosse morar na casa dele junto com o filho, que eles iam cuidar dela e que eu poderia ir até lá a qualquer hora. Chegou a me entregar uma chave da casa. Eu estava numa situação financeira muito difícil — há mais de um ano sem emprego com carteira assinada —, minha esposa e meus outros filhos eram pequenos… Acabei aceitando. Foi o pior erro da minha vida. Eu não sabia que estava entregando minha filha para os lobos e que eles me enganaram direitinho.
Passaram-se oito meses.
Certa noite, minha mulher brigou feio comigo e me colocou para fora de casa por volta das dez da noite. Sem ter para onde ir, resolvi aparecer na casa onde Julinha estava morando. Eu tinha a chave que o Matias me deu, mas, nesses meses todos, nunca precisei usá-la — sempre batia na porta antes. Dessa vez, porém, entrei direto, sem avisar.A casa estava completamente escura por fora. Pensei que eles tinham ido para a casa da mãe do Matias, dona Verônica, como faziam com frequência. Mas não… eles estavam lá.
Entrei e deparei com um silêncio estranho. Vi uma luz fraca vindo do fim de um corredor. Fui me aproximando e comecei a ouvir gemidos. Achei esquisito. Quando cheguei perto do vão da porta — que estava coberta por um lençol rosa meio transparente —, vi uma cena que nunca vou esquecer.
Matias, agora sogro da minha filha, estava fodendo com Julinha. Ela estava com as pernas arreganhadas, enquanto amamentava meu neto, além que a minha filhinha era apalpada por Artur.
Matias ia e voltava devagar, com calma, quase carinhoso. Provavelmente o bebê tinha acordado no meio do ato, e por isso ela tentava acalmá-lo. Artur, o namorado (ou marido, nem sei mais como chamar), estava atrás dela, brincando com o seio que estava livre, beijando e roçando o pescoço dela.
Foi demais para processar. Me senti o maior inútil e culpado do mundo. Eu tinha entregado minha pequena para os lobos. Pior: para um pai e um filho que a dividiam.Comecei a recuar devagar, sem fazer barulho. Queria correr dali e nunca mais voltar. Saí da casa sem que ninguém percebesse, fui direto para um bar e comecei a beber até meus pensamentos ficarem turvos. Lembro de ir ao banheiro, abaixar as calças e ver meu pau duro, melado de porra. Aquilo me envergonhou ainda mais.
Quatro meses depois, descobri que Julinha estava grávida de novo. Durante os sete meses daquela segunda gestação (que terminou em parto prematuro), fiquei observando, pensando, remoendo tudo. Percebi que Matias era autoritário com Artur, que sempre abaixava a cabeça. E era minha filha — metade do tamanho do Matias — quem conseguia acalmá-lo quando ele ficava nervoso.Com o tempo, comecei a aceitar. Eu era um inútil e, pior, um pervertido. Sabia exatamente o que acontecia naquela casa e, no fundo, não me importava mais — desde que fosse nas escondidas e que eu conseguisse ao menos imaginar. Infelizmente, Julinha não resistiu. Uma semana depois do segundo parto, ela se foi. Foi uma perda devastadora. As duas crianças passaram a morar comigo e com minha esposa. Matias e Artur aparecem sempre para visitá-las.O que mais pesa é que o primeiro filho é muito parecido com o Matias. O segundo… é a cara do Artur.
Espero que tenham gostado, infelizmente queria aprofundar, mas o site proíbe ou nem posta mais os contos que nós curtimos😅
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Comentários (1)
Futch: Caralho mano que delícia de conto , já ouvi falar sobre isso em rs , acontece por ai , T futchamp122 , papais e pessoal com experiência
Responder↴ • uid:1dmrp9znqyze