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A casa da minha avó XVIII - Minha tia e meus primos.

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Escritor

Olá, me chamo Felipe. Darei continuidade aos relatos que venho contando sobre o tempo que passei na casa da minha avó.

Depois da orgia no hotel com a família da minha namorada, minha tia e prima, as coisas se tornaram completamente abertas entre nós. Minha tia começou a frequentar mais a casa de meus sogros, dizendo para meus outros tios que havia se aproximado mais de dona Tereza.

Quando seu Joaquim estava em casa, ela passava boa parte de seu tempo livre lá, sendo arrombada e então voltava para casa, onde de vez em quando dávamos algumas rapidinhas. Era incrível como ela era mais safada do que a filha.

Logo o período de fim de ano chegou e eu entrei de férias, assim como Klésia e milagrosamente Sandra, que passou até razoavelmente bem graças a minha ajuda.

De férias, e sem nada para fazer ou nos preocupar, o que já era comum nos fins de semana, tornou-se praticamente rotina.

Meus tios e minha avó decidiram passar o período de fim de ano em uma casa de campo, junto a outros parentes. Foram antes do Natal e ficariam fora até depois do ano novo, tempo suficiente para muita coisa acontecer.

Me chamaram para ir também, mas recusei, dizendo que ficaria com a família de Klésia no Natal e então com meus pais no ano novo.

Minha tia alegou que teria de trabalhar, e Sandra apenas falou que queria passar esses dias com a mãe para que ela não ficasse sozinha, como também, meu primo, filho dela, Henrique.

Minha tia se preocupou de talvez representasse algum obstáculo à nossa diversão naquele período. A família de Klésia também havia viajado para passar alguns dias na casa de um parente em uma cidade vizinha. Então, por enquanto, também não poderíamos ir para lá. No entanto, tratei de tentar tirar esse empecilho.

Henrique tinha completado quatorze em novembro. Era um garoto franzino que estava entrando na adolescência, e, pelo tempo que passava no banheiro, estava se descobrindo. Além do mais, eu tinha a impressão que ele suspeitava da minha relação com sua mãe, minha tia Ivone, pelo jeito estranho com que havia passado a me olhar de vez em quando. No entanto, nunca me tratou descaradamente de forma diferente ou fez qualquer alarde.

Eu também via o jeito como ele olhava para Klésia, quando ela vestia calças de lycra para ir a academia, então sabia que ele gostava da fruta. Imaginava apenas se ele sentia o mesmo pelas mulheres de nossa família.

Tiraria a prova naqueles dias sozinhos.

Era umas nove da manhã quando o resto da família seguiu viagem. Então ficamos sozinhos em casa. Resolvi tomar um banho e minha tia surgiu na porta do meu apê, confirmando se eu iria almoçar com eles. Disse que sim, e que só iria tomar uma ducha.

Tia Ivone comentou que também estava com calor, e foi entrando, fechando a porta e me acompanhando para o banheiro.

Questionei sobre meu primo e ela respondeu que ele estava jogando videogame. Levantei uma sobrancelha, mas concordei mesmo assim.

Deixei ela ir primeiro e destranquei a porta da frente sem que ela percebesse.

Tia Ivone tirou sua blusa e o short jeans que usava, então o sutiã ea calcinha marrom, e entrou. Fui após, me livrando da minha bermuda e da regata. Estava levemente desconfiado de algo iria ocorrer, então tomei o cuidado de deixar a porta apenas encostada. Liguei o chuveiro e ficamos esfregando os corpos um no outro, disputando aquele jato de água refrescante.

Comecei a esfregar e ensaboar seu corpo e ela o meu. As mão dela deslizando por meu peito e esfregando meu pênis e testículos. E as minhas se demorando em seus monumentais seios e na bunda farta. Ela começou uma punheta enquanto apertava minhas bolas e dava leve mordidas no meu peito, chupando meus mamilos.

Baixei a minha cabeça e a beijei enquanto gozava nas suas mãos. Tia Ivone agachou-se e começou a chupar minha rola molhada, engolindo até eu sentir a cabeça encostar em sua garganta. Seus olhos me encarando, confiantes e satisfeitos em me levar ao delírio. E eu estava bem próximo disso.

Trinquei os dentes e senti toda a extensão de sua boca até ela tirar para respirar, lambendo alegremente a cabeça, como uma garotinha fazia com um sorvete.

Ficou em pé e eu chupei seus peitos, antes de a virar para a parede, arreganhar sua bunda empinada e lamber aquela buceta carnuda. Então pressionei levemente a minha pica nos lábios dela, enfiei a cabecinha, tirei, pincelando na entrada, fazendo suspirar, e então meti devagar, arrancando-lhe um longo e arrastado gemido baixinho.

Olhei para a entrada e vi uma sombra ali, confirmando o que eu já suspeitava. Então a segurei pela cintura e comecei a socar naquela puta, que ficou rebolando sua bunda gostosa no meu pau.

Provoquei, perguntando se ela gostava de levar rola. Ela gemeu que sim. Que amava dar a buceta pra mim. Puxei seu cabelo molhado e a mandei implorar enquanto metia. Ela obedeceu, dizendo “me come, mete mais forte!”.

Senti seu corpo tremer e ficar mole. Então parei e a mandei voltar a ficar de joelhos. Minha tia obedeceu e eu bati uma punheta, esporrando em seu rosto e peitos.

Olhei para a porta, vendo que ela estava um pouco mais aberta, e que a pessoa espiando se encolheu, escondendo-se da minha vista.

Sorri e mandei minha tia limpar.

Notei que o pequeno observador havia saído enquanto isso e fiquei apenas me deliciando com a boca de minha tia.

Perguntei o que ela achava de chupar o cacete do sobrinho. O que ela respondeu como “Uma delícia”. Perguntei o que ela gostava mais: miinha rola ou a buceta da Sandra. Ela demorou pra responder, mas depois disse, enquanto subia e descia a língua pelo meu pau que, entre as duas coisas, não tinha comparação chupar uma piroca.

Então perguntei “E se for a do Henrique”. Ela parou, olhando para mim.

“Não tem graça”, me disse. Respondi que não era para ter, e ela estreitou os olhos, me mandando parar de falar besteira.

Eu questionei o porquê dessa reação, e ela me disse, ficando em pé, “Porque ele é o meu filho”. Retruquei que a Sandra também. E a tia Ivone desligou o chuveiro, com uma cara amarrada.

Perguntou porquê eu estava sugerindo aquilo e respondi que não via problema em integrar o meu primo a essas coisas. Mas ela disse que via, pois queria que ele descobrisse isso de forma normal, como todos os meninos da idade dele. Retruquei que a nossa família, pelo menos nós não éramos mais normais, e que se ele fizesse parte de tudo, então não teríamos de nos preocupar tanto em esconder coisas dele e poderíamos nos aproximar.

Tia Ivone ainda tentou argumentar que não sabia se ele ia querer isso. Que ele poderia não sentir desejo por ela ou por Sandra. A abracei por trás, dizendo que, pelo menos por ela, ele devia sentir alguma atração, pois nos espiou nossa foda no banheiro o tempo inteiro.

Ela ficou pálida, quase horrorizada e irritada.

A mantive no meu abraço. Seu corpo colado no meu até ela se acalmar.

“E aí?” Perguntei. “Que tal experimentar?”, fiquei sarrando minha pica na bunda dela. Tia Ivone ficou resignada, porém aceitou silenciosamente, movimentando sua cabeça.

Beijei seu pescoço, me aproveitando para apertar também seus seios fartos, arrancando-lhe suspiros.

Saímos do chuveiro momentos depois, catando as roupas pelo chão. Sugeri que ela não botasse o sutiã. Tia Ivone resistiu inicialmente, mas fez conforme instruí.

Fomos para o apê dela e encontramos Henrique sentado no sofá, de frente para a tv, assistindo um episódio de apenas um show. Olhou-nos de soslaio, claramente sem jeito. Mas quando virou para sua mãe, fixou seu olhar nos gêmeos.

A camisa de Tia Ivone era bem folgada em seu corpo, de modo que era possível percebê-la sem sutiã. E meu primo percebeu. Com certeza lembrando da cena de momentos antes. Agora devia estar imaginando a mãe nua, recebendo pica.

Sentei ao seu lado no sofá, e assisti junto dele enquanto tia Ivone preparava o almoço, sendo secada por meu primo. O garoto parecia não saber o que era ser sútil.

Sandra devia estar no quarto. Mandei-lhe uma mensagem, contando o que havia acontecido. Ela me chamou de maluco e disse que jamais treparia com o Henrique. Pensei que aquela era uma reação normal, mas disse que, uma vez que ele sabia de algo, porque não garantir que ficaria de boca fechada. Insisti nessa linha de raciocínio e Sandra cedeu. Também com ressalvas, mas era melhor do que nada.

E assim combinamos de trazer meu primo para nosso mundinho particular. E começamos naquele dia.

Pedi para Sandra sair do quarto vestindo algo bem a vontade e ela o fez.

Vestia um micro short “empina bumbum” preto que normalmente se usaria na praia, o qual mostrava a polpa da bunda, além de uma camisa regata branca sem sutiã, que deixava seus peitos visíveis nas laterais.

Passou na frente da televisão, atraindo a atenção do garoto que já devia estar excitado com a própria mãe. Então se abaixou, fingindo pegar um prendedor de cabelo que deixou cair no chão, empinando seu rabo na nossa direção. Ela queria matar o irmão, certamente.

Sandra veio até o sofá, perguntando o que estávamos assistindo, então sentou no meu colo, com as pernas viradas para Henrique. Que se afastou um pouco, olhando-nos com estranhesa, mas continuou secando a irmã.

Aquela experiência na puberdade era torturante, com certeza.

Tia Ivone prestou atenção e fez um ensaio de que ia reclamar de Sandra estar sentada no meu colo, porém eu sinalizei que estava tudo bem e apontei para Henrique, que comia a irmã com os olhos.

Minha tia pareceu entender. Ela terminou de pôr as comidas no fogo e eu perguntei se ela não queria vestir algo mais confortável.

Ela agiu um tanto desconcertada, mas entrou no quarto, e não fechou a porta, pegando a roupa que queria e tirando a camisa lá dentro, com ela aberta, de costas para nós. Meu primo seguiu-a com a cabeça e teve a visão de suas costas nuas enquanto ela vestia um sutiã esportivo que apertava seus peitos, os deixando estufados.

No banheiro eu dei a ideia de roupa que ela deveria vestir para ele. Era ótimo que ela tivesse me ouvido, porque Henrique pareceu hipnotizado olhando para o quarto.

Sandra estava com um olhar de desdém para o irmão. O que não dei muita importância.

Quando minha tia regressou à sala, Henrique perguntou por quê aquela roupa e ela respondeu que apenas estava com calor.

Almoçamos em um clima de leve vergonha, tanto por parte de meu primo que não sabia onde enfiar a cara, com minhas tia e prima mais a vontade do que de costume.

Depois do almoço, era costume que ele dormisse à tarde.

O que aparentemente não conseguiu fazer.

Fiquei por lá, no apê deles, ao lado dele, jogando os jogos que ele queria e falando das séries que ele assistia. Tia Ivone e Sandra estavam na cozinha. Sandra lavava a louça, ou ao menos enrolava para fazer isso, enquanto minha tia nos observava.

Comentei como estava quente naquele dia e tirei a camisa, dizendo que talvez tivesse de tomar outro banho. Henrique estava suado, mas não de calor, certamente. Mesmo assim chamei atenção dele que deveria fazer o mesmo. Tomar um banho como o que eu tinha tomado.

Falei olhando para ele e sorrindo. Ele pareceu não saber onde enfiar a cara.

Perguntei se ele queria e meu primo olhou para minha tia e então para mim, parecendo não saber o que fazer.

“Topa tia?”, perguntei piscando o olho para ela, que gaguejou um pouco ao responder:

“Por que não, faz tempo que a gente não toma banho junto.”

“Mãe, tá falando sério, desculpa eu não queria olhar”

Minha tia se aproximou do meu primo e disse que tudo bem. Depois perguntou, elá própria, se ele queria aquilo.

Henrique concordou com a cabeça e assim selamos o dia.

“Quer ir também, Sandra?”, perguntei.

“Se você lavar a louça depois.”

Concordei, então começamos a nos preparar para o que viria.

Tirei a bermuda e a cueca rapidamente, assim como Sandra que em poucos instantes estava nua.

Meu primo não teve a mesma rapidez, nem minha tia.

Ela demorou para tirar o sutiã e então o short. Levando também um tempo para tirar a calcinha.

Meu primo parecia extasiado ao ver as duas, sua mãe e sua irmã, nuas em pelo na sua frente, tanto que mal se moveu para tirar a própria roupa. Coisa que sua mãe o ajudou a fazer, tirando o calção e a blusa que ele usava, além da cueca, revelando seu pênis em desenvolvimento.

Entramos no banheiro, nos apertando no espaço que normalmente só era usado por uma pessoa. Mesmo assim, ainda conseguimos nos mover, mesmo que um pouco.

Poderíamos ter tomado banho em duplas ou ter deixado ele nas mãos delas, mas eu queria ver aquilo.

Liguei o chuveiro, que não cabia todo mundo embaixo, apenas eu e Sandra, que estávamos mais próximos, e minha tia pegou o chuveirinho e passou a molhar o próprio corpo, além do de meu primo.

Devido ao espaço apertado, era comum eu esbarrar no corpo de Sandra e no de minha tia. Assim como elas também esbarravam em Henrique. Tentei fazer com que ele ficasse entre elas para que isso ocorresse com mais frequência.

Para mim, aquilo já era costumeiro, mas não para ele, que estava tímido.

As mãos cobriam sua genitália ainda em formação.

Notei que ele evitava olhar e ao mesmo tempo parecia em estado de transe pelos peitos da mãe.

Decidi escalar logo o nível da coisa.

Peguei o sabonete líquido, passei na mão e comecei a esfregar em Sandra. Espalhei em seus braços, ombros e então nos peitos, descendo pela barriga e costas até as coxas e bunda. Isso enquanto ela em talvez um hábito costumeiro me punhetava. Enfiei minha mão entre suas coxas, esfregando os dedos em sua buceta, tirando um leve gemido de sua boca.

Henrique olhava para aquilo de boca aberta e pau duro.

Dei o sabonete para minha tia, dando a entender que ela e ele fizessem o mesmo. Tia Ivone respirou fundo, então espalhou nos peitos.

“Esfrega para mim”, disse ela ao meu primo.

Ele levou um tempo para obedecer, mas levantou as mãos trêmulas até os peitos e esfregando, timidamente a princípio. Ela o ajudou a espalhar, guiando onde deveria tocar. Suas costas, barriga, cintura, coxas. Meu primo tocava o corpo de uma mulher nua pela primeira vez em sua vida. O corpo da própria mãe.

Minha tia aos poucos foi ficando mais ousada, levando a mão dele para o mesmo lugar em que eu tocava Sandra.

Henrique tinha uma cara de alguém descobrindo um mundo novo enquanto explorava com os dedos a sua primeira buceta. Tia Ivone acariciava a cabeça dele, dizendo como deveria mexer seus dedos. Então ofereceu seus peitos para que ele chupasse.

Meu primo era mais baixo do que ela, batendo na altura de seus ombros, então ele não precisou se agachar para mamar naqueles peitos.

Tia Ivone perguntou se ele já se masturbava. Ele respondeu confirmando com a cabeça, visivelmente constrangido. Ela levou sua mão ensaboada até a pica já dura de Henrique e começou a bater uma bronha lenta e suave para ele, que pela cara de surpresa e êxtase, estava gostando.

Decidi me mover também, pois não queria só ficar olhando.

Tomei minha prima num beijo, esfregando-me nela debaixo do chuveiro. Sentindo seus peitos e apertando sua bunda.

“Seu puto”, ela me chamou, “Inventou isso só pra poder comer a gente sem se preocupar com meu irmão aqui”.

“Achou ruim?”, perguntei, beliscando um mamilo.

“Não, já que você vai lavar a louça”

Sorri e comecei a chupar seus peitos. Depois a virei para a parede e abri sua bunda para que meu primo visse. Então meti nela minha rola, pressionando meu corpo contra o dela, comendo sua buceta na frente dele, que recebia uma punheta de sua mãe.

Sandra fazia sons que, acreditava eu, Henrique nunca havia ouvido ela fazer.

Minha tia parecia ter entrado de vez na brincadeira, sussurrando o que eu acreditava ser sacanagens em seu ouvido, enquanto continuava a punhetar seu pau, pressionando seus seios contra o corpo dele. Henrique não aguentou muito e acabou gozando em sua mão, tendo pequenos espasmos enquanto os jatos saíam.

Tia Ivone ainda ficou punhetando, como se ordenhando até a última gota dele, que arfava a essa altura.

Continuou a esfregá-lo e instruiu que ele fizesse o mesmo com ela, passando a mão por todo seu corpo. Eu continuei a meter em Sandra, aumentando o ritmo até gozar dentro dela. Dei um tapa naquela bunda branca e então tirei meu pau melado de nossos fluídos.

Meu primo a tudo olhava, hipnotizado. Também queria aquilo. Transar. E logo o faria.

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