A cada da minha avó XIX
Olá, meu nome é Felipe. Essa é a continuação direta do conto anterior, então se não leram, o façam antes de continuar.
Saímos do banheiro após uns dez minutos. Nos vestimos e saímos do banheiro, com exceção de Sandra que preferiu vestir apenas o micro short, ficando com os peitos de fora. Não ficando muito diferente de mim que vesti apenas a bermuda.
Meu primo parecia dormente, como se estivesse sob efeito de algum calmante. Minha tia estava o tempo todo às suas costas, como se fosse abraçá-lo a qualquer momento. Eles ficaram sentados no sofá assistindo a televisão. Sandra foi para o quarto e eu comecei a lavar a louça como disse que faria.
Demorei apenas quinze minutos, então me sentei no sofá junto dos dois.
“O banho foi bom, né?”, disse tentando quebrar o gelo.
Meu primo concordou com a cabeça.
“Vocês sempre fazem esse tipo de coisa?”, ele perguntou.
“Só nos últimos meses, e só algumas vezes”, respondi.
“Seu pai não sabe, e não pode saber. Nem a vovó ou os seus tios. É um segredo nosso, tá bom?”, avisou minha tia naquele tom que uma mãe usa para dar um ultimato a seu filho.
Henrique fez que sim com a cabeça, então voltou-se para mim.
“Sua namorada sabe disso?”, me perguntou com o cenho franzido.
“Claro que sim, não temos segredos”, respondi, “Você logo vai entender”.
Minha tia fez uma careta de desaprovação para mim, mas eu dei de ombros. O passo natural seria apresentar ele à família de Klésia, é claro, mas isso podia esperar. Esclarecemos mais algumas coisas e então merendamos bolo de milho com café.
Sandra se juntou a nós. Já tinha se vestido com uma camisa de time, mas continuava sem sutiã. Henrique olhava para ela de outro jeito, de forma mais descarada que antes. Sandra apenas revirava os olhos para o irmão.
Após a refeição, minha tia resolveu pôr a louça na pia para lavar. Eu resolvi aproveitar a oportunidade e dar um tapa em sua bunda na frente de Henrique.
Ela me mandou parar, mas eu perguntei por quê, já que não precisávamos mais nos segurar, e que o filho dela ainda merecia aprender mais coisas. Tia Ivone olhou para Henrique e fez um gesto com os lábios que entregou os seus desejos.
Fomos para o quarto dela. Tirei a bermuda, a cueca e me sentei em uma cadeira que tinha pego na sala, observando com o pau na mão enquanto os dois iam se soltando. Minha tia baixou o short e desafivelou o sutiã. Meu primo ficou parado por um tempo, olhando, então tirou a camisa e o calção, ficando ele também nú.
O pequeno pênis já estava duro.
“Vai ficar sentado aí?” Minha tia perguntou para mim.
“Por enquanto sim. Vou ficar só olhando daqui”, respondi, me recostando na cadeira e abrindo as pernas enquanto mexia com a minha rola.
Olhei para o meu primo.
“Já beijou, Henrique?”
Ele respondeu que não.
“Acho que essa pode ser a primeira lição, né tia?”
Minha tia olhou para mim, parecendo que estava irritada, mas eu sabia pelo gesto de antes que ela queria aquilo. Se aproximou do filho, pondo as mãos nos ombros dele e se inclinou, tocando-lhe os lábios com os dela.
Um selinho a princípio. Depois outro, e então uma bitoca mais longa. E mesmo tímido no começo, ele respondeu, devolvendo os beijos ao seu jeito. Ficaram experimentando os lábios um do outro até passarem a se beijar de forma mais ardente. Minha tia, abraçando, passando a mão por seu pescoço, e ele com os braços na cintura dela.
Obviamente, era ela quem comandava, engolindo os lábios dele, dando-lhe seu primeiro beijo de língua.
“Pode descer a mão se quiser, Henrique”, falei.
Meu primo olhou para mim e então para minha tia, como se pedindo permissão. Ela sussurrou algo em seu ouvido e ele lentamente desceu a mão por suas costas, chegando até a sua bunda. Ele a apertou, trocando beijos com a tia Ivone.
Minha tia pegou uma de suas mãos e levou até seus peitos, mandando-o apertá-los. Depois agarrou o pau de Henrique, começando a punhetá-lo. Ela sussurrava entre beijos, e o meu primo ia movendo suas mãos de acordo com as instruções, passeando pelo corpo de minha tia enquanto ela tocava uma pra ele.
Quanto a mim, continuei batendo uma, assistindo a tudo.
“Sabe o que é boquete?”, minha tia perguntou e meu primo fez que sim. Ela então se ajoelhou e pôs o penis dele em sua boca, engolindo por completo sem muita dificuldade. Começou a chupar, olhando em seus olhos, vendo suas reações, enquanto o rosto do meu primo claramente derretia de prazer.
Após alguns minutos ele soltou um gemido alto e disse que ia gozar. Minha tia não tirou da boca e engoliu tudo. Olhando para ele com um olhar devasso de puta. Ficou chupando mais um pouco, então se levantou, e o beijou mais uma vez.
Então eu me levantei da cadeira, caminhei até ela, e a mandei se deitar na cama. Abri suas pernas e disse para o meu primo prestar atenção. Baixei a cabeça e enfiei minha boca entre suas coxas, lambendo e chupando sua buceta.
Minha tia começou a gemer e a suspirar.
Parei, então mandei meu primo fazer o mesmo, usando a língua para explorar aquela fenda e sugando o clitóris. Ele enfiou a cabeça entre as pernas dela e mergulhou em sua buceta.
Subi na cama, beijando minha tia e apertando seus peitos enquanto meu primo trabalhava lá embaixo.
“Tá gostando do teu filho lambendo a tua buceta?”, perguntei provocando-a.
“Seu cachorro! Puto!”, ela me xingou em voz de sussurro.
“Quer sentir a pica dele, quer? Quer sentir ele comendo sua bucetinha, eim safada?”
Tia Ivone respondeu mandando Henrique enfiar.
Meu primo levantou a cabeça, engolindo em seco.
“Posso mesmo?”, perguntou.
“Se não comer ela, eu como”, eu disse sorrindo.
Henrique tentou ajeitar seu pênis na entrada da buceta de minha tia, que resolveu ajudá-lo, guiando e encaixando a cabecinha na entrada.
Ele meteu, sentindo como era uma buceta pela primeira vez. Minha tia ficou movendo os quadris, ajudando enquanto ele metia de forma desajeitada. Henrique soltou alguns gemidos finos.
Eu, para não ficar só na bronha nesse momento, bati meu pau nos peitos de minha, esfregando a cabeça nos mamilos.
Dei meu pau pra ela chupar enquanto meu primo se acabava de meter. O que não durou muito tempo, finalizando no que talvez tenha sido mais de um minuto.
Gozou dentro dela, com o rosto corado e o corpo suado pelo esforço.
Minha tia se ergueu, puxando meu primo para outro beijo enquanto ele dava sua primeira esporrada dentro de uma buceta. Após alguns segundos nisso, meu primo saiu de cima dela, deitando ao seu lado, e minha tia se lembrou de minha existência.
*Satisfeito agora, Felipe?”, perguntou olhando para mim e ficando de lado na cama de casal.
“Não, ainda falta eu comer você.” respondi.
“Falta, é?”, riu.
Ela ficou de quatro na borda da cama, esperando a pica. Dei um tapão em cada uma das bandas de sua bunda deliciosa e meti minha rola nela.
O som das estocadas estalava no ar conforme nossas carnes batiam uma na outra.
Puxei seus braços para trás, deixando-a bem à vista de meu primo, que assistia a tudo, como no banheiro, mas dessa vez com uma vista privilegiada assistindo sua mãe urrar de prazer enquanto os peitos dela balançavam cada vez que minha cintura batia contra sua bunda.
“Tá gostando do teu filho te assistindo enquanto tu dá essa bucetinha? Tá gostando, mãe putinha?”, perguntei, provocando-a.
“Fode, porra!”, era apenas o que ela respondia entre gemidos.
“Chupa ele enquanto eu te fodo, vagabunda”, mandei.
Henrique me olhou com cara de sonso, então fiz o favor de explicar.
“Dá teu pau pra ela chupar”, ele se aproximou e eu deixei minha tia se abaixar para alcançar sua pica.
“Esfrega na cara dela, que ela gosta”, disse.
Antes que meu primo entendesse, minha tia pegou o pênis dele e bateu na própria cara, sugando em seguida. Fiquei bombando enquanto ela chupava até sentir que estava para gozar.
Mandei que ela ficasse de joelhos no chão e falei pro meu primo para esporrarmos em sua cara. Minha tia obedeceu e abriu a boca com a língua pra fora, esperando, Começamos a bater punheta em ritmo frenético.
Henrique gozou primeiro, melando sua bochecha e nariz, e eu pouco depois, cobrindo o resto do rosto dela de leite quente. Minha tia ainda ficou sugando o resto que havia ficado nos nossos penis.
Deixei ela chupando ele e fui na sala pegar meu celular.
Pedi pra tirar uma foto de recordação dela o chupando. Minha tia reclamou, mas eu falei que agora meu primo também fazia parte daquela vida. Então, depois de alguma insistência, ela aceitou, como já tinha aceitado todo resto.
Tirei uma selfie com ela ajoelhada segurando os nossos paus. Enviei para Klésia, que respondeu mandando um coração.
Mandou outra foto, dela e de uma garota loura, de corpo magro em formação, com peitos pequenos que formavam pequenos relevos sobre a suada pele branca. As duas montavam que eu não conseguia ver direito por ele estar embaixo delas. A garota sobre o rosto e ela na pica.
“Eu e meus primos”, disse ela numa mensagem.
Perguntei quando ela voltaria e Klésia me respondeu com “Em breve, e eles vão com a gente”.
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