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Conhecendo o novo bairro

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branquinhogay18sp

Ao conhecer o novo bairro, descobri uma boa amizade que acabou em sexo.

Na correria de São Paulo, o meu cotidiano acabou moldado e precisei abrir caminhos para não ficar sem sexo. O Siqueira tinha vida corrida e não parava em casa aos finais de semana e fiquei na mão. No meu caso era pior. Novinho branco e magrelo, dezesseis anos, só caras bem chegados e com tara afiada teriam coragem para chegar junto e tirar uma casquinha de forma bem sigilosa pois é proibido e arriscado. Eu pagava, portanto, o preço da falta da idade social e o corpo pedia sexo! O negócio era plantar para colher no futuro, iniciando alguma amizade e eu nem sabia com quem e como iniciar dentro do centro paulistano. Neste cenário tudo é arriscado e saber com quem era fundamental. Isto foi natural pois titia tinha o hábito de almoçar em restaurante que havia na parte externa do prédio, um boteco que servia almoço, ela ia aos Sábados para degustar feijoada e muito amiga da pessoa que era dona do lugar. Apresentado ao dono, pessoa sorridente, eu logo senti confortável e ambientado. Preto, estatura mediana, rosto comprido e com seus trinta e oito anos, logo ao conhecê-lo, bateu a malícia! Cabia investir e não ficar somente na relação dono/cliente. Eu nem sabia se o cara era casado e pintou a safadeza na mente! Cara novinho e em ebulição sexual, sabe como é! Minha tia nem parava em casa, só encontrava a noite e aos finais de semana, aprendi a cozinhar e também passei a frequentar o restaurante visando uma maior sociabilidade. Na prática, era uma tarefa de longo prazo, eu precisava ganhar a amizade dele a ponto de termos um diálogo real. Isto foi acontecendo e para minha surpresa, ele deu sinais! Sorrisos com olhares mais longos, devolvia e as piscadas começaram a pintar! Já sabendo que eu curtia, tratou de sugerir que eu pintasse por volta de quatro e meia no bar, ele estaria fechando, seria o momento para nos conhecermos melhor. Nesta altura, estava evidente que o sexo era nossa prioridade, ele deu muita abertura e entendi que rolaria se aparecesse e fui conforme sugerido. Ele abaixou as portas, fui ao banheiro para não dar ares que eu estava só com ele lá dentro e naquele Sábado eu sabia que o destino estava selado.

Assim que fechou, voltei ao ambiente do restaurante para que ele convidasse para irmos ao banheiro. Entramos e por lá, ele mesmo tomou a iniciativa expondo sua pica preta para fora! Diante dos meus olhos, um belo pau comprido carnudo e com boa cabeça, já ereto, foi visto e hipnotizei com aquilo mordendo o lábio! Trocamos olhares e sorrimos, cheguei perto e alisei o danado que enrijeceu na minha mão! Rosto corado, corpo já esquentando por dentro, meu cu manifestou piscadinhas e elogiei a rola! A vontade em fazer sexo e a safadeza falaram mais alto e agachei para segurar e pagar uma mamada! Gostoso! Sabendo que curto, deixou acontecer! É um jogo erótico em andamento pouco importando a diferença de idade e se era proibido. Estavam em jogo taras e necessidades! Segurando firme e mamando, meu corpo ampliou o calor, o rosto corou mais e senti amparado para meu interesse. O meu pau enrijeceu e o tesão foi sendo alimentado para que eu desse punhetadas no caralho e trocasse olhares! O caralho preto já estava mais rígido e ele botou as mãos na minha cabeça para fazer um vai e vem rápido resultando numa babada forte! Delícia! Batidas e passadas na cabeça em meu rosto, melando a face, subiram mais o tesão! Meus lábios molhados e trocando olhares davam toda a liberdade para que seu caralho preto fizesse aquilo que desejasse e ele segurou para ficar dando com a cabeça na bochecha! Por fim, ele balançou a pica na minha boca cheia de cacete e tirou! Elogiei falando que ele era tesudo e segurei para chupar as bolas! O cheiro de caralho estimulava ao sexo, a minha língua percorreu até a ponta da cabeça e laterais daquela carne viva preta e tarada! Eu segurei firme e rotacionando a mão, paguei uma mamada forte, cuspi, espalhei alisando e ele pediu! Meu cu estava em piscadas!

Ficamos pelados e o tesão ia subindo ao despir. Se o jogo é jogado e o lambari é pescado, o erótico com safadeza predominava e o ambiente denunciava isto! Um bom cheiro de putaria no ar estava ganhando força e minha bunda foi apalpada e ouvi elogios! Encostei na parede e senti abrir um lado, ganhei carinho enquanto a rola preta era alisada. Mãos na parede e bunda empinada, as pernas deram uma bambeada já sabendo aquilo que viria e não era pouco pois o caralho deveria bater na casa dos 18 para 19 cm! O toque dele ao abrir a bunda deu arrepio e uma salivada ampliou o tesão e mordi o lábio pedindo para ser comido! Colou de vez e auxiliei abrindo a bunda com as mãos para olhar e ver uma pica sendo bem segura e abrir meu rabo branco, entrando e provocando zonzeira! Senti a mão sobre a minha bunda e uma forçadinha do pau, abria boca olhando ao teto e fiz uma careta pois foi rasgando bem por dentro! Meu cu deu livre passagem mesmo que eu sentisse uma pequena dor e suas mãos tomaram de vez minha cintura para iniciar um vai e vem sentindo cabeçadas lá dentro. É um momento especial para mim e dar, sentir a rola indo e vindo demonstra uma vitória! O tesão dispara e eu desejo que o pau transforme as minhas dificuldades internas em prazer! Um gemido, umas caretas, olhos fechados com mordida no lábio, respiração acelerada, todo este cenário com uma pica devorando meu rabo é meu desejo e estava ocorrendo. A tara por pau é fortíssima e eu fui ficando fácil e entregue com suas idas e vindas rápidas no meu cu! Tirou e tomei fôlego após aquele pau preto promover um sexo bem rápido e mordi o lábio com olhos fechados! Uma nova penetrada e minha jovem idade pouco importava, eu estava consciente e queri sexo em andamento, tendo meu rabo branco sendo comido, ele já estava aberto o suficiente para a rola dar o trato merecido! Tarado, deixei o caralho agir, impôs velocidade, cabeçadas ao fundo, o cu queimava e eu curtia de olhos fechados, entre gemidos e soltando os ais, o vai e vem delicioso! O tesão vai crescendo em larga escala ficando quase incontrolável e vi refém da minha própria audácia! Tirou, falando que meu cu era bom para foder e sorri para tomar mais fôlego, o suor já tomava conta dos nossos corpos!

Uma nova penetrada e o sexo chegou mais rápido ficando bem tenso! Caretas já eram constantes e comecei a ficar de boca aberta com gemidos e tomando enterradas para que ele tirasse em segundos! Isto confirmava aquilo que ele disse sobre meu cu e a tensão colocada só ampliava minha tara mesmo sofrendo! Meu cu branco estava muito convencido do trabalho bem feito daquela rola preta carnuda e comprida mas a tara fala mais alto e ele tratou de mostrar uma pegada de tarado, algo que fez meu cu esquentar demais na entrada e aguentei a fome do caralho preto pela minha bunda branca e aquilo que há no meio dela! Antes da nova penetrada, ele quis dar aquela olhada e abriu minha bunda fazendo uma pinça com os dedos, cutucar no cu piscante e cuspiu! Toda safadeza é bem-vinda nestas horas e uma penetrada para dar nova pegada forte aconteceu! Mostrando poder de fogo em algumas dezenas de segundos, eu tinha a sensação que partiria para a loucura com minha boca aberta e gaguejando! Tirar, antes de ser um alívio, constatava que eu estava bem para a sua investida tarada e com nenhum dó, ao contrário, é preciso convencer para que novas relações possam surgir no futuro e esta atitude marcou bastante! Seguro na cintura, impondo até uma certa brutalidade consciente, o som de sexo chegava aos ouvidos e ele foi reduzindo a velocidade para fechar os braços em minha barriga e soltar um gemido dando fortes gozadas lá dentro! Humm! Fiquei quieto e mordendo o lábio, senti uma pica pulsando e jateando, foi tirando devagar para o esperma tomar conta do rabo aberto e piscante indo ao chão! Uma segunda piscada veio e mais leite saiu! Fiquei ereto e passei a mão, meu pau duro queria soltar um gozo, sorri e elogiei ele e a foda dada, bati uma para aliviar toda tensão que o cu recebera! Jatos espirrados foram dados e limpei minha bunda, cu, pernas que receberam um pouco do escorrido leite fértil e viscoso! Delícia demais! Nem as latejadas com dor foram suficientes para que eu ficasse quieto! Ouvi todo feliz e realizado que quando quisesse, bastasse chamá-lo! Vestimos a roupa e o cheiro de sexo feito dominava o ambiente. Meu cu grudado pedia banho.

Bebemos uma água no ambiente do restaurante e pediu o sigilo, coisa que eu confirmei. Pegou seus documentos e saímos, a rua com comércios já fechados e quase ninguém passando foi a deixa para eu dar uma deus com sorriso, caminhar poucos metros e adentrar o prédio onde titia tem o apê. No banho, eu mordi os lábios e o filme do sexo realizado veio à mente! Nossa! Como é bom fazer sexo! Se meu cu latejava, eu estava feliz! Latejando e gozado, melhor ainda! Deixei a água fria molhar bem a região para amenizar os estragos. Passando a mão no cu, eu sabia que não estava aberto por acaso e também tinha deixado escancarada uma nova chance para outras fodas com ele! O importante que meu cu recebeu boas-vindas no bairro novo e de forma bem sigilosa. Eu tive uma sorte danada e quisera o destino colocar um macho bem próximo para realizar minhas taras que estavam em alta. Banho terminado, fui preparar a janta para a chegada de titia e nada comentei. Erotizado e com muita vontade em dar, eu precisava ter mais fodas com meu novo macho e também ficar esperto para ninguém desconfiar. Novinho, dezesseis anos, branquinho, eu não estava nem aí para a convenção social e meu corpo não podia esperar até os dezoito. Bem recebido em minha nova morada, cabia manter em dia com minhas obrigações anais! Delícia de caralho preto! Eu daria se ele quisesse quantas vezes pedisse. Amei demais aquele pau preto fodendo o meu cu branco!

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