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O Meu Irmão Trouxe Um Machão Amigo Dele E Mandou Ele Me Foder

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Escriba-T-JC

Irmãozinho mais novo é fodido pelo amigo do irmão mais velho e teve seu cuzinho, quase virgem, estourado.

Te aconselho a ler o conto anterior para ter uma experiência mais completa e cheia de tesão, além de compreender melhor o conto a seguir.

*****

Vamos ao conto:

Meu nome é Eduardo, mas todos me chamam de Dudu. Como relatei no conto anterior, o meu irmão mais velho, um macho rude e marrento tirou meu cabacinho durante o banho, e desde então eu comecei a ver o mundo de forma mais clara, cheio de malícias e desejos.
Assistia vídeos pornôs e ficava desejando ser fodido por aqueles machos gostosos.
De uma coisa eu tinha certeza: gostava de machos e meu irmão tinha aberto meus olhos ainda mais para isso.
Na sexta-feira à tarde, eu fui ao terminal de ônibus colocar créditos em meu bilhete escolar e depois fui até ao banheiro. Achei um clima estranho, tinha uns caras num canto, logo depois dos mictórios e, ao me aproximar, eu vi que um vigiava a porta, enquanto dois metiam a rola na boca de um moleque novinho, deveria ter a mesma idade que eu. O moleque mamava os machos, se revezando nos dois paus. Eu senti meu cuzinho piscar, me deu vontade de ficar ali e participar, mas tive medo e fui para casa com aquela imagem na cabeça. Sentindo um calor por dentro de mim.
Estava pronto para cair na vida, cheio de curiosidades e desejos, pronto para os machos da rua, como bem disse o meu irmão depois de me estourar o cabaço.
Mais tarde, já em casa, eu pensava sem parar em tudo o que tinha visto naquele banheiro. Bati umas três punhetas e dormi relaxado. Lembrei novamente do meu irmão me dizendo que eu estava pronto para dar para os machos da rua. Parece que ele estava certo.
No sábado, início da tarde, eu acordei bastante relaxado, ainda lembrava do que tinha visto no banheiro do terminal e me excitava com as lembranças.
Levantei da cama, vi que meus pais não estavam em casa. Geralmente eles saiam todo final de semana para algum programa com os amigos ou sozinhos. Meus pais tinham uma vidinha social agitada. Se recusavam a ficarem dormindo como dois aposentados inúteis, eu admirava isso neles.
Tomei meu banho, comi alguma coisa e fui para o meu quarto. Estava jogado na cama só com a parte de baixo do pijama, vendo umas bobagens do youtube, quando ouvi o barulho do meu irmão entrando em casa. Dava pra ver que ele estava com mais alguém.
— E aí cara! A gente vai lá no rolê a noite? – Eu reconheci a voz do Thiago. Seu Amigão moreno e gostoso.
— Sei lá cara. Acho que sim, mas vamos fazer um esquenta aqui antes de sair. Tá muito calor e eu quero tomar umas brejas. – Respondeu meu irmão.
— Teu irmãozinho tá aí? Cadê o Dudu? – Ouvi a pergunta do Thiago e pensei em ir na sala falar com ele.
— Sei lá cara. O veadinho deve tá lá no quarto pensando em macho. – Eu ouvi a voz marrenta do meu irmão e fiquei em silêncio, escutando.
— Fala assim do moleque não, cara. Teu irmãozinho é a maior gracinha. Uma delícia, com aquele corpinho macio e aquele cheirinho de neném.
— Já te pedi para você não falar assim dele. – Eu ouvi novamente a marra do meu irmão.
— Qual é parceiro? Você sabe que o moleque curte o pai aqui. Se eu chegar de leve ele libera. Vai ficar implicando comigo? Cê sabe que o moleque curte as paradas. – O Thiago falou em tom amistoso, com aquele jeito de malandro.
— Sei, mas ele é meu irmão. Tem de respeitar. – Novamente meu irmão falava grosso com o amigo.
— Tô te estranhando Pedrão. Quantas vezes a gente dividiu uns putinhos aí pelas construções e matos do bairro? Desde que a gente é moleque que a gente faz umas putarias juntos. Quantas vezes eu te ofereci meu priminho de bandeja? Vai regular teu irmãozinho?
— O moleque é meu irmão mais novo. Não quero que ele fique falado aí no bairro. Cê sabe como são essas coisas. – Meu irmão argumentou em tom mais calmo.
— Mais um motivo para tu liberar o maninho. Cê sabe que eu vou tratar ele com respeito e carinho. E vou manter segredo. Nunca falei dos outros que a gente fodeu juntos. Por que falaria do teu maninho? Fica tranquilo parceiro. Nós somos família. Posso ir lá falar com o moleque? – O Thiago perguntou e eu esperei a resposta de meu irmão.
— Claro que pode cara. Você é de casa.
— E se ele der mole eu posso comer aquela bundinha gostosa? – O Thiago perguntou de um jeito bem malandro. E eu já estava de pau duro com aquele papo. Me deitei na cama, mas ainda ouvi meu irmão falar:
— Tu se acha mesmo, né Thiago? Só porque tem esse corpão e essa lábia de malandro. Tomara que o moleque te dê um toco.
— E se ele não der? – O Thiago insistiu.
— Pode fazer o que quiser, seu puto. Eu vou tomar um banho.
Eu me deitei na cama, sentindo meu corpo pegar fogo. Fiquei de bundinha pra cima com meu shortinho fininho. Logo o Thiago abriu a porta do meu quarto e botou a cabeça pra dentro.
— Posso entrar Dudu? Quero te dar um abraço, moleque.
— Claro que pode Thiagão. Você é de casa. Pode fazer o que quiser. – Eu disse num tom de malícia, mas sem saber se ele entenderia. Ele me abraçou e eu senti aquele cheiro forte de macho e calor. Ele estava usando uma regata branca, que lhe apertava os peitorais grandes e musculosos, e um calção folgado.
— Olha o perigo moleque. Não fala assim não que eu posso abusar, hein! – Ele disse me abraçando apertado e descendo a mão pelas minhas costas, até a altura da minha bundinha, onde ele passou a mão de leve. Sempre com um sorrisão no rosto.
— Tenho medo de perigo não, rapaz. Com você eu sei que estou seguro. – Eu falei alisando seus braços fortes e logo passei as duas mãos em seus peitos. Sentindo aquele tesão de macho me apertando.
— Tá seguro mesmo moleque. Pode confiar. Tá cheirosinho. Um delicia de pele de bebê. – Ele disse cheirando meu pescoço, enquanto sua mão grande me apertava a bunda, me causando um arrepio e me arrancando um gemidinho baixo.
— Tomei banho há pouco. Tô todo cheirosinho. – Eu disse com uma voz bem putinha e ali ele percebeu que eu estava entregue. Eu nem liguei para o fato de meu irmão estar em casa. Isso até me excitava mais. Afinal ele tinha liberado o amigo para me foder.
— Delícia! Posso sentir esse cheirinho todo? – Ele me falou ao ouvido e suas mãos já estavam entrando em meu shortinho, antes que eu respondesse. Eu só balancei a cabeça afirmativamente e logo senti seu dedão médio massageando minhas preguinhas.
— Gostoso, cara! Faz assim mesmo. Tá bom.
O Thiago ouviu isso de minha boca e me virou de costas para ele como se eu fosse um boneco. Em segundos eu me vi de quatro na beirada da cama, com meu short abaixado. Suas mãos grandes abriram minhas bandas e sua língua quente afundou em meu cuzinho, como se quisesse penetrar. Fui ao céu naquele momento.
— Rabinho gostoso e cheiroso, moleque! Sempre quis fazer isso. – Ele falava, enquanto lambia e molhava meu cuzinho com aquela saliva quente.
— Então faz Thiagão! Faz tudo o que você quiser fazer comigo. – Eu gemi e me abri mais um pouco. Ele lambeu mais um pouco, se levantou e arrancou a camiseta fora. Me puxou pra cima e esfregou minha cara em seu sovaco, me fazendo sentir o seu cheiro forte. Cheiro de macho suado e safado. Depois desceu minha cabeça em direção ao seu pau e atolou tudo dentro da minha boca. Eu engoli e dei uma bela mamada.
— Delícia moleque! Já tá mamando como um profissional. Aprendeu rápido. Se eu soubesse tinha feito isso antes. - Ele fodeu minha boca com seu mastro grande e potente e logo me colocou de quarto novamente, na beirada da cama. Meteu a língua em meu cuzinho e chupou mais um pouco. Eu perdi o controle e falei um pouquinho mais alto:
— Delícia macho! Come meu cuzinho.
— Vou comer, bebê. Vou estourar o teu cuzinho, como você deseja há muito tempo. – Ele deu uma cuspida em meu cuzinho e na cabeça do pau dele. Encaixou a cabeçona bem na entradinha e ficou parado, vendo meu irmão entrar no quarto com a toalha enrolada na cintura.
— Caralho mano! O que você tá fazendo. – Meu irmão falou bravo e eu vi o volume em sua toalha. O puto também estava excitado.
— Você falou que se ele deixasse eu podia, então cai fora daqui e fecha a porta. Eu vou foder o teu maninho. – O Thiago falou com o jeitão malandro de sempre.
— Cai fora é o caralho, malandro! Cê tá em minha casa. Vou sair não. Manda bala aí. Fode o putinho. – Meu irmão disse isso, deixou a toalha cair, subiu na cama e meteu o caralhão na minha boca. Eu estava surpreso com tudo aquilo. Meu cu piscava sem parar. “Pensa muito não moleque. Mama o pau do teu irmão. Se gosta de rola aqui tem duas pra você. Mete Thiagão! Estoura as pregas desse veadinho.
Meu irmão empurrou o pau em minha garganta e abriu as bandas de minha bunda para o pauzão do amigo entrar. Eu senti aquela estaca forçando as preguinhas de meu cuzinho e logo a cabeça entrou rompendo tudo.
— Ai meu cu, caralho! Tá me rasgando, mano. Tá me abrindo todo. – Eu gemi forte, enquanto apertava as coxas grossas de meu irmão, que estava ajoelhado em minha frente com o pauzão em minha boca.
— Cala a boca e aguenta, putinho. Quer dar o cuzinho tem de aguentar a tora dos machos. Mete Thiagão! Arrebenta esse cuzinho dele. – Meu irmão ordenou e o Thiago socou o pau. Segurou em minha cintura e começou o vaivém.
Thiago metia com tanta fome que meu corpo todo ia pra frente e minha boca agasalhava o pau de meu irmão lá no fundo. Eu estava completamente invadido por trás e pela frente.
— Já meteu muito, putão. O moleque tá todo aberto. Quero meter também. – Disse meu irmão tomando o lugar do Thiago e arrebentando meu cuzinho.
— Aí sim parceiro! Esse é o Pedrão que eu gosto. Não perdoa nem o irmãozinho. - O Thiago falou isso e abriu minhas bandas, para ver melhor o pau do meu irmão me arrombando.
Os dois machos foram se revezando em meu cuzinho, socando com força, como dois esfomeados. Entrava um, saía o outro. Eu estava delirando e sentia aqueles pauzões bem no fundo de meu cuzinho. Comecei a me arrepiar e senti que ia gozar. Gemi mais alto e minha pele toda se arrepiou. Meu cuzinho travou e apertou o pau do Thiago que estava dentro de mim.
— Ah que gostoso! Mete porra! Mete forte! – Eu comecei a gritar.
— Olha aí Thiagão. O putinho tá gozando sem tocar no pau. Estoura ele, porra! Engole moleque. Engole o pau de teu irmão. – Meu irmão socou o pau em minha garganta e gozou muito, quase me fazendo engasgar. O Thiago deu um tranco forte e se desmanchou no fundo do meu cuzinho.
Pode parecer só coisa de fantasia, mas podem acreditar, nós três tivemos uma sintonia perfeita, gozamos juntinhos e caímos na cama, os três amolecidos com a foda intensa.
— Delícia esse teu irmãozinho, Pedrão. Por que a gente demorou tanto par fazer isso? Precisamos repetir mais vezes. – O Thiago falou, passando a mão em meu rosto.
— Não sei de nada não. – Meu irmão voltou a seu estado normal e falou marrento, saindo do meu quarto em direção ao dele. Eu sorri baixinho, olhando a cara do Thiago que também sorriu.
— Eu quero te pegar sozinho, sem teu irmão por perto. Toda tarde eu fico sozinho em casa. Passa lá um dia desses, depois que você sair do colégio. Não fala nada pro teu irmão. Coisa nossa.

O Thiago me deu beijo na boca e saiu do meu quarto indo falar com meu irmão. Eu sabia que aquilo tudo estava só começando e eu estava adorando ser o putinho daqueles machos.

*****

Mais uma foda incrível desse moleque que foi descabaçado pelo irmão e agora só quer saber de macho.

Vote, comente, faça sugestões. É assim que eu decido se devo continuar contando as histórias dele.

Abraços a todos!

Daqui a pouquinho tem mais.

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