Uma nova amizade ainda jovem
A carência e a tara resultaram em sexo com gente próxima ao trabalho.
A nova descoberta no bairro durou pouco. Minha tia tratou de agilizar um serviço para que eu não ficasse de mão abanando, meio período, falou com a Berenice, uma conhecida dela e virei ajudante na lojinha onde eu fui um faz tudo. No período da tarde havia o colégio e a noite era para ficar no apê pois a região é cheia de prostituição. Conclusão: o sexo caiu a zero! Eu fiquei uns três meses sem transar e isto abriu questionamento se minha vida gay teria continuidade ou não. Sobrava somente os Domingos para sair, ao Sábados a dona Berenice estendia o atendimento até 17 horas matando parte do meu final de semana. Muitas vezes, sobrava só o Domingo a tarde, pela manhã eu fazia trabalhos pedidos pelos meus professores. Complicado!
Na galeria da lojinha, havia bastante movimento, acabei conhecendo um cara que já era destinado para manutenção da área em volta das lojinhas. Contratado pelo prédio, ele fazia desde limpeza, jardinagem, coleta de resíduos etc. Cara moreno claro, careca, alto, quarenta e poucos anos, ele já cresceu os olhos e ficamos no chamado “eu quero te comer e não vou falar” e “eu quero te dar e o horário não ajuda”. Novinho, branco e magrelo, dezesseis anos, vieram piscadas e entendi tudo bem rápido. Falei que passava no dia seguinte a tarde, seria Domingo e concordou. Naquela altura, as coisas já estavam certas bastando eu facilitar.
Dia seguinte, sentei no banquinho com jardim atrás e aguardei o cara aparecer. Na miúda, ele fez um sinal para entrar no prédio, cumprimentei e pegamos o elevador para cairmos no depósito de materiais de limpeza do prédio. Entramos e passou o trinco, um olhar para mim e logo sua pica comprida morena pintou na minha frente, pedi sigilo, ele fez positivo e segurando, caí de boca! Humm! Tendo um certo de receio em tomar flagra, aceleramos a coisa, eu mamei pouco e o suficiente para a rola ficar ereta, uma chupada no saco, mamadinha rápida e já fiquei em pé com as mãos na parede! Abrindo minha bunda, passando saliva, logo senti a cabeça atravessar meu cu para pegar velocidade com minha bunda empinada! A zonzeira pintou e ele tratou de foder com vontade!
Impondo um sexo rápido, gemi extremamente baixo com olhos fechados e mordendo o lábio, fazia caretas e deixei rolar! O vai e vem do caralho dele foi estimulante e a carência por rola permitiram suas boas investidas com toques contínuos no fundo do meu cu! Vez ou outra tirou o pau, eu respirava rápido e tomava fôlego para ele voltar a penetrar e alguns casos até pressionar contra a parede! Fiquei quente por dentro e rosto bem corado levando rola no rabinho branco! Seu cacete estava fazendo estragos e mesmo assim concordei com tudo. Uns dez minutos, ele deu sinais que iria gozar e fez, soltando esperma dentro do meu cu, senti jatos e mordi o lábio com o meu rosto suado! Segurando, foi tirando para meu cu soltar um pouco daquela porra e escorrer para meu saco e pernas. Minha bunda estava meladinha do jeito que eu gosto, latejando, deu papel e limpei. Pediu segredo e falei que foi delicioso! Levantei a minha cueca e bermuda, ele levantou a calça e fechou tudo para sairmos fora.
Chamou muito a minha atenção ele não estar nem aí para minha jovem idade e também a tara para comer meu cu. Nem pensou em camisinha, estava com fome de rabo mandando um sexo bem tenso. Eu arrisquei e deu certo, estava realizado mesmo com o cu latejando e doendo, acabei voltando para o apê e estava de boa, a titia havia saído e tomei um belo banho. Eu estava voltando à ativa e dei sorte ao encontrar este cara que não se contentou com uma relação e tivemos mais três, ele acabou saindo do serviço, voltou ao Nordeste e novamente fiquei na mão. O importante que eu retomei. Amo pica! Delícia!
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